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PENSE NISSO:

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Agricultura

Revoluções agrícola e verde e transgênicos:


Cláudio Mendonça* Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
A evolução da capacidade de produção, nos últimos 50 anos, foi em média superior ao crescimento da população mundial. Apesar disso, segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação), neste início de milênio, 852 milhões de pessoas viviam em estado de fome crônica ou de subnutrição, sendo que 815 milhões nos países subdesenvolvidos.
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reprodução

O espaço rural de vários países se modernizou. A mecanização agrícola, o uso da biotecnologia, de sistemas de estocagem e escoamento da produção tornaram a agropecuária mais produtiva e competitiva. Os investimentos e o controle da produção agrícola por grandes empresas disseminou a utilização de produtos apropriados à correção do solo, de adubos químicos, de agrotóxicos, de rações, de sementes geneticamente modificadas, etc. Por outro lado, diversas regiões do mundo vivem as tragédias da subnutrição e da fome.

O Brasil em seu imenso território vive essa mesma contradição. Coloca-se entre os dez maiores exportadores agrícolas mundiais, desenvolve uma agricultura moderna e de elevada competitividade, possui o maior rebanho bovino comercial do mundo, ao mesmo tempo em que uma parte expressiva da população rural vive em condições miseráveis.

A revolução agrícola:

O primeiro grande avanço tecnológico nas atividades agropecuárias ocorreu dentro do mesmo processo da Revolução Industrial, no século 18. Os países que se industrializaram nesse período modernizaram os seus sistemas de cultivo, elevaram a produção e a produtividade - produzir mais com menos terra e mão-de-obra -- introduziram novas técnicas com o desenvolvimento de instrumentos agrícolas.

A migração para as cidades, nesse período, também diminuiu o número de pessoas envolvidas nas atividades agrícolas. Dessa forma, a Revolução Industrial e a intensa urbanização0 gerada por ela exigiram uma Revolução Agrícola, capaz de ampliar o fornecimento de matérias-primas à indústria e a produção de alimentos necessária ao abastecimento de uma população que se urbanizava.

A Revolução Verde:

A partir da segunda metade do século 20, os países desenvolvidos criaram uma estratégia de elevação da produção agrícola mundial por meio da introdução de técnicas mais apropriadas de cultivo, mecanização, uso de fertilizantes, defensivos agrícolas e a utilização de sementes VAR (Variedades de Alto Rendimento) em substituição às sementes tradicionais, menos resistentes aos defensivos agrícolas. Concebido nos Estados Unidos, esse processo ficou conhecido como Revolução Verde. Sua principal bandeira era combater a fome e a miséria dos países mais pobres, por meio da introdução de técnicas mais modernas de cultivo.

Ao mesmo tempo em que modernizou a agricultura em alguns países subdesenvolvidos, a Revolução Verde elevou a dependência em relação aos países mais ricos que detinham a tecnologia indispensável ao cultivo das novas sementes e forneciam os insumos necessários para viabilizar a produção.

A elevação da produtividade diminuiu o preço de diversos produtos para o consumidor, mas o custo dos insumos aumentou numa escala muito maior. A produção de determinados gêneros contemplados pela Revolução Verde era viável quando realizada em grande escala, em grandes propriedades agrícolas.

Dessa forma, muitos pequenos proprietários ligados à agricultura comercial ficaram incapacitados de incorporar essas novas tecnologias, abandonaram suas atividades e venderam as suas propriedades, com impacto desastroso na estrutura fundiária de diversos países, entre eles o Brasil. Quanto à erradicação da fome, a principal promessa da Revolução Verde, os próprios dados da ONU mostram os resultados insuficientes.

A Revolução Transgênica:


Os transgênicos são espécies cuja constituição genética foi alterada artificialmente e convertida a uma forma que não existe na natureza. É um ser vivo que recebeu um gene de outra espécie animal ou vegetal. O gene inserido pode vir de outra planta ou mesmo de outra espécie completamente diferente. No caso das plantas a modificação é feita visando um organismo com características diferentes das suas, como por exemplo tornar uma planta mais resistente a pragas e insetos. A planta resultante dessa inserção passa a ser denominada como "geneticamente modificada"

A partir de 1953, com a descoberta da estrutura das moléculas do DNA, a biotecnologia provocou uma nova revolução na agricultura. Com isso o homem viu a possibilidade de manipular, trocar de lugar as letras do código genético e já na década de 70, descobriu-se como unir fragmentos de diferentes espécies.

Através de técnicas utilizadas para alteração de genes em diferentes organismos, com a fusão de genes de espécies diferentes que jamais se cruzariam na natureza, foram criadas diversas variedades transgênicas ou OGMs (Organismos Geneticamente Modificados).

Pouco mais de dez anos depois, as primeiras plantas transgênicas passaram a ser produzidas comercialmente e com isso a biotecnologia ganhou cada vez mais destaque no cenário científico e tecnológico, com a promessa de uma agricultura mais produtiva e menos dependente do uso de agrotóxicos. E com essa promessa vieram também as dúvidas sobre os efeitos secundários dos transgênicos e as conseqüências que podem provocar na saúde e no ambiente.

É uma discussão que envolve oposições econômicas, sociais e ambientais. De um lado estão os defensores da biotecnologia, que defendem o aumento da produção de alimentos a partir da redução de custos a ponto de atacar o problema da fome mundial. De outro lado, estão aqueles que argumentam sobre o impacto ainda desconhecido dos transgênicos sobre a saúde e o meio ambiente.

As principais variedades transgênicas da grande agricultura como soja, milho, algodão, canela, mandioca, tabaco, arroz, tomate e trigo são controladas atualmente por poucas empresas multinacionais como a Novartis, a Monsanto, a Du Pont, a AstraZeneca e a Aventis.

Como as sementes transgênicas, diferentemente das sementes tradicionais, nunca são geradas pela própria planta e, portanto, têm que ser adquiridas a cada novo plantio, teme-se que tais corporações assumam o controle da produção das sementes transgênicas e isso resulte no controle do mercado mundial de alimentos, apesar da vasta produção de produtos orgânicos.

Talvez o mundo não esteja ainda totalmente preparado para os grandes avanços da era da moderna biotecnologia ou tecnologia do DNA recombinante. A chegada da genética como a nova matéria prima da economia, provavelmente irá causar grandes modificações na história da humanidade.

Transgênicos no Brasil:

Em março de 2005, foi aprovada pelo Congresso Nacional a Lei da Biossegurança, essa Lei tem o objetivo de proteger a diversidade e a integridade do patrimônio genético do país, ou seja, um conjunto de medidas destinadas à prevenção de riscos em processos de pesquisas, serviços e atividades econômicas que possam garantir a saúde humana e evitar impactos negativos ao meio ambiente. A Lei da Biossegurança funciona através da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança - CNTBio, do Ministério da Ciência e Tecnologia. No Brasil, é crime liberar no ambiente OGMs sem autorização da CTNBio.

A CTNBio é a instituição responsável em proteger a diversidade e integridade do patrimônio genético brasileiro pelo estabelecimento de normas de segurança e de pareceres técnicos relativos que autorizam ou não testes de campo, produção e comercialização de OGMs.

A viabilidade da agricultura menos dependente de insumos e mais produtiva é uma realidade no mundo todo. No Brasil, a questão sobre plantar ou não transgênicos não pode ser dirigida somente às questões voltadas ao mercado consumidor, pois envolvem aspectos de natureza econômica, política e social.

Governos e instituições devem se cercar de todas as garantias que indiquem, previnam e evitem males resultantes da introdução precipitada e em larga escala de qualquer tecnologia que, se usada sem cautela, em vez de ser uma arma capaz de ajudar a produzir alimentos, pode resultar em desastres, uma vez que os riscos à saúde e ao ambiente não foram ainda suficientemente estudados.

Os prós e contra das novas culturas:

Na discussão entre os defensores e os opositores dos OMGs, são levantados vários pontos, alguns ainda não possuem resultado científico conclusivo. Conheça alguns deles:



  • Argumentos a favor: O argumento mais forte em defesa e difusão da agricultura transgênica é a necessidade urgente de ampliar a produção de alimentos como forma de solucionar o problema da fome no planeta. Tendo em vista o problema da subnutrição em várias partes do globo, acredita-se que a indústria biotecnológica possa na constituição dessas novas culturas, incorporar nutrientes importantes para fornecerem uma alimentação mais completa às populações, como o novo arroz transgênico, rico em vitamina A.

    Há também a promessa do cultivo dos super alimentos: legumes, grãos e verduras mais nutritivos, resistentes a agrotóxicos, e com menos gordura. Fora isso, pelo que se conhece até aqui, pesa a favor dos transgênicos a melhor adaptação às mais diferentes características de solo e variação de temperaturas, logo, são culturas mais resistentes, produtivas e menos dependentes de agrotóxicos que as tradicionais.








  • Argumentos contra: O principal argumento contra o cultivo dos transgênicos seria a dúvida sobre seus efeitos secundários e as conseqüências que podem provocar à saúde e ao fato de se tornarem incontroláveis uma vez lançados no meio ambiente. Ou seja, seu impacto na saúde e na natureza ainda é desconhecido.

    Outro fator contrário ao cultivo dos OMGs atinge diretamente a área econômica. Segundo a OMC (Organização Mundial do Comércio) a engenharia genética poderá aumentar o domínio dos países pobres pelos detentores dessas tecnologias, ou seja, os países ricos. Para os opositores aos OMGs, o argumento defendido quanto ao combate à fome não deve ser levado em conta, uma vez que a produção agrícola no mundo é suficiente para isso, o grande problema é sua má distribuição.

  • Cláudio Mendonça é professor do Colégio Stockler e autor de "Geografia Geral e do Brasil" (Ensino Médio) e "Território e Sociedade no Mundo Globalizado" (Ensino Médio).

    FONTE
    FAO

    Movimentos da Terra

    Movimentos da Terra



    A Terra faz movimentos constantes no espaço. Esses movimentos são chamados de movimento de rotação e movimento de translação.

    Rotação

     Rotação é movimento onde a Terra gira em torno de seu próprio eixo. Esse movimento acontece no sentido anti-horário e dura exatamente 23 horas 56 minutos 4 segundos e 9 centésimos para ser concluído, sendo o responsável por termos o dia e a noite.
    Quando um lado do planeta está para o lado do sol, é dia, e, consequentemente, do lado oposto é noite. Sem o movimento da Rotação não haveria vida na Terra, já que este movimento desempenha um papel fundamental no equilíbrio de temperatura e composição química da atmosfera.
    O movimento de rotação da Terra ocorre de oeste para leste, ou seja, a porção Leste vê o nascer do sol primeiro que o Oeste. Como exemplo podemos citar o Brasil e o Japão, onde a diferença de fusos horários é exatamente 12 horas, deste modo, quando no Japão são 6h da manhã, no Brasil são 6h da tarde.

    Translação


    O movimento de translação é aquele que o planeta Terra realiza ao redor do Sol junto com os outros planetas.
    O tempo necessário para completar uma volta ao redor do Sol é de 365 dias, 5 horas e cerca de 48 minutos e ocorre numa velocidade média de 107.000 km por hora.

    O tempo que a planeta leva para dar uma volta completa ao redor do Sol é chamado "ano". O ano civil, aceito por convenção, tem 365 dias. Como o ano sideral, ou o tempo concreto do movimento de translação, é de 365 dias e 6 horas, a cada quatro anos temos um ano de 366 dias, dia este que é acrescido ao nosso calendário no mês de fevereiro e que recebe o nome de ano bissexto.
    O movimento de translação é o responsável pelas quatro estações do ano: verão, outono, inverno e primavera, que ocorrem em razão das diferentes localizações da Terra no espaço.

    FONTE:

    http://www.sogeografia.com.br/Conteudos/GeografiaFisica/Movimentos/

    EXPRESSÕES FACIAIS.

    VEJA QUE LEGAL:


    ALUNOS DAS TURMAS DO VESPERTINO

    segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

    Qual a diferença entre imperador, rei, sultão e xeque?

    DÚVIDAS HISTÓRICAS:
    por Victor Bianchin
    IMPERADOR
    Monarca soberano, ou seja, que não responde a uma autoridade maior. O termo foi usado pela primeira vez no Império Romano e depois se espalhou por Europa e América. Hoje, o único imperador do mundo é Akihito, do Japão .

    REI
    Tem os mesmos poderes do imperador, com um bônus: autoridade religiosa. Costuma exercer o cargo pela vida toda e pode governar sozinho (monarquia absolutista) ou com um Parlamento (monarquia constitucional).

    SULTÃO
    O nome vem do árabe e significa “liderança”. Foi usado por egípcios, marroquinos e turco-otomanos, entre outros, para designar governantes soberanos. Hoje, ainda existem sultões em lugares como Malásia e Indonésia.

    XEQUE
    O título significa “ancião” em árabe e é atribuído a quem completa estudos de história, filosofia e cultura islâmicas na faculdade. Nas últimas décadas, seu uso foi ampliado: no golfo Pérsico designa homens influentes e poderosos.


    PODEROSOS CHEFÕES
    Conheça outras categorias de governantes pelo mundo.

    DITADOR
    Líder com autoridade absoluta que chega ao poder legalmente, ou seja, por eleições ou nomeações – como Hitler, em 1933 – ou por golpe de Estado – como Getúlio Vargas, em 1937 .

    PRESIDENTE
    É o chefe do poder executivo de um país democrático. Pode ser eleito direta ou indiretamente e comanda o trabalho de ministros, governadores e prefeitos.

    PRIMEIRO-MINISTRO/ PREMIÊ/CHANCELER
    Chefe de governo em países parlamentaristas (o chefe de Estado é simbólico). Exemplo: o Reino Unido tem uma rainha, mas quem manda é o primeiro-ministro.

    GRÃO-DUQUE
    Título de príncipes soberanos em países como Áustria e Rússia, especialmente a partir de 1500. Pode ser ainda o líder de um grão-ducado – hoje, o único é Luxemburgo, do grão-duque Henri .

    EMIR
    É um título de nobreza islâmico, primeiro ligado a militares e depois a homens poderosos. Cada país usa e um jeito – é até nome próprio! Apenas no Kuwait e no Catar, o emir é o chefe de governo .

    PAPA
    Lidera a igreja católica, é bispo de Roma e comanda o Vaticano, território independente dentro na capital italiana. Ali, o papa manda nas esferas legislativa, executiva e judiciária.

    FONTE 
    MUNDO ESTRANHO,
    FOTO ILUSTRATIVA

    Por que fevereiro é o mês com menos dias?

    por Gabriela Portilho
    Tudo começou por volta do século 6 a.C., quando o rei Tarquínio reformulou o calendário romano, adicionando mais dois meses - até então eram apenas dez - à folhinha: janeiro e fevereiro. Ele fez isso, pois o novo calendário passou a se basear nas mudanças de fase da Lua, totalizando um ano de 355 dias. Para facilitar a distribuição dos dias entre os meses, fevereiro, à época o último mês do ano, acabou ficando com apenas 28 dias. Outros fatores contribuíram para que ele ficasse menor, como o fato de cair no ápice do inverno romano. “O período de frio trazia muitas doenças, e fevereiro passou a ser considerado de mau agouro. O próprio nome do mês faz uma alusão à palavra ‘febre’ ”, diz o astrônomo Roberto Bockzo, do Instituto de Astronomia e Geofísica da USP. Em 44 a.C., o imperador Júlio César alterou o calendário de novo - agora tendo por base o ciclo solar -, e o ano passou a contar com 365 dias, sendo que fevereiro ganhou mais um dia, ficando com 29. Mas a fartura durou pouco. Mais tarde, César Augusto assumiu o poder e, para homenageá-lo, o Senado rebatizou o oitavo mês de agosto. Só que agosto tinha 30 dias, e pegaria mal o novo soberano ter seu mês com menos dias do que o de outro – Júlio César já tinha um mês em sua honra, julho, com 31 dias. Assim, decidiu-se que agosto teria 31 dias. Para isso, tirou-se um dia do infeliz fevereiro, que voltou a ter somente 28, ganhando um diazinho a mais apenas nos anos bissextos.

    FOTO ILUSTRATIVA

    VIVA O CLIMA DE NATAL!





    FONTE 
    BRUNO DALMOLIN - CARTÕES PESSOAIS

    A VIDA É O TREM QUE PASSA.

    AUTORA: Marillena S. Ribeiro

    A vida é o trem que passa
    Os sonhos são vagões
    O amor é o maquinistaSomos nós, a estação!

    Adquira seu bilhete, faça sua escolha
    O trem vai seguindo continuadamente
    Em cada vagão, o desejo de sua mente...há também tristezas, desilusões
    Com a passagem na mão, escolha!

    A viagem, se longa não sabemos
    A bagagem é cada dia vivenciada
    Mudar o rumo, podemos
    Sem mesmo saber da parada

    A estação nunca pode estar vazia
    Será sempre um passeio viver
    Se sentar na janela, aprecie
    Tudo é passagem, algo pode reter

    Cada dia que passa é contagem regressiva
    Viaje como se cada instante fosse único
    Cada olhar como se fosse o último

    Respire fundo, o caminho é longo
    Encontrará adversidades...
    tristezas...
    saudades...
    abismos...
    retas e curvas
    inúmeras serão as vezesque não veremos o que há além da curva
    Mas o percurso seguirá sonhando

    A vida é uma viagem
    Somos mutantes
    Somos passageiros
    Somos nuvens
    Somos fumaça

    Por não saber decifrar o mapa da vida
    Algumas vezes nos perderemos no trajeto
    Mas, para quem sonha, nada é impossível nunca se perde, sempre se encontra

    Escute, ouça, é o apito de mais uma partida
    Poderá estar partindo para novos lugaressem roteirossem destinosem poente ou nascente
    A direção é para a felicidade
    Conduzirá e será conduzido
    O maquinista sempre atentona história, na vida

    De tudo que viver, uma coisa é certa:
    Não se canse da viagem, prossiga
    Lute, grite, implore
    Mas não desista...se cansar, acene, sorria
    O maquinista não te deixará
    Não hesite, não tema

    Onde parar, um coração certamente o acalentará
    A viagem prossegue...e sabendo onde quer ir
    Vá seguro, você consegue
    Sabendo sempre que vai valente...sua viagem será eternamente...no vagão de primeira classe.

    CALENDÁRIO DA PESCA DE DEZEMBRO:

    FIQUE ATENTO e ÓTIMA PESCARIA!



    FONTE
    REVISTA SADOL

    MEIO AMBIENTE.

    DEPENDE DE VOCÊ!





    FONTE
    REVISTA SADOL
    FOTOS ILUSTRATIVAS
    

    domingo, 5 de dezembro de 2010

    sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

    ENTREVISTA COM A PROFESSORA ROSANE.

    O QUE É SER PROFESSORA?

    Professora Rosane Reinhold Zanella.

    " Ser professor é ser amigo, guia e companheiro. É  caminhar com o aluno passo a passo, transmitindo os segredos da caminhada com dedicação e carinho".
    O JORNAL R7ª AGRADECE A COLABORAÇÃO!
    ENTREVISTA REALIZADA PELAS ALUNAS
    LAILA e JANAINA - 7ª SÉRIE - MATUTINA.