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PENSE NISSO:

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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O PASTOR E O LOBO.







FONTE
REVISTA SADOL
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http://pedagogiccos.blogspot.com.br/
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MUNDO ESTRANHO
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O VENTO - ENSINO RELIGIOSO.




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REVISTA SADOL
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http://pedagogiccos.blogspot.com.br/
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Conheça o que é Esclerose Múltipla, seus sintomas e tratamentos.


O choque é grande quando se descobre que algum familiar ou conhecido é portador de esclerose múltipla. Logo vem a cabeça a imagem de uma doença degenerativa e grave com intenso comprometimento das funções físicas e mentais. Mas será que essa imagem condiz com a realidade da doença? Vamos aprender um pouco sobre essa ainda misteriosa patologia.
Trata-se de um problema relativamente comum em jovens, na faixa entre 15 a 40 anos. É uma doença neurológica crônica, inflamatória (e não degenerativa, como muitos pensam), não contagiosa, de causa ainda não completamente conhecida, que ataca as estruturas pertencentes ao sistema nervoso central.
De acordo com o Dr. Leandro Teles, neurologista formado pela Universidade de São Paulo, a esclerose múltipla é uma doença causada pela ação inapropriada do próprio sistema imunológico do paciente, que ataca estruturas do cérebro, medula espinhal e nervo óptico.
“A doença ocorre pela destruição da bainha de mielina, substância que recobre o prolongamento dos neurônios, comprometendo a função da região atingida. A evolução ocorre em surtos de inflamação que ocorre de maneira imprevisível entremeados a períodos variáveis de calmaria clínica, por isso chamamos de doença do tipo surto-remissão”, explica o neurologista.
Os focos de inflamação levam a um sintoma neurológico agudo que tende a melhorar em dias, podendo deixar ou não alguma sequela neurológica. O acúmulo de sequelas pós-surtos é que leva a progressiva dificuldade neurológica em alguns pacientes.
I
dentificando os sintomas


A esclerose múltipla manifesta-se inicialmente como qualquer sintoma neurológico focal e agudo. A manifestação do surto dura alguns dias e melhora com ou mesmo sem o tratamento, essa melhora pode ser total ou parcial (sequela pós-surto). A recorrência da inflamação em algum outro ponto do sistema nervoso, em época diferente, fortalece o diagnóstico de esclerose múltipla. Por isso que em muitos casos não é possível definir o diagnóstico logo na primeira manifestação.
“O diagnóstico de Esclerose Múltipla exige que haja evidência clinica ou radiológica de dano inflamatório em pontos diferentes do sistema nervoso e ocorridos em épocas diferentes. O diagnóstico não aflora de um sintoma isolado, e sim de um contexto clínico mais complexo, que engloba as queixas, os exames e por vezes o seguimento clínico”, alerta o neurologista.

Conheça algumas manifestações clínicas comuns na esclerose múltipla:
Sintomas motores: perda de equilíbrio, fraqueza muscular, tremor, etc… .
Olhos: diminuição de capacidade de enxergar com um dos olhos de evolução aguda e com dor à movimentação ocular (chamada de neurite óptica).
Dormência ou formigamento: dificuldade de sensibilidade em alguma região do corpo como a face, uma metade do corpo ou mesmo as pernas.
Bexiga e intestino: dificuldade para urinar ou mesmo urgência urinária ou incontinência. Obstipação intestinal ou perda.
Fala e deglutição: Dificuldade de fala, mastigação ou deglutição.
A evolução da doença é variável. Existem formas mais graves e rápidas e formas mais lentas e benignas. Cada caso evolui de um jeito e o tratamento de ser, portanto, individualizado. De modo geral o paciente é intelectualmente normal e do ponto de vista motor pode, em muitos casos, manter-se independente por anos a décadas. A imagem de Esclerose Múltipla como uma doença fulminante ou rapidamente progressiva não condiz com a enorme maioria dos casos.

Esclerose múltipla tem cura?

Ainda não existe cura. Mas existe tratamento!! A evolução não é inexorável, a medicina detém um arsenal importante para combater e minimizar o impacto desta doença. Segundo o Dr. Leandro Teles, o tratamento tem basicamente 3 objetivos:
1- Tratar o surto = durante um surto o tratamento visa encurtar o tempo dos sintomas e reduzir a inflamação. Isso para minimizar o risco de sequelas. São utilizados principalmente os anti-inflamatórios em doses altas e dados na veia do paciente.
2- Reduzir a taxa anual de surtos = aqui entra a profilaxia ou prevenção de surtos. O paciente fora do surto agudo recebe medicamentos continuamente para evitar o aparecimento da inflamação e mudar o curso natural da doença. São geralmente usados imunomoduladores de uso subcutâneo ou intramuscular.
3- Reabilitar o paciente = uma vez ocorrido disfunções neurológicas permanentes o paciente deve entrar em um processo de reabilitação de modo a ter o melhor grau de independência e a melhor qualidade de vida. Para tal é fundamental uma rede personalizada e integrada de profissionais com fisioterapeuta, fonoaudiólogo, fisiatra, etc… .
Ainda segundo o especialista: “O tratamento medicamentoso está disponível gratuitamente na rede pública e deve ser aliado a mudanças no estilo de vida tais como: atividade física regular, evitar o tabagismo e álcool, dieta balanceada e medidas anti-stress” e conclui: “…a esclerose múltipla é uma doença neurológica tratável e compatível com uma vida plenamente produtiva e feliz. A informação é a melhor arma contra o preconceito e em prol da integração entre a sociedade e os portadores da doença”.

FONTE:

RECEITA: CROQUETE DE POLENTA.


GENTILEZA - TIA CAROL - EEF GUSTAVO BARROSO.
COZINHEIRA

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Você sabe qual é a origem do "Dia das Bruxas"?

O Dia das Bruxas é uma festa muito antiga. Foram os povos celtas, muito apegados a natureza, que habitavam região da França e da Inglaterra entre os anos 600 a.C e 800 d.C que deram origem a tradição do Dias da Bruxas. Naquela época o Dia das Bruxas se chamava Samhain, que significa "fim do verão". O Samhain era comemorado do dia 30 de outubro ao dia 2 de novembro, os últimos dias do verão. Para os celtas, o fim do verão era também o fim do ano. Nesta data eles homenageavam seus parentes e amigos que já morreram e seus deuses.
Foi os Estados Unidos o responsável por popularizar a tradição do Dia das Bruxas. Hoje, crianças e adultos fantasiam-se de monstros, bruxas, magos, e fantasmas e saem para o travessuras ou gostosuras, que funciona assim: os fantasiados batem de porta em porta perguntando "travessuras ou gostosuras?" para ganhar balas, chocolates e outros doces.
E assim, no dia 31 de outubro os moradores também enfeitam suas casas com objetos feitos pela própria família, como a cara-de-abóbora, conhecida como Jack da Lanterna, que na verdade tornaram-se símbolos do halloween.


Veja qual é o significado de cada um desses símbolos


Bruxa
As bruxas são super importantes nessa festa, afinal, na tradução para o português, Halloween que dizer "Dia das Bruxas", mas segundo várias lendas, as bruxas se reuniam duas vezes por ano, durante a mudança das estações: no dia 30 de abril e no dia 31 de outubro. Chegando em vassouras voadoras, as bruxas participavam de uma festa organizada, imaginem só, pelo próprio Diabo! Neste dia elas usavam e abusavam de seus poderes e jogavam feitiços em qualquer pessoa, transformavam-se em várias coisas e causavam todo tipo de transtorno.


Cabeça de Abóbora
Já as cabeças de abóboras simbolizam originalmente fertilidade e sabedoria, mas... Também conta a lenda que serve para iluminar o caminho da alma de Jack, homem a quem foi negada a entrada no céu, por sua maldade, e no inferno, por pregar peças no diabo.


Gato Preto
O gato preto está sempre relacionado à figura das bruxas, porque, segundo dizem, elas conseguem se transformar em gato.


Travessuras ou Gostosuras
Bater à porta dos vizinhos dizendo "travessuras ou gostosuras" é uma brincadeira que existe desde o século IX. Neste período as pessoas faziam os “bolos das almas” com massa simples e cobertura de groselha para entregar às crianças que, devidamente fantasiadas, batiam de porta em porta para pedir os bolos. Em troca de cada pedaço de bolo, a criança se comprometia a rezar pela alma de um parente de quem lhe ofereceu.


Vassoura
Também não podem faltar as vassouras, que simbolizam o poder feminino de limpar tudo aquilo que traz energias negativas e consequências ruins.


Morcegos
Os morcegos tem um significado profundo: simbolizam a visão que ultrapassa as aparências e consegue ver o íntimo das pessoas.

FONTE:
Informações extraídas do 
Site: www.smartkids.com.br

sábado, 27 de outubro de 2012

Últimas palavras de 5 pessoas que marcaram a História.


No leito de morte, segredos são revelados, sonhos não realizados são declarados, medos são confessados. E essas últimas palavras refletem muito de quem o morimbundo foi durante a vida: indicam suas crenças religiosas, suas filosofias de vida, suas desilusões. Há quem não se simpatize muito em ter suas palavras anotadas, é o caso de Karl Marx. “Vá embora, últimas palavras são para bobos que nunca disseram o suficiente”, disse o filósofo, economista e teórico político à sua empregada doméstica. Ironicamente, essas palavras acabaram entrando para a História como seu último dizer.
Aliás, essas palavras de Marx já apareceram no site da SUPER na lista com 11 pessoas célebres e suas famosas últimas palavras. Como muitos leitores gostaram do tema e muitos personagens ficaram de fora, conheça outras últimas palavras de outras pessoas que marcaram a História.

5 -  “Amem uns aos outros”
Quem disse? George Harrison, guitarrista dos Beatles. Conhecido como o Beatle calado, na década de 1960 começou a seguir o hinduísmo. Compôs clássicos da banda inglesa como “Here comes the sun”, “Something” e “While my guitar gently weeps”.
Como morreu? Suas últimas palavras foram registradas por sua esposa em 29 de novembro de 2001. George lutava contra um câncer e fora submetido, uns meses antes, à radioterapia na Suíça. Antes de morrer, teria dita apenas: “Love one another”.
4 - “Eu e meu papel de parede estamos em um duelo mortal. Um de nós precisa ir”
Quem disse? Oscar Wilde, escritor e poeta irlandês. Seu texto mais famoso, O Retrat0 de Dorian Gray, trata da vaidade dos homens e é tido por críticos como um dos melhores romances ingleses.
Como morreu? Sucumbiu a um ataque de meningite em 1900. Suas últimas palavras foram ditas em um quarto de hotel. Um detalhe: depois de a declaração vir a público, os donos do hotel decidiram mudar o papel de parede do quarto onde Wilde estava. No fim, nem Wilde nem o papel de parede resistiram.
3 - “Bebam por mim, bebam por minha saúde. Vocês sabem que não posso mais beber.”
Quem disse? O pintor, escultor e desenhista espanhol Pablo Picasso, famoso por seu trabalho com técnicas cubistas. É autor de mais de 20 mil trabalhos, conhecidos mundialmente.
Como disse? Picasso já havia encerrado sua atividade artística na ocasião. O fim da carreira aconteceu após uma operação na próstata e na vesícula e depois de perder parte da visão. Em abril de 1973, enquanto jantava com sua esposa Jacqueline, proferiu suas últimas palavras. Jacqueline não bebeu. Em 1986, a esposa, ainda sem ter se recuperado da morte do pintor, pegou uma arma e tirou sua própria vida.
2 “O estado da Flórida está matando uma pessoa inocente. O estado da Flórida está cometendo um crime, porque eu sou inocente. A pena de morte não é somente uma forma de vingança, é também um ato covarde dos humanos. Sinto muito pelo que está acontecendo a mim e pela minha família, que está tendo que passar por isso.”
Quem disse? Ángel Nieves Díaz, porto-riquenho condenado por assassinato nos Estados Unidos e executado por injeção letal.
Como disse? A execução de Ángel foi polêmica. O executado morreu declarando-se inocente. Mais do que isso. Durante o processo de execução, que dura cerca de 15 minutos, tardou 37 minutos. Doses e mais doses da droga eram injetadas e o condenado não morria.
 1 - “Dinheiro não pode comprar vida”
Quem disse? Bob Marley, músico jamaicano.
Como disse? Em 1977, Marley foi diagnosticado com um melanona maligno. Quatro anos depois, em 1981, quando voava da Alemanha para a Dinamarca, suas funções começaram a piorar. Um desembarque forçado em Miami foi a última tentativa para levar o cantor a um hospital. Bob morreu, aos 36 anos, devido a disseminação do melanona para os pulmões e para o cérebro. No leito de morte, disse a seu filho Ziggy: “O dinheiro não pode comprar a vida”.
 fonte:
Superinteressante

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A maior parte das suas dores acontece porque você esconde alguns sentimentos.

 Quando você sente medo, seja lá do que for, os outros podem saber, sim. Não é vergonhoso sentir medo: ele é só um sinal de autoproteção.
Quando você sente raiva, expresse-a! Ela é um sentimento tão natural quanto a afeição. Se você pode dizer a alguém que o quer bem, por que não pode dizer-lhe que sente raiva também?
Se no seu coração existem mágoas, lave-o! Fale sobre elas com quem magoou você. Não deixe que elas corroam sua alma e seu espírito. Muitas vezes a pessoa nem sabe o quanto magoou e, se você lhe disser, talvez vocês tenham a chance de, em conjunto, esclarecer algo pequeno que pareceu tão grande.
Se é ressentimento o que sente, por que esconde-lo?
O ressentimento, depois de expressado, fica mais leve para quem o sente e, um dia, desaparece. Quando menos esperar você notará que veio o perdão em seu lugar.
Se há depressão, há outros caminhos diferentes da opção pelo isolamento. Escolha ouvidos amigos, fale e abra-se para ouvir as respostas, sejam elas quais forem. Mesmo que venham palavras pouco agradáveis de ouvir, elas podem ser o gancho para trazer-lhe de volta a alegria de viver, a capacidade para enxergar que nem tudo são trevas.
Amigo não é só aquele que lhe empresta o ombro para chorar:
Muito mais amigo é aquele que traz o tapa que desperta, que o faz acordar para a Vida. Não há ninguém neste mundo que nunca foi ferido, magoado, machucado. E também não há quem não conheça a alegria de retornar ao porto da felicidade. Você será entendido e compreendido.
Esteja você como estiver, não se esconda! Mostre-se! Todo sentimento tem seu próprio e real valor. Ponha a boca no mundo! Não há barreiras que possam impedi-lo de encontrar AMOR!





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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

É verdade que cães e gatos enxergam em preto-e-branco? Por Yuri Vasconcelos


Isso é só um mito. Esses animais conseguem enxergar cores, sim, embora de uma forma mais limitada do que a gente. Ao contrário dos humanos, que têm três tipos de pigmentos na retina capazes de captar o azul, o vermelho e o verde, cães e gatos só possuem dois pigmentos, o que reduz o espectro de cores que eles podem identificar. "Alguns pesquisadores acreditam que eles enxergam azul e amarelo, enquanto outros defendem que eles vêem azul e vermelho, mas todos são unânimes em dizer que eles não percebem o verde", diz a veterinária Adriana Teixeira, especialista em oftalmologia animal. Essa limitação visual, no entanto, não é um problema, já que os animais a compensam de outras formas. Cães e gatos, por exemplo, conseguem ver muito bem na penumbra, são capazes de diferenciar várias tonalidades de cinza e possuem enorme habilidade para detectar movimentos. Em tempo: entre os poucos animais que enxergam em preto-e-branco estão os peixes abissais, que, aliás, não sofrem muito com isso. Afinal, nas profundezas dos mares, onde a iluminação é baixíssima, não existem cores para ser vistas.
Olho por olhoUma mesma imagem é captada de maneiras diferentes por humanos, cães, gatos e insetos
VISÃO HUMANA
Como nossos olhos têm células fotorreceptoras para as cores azul, verde e vermelha, enxergamos um amplo espectro de cores com a luz do dia e conseguimos captar imagens bem definidas
VISÃO DE CÃES E GATOS
Já cachorros e gatos levam algumas desvantagens. Ambos enxergam colorido, mas as cores são mais desbotadas se comparadas às que os humanos vêem. Além disso, eles captam imagens com pouca definição e não percebem o verde, vendo no lugar tonalidades que vão do cinza ao preto
VISÃO DOS INSETOS
Eles enxergam com estranhas variações nas cores. Por exemplo, onde nós identificamos vermelho, eles vêem preto; onde tem azul, entra o verde. Além disso, como captam radiação ultravioleta, onde tem preto, eles enxergam violeta





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MUNDO ESTRANHO
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www.superinteressante.com/
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Prepare se!

Cada dia é em si mesmo um chamado para novas batalhas e os vencedores serão aqueles que estiverem mais bem preparados,
afinal de contas, a vida não aceita desculpas como o famoso: "ninguém me avisou...".
Será que é preciso avisar mais alguém que sem estudar não se chega a lugar nenhum?
Será que é preciso avisar que estamos na era digital e que o computador substituiu a máquina de escrever?
Fala sério!
É preciso avisar que o cigarro mata?
Que a bebida alcoólica causa dependência, que a cocaína vicia e corrói o cérebro pelas beiradas e transtorna muitos lares, que o orgulho mata, fere, machuca e cobra um alto preço da nossa felicidade?
Será que tem gente que ainda não sabe o valor do respeito?
Será que fazem mal aos outros por ignorância das Leis Divinas?
Será que sequestram pessoas sem saber da Lei dos homens?
Por quê alegamos ignorância quando a dor nos visita ou a própria vida vem cobrar os nossos erros, seja através de doenças, da dor ou sofrimento?
Hoje você tem diante de si uma porta chamada " futuro" e que não é preciso bater para se entrar, nem precisa de apresentação,
nem carteirinha, nem padrinho nem "quem indicou", precisa sim, ter coragem de abandonar aquilo que sabemos ser prejudicial a nós mesmos, ao próximo (e até ao distante), e assumir uma postura bem simples diante da vida: 
"eu me amo, me aceito e luto para que cada dia seja o meu melhor dia".
Bem vindo ao futuro, hoje!.

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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Renault lança Fluence GT Turbo 2013; confira os detalhes.

22/10/2012 Carros do Álvaro — Renault Fluence GT Turbo - fotos, preço e especificações.
A Renault do Brasil lança, no Salão do Automóvel de São Paulo, o esportivo Fluence GT, carro desenvolvido pela Renault Sport – divisão responsável pela preparação de modelos esportivos da marca.

O novo sedã esportivo conta com motor 2.0 16V de 180 cv de potência, com turbo “twin-scroll”, compacto e de última geração, e que permite quase 80% da força já disponível a partir de 1.500 rpm. O torque máximo é de 30,6 kgfm aparece aos 2.250 rpm.

Com tal sistema motriz, o Fluence GT acelera, segundo a fábrica, de 0 a 100 km/h em 8 segundos, para atingir uma velocidade máxima de 220 km/h.



O Renault Fluence GT Turbo conta com um interior diferenciado contendo painel digital, pedaleiras de alumínio, soleiras nas portas com a inscrição “Renault Sport”, novo interior na cor preta com detalhes em preto brilhante, além de costuras em vermelho nos bancos esportivos, volante e manopla são os diferenciais no acabamento interno do Fluence GT.

Já no visual externo, a caracterização esportiva fica por conta das rodas de 17’’ com design exclusivo, aerofólio, saias dianteira, traseira e laterais, além de retrovisores e maçanetas na cor “Dark Metal”.

O preço do Novo Fluence GT é de R$ 79.370, e o carro conta com a mesma lista de equipamentos de série da versão topo de linha Privilège: ar-condicionado dual zone, direção elétrica, seis airbags, controle de tração e de estabilidade, teto solar elétrico, chave cartão, faróis de xênon, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, rádio com Bluetooth, central multimídia com GPS TomTom integrado, bancos em couro, sensor de estacionamento, entre outros.
O Renault Fluence GT será oferecido em branco, preto e vermelho com garantia de três anos.




Fonte: Car Blog

domingo, 21 de outubro de 2012

Seis mil anos de pão: a importância do pão para a humanidade.


Vítima da fome (como judeu perseguido na Segunda Guerra), Heinrich Eduard Jacob fez um retrato apurado de um dos principais alimentos da história da Humanidade

Ernani Fagundes 
Há três mil anos, numa província egípcia próxima de Tebas, um grupo de operários trabalhava sob o sol forte em obras ordenadas pelo faraó Ramsés IX. Ao fim da jornada, aliviados e ansiosos, os trabalhadores esperam o salário pelo dia de labuta: três pães e duas canecas de cerveja. Mas a ração naquela tarde chegou diferente: gordura no lugar da mistura assada de farinha, água, sal e um pouco de fermento. Não deu outra: na manhã seguinte, recusaram-se a sair de casa. No registro do livro de pagamentos, a prova de uma das primeiras greves da História.

Um mês depois, a ração mais uma vez veio incompleta e os operários voltaram a cruzar os braços. Os grevistas foram protestar na capital, até serem atendidos, por ordem direta do governador. A falta de pão pode ter um duro efeito sobre qualquer patrão ou Estado - e, como se vê, há bastante tempo. Desde que ganhou espaço na dieta das famílias com base na receita inventada no Egito, por volta de 4000 a.C. Em Seis Mil Anos de Pão - A Civilização Humana através de Seu Principal Alimento, o escritor e historiador Heinrich Eduard Jacob revela a saga do pão de trigo, marcada por poucas mesas fartas e muitos períodos de fome e guerras.
Do Egito, o alimento seguiu para a Europa mediterrânea e se espalhou pelo planeta (ilustração: Vanessa Reyes)
O intelectual judeu alemão, autor de 29 livros, sobrevivente da Primeira Guerra e perseguido pelo nazismo, foi preso em Viena, em março de 1938, e teve seus bens confiscados. Ficou cativo no campo de concentração de Dachau, na Alemanha, até que um tio americano conseguisse libertá-lo, em 1939. Refugiou-se primeiro na Inglaterra e depois obteve asilo nos Estados Unidos. Lá escreveu Seis Mil Anos de Pão, publicado originalmente em 1944. Gravuras do antigo Egito são os rastros primordiais do pão. Os agricultores das margens férteis do Nilo conseguiram cultivar o trigo em safras regulares. Eles perceberam que, além de uma papa, o cereal fornecia uma massa que, levada ao forno, resultava num alimento saboroso e nutritivo. "Os cereais foram domesticados pelo homem no Egito e na Mesopotâmia na mesma época", afirma Pedro Paulo Funari, professor de arqueologia e história antiga da Unicamp, conhecedor da obra de Jacob. De acordo com o livro, o processo de levedura da massa, a fermentação, tardou algum tempo para ser dominado. Os egípcios perceberam que, se deixassem a massa "descansar" antes de assá-la, isso a fazia crescer e, se parte dela fosse acrescentada a outra massa, ela a faria crescer mais. "Tão logo isso aconteceu, os egípcios passaram a comer o pão assado com frutas como figos e tâmaras e, mais tarde, com azeite ou azeitonas, quando estabeleceram contatos com outros povos do Mediterrâneo, como os gregos", diz Funari.

"Não foi preciso muito tempo para que houvesse 50 variedades de pão. Assado, ele não tinha semelhança com nenhum dos ingredientes", escreve Jacob.

Até o fim do Novo Império (de 1550 a 1070 a.C.), os egípcios viviam quase isolados entre os desertos da Líbia, do Sinai e da Núbia (no atual Sudão). Nessa época, o pão já tinha o status de moeda. Esse isolamento foi rompido com as invasões dos hicsos, um povo de origem semita, e pelas guerras com os hititas (que habitavam a região da Turquia), o que gerou uma nova dinâmica para a cultura do trigo.

Rota


Os egípcios passaram a exportar seu excedente de produção para outros povos do Mediterrâneo pelas mãos de comerciantes fenícios. Foi dessa forma que os gregos (e toda a Europa, em seguida) conheceram o trigo e a arte de fermentar o pão.

Antes disso, os gregos comiam uma espécie de broa de cevada e uma bolacha de centeio. A chegada do trigo reservou ao cereal importado um papel de destaque em cerimônias ao culto de Deméter, "a mãe que faz crescer o povo" e de Dionísio, incorporado pelos romanos como Baco: o casamento perfeito entre pão e vinho.

Os judeus, sobretudo, atribuíram um significado sagrado a esse alimento - a Páscoa judaica tem raízes na comemoração da saída do Egito. No capítulo 13 do Êxodo, Moisés diz: "Recordai-vos deste dia em que saístes do Egito, da casa de servidão. Não se comerá pão fermentado. (...) Durante sete dias comer-se-ão pães ázimos, e no sétimo dia haverá uma festa em honra ao Senhor". Ele também proibiu que, nesse período, eles mantivessem em casa qualquer produto fermentado.

Historiadores interpretam a ordem para consumir o pão ázimo (sem fermento) como uma forma de diferenciação do pão egípcio. Jacob, porém, oferece outra hipótese e cita o mesmo costume de diversos povos nas oferendas às divindades. Ele lembra, por exemplo, que os sacerdotes de Júpiter, o deus supremo para os romanos, eram proibidos de usar farinam fermento imbutam, ou seja, farinha embebida em fermento.

O que civilizações tão diferentes tinham em comum? Consideravam o fermento "algo podre" e "impuro" para agradar aos deuses. O hábito de tornar alimentos sagrados era comum a vários povos da Antiguidade. Mais de mil anos depois da saída de Moisés do Egito, quando os judeus passavam fome para atender aos tributos romanos, Jesus Cristo repartiu o pão da Páscoa (em 27 d.C.) e o consagrou para bilhões de seguidores no futuro. Distribuiu os pedaços aos apóstolos como o "pão da vida", a transformação do alimento em sua própria carne.

Pão e circo


"Foi nesse mundo do Império Romano que apareceu Jesus Cristo. Era um mundo de carência, de verdadeira fome, um mundo em que especuladores retinham os cereais e no qual o Estado e o imperador se serviam do pão para fins políticos, dando alimento a quem apoiasse o seu poder", diz o autor, referindo-se ainda à prática dos governantes de oferecer trigo e diversão, como as disputas entre gladiadores. Para alimentar a plebe, sucessivos dirigentes canalizaram todo o trigo do Egito e das províncias para Roma, deixando a população mediterrânea sem pão.

Os romanos herdaram dos gregos o gosto pelo pão e a adoração a Deméter, batizada como Ceres e incluída nos mistérios de Elêusis, único culto que concorria seriamente com o cristianismo nascente da época. Tão importantes que eram no cotidiano romano, o pão e o azeite tinham preço e estoque controlados pelo Estado. Entre tipos e formatos variados, como o panis testuatius, cozido num vaso de barro, o pão de Parta era considerado uma especialidade leve - a massa era deixada dentro da água durante muito tempo e só depois cozida. Registros apontam que, em 72 a.C., 40 mil romanos recebiam o cereal gratuitamente do Estado. Com Júlio César, esse número passou para 200 mil e seguiu crescendo. Mas toda essa estrutura ruiu entre os séculos 3 e 4, quando as províncias não puderam mais suportar o peso de Roma e sua estrutura corrupta e inflacionada. E os invasores bárbaros trouxeram um novo gosto alimentar: sopas de legumes, aveia e centeio, que levaram a civilização ocidental para a Idade Média do sabor. À época, boa parte da população adulta era desdentada e a sopa vinha bem a calhar.

Jacob afirma que, por cerca de mil anos, até quase o fim do medievo, os europeus comeram mal. Nas crises de abastecimento, até cascas de árvore eram misturadas a grãos de trigo nas moendas do cereal. A partir daí, o historiador conta como a humanidade teve de se virar em diferentes partes do planeta para alimentar a população. O milho e a batata encontradas na América pelos colonizadores se espalharam para a Europa, a China e a Arábia. Mas, segundo Jacob, a preferência pelo trigo parecia imbatível. "O pão era rico em calorias: 2,4 mil calorias por quilo." Além disso, era um alimento barato.
O livro é um clássico não apenas sobre o trigo mas também sobre a agricultura e as técnicas de produção e conservação de alimentos - essenciais ao avanço das civilizações. E, claro, cita a importância de exércitos bem alimentados em todas as guerras. Napoleão, por exemplo, alimentava suas tropas com "um pão fabricado com duas partes de trigo e uma de centeio", enquanto o restante da população francesa comia uma mistura de farelo de trigo que não matava a fome. Na Revolução Francesa, durante períodos de escassez do cereal, as mulheres foram ao Palácio de Versalhes e à Convenção de Paris exigir das autoridades o essencial. Conseguiram, em 1793, fazer valer uma lei (mesmo que por pouco tempo) que distribuía o pão gratuitamente. Só assim diminuíram os gritos nas ruas: "Queremos pão!" O mesmo apelo dos grevistas egípcios e de qualquer família (faminta ou não) até hoje.


Saiba mais


A obra

Seis Mil Anos de Pão - A Civilização Humana através de seu Principal Alimento.
Heinrich Eduard Jacob, Nova Alexandria, 2003. R$ 93.

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REVISTA SADOL
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