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PENSE NISSO:

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quarta-feira, 31 de julho de 2013

atividades de alfabetização e letramento - 140 ATIVIDADES.

















































































































































FONTE:

A Bruxa e o Caldeirão...

Quando preparava uma sopa com uns olhinhos de couve para o jantar, a bruxa constatou que o caldeirão estava furado. Não era muito, não senhor. Um furo pequeníssimo, quase invisível. Mas era o suficiente para, pinga que pinga, ir vertendo os líquidos e ir apagando o fogo. Nunca tal lhe tinha sucedido.
Foi consultar o livro de feitiços, adquirido no tempo em que andara a tirar o curso superior de bruxaria por correspondência, folheou-o de ponta a ponta, confirmou no índice e nada encontrou sobre a forma de resolver o caso. Que haveria de fazer? Uma bruxa sem caldeirão era como padeiro sem forno. De que forma poderia ela agora preparar as horríveis poções?
Para as coisas mais corriqueiras tinha a reserva dos frascos.
Mas se lhe aparecia um daqueles casos em que era necessário preparar na hora uma mistela? Como o da filha de um aldeão que engolira uma nuvem e foi preciso fazer um vomitório especial com trovisco, rosmaninho, três dentes de alho, uma semente de abóbora seca, uma asa de morcego e cinco aparas de unhas de gato.
Se a moça vomitou a nuvem? Pois não haveria de vomitar? Com a potência do remédio, além da nuvem, vomitou uma grande chuvada de granizo que furou os telhados das casas em redor.
Era muito aborrecido aquele furo no caldeirão. Nem a sopa do dia-a-dia podia cozinhar. Mantinha-se a pão e água, que remédio, enquanto não encontrasse uma forma de resolver o caso.
Matutou dias seguidos no assunto e começou a desconfiar se o mercador que lhe vendera o caldeirão na feira há muitos anos atrás a não teria enganado com material de segunda categoria. A ela, bruxa inexperiente e a dar os primeiros passos nas artes mágicas, podia facilmente ter-lhe dado um caldeirão com defeito.
Decidiu então ir à próxima feira e levar o caldeirão ao mercador. Procurando na secção das vendas de apetrechos de cozinha, a bruxa verificou que o mercador já não era o mesmo.

Era neto do outro e, claro, não se lembrava – nem podia – das tropelias comerciais do seu falecido avô. Ficou desapontada.
Perguntou-lhe, todavia, o que podia fazer com o caldeirão furado. O mercador mirou-o, remirou-o, sopesou-o com ambas as mãos e disse:
– Este está bom é para você pôr ao pé da porta a fazer de vaso. Com uns pés de sardinheiras ficava bem bonito.
A bruxa irritou-se com a sugestão e, não fosse a gente toda ali na feira a comprar e a vender, transformava-o em onagro.
Acabou por dizer: – A solução parece boa, sim senhor. Mas diga-me cá: Se ponho o caldeirão a fazer de vaso, onde cozinho eu depois? – Neste novo que aqui tenho e com um preço muito em conta...
A bruxa olhou para o caldeirão que o mercador lhe apontava, sobressaindo num monte de muitos outros, de um brilhante avermelhado, mesmo a pedir que o levassem. A bruxa, que tinha os seus brios de mulher, ficou encantada.
O mercador aproveitou a ocasião para tecer os maiores elogios ao artigo, gabando a dureza e a grossura do cobre, os rendilhados da barriga, o feitio da asa em meia lua, a capacidade e o peso, tão leve como um bom caldeirão podia ser, fácil de carregar para qualquer lado.
– Pois bem, levo-o.
O mercador esfregou as mãos de contente.
– Mas aviso-o – acrescentou a bruxa. – Se lhe acontecer o mesmo que ao outro, pode ter a certeza de que o transformarei em sapo.
O mercador riu-se do disparate enquanto embrulhava o artigo.
Os anos foram passando e a bruxa continuou no seu labor.
Até que um dia deu por um furo no novo e agora velho caldeirão.
Rogou uma praga tamanha que o neto do segundo mercador que lho vendera, a essa hora, em vez de estar a comer o caldo na mesa com a família, estava num charco a apanhar moscas.

Fonte: 
www.dominiopublico.gov.br

CALENDÁRIO DE AGOSTO - TURMA DA MÔNICA SOBRE O Folclore.

Seguem os calendários de Agosto destacando o Folclore Brasileiro

FONTE:

Atividade sobre Valores para Educação Infantil.

UMA SUGESTÃO SOMENTE...
Bem, inicio esse texto assim mesmo, pelo título que é como me convêm.
Pra não dizer que não falei de amor, vou aqui postar algumas considerações a cerca de trabalhar com esse tema em sala de aula.
O conceito de amor é muito subjetivo, não é verdade?
Como explicá-lo a uma criança , senão pelo exemplo formidável de amá-las, não apenas por que delas sobrevêm nosso sustento, mas pelo simples fato de saber verdadeiramente amar?
Você deve estar curioso(a) pra saber por que cargas d"água venho eu falar de amor em um blog de atividades escolares. Bem, vamos à explicação:
Recentemente algumas pessoas tem pedido ajuda pra trabalhar com o tema amor, ao que eu replico não ter atividade escrita nesse sentido , pois acredito que o melhor modo de trabalhar amor objetivamente é em roda de conversa com os alunos.
Como forma de registro porém, indico uma atividade que realizei uma vez com minha turminha de 2º ano.
Entreguei a cada um uma folha em branco, pedi que fizessem o contorno de sua mão , colocassem ao centro seu nome e em cada dedo o nome de alguém que amava( acredite é uma excelente atividade para início de ano letivo). Eles prontamente iniciaram seu trabalho muito entusiasmados, havia mesmo quem quisesse 2 folhas pra poder escrever o nome de todo mundo, outros queriam usar os pés ... Era muito amor por muita gente (rsrs). Mas um aluno se destacou quando observei sua folha.
Estava escrito exatamente como na imagem
*Os nomes são fictícios

Luís - Aluno
Carla - Mãe
Maria - Avó
Luisa - Irmã
Paulo - Colega de sala

Fiquei surpresa com uma mão incompleta e indaguei:

- Luís, porventura não há mais ninguém que você ame?
- Não! - disse ele firmemente.
- Você tem certeza, Luís?
- Deixa ver ... Tem meu amigo da rua o Toninho. - E pôs-se a rabiscar o nome do amigo a fim de completar a tarefa.
Não pude deixar de notar que o pai de Luís não estava na sua mão e inocentemente, achando que ele tivesse esquecido ,perguntei:
- Mas, assim não vai sobrar espaço para o nome de seu pai Luis? Você vai querer outra folhinha pra desenhar a outra mão?
Ele olhando pra folha e terminando o nome do coleguinha disse:
- Eu não amo meu pai.
Eu, que estava de joelhos ao lado da cadeirinha dele nem pude acreditar e segurei pra não cair.
Ele levantou a cabeça e continuo indignado com cara de bravo.
- Ele deu um soco na minha mãe um dia. Ele bebe, é ruim. 
Engoli em seco e parei por alguns instantes , conversei com ele algo que não recordo bem ( sei que os pais viviam juntos, e aquilo pra mim era chocante) e eu conversei com ele alguns minutos apenas. Acho que de algum modo tentei recuperar a imagem de pai que havia sido destruida na cabecinha daquela criança de 7 anos de idade. Mas não sou psicóloga, sou professora.
Temos que aprender a delimitar nossa área de atuação ( disse pra mim mesma)... Eu não estou gabaritada pra ser psicóloga (infelizmente), não estou!
Nossa área de atuação chega até onde podemos alcançar letrando, ensinando, transmitindo valores, mas recuperar imagem de pai que a destruiu na cabeça da criança não é nossa função.
Aquela experiência com aquela criança não me saiu da memória mesmo após 5 anos ... Ela é viva, é um filme que passa e repassa me mostrando que amor continua sendo subjetivo e a criança continua aprendendo esse conceito subjetivo na objetividade da prática e na convivência diária com aqueles que a rodeiam.

Emprestar um lápis sem fazer biquinho é amar;
Dividir o lanche é amar;
Dar um abraço quando se está triste é amar;
Não excluir das brincadeiras o colega "chato" é amá-lo, pois não se ama esperando em troca, se ama apenas pelo prazer de amar.

Então ... Nesse emaranhado de palavras que vão se estendendo na página e cansando seus olhos , além de dizer que amor é subjetivo tenho a dizer que amor se ensina de forma prática e objetiva, amando e sendo amado, fora isso essa é uma pequena sugestão de atividade para perceber o conceito de amor que cada um de seus alunos tem.
Prepare-se para se surpreender com as respostas, se emocionar, ou como eu chorar por que um pai prática e objetivamente ensinou seu filho de 7 anos a odiá-lo da maneira mais eficaz que poderia ensinar.
Ensinemos a amar amando!
Por Gi Barbosa
Atividade em Anexo:
FONTE:

Perseguição policial que começou na BR 470 e terminou no bairro Escola Agrícola. Um jovem de 20 anos estava em um Vectra com vários maços de cigarro dentro do carro. Na perseguição o jovem acabou derrubando um portão de uma casa e atingindo o carro da família.

Uma perseguição policial terminou em prisão no Bairro Escola Agrícola,  em Blumenau, por volta das 14h desta quarta-feira. Um veículo Vectra
com placas de Foz do Iguaçu (PR) carregado de cigarros chamou a atenção da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na BR-470, que percebendo a atitude suspeita começou uma perseguição na altura do Celeiro do Vale.
O carro seguia no sentido Rio do Sul/ Blumenau, passou pela Ponte do Salto e foi na contramão em direção à Rua Bahia. De acordo com a PRF, o condutor entrou na Rua Otto Jensen, na Escola Agrícola, bateu em um
veículo estacionado e no muro de uma casa. Logo após, foi em direção ao final da rua e colidiu contra a cerca metálica de uma residência, derrubando uma das vigas e batendo em um Honda Civic.
De acordo com os moradores, ele abandonou o carro e fugiu a pé pelo matagal da rua. A Polícia Miliar (PM) foi acionada e encontrou o suspeito.
De acordo com a PM, o carro era roubado e blindado. Ele foi encaminhado à Central de Polícia.
 Perseguição policial que começou na BR 470 e terminou no bairro Escola Agrícola. Um jovem de 20 anos estava em um Vectra com vários maços de cigarro dentro do carro. Na perseguição o jovem acabou derrubando um portão de uma casa e atingindo o carro da família.
Fotos cedidas gentilmente pelo internauta Ricardo B. Garcia.
O fato aconteceu nesta tarde de quarta-feira dia 31/07/2013 às 14h na Rua Otto Jensen no bairro Escola Agrícola perto da Rua Bahia.
Fotos cedidas gentilmente pelo internauta Ricardo B. Garcia.
Fotos cedidas gentilmente pelo internauta Ricardo B. Garcia.
Fotos cedidas gentilmente pelo internauta Ricardo B. Garcia.
Fotos cedidas gentilmente pelo internauta Ricardo B. Garcia.

fonte:

Nova Honda CG 125 e 150 2014: fotos e tabela de preços.

A Honda do Brasil lança a 8ª geração do veículo mais vendido do Brasil: a CG, motocicleta que chega à linha 2014 depois de comercializadas mais de 10 milhões de unidades.
Na versão 2014, toda a família foi remodelada, trazendo as seguintes versões: CG 125 Fan (versões KS / ES / ESD), CG 150 Fan (versão ESDi) e CG 150 Titan (versões ESD / EX). Todos os modelos tem novo design do tanque de combustível, conjunto óptico, rabeta e assento. Na parte ciclística, o modelo apresenta um chassi redesenhado, com diferenciais em sua estrutura, que deixam o conjunto aproximadamente 4 kg mais leve. Com isso, a pilotagem está ainda mais equilibrada e segura.
Outras alterações são o novo painel de instrumentos, integrado à carenagem, totalmente digital, com aferição eletrônica de velocidade, a partir de sensor instalado no câmbio.
A linha 2014 da família CG manterá suas duas tradicionais opções de motorização: 125cc e 150cc. O modelo CG 125 Fan traz o motor do tipo OHC (Over Head Camshaft), 124,7 cm3, monocilíndrico, 4 tempos e arrefecido a ar. A alimentação do sistema é feita por um carburador. Com esta configuração, a motocicleta gera potência máxima de 11,6 cv a 8.250 rpm, e torque de 1,06 kgf.m a 6.000 rpm.
Já a linha CG 150 está equipada com motor OHC (Over Head Camshaft) e sistema Flex, monocilíndrico, quatro tempos, de 149,2 cm3, arrefecido a ar, com comando de válvula no cabeçote e balancins roletados. O conjunto é capaz de gerar potência máxima de 14,2 cv a 8.500 rpm, e torque máximo de 1,32 kgf.m a 6.500 rpm. (abastecido com gasolilna) e 14,3 cv a 8.500 rpm, e torque máximo de 1,45 kgf.m a 6.500 rpm (abastecido com etanol). A alimentação do sistema é controlada pelo módulo de injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection).
A transmissão é de cinco velocidades, com embreagem multidisco em banho de óleo. A partida é elétrica e a motocicleta conta ainda com bateria selada, de maior vida útil e isenta de manutenção.
Estilo
Na CG 125 Fan, o painel digital contém hodômetro total e parcial, além de velocímetro. O modelo CG 150 Fan conta ainda com indicador do nível combustível. 
Já a CG 150 Titan traz todos estes componentes, mais relógio e design diferenciado, com o display do painel em tom azul.
Os comandos de seta e buzina são novos e mais modernos, para trazer conforto e agilidade na utilização. O novo formato do assento, com espuma de densidade mais macia, além da incorporação de um novo pedal para o garupa também são novidade na nova geração da família CG.
A CG 125 Fan KS apresenta um tanque exclusivo, com novo desenho, que proporciona um bom encaixe das pernas, priorizando a comodidade do piloto. As versões 125 Fan (ES e ESD), CG 150 Fan ESDi e CG 150 Titan agora trazem carenagens incorporadas ao tanque de combustível, que acentuam a esportividade e remetem aos modelos de maior porte.

Os modelos contam ainda com nova tampa lateral, que na CG Fan (125 e 150) estará disponível na cor preta. Já na Titan, terá um design diferenciado, acompanhando as linhas da carenagem do tanque, além de ter pintura na cor da motocicleta. Na versão EX, a CG 150 Titan contará também com rodas de liga leve em desenho exclusivo.
Todos os modelos estão equipados com a nova lanterna traseira com visual inspirado em motocicletas de alta cilindrada da marca.
Com o novo chassi, que foi redesenhado e utiliza novos materiais em sua estrutura, os modelos estão aproximadamente 4 quilos mais leves, o que resulta em melhoria no consumo e na dirigibilidade, proporcionando ainda mais agilidade em manobras urbanas.
Ciclística
Na linha CG 125 Fan, o conjunto de suspensão foi projetado para oferecer o maior conforto possível e traz amortecedores com curso de 115 mm na dianteira, e 82 mm na traseira. Os pneus são do tipo 80/100 – 18 na dianteira, e 90/90 – 18 na traseira, garantindo excelente controle, estabilidade e conforto.
No quesito segurança, de extrema importância para o projeto, a partir desta geração, o freio a disco estará disponível na CG 125 Fan ESD. Equipado com disco de 240 mm de diâmetro, o sistema conta ainda com dispositivo de acionamento progressivo, tornando as frenagens mais suaves e seguras mesmo para iniciantes nas duas rodas, mantendo sua eficiência. Na traseira, o conjunto recebe freios a tambor, com 130 mm de diâmetro.
Já na linha CG 150, a estabilidade e o conforto são garantidos pela suspensão de 135 mm de curso na dianteira, e 106 mm na traseira. Com um novo acerto para esta versão, os modelos de 150cc estão ainda mais confortáveis. Os pneus são do tipo 80/100 – 18 na dianteira e 90/90 – 18 na traseira.
Os modelos CG 150 Fan e CG 150 Titan (todas as versões) também contam com sistema de freios a disco na dianteira com acionamento mais progressivo, para facilitar a pilotagem e melhorar o controle da frenagem.
A linha CG 150 2014 estará na rede de concessionárias a partir da segunda quinzena de agosto. Já a CG 125 Fan, começará a ser comercializada na segunda quinzena do mês de setembro.


Tabela de preços

CG 125 Fan KS - R$ 5.490,00
CG 125 Fan ES - R$ 6.100,00
CG 125 Fan ESD - R$ 6.250,00 (ESD). 

CG 150 Fan ESDi - R$ 6.750,00
CG 150 Titan ESD - R$ 7.320,00 
CG 150 Titan EX - R$ 7.830,00

fonte: