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PENSE NISSO:

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sábado, 19 de outubro de 2013

Como funciona um gasoduto?

por Marina Motomura
Um gasoduto é uma rede de tubos que leva gás de uma região produtora, como a Bolívia, para uma região consumidora, como o Brasil. O gás é transportado pelos tubos com a ajuda da diferença de pressão: em um ponto, chamado estação de compressão, a pressão no duto é elevada e "empurra" o fluido para o ponto de menor pressão. No gasoduto entre a Bolívia e o Brasil, o gás percorre mais de 3 mil quilômetros - 557 quilômetros no país vizinho e 2 593 quilômetros por aqui. Esse "minhocão", que transporta até 30 milhões de m3 de gás natural por dia, tornou-se um dos assuntos mais inflamáveis do momento depois que o presidente boliviano, Evo Morales, anunciou a nacionalização do gás natural no país. Na prática, a medida significa um aumento imediato (de 50% para 82%) no imposto sobre o gás que o Brasil importa, além do controle da Bolívia sobre as duas refinarias da Petrobras no país. É motivo de sobra para o presidente Lula ficar encanado.
Entrando pelo canoNo gasoduto Bolívia- Brasil, tubulação fica enterrada a 1,2 metro de profundidade
1. Tudo começa com a extração do gás na Bolívia. Lá, ele é retirado do solo, que é perfurado por sondas. Como o gás está sob pressão embaixo da terra, ele sai naturalmente quando encontra uma brecha. Antes de entrar no gasoduto, o gás natural, constituído principalmente de metano, é purificado - gases como enxofre e propano caem fora
2. Antes de iniciar viagem, o gás natural ainda tem que ser comprimido para uma pressão entre 80 e 100 kgf/cm2 — 80 a 100 vezes maior que a da atmosfera ao nível do mar. Ao longo do gasoduto, estações de compressão ajudam a recuperar a pressão perdida pelo caminho.
3. Não dá para tirar o gás em qualquer ponto do gasoduto. Mas a tubulação passa por 36 cidades onde há estações de entrega. Nessas saídas para o produto, o gás tem a pressão diminuída para cerca de 35 kgf/cm2 (por razões de segurança) e é retirado por companhias distribuidoras locais. Uma das estações de entrega fica em Campo Grande (MS)

4. Outro tipo de estação que rola é a de medição. Existem várias espalhadas pelo trajeto, como esta em Guararema (SP). Uma estação de medição é simples: ela possui equipamentos para monitorar o volume e a velocidade do gás. Funciona como um posto de controle
5. O gasoduto também tem mecanismos de segurança. Há 115 válvulas de bloqueio, posicionadas com intervalo de 30 quilômetros entre uma e outra. Elas fecham a passagem do gás quando há sinal de vazamento na área. Há válvulas de bloqueio também nas estações de compressão
6. A manutenção é feita por via terrestre, aérea e até aquática — mergulhadores checam trechos em que a tubulação cruza rios. Entre outras coisas, os técnicos conferem a preservação da "faixa de servidão", um trecho de 20 metros de largura que acompanha todo o gasoduto. Nessa faixa, é proibido construir e plantar
7. Na cidade de São Paulo, onde são consumidos diariamente 11,5 milhões de m3 de gás natural, o produto não é armazenado em botijões, como acontece com o gás do tipo GLP. Ele sai diretamente do gasoduto para os dutos das distribuidoras locais, que alimentam postos de combustível, residências e indústrias
8. O gasoduto segue para o sul do Brasil até Canoas (RS), onde finalmente termina após 3 150 quilômetros! A tubulação que transporta o gás é de aço-carbono, um dos mais resistentes. O diâmetro dos canos varia entre 16 e 32 polegadas (de 40,6 a 81,2 cm), dependendo do trecho. O gasoduto fica enterrado a uma profundidade média de 1,20 metro.

FONTE:

Absolutismo...

A partir de 1560, sob a Regência de Catarina de Medicis, são combatidos os calvinistas. No episódio conhecido como a Noite de São Bartolomeu, são assassinados 20 mil huguenotes (protestantes).Trava a guerra dos três Henriques, entre 1585 e 1589, para garantir a sucessão dinástica. Em 1589 Henrique de Bourbon sobe ao trono e em 1593 converte-se ao catolicismo sob o pretexto de que "Paris vale uma missa". Seguem-se Luís XIII e os cardeais Richelieu e Mazarino. O seu apogeu é alcançado com Luís XIV, o Rei Sol, entre 1661 e 1715.
Absolutismo
Luís XIV (1638-1715), conhecido como o Rei Sol, o maior dos reis absolutistas da França. Recebe formação humanista e assume o poder em 1661, um ano após o casamento com Maria Teresa, filha de Felipe IV da Espanha. Durante seu reinado, que se estende por mais de 50 anos, dá incentivos às atividades culturais, persegue os protestantes, reorganiza o exército e trava guerras contra a Espanha, Holanda, Áustria e Luxemburgo. Constrói o luxuoso Palácio de Versalhes, onde vive a corte francesa. Príncipe caprichoso, aprecia a etiqueta, festas e belas mulheres. Mantém duas amantes e manifesta sempre seu desejo de governar sozinho. A ele se atribui a frase "L'État c'est moi" (O Estado sou eu).

Absolutismo inglês

Ganha força inicialmente com a dinastia dos Tudor, entre 1485 e 1603, principalmente com Henrique VIII e Elizabeth I, sendo reforçado com a dinastia dos Stuart. O auge do centralismo acontece com Cromwel, em 1653, durante a República instalada pelo Parlamento, em 1649. Tenta prosseguir com a restauração monárquica dos Stuart, em 1660, mas as disputas dinásticas, os conflitos entre católicos e protestantes e as lutas entre a Coroa e o Parlamento, dominado pela burguesia, conduzem às revoluções inglesas do século XVII. A burguesia, inicialmente ligada ao rei, na necessidade de suplantar os nobres e garantir a expansão comercial, passa a disputar com este o controle do Estado.
Elizabeth I (1533-1603), ou Isabel, rainha da Inglaterra e da Escócia. Filha de Henrique VIII e Ana Bolena. Na infância estuda línguas, música e dança. Sobe ao trono em 1558 e implanta definitivamente o protestantismo na Inglaterra. Aprisiona e manda decapitar Mary Stuart, sua prima e rival, rainha católica da Escócia. Combate Felipe II da Espanha, que representa impedimento à expansão inglesa. Desenvolve o comércio e a indústria, propiciando um renascimento das artes e um relaxamento dos costumes. Nessa época, a Inglaterra passa a ser conhecida como "merry old England" ("alegre e velha Inglaterra"), embora a situação do povo continue ruim. Não faltam tentativas de rebelião e atentados à vida da rainha, mas a ordem social é mantida pelo terror.

Revolução Puritana

Inicia-se em 1628, quando o Parlamento impõe a Carlos I, da dinastia dos Stuart, a "Petição dos Direitos", que limita o poder da Coroa. Como resposta, o rei dissolve o Parlamento e governa sozinho durante 11 anos. A guerra civil começa em 1642. Oliver Cromwell comanda o exército parlamentarista, que manda decapitar Carlos I em praça pública. A República é instaurada em 1649 e, em 1653, Cromwell dissolve o Parlamento e exerce uma ditadura pessoal.

Restauração da monarquia

Ricardo, filho de Cromwell, sucede o pai mas não consegue se manter no poder por mais de oito meses. Um novo Parlamento é eleito (1660) e decide pela restauração da monarquia dos Stuart. Carlos II assume a Coroa cedendo ao domínio do Parlamento. A restauração estende-se pelo reinado de Carlos II (1660-1685) e de seu irmão Jaime II (1685-1688).

Revolução Gloriosa

Durante o reinado de Jaime II, católico, cresce o descontentamento da alta burguesia e da nobreza anglicana. Temendo um governo ditatorial, o Parlamento inglês propõe a Coroa a Guilherme de Orange, príncipe holandês casado com Mary Stuart (filha de Jaime II). A Revolução Gloriosa começa em 1688 quando se enfrentam as forças de Guilherme de Orange e de Jaime II, que é derrotado. Em 1669 Guilherme e Mary Stuart assumem o trono da Inglaterra. Assinam o Bill of Rights (declaração de direitos) que determina, entre outras coisas, a liberdade de imprensa, a manutenção de um exército permanente e o poder do Parlamento de legislar sobre tributos. A Revolução marca o fim do absolutismo na Inglaterra e a instauração da monarquia constitucional. Favorece a aliança entre burguesia e proprietários rurais, que será a base do desenvolvimento econômico inglês.
Fonte: www.conhecimentosgerais.com.br
Absolutismo
Sistema de governo no qual o poder é concentrado nas mãos do monarca, característico dos regimes da maioria dos Estados europeus entre os séculos XVII e XVIII. Os reis controlam a administração do Estado, formam exércitos permanentes, dominam a padronização monetária e fiscal, procuram estabelecer as fronteiras de seus países e intervêm na economia nacional por meio de políticas mercantilistas e coloniais. Também criam uma organização judiciária nacional, a justiça real, que se sobrepõe ao fragmentado sistema feudal.
A centralização do poder desenvolve-se a partir da crise do feudalismo. Com o crescimento comercial, a burguesia tem interesse em disputar o domínio político com os nobres e apóia a concentração do poder. A Reforma Protestante do século XVI também colabora para o fortalecimento da autoridade monárquica, pois enfraquece o poder papal e coloca as igrejas nacionais sob o controle do soberano. Com a evolução das leis, com base no estudo do direito romano, surgem teorias que justificam o absolutismo, como as de Nicolau Maquiavel (1469-1527), Jean Bodin (1530-1595), Jacques Bossuet (1627-1704) e Thomas Hobbes (1588-1679).
O Estado absolutista típico é a França de Luís XIV (1638-1715). Conhecido como o Rei Sol, a ele é atribuída a frase que se torna o emblema do poder absoluto: "O Estado sou eu". Luís XIV atrai a nobreza para o Palácio de Versalhes, perto de Paris, onde vive em clima de luxo inédito na história do Ocidente. Na Inglaterra, no início do século XVI, Henrique VIII, segundo rei da dinastia Tudor, consegue impor sua autoridade aos nobres com o apoio da burguesia e assume também o poder religioso. O processo de centralização completa-se no reinado de sua filha Elizabeth I. No século XVIII surge o despotismo esclarecido, uma nova maneira de justificar o fortalecimento do poder real, apoiada pelos filósofos iluministas.
O processo de extinção do absolutismo na Europa começa na Inglaterra com a Revolução Gloriosa (1688), que limita a autoridade real com a Declaração de Direitos (Constituição), assinalando a ascensão da burguesia ao controle do Estado. Na França, o absolutismo termina com a Revolução Francesa (1789). Nos outros países europeus, ele vai sendo derrotado com as Revoluções Liberais do século XIX.
Fonte: www.superzap.com
O absolutismo é o sistema político no qual toda a autoridade está concentrada na pessoa do soberano.
O absolutismo nasceu com as monarquias nacionais, no início dos Tempos Modernos (século XVI) e atingiu o auge no século XVII, com Luís XVI, da França.
Durante o século XVIII, na Europa, continuou a mesma forma de governo, mas em vez de absolutismo, falava-se então em "despotismo esclarecido". As revoluções dos fins do século XVIII e decurso do século XIX puseram fim ao Antigo Regime (forma de governo anterior à Revolução Francesa de 1789) e, com ele, ao absolutismo na França.
Na Inglaterra, o absolutismo foi iniciado por Henrique VIII e consolidado por Elizabeth I, no século XVI. Vigorou até o século XVII, quando foi limitado pelas Revoluções Inglesas.

A ASCENSÃO DO PODER REAL

O poder real cresceu ao mesmo tempo em que progrediu o Estado nacional. O rei representava o ideal nacional, o interesse da nação. Exercia de fato o poder: baixava leis, organizava a justiça, arrendava a cobrança de imposto, mantinha o exército, nomeava funcionários, tudo em nome do Estado que representava. As guerras acentuaram o sentimento de amor à pátria, cujo defensor era o rei. A concorrência comercial com outros países e a disputa dos mercados coloniais aguçou ainda mais as rivalidades e contribuiu para o fortalecimento do poder real.
Este poder crescente não resultou somente da vontade dos reis. Correspondeu a uma necessidade social.
O rei atacou os particularismos das diferentes regiões do país e opôs-se aos privilégios das várias classes sociais.
A luta entre as classes sociais foi o traço essencial do fortalecimento do poder real. O próprio rei instigou essa luta para sobrepor-se a ela. Protegeu o burguês, deu-lhe monopólios comerciais e industriais, arrendou-lhe os impostos, favoreceu-o na concorrência comercial contra os nobres e contra a Igreja. Também protegeu as corporações dos artesãos contra os empresários capitalistas, assegurando seus direitos, e defendeu os artesãos e comerciantes contra o proletariado. A burguesia tinha muito mais gastos que já foram diminuídas pela inflação e foram obrigados a aproximarem-se do rei, de quem receberam o governo das províncias e a guerra foi um meio de dar-lhes condições de subsistência, nisto também a pensão para seus filhos.
Em suma, o rei se equilibrou sobre as duas classes sociais mais importantes, mostrando um ligeiro favoritismo para com a burguesia.
Nicolau Maquiavel deve ser visto como um dos primeiros teóricos do poder real. Na obra O Príncipe, considerava que o rei tinha de ser racional na busca do interesse do estado, o que justificava a utilização da violência. Para Maquiavel, o estado pairava acima dos indivíduos. Jean Bodin, em A República, afirmava que o poder do rei é ilimitado, assemelhando-se à autoridade do próprio pai. Thomas Hobbes, em Leviatã, considerava que o Estado assume as proporções de um monstro; propõe que, inicialmente, a sociedade vivia em estado natural, de completa anarquia, e que os indivíduos formaram o estado civil para se protegerem contra a violência; só assim o poder do soberano era ilimitado, porque fora fruto do consentimento espontâneo. O mais importante entre todos os teóricos do poder absoluto foi Jacques Bossuet, bispo francês que escreveu Política, cujas idéias foram tiradas das próprias palavras da Sagrada escritura. Para ele as autoridade do rei é sagrada e absoluta porque emana Deus.

O PODER ABSOLUTO NA FRANÇA

Na França, o poder real progrediu lenta mas progressivamente durante todo o século XVI. As guerras da religião, que abalaram o país nos fins do século XVI e princípio do século XVII, retardaram o avanço do absolutismo. Mas, na Segunda metade do século XVII, com Luís XIV, o absolutismo já se encontrava perfeitamente configurado.
Por volta de 1520 começaram a aparecer em Paris os primeiros protestantes, que aos poucos vão conseguindo novos adeptos. Uns atraídos pelo reformismo, outros irritados com a perseguição, e todos, principalmente os nobres, preocupados com o aumento das prerrogativas do rei, elementos da burguesia e da nobreza vão se convertendo ao novo culto. Essa oposição à centralização e ao avanço crescente do poder real deu à luta religiosa na França indisfarçável caráter político.
Com Francisco II (1559-1560), o poder era praticamente exercido pela família católica dos Duques de Guise em virtude da franqueza do rei. Os protestantes tentaram atrair o rei para seu partido – dos huguenotes – numa conspiração chamada de Ambiose. A reação dos católicos, liderados por Antônio de Guise, foi violenta, massacrando um grupo de protestantes que celebrava seu culto, em Vassy. A partir desse momento a guerra entre católicos e protestantes tornou-se incontrolável, caracterizando-se como um conflito generalisado, ainda que irregular e intermitente.
Carlos IX sobe ao trono ainda criança e com isso complica-se ainda mais a situação na França. A rainha mãe, Catarina de Médicis, regente do filho, concedeu em 1570, pelo edito de Saint-Germain, o direito aos protestantes de celebrarem seu culto nos subúrbios de pelo menos duas cidades por governança, e de disporem de quatro praças-fortes, entre as quais Montauban e La Rochelle, esta última considerada a capital da França huguenote. A trégua beneficiou os protestantes, que com o casamento de um príncipe da casa real de Bourbon com a rainha protestante do Reino de Navarra, conquistaram condições para que o herdeiro Henrique de Navarra, educado protestante, chegasse ao trono.
Dois anos depois que morreu Carlos IX e subiu ao trono seu irmão, Henrique III, começando a disputa que ficou sendo conhecida como a "Guerra dos 3 Henriques". Herique de Guise, muito mais preocupado em conquistar a coroa que defender a fé, fundou com os líderes católicos franceses a Liga Católica, e passou a exercer, juntamente com Catarina de Medicis , forte pressão sobre o rei Henrique III. Este mandou assassinar Henrique de Guise e foi deposto pela Liga. Aliou-se em seguida com o protestante Henrique de Navarra e cercou Paris. Durante o cerco, em 1589, Henrique III foi assassinado e seu herdeiro legal acabou sendo Henrique Navarra, a quem Henrique III designara seu sucessor. Henrique de Navarra assumiu o trono como Henrique IV, depois de repudiar o protestantismo: "Paris bem vale uma missa", expressão sua que entrou para a História.
No poder, Henrique IV iniciou a dinastia de Bourbon que substituía a de Valois, reinante na França desde a Idade Média. Depois de se consolidar nas províncias, onde se concentrara a residência da Liga, Henrique IV iniciou a expulsão dos espanhóis, conseguindo em 1598 afirmar um tratado de paz com o rei Filipe, o Tratado de Vervins. Para pacificar católicos e protestantes, nesse mesmo ano promulga o Edito de Nantes, pelo qual era dada a liberdade de culto aos protestantes, bem como o direito de conservar algumas praças de guerra para sua defesa.
Henrique IV morreu assassinado por um fanático em 1610. Subiu ao trono Luís XIII, e também teve sua mãe como regente.
A perseguição termina com a tomada da fortaleza de La Rochelle, onde os protestantes tinham a se refugiado, e, derrotados, perderam seus direitos políticos e militares. Conservaram apenas sua liberdade de culto. Ainda no plano interno, Richelieu opôs-se a nobreza e criou os ingredientes, funcionários que fiscalizavam as províncias. Externamente procurou aumentar o poder e o francês, chegando a intervir na Guerra dos Trinta Anos (1618-1648) e com isso garantir os interesses da França na Europa.
Richelieu morreu em 1642 e Luiz XIII, no ano seguinte. Os aumentos dos impostos decretados pela regência revoltaram a burguesia e a nobreza, que se uniram nas chamadas Frondas. Essas revoltas diminuíram o poder real e desorganizaram a França.
No plano social, Luiz XIV promoveu a ascensão da burguesia, dela recrutando alguns ministros como Colbert, promotor da polícia de industrialização. Para controlar a nobreza atraiu-a para a corte, oferecendo luxo, festas e pensão. O palácio de Versalhes passou a acolher cerca de 6.000 pessoas.
Em 1685, redefinindo a política religiosa na França, Luís XIV aboliu totalmente o Edito de Nantes, o que determinou grande evasão de capitais, levados pelos protestantes que deixaram o país.
Com a sua morte em 1715, chega ao fim o seu longo reinado, e, ao mesmo tempo, o fim da supremacia francesa na Europa. Iniciava-se a fase da hegemonia da Inglaterra.

O ABSOLUTISMO NA INGLATERRA

O poder real na Inglaterra começou a se firmar no início do século XVI, com a dinastia Tudor. Henrique XVIII segundo rei dessa dinastia, conseguiu impor sua autoridade aos nobres, graças ao apoio da burguesia interessada na expansão comercial. A luta com a igreja permitiu-lhe assumir o controle das propriedades eclesiásticas na Inglaterra. O rei aumentou o seu poder político, assumindo o poder religioso, isto é, tornando-se chefe da igreja Anglicana.
A última filha de Henrique XVIII, Elizabeth I conseguiu aumentar ainda mais o poder real. Durante o longo reinado de Elizabeth ( 1558-1603), o poder político absoluto foi implantado de fato.
A dinastia Stuart ( 1603-1688) tentou obter a legalização do seu poder real. Na mesma forma que a monarquia francesa, os Stuarts mantiveram-se no poder, promovendo equilíbrio entre as ordens sociais (senhores e burguesia capitalista em França ascensão. A política religiosa pendeu para o catolicismo, que confirmava o direito divino no poder real.
A administração do país foi organizada da seguinte maneira: o Conselho Privado, composto por elementos indicados diretamente pelo rei, tinha caráter consultivo e executava as determinações reais em matéria de finanças, leis, nomeação dos juízes provinciais, relações exteriores e convocação do Parlamento; várias comissões preparavam os assuntos a serem discutidos pelo Conselho; o gabinete particular do rei, composto por três secretários secretos, informava-o sobre problemas de várias naturezas; a Justiça era exercida por tribunais especiais.
As rendas reais advinham das propriedades particulares do rei, dos cargos administrativos que ele vendia e dos monopólios que concedia. O aumento de impostos dependia da aprovação do Parlamento.
A afirmação absoluta do poder real provocou um choque com o Parlamento. A política de uniformização religiosa, por sua vez, deu origem a revoltas, que aumentaram com a tentativa de voltar a cobrar antigos impostos caídos em desuso. Os escoceses (que naquela época faziam parte da Inglaterra) recusaram-se a pagar esses impostos e a aceitar as imposições religiosas. Sua revolta tornou necessária a convocação do Parlamento, que se negou a apoiar o rei, exigiu a morte de dois dos seus ministros, suprimiu os impostos antigos e decidiu que deveria ser convocado regularmente (cada três anos).
O rei Carlos I, compreendendo que os parlamentares queriam priva-lo do poder absoluto, tentou um golpe político mandado prender os principais deputados oposicionistas. Consumou-se a ruptura entre o rei e o Parlamento, dando início à guerra civil que limitou o poder absoluto, contribuindo a longo prazo para o estabelecimento do regime de governo parlamentarista na Inglaterra.
Fonte: www.vestibular1.com.br
Absolutismo
O absolutismo é uma teoria política que defende que uma pessoa (em geral, um monarca) deve deter todo o poder. Esta ideia recebe frequentemente a designação de "Direito Divino dos Reis", implicando que a autoridade do governante emana directamente de Deus. Os teóricos de relevo associados ao absolutismo incluem Agostinho de Hipona, Paulo de Tarso, Jacques-Bénigne Bossuet, e Thomas Hobbes.
A essência do absolutismo implicava em conceder ao titular do poder um status acima de qualquer exame por parte de outro órgão, fosse ele judicial, legislativo, religioso ou eleitoral. Ou seja da ao rei poder ilimitado independente de seu estado fisico ou psicológico.

O Absolutismo na Europa

Em Portugal, a burguesia ajudou D. João, o mestre de Avis, a conquistar o poder. A vitória da Revolução de Avis, em 1385, representou a vitória da classe mercantil, quee iria patrocinar os descobrimentos maritimos.
A Espanha conheceu em 1469 a unificação política com o casamento da rainha Isabel de Castela com o rei Fernando de Aragão. Unificado, o reino espanhol reuniu forças para completar a expulsão dos árabes e, com a ajuda da burguesia, lançar-se às grandes navegações marítimas.
Na França, o longo processo de centralização do poder monárquico atingiu seu ponto culminante com o rei Luís XIV, conhecido como "Rei Sol": a ele atribui-se a frase "o Estado sou eu". Ao contrário de seus antecessores, recusou a figura de um "primeiro ministro", reduziu a influência dos parlamentos regionais e jamais convocou os Estados Gerais.
Na Inglaterra, o absolutismo teve inicio com Henrique VII, que apoiado pela burguesia, ampliou os poderes monárquicos, diminuindo os do Parlamento. No reinado da Rainha Isabel I, o absolutismo monárquico foi fortalecido, tendo inicio a expansão marítima inglesa, com a colonização da América do Norte. Contudo, após a Guerra Civil Inglesa, o Absolutismo feneceu na Inglaterra, com o rei gradualmente perdendo poderes em favor do Parlamento.

O Absolutismo e a Guerra

O estado absolutista foi um processo importante para a modernização administrativa de certos países. No campo militar, embora tenha apresentado alguns pontos fracos, foi responsável por grandes transformações. A centralização administrativa praticamente extinguiu os exércitos mercenários, sem no entanto dispensar o emprego de estrangeiros. Criou uma burocracia civil que muito ajudou à manutenção de forças armadas. Desenvolveu formas compulsórias de alistamento que serviriam de base para o serviço militar moderno. Regulamentando o alistamento, diminuiu velhos abusos. Financiou e abasteceu efetivos cada vez maiores. Permitiu, por fim, a construção de dezenas de fortificações modernas.
Fonte: pt.wikipedia.org

Honda CBR 300 R é apresentada na China.

Modelo será produzido futuramente na Tailândia, diz a marca. Moto foi revelada em salão na China.

A Honda apresentou na quinta-feira (17) a esportiva CBR 300 R no salão de motos em Chongqing, na China. O evento é o principal do setor e a cidade onde é realizado concentra fabricantes de motos, assim como Manaus, no Brasil.

A moto será produzida futuramente na Tailândia e será um modelo global, diz a montadora japonesa. Não foram divulgados detalhes da mecânica, mas a expectativa é de que a CBR 300 R se aproxime da CBR 250 R e seja uma substituta natural dela.
O visual lembra bem o da CBR 1000 RR, a mais potente da família de esportivas da marca, e também o da CBR 500 R, exibida recentemente no Salão Duas Rodas, em São Paulo, principalmente pelo farol duplo. A principal concorrente da moto deverá ser a Kawasaki Ninja 300, renovada no ano passado.

Em comunicado, a Honda afirma que apostará em motos de grande porte no mercado chinês, o maior do mundo, mas não confirma se a CBR 300 R será vendida lá. No ano que vem, a montadora pretende abrir lojas voltadas especificamente para esse segmento em Pequim e em Xangai. O primeiro modelo a ser ofertado nessas concessionárias premium será a CBR 500 R.
Texto: Globo.com / 
Fotos: Divulgação

Fiat Strada 2013: concessionárias dão descontos nas últimas unidades.

Mais cara, nova linha 2014 com cabine estendida e três portas começa a chegar às lojas com sobrepreço.
A nova Strada está programada para chegar às lojas em novembro. Mas parece que a Fiat está apressada para vender as versões de entrada do modelo, cuja principal novidade são as três portas para cabine estendida. Conforme Autoesporte apurou, algumas concessionárias do país já receberam a Strada 1.4 Workking 2013/2014. Enquanto abrem caminho para a chegada da nova linha, versões antigas são negociadas com descontos espartanos e condições de pagamento pouco atraentes.

Fim de festa para a linha 2013
Na maioria das revendas consultadas, as versões 1.4 Workking e 1.6 Trakking estão esgotadas ou em suas últimas unidades. Considere-se sortudo se encontrar ofertas que não sigam estritamente os preços de tabela.
O melhor negócio encontrado pela reportagem foi em São Paulo, para a Strada 1.4 Workking cabine estendida. Com preço oficial de R$ 35.670, ela é oferecida por R$ 32.990, na cor branca; um desconto de R$ 2.680. Vale ressaltar que se trata da picape “pelada”, sem ar-condicionado, direção hidráulica ou travas elétricas.
Modelos mais equipados, como a 1.6 Trekking com ar-condicionado e cabine estendida, têm bônus mais regulados. Em uma loja de Cuiabá, a última unidade disponível custava R$ 1.260 a menos do que o preço de tabela. Na capital mineira, a 1.8 Adventure de câmbio manual, com airbag, freios ABS com EBD, direção hidráulica, ar-condicionado, vidros e travas elétricas, combutador de bordo, brake light foi encontrada com desconto de R$ 810, por R$ 52.400.
A taxa de pagamento é unânime nas lojas, independente da região do país. Nas concessionárias contatadas, há opção de taxa 0,99% para uma entrada equivalente a 30% do valor do carro. O restante pode ser quitado de 24 a 48 vezes, sendo que a primeira parcela deve ser depositada no mês seguinte à compra.
Chegada da nova Strada

A maioria das revendas consultadas informaram que ainda não receberam a linha 2014. Apesar disso, a geração 2013/2014 da Strada 1.4 Workking começa a dar as caras em algumas lojas. Ainda assim, vale à pena segurar o bolso por mais tempo. A versão intermediária é oferecida por R$ 42.300, ou seja, com sobrepreço de R$ 550. Ela traz cabine estendida, travas elétricas, direção hidráulica, abertura elétrica do bocal de abastecimento, ar-condicionado, faróis de neblina , calotas integrais, airbag duplo e freios ABS. No modelo de cabine simples, o sobrepreço é de R$ 270.
Quem quiser bisbilhotar versão top de linha ou dar seus primeiros lances, terá de esperar. A Strada 1.8 Adventure com a cabine estendida de três portas não foi encontrada pela reportagem. Conforme apontaram concessionários, a versão deve entrar nas vitrines semanas que vem. Algumas lojas afirmam que já há pedidos reservados para clientes especiais. Em outras, é possível fazer uma reserva mediante sinal de R$ 1 mil.
Texto: Tereza Consiglio e Giulia Lanzoulo / Fotos: Divulgação / 
Fonte: Autoesporte

Horário De Verão Deve Gerar Economia De 5% Segundo Celesc.

O horário de verão começa no próximo domingo (20) nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. Com isso, à meia-noite do sábado (19) para o domingo, os relógios devem ser adiantados em uma hora. A mudança no horário vai até o dia 16 de fevereiro de 2014.
Norte e Nordeste não participam do horário de verão. Tocantins e Bahia, que aderiram ao horário em anos anteriores, também ficarão de fora da mudança.
Economia de energia
O objetivo do horário de verão é aproveitar os dias mais longos, com mais tempo de iluminação solar, para diminuir o consumo de energia elétrica no horário de pico, que vai das 18h às 21h. A redução durante a mudança deve ser de cerca de 5% nos estados participantes.

A partir da 0h de domingo (20), entrará em vigor o horário de verão 2013-2014. Neste dia, os relógios deverão ser adiantados em uma hora e a medida vai durar até 16 de fevereiro de 2014. Para o período, está prevista uma economia de 5%, a mesma do horário de verão passado.
O objetivo é reduzir a demanda máxima do Sistema Interligado Nacional no período de pico e o consumo de energia devido ao aproveitamento maior da luz solar. Entre os fatores que auxiliam essa economia, estão a mudança de comportamento dos consumidores residenciais, que aproveitam mais a luminosidade natural adiando o uso de eletrodomésticos, chuveiro e iluminação.
A última edição do horário de verão, que iniciou em 21 de outubro de 2012 e terminou no dia 17 de fevereiro deste ano, proporcionou uma redução em torno de 5% na carga do sistema elétrico da Celesc e 0,5% no consumo de energia na área de concessão da empresa, que abrange 92% do território catarinense.

A redução da demanda apresentada em 2012/2013 foi equivalente a 79% da carga do município de Florianópolis ou 37% da carga de Joinville, no Norte de Santa Catarina, durante todo o período do horário de verão.





G1 SC

Fotos Do Caminhão Conteiner Que Tombou Na BR 470 No KM 55 Em Blumenau Nesta Manhã De Sexta-Feira.

Fotos do caminhão conteiner que tombou na BR 470 no KM 55 em Blumenau nesta manhã de sexta-feira. Acidente aconteceu às 10h próximo ao trevo da Itoupavazinha com a Rua Max Humpel (próximo à empresa Valditur). O caminhão continua no local e está carregada de carne suína.

Fotos do internauta Robson Tomazini Junior.

Foto enviada pelo internauta Robson Tomazini Junior


Foto enviada pelo internauta Robson Tomazini Junior
FONTE:
*BLOG JAIME BATISTA DA SILVA

QUAIS OS MELHORES ALIMENTOS PARA GANHAR MASSA MUSCULAR.

Se você entrou em uma academia de musculação certamente um de seus objetivos é o ganho de massa muscular com saúde e sem riscos. Antes de mais nada saiba que você nunca deve começar a malhar sem antes ter uma avaliação médica. Pois precisa saber se não tem algum impedimento para fazer exercícios pesados. Feito isso, veja com seu instrutor quais deverão ser as séries mais apropriadas para você.
Que alimentos devo comer para ter um bom crescimento muscular?
Isso é muito importante, pois se não se alimentar bem poderá ter problemas. Se você for magro e não se alimentar corretamente, em vez de ganhar músculos, poderá perder. E para ajudar você nesse inicio de sua caminhada rumo a um corpo mais bonito, listamos aqui os alimentos mais importantes para o ganho de massa muscular. Confira a seguir:
Ovos
Quando se fala em ganho de massa muscular os conhecidos ovos, são considerados os primeiros colocados, principalmente a s clara que é rica em proteínas, um dos principais construtores dos músculos. E sua gema possui as principais vitaminas de que precisamos.
Salmão
O salmão também é um grande aliado na construção dos músculos, é rico em proteínas e possui as gorduras saudáveis que são benéficas para o organismo.
Quinoa
Para quem não conhece, saiba que a quinoa é muito rica em proteínas, faze bem para a digestão e possui todos os aminoácidos necessários à reconstrução dos músculos e também fornece carboidratos de digestão lenta, sendo assim, um alimento superindicado para consumir antes dos treinos, pois terá reservas de energia.
Carnes magras
As carnes magras são muito ricas em proteínas e possuem minerais vitais como, o selênio, o zinco e o ferro.
FeijãoO nosso velho e já conhecido feijão não pode ficar de fora, pois é uma das principais fontes de ferro e proteínas vegetais que existe.
Faça atividades atividades físicas com segurança e responsabilidade.
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FONTE:

O QUE FAZER PARA PARAR DE RONCAR.

O ronco é um problema que é enfrentado por muitas pessoas ao redor do mundo, e praticamente todas as pessoas já roncaram alguma vez, mesmo que tenha sido baixo. Dormir próximo de alguém que ronca não é nada agradável, poderá ser uma noite mal dormida. Mais não precisa se desesperar se você ronca, ou dorme com alguém que ronca. Existem algumas práticas e dicas para resolver esse problema em casa mesmo.
Confira então essas dicas aqui:
- Perca peso se você for gordinho: quando ficamos com mais gordura no corpo, principalmente localizada na região da faringe, o espaço por onde passa a respiração pode ficar menor causando assim, a vibração que produz o ronco.
- Se você for fumante pare de fumar: o ar que passa pela garganta é atrapalhado de passar por conta desse hábito causando algo parecido com a faringite. Que é quando a região por onde passa o ar fica inchada.
- Procure não dormir de barriga para cima: quando dormimos com a barriga para cima nossa língua fica relaxada, fazendo com que ela se torne um obstáculo da passagem de ar, fazendo então com que ronquemos.
Se nenhum desses métodos acima funcionar, procure ajuda especializada, pois pode ser que você precise de um tratamento mais específico, que pode até ser um,a cirurgia.
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FONTE:

O QUE É BIODIVERSIDADE.

Muito se ouve falar em Biodiversidade. Mas você sabe o que é Biodiversidade? Se não confira aqui.


Conceito de Biodiversidade: 
Biodiversidade é a complexa rede de seres vivos existentes no nosso planeta, animais, plantas e todas as outras formas de vida que também aqui habitam. Um dos elementos vitais da Biodiversidade não é somente o número de espécies, mas a diversidade genética entre elas, por isso é importante preservar todas as formas de vida.
Atualmente são conhecidas cerca de 1.750.000 espécies de seres vivos, indo dos vírus até as fomas mais complexas, mas calcula-se que, isso representa apenas 1% de todos os seres que já viveram nesse planeta e que agora estão extintos. Foi um longo caminho até chegarmos onde estamos hoje.

O termo biodiversidade - ou diversidade biológica - descreve a riqueza e a variedade do mundo natural. As plantas, os animais e os microrganismos fornecem alimentos, remédios e boa parte da matéria-prima industrial consumida pelo ser humano.

Para entender o que é a biodiversidade, devemos considerar o termo em dois níveis diferentes: todas as formas de vida, assim como os genes contidos em cada indivíduo, e as inter-relações, ou ecossistemas, na qual a existência de uma espécie afeta diretamente muitas outras


A diversidade biológica está presente em todo lugar: no meio dos desertos, nas tundras congeladas ou nas fontes de água sulfurosas.

A diversidade genética possibilitou a adaptação da vida nos mais diversos pontos do planeta. As plantas, por exemplo, estão na base dos ecossistemas.

Como elas florescem com mais intensidade nas áreas úmidas e quentes, a maior diversidade é detectada nos trópicos, como é o caso da Amazônia e sua excepcional vegetação.

Fonte do segundo parágrafo:

 WWF Brasil

ANEMIA FALCIFORME, O QUE É, SINTOMAS, CAUSAS, TRATAMENTO, DIAGNÓSTICO, GENÉTICA, TEM CURA.

A anemia falciforme é uma doença genética que tem como característica a forma de foice das hemoglobinas(glóbulos vermelhos do sangue), cuja principal função é o transporte de oxigênio para todos os órgãos e tecidos.
A anemia falciforme é uma doença grave que atinge em sua maioria a população negra e seus descendentes.
Os indivíduos que sofrem de anemia falciforme possuem hemácias que em baixa pressão de oxigênio apresentam formas irregulares, fazendo lembrar uma foice (daí o nome da doença).
- Sinais e sintomas.
Anemia profunda;
A maioria das pessoas com a doença apresenta anemia crônica, com níveis de hemoglobina baixos como 6,0 G/dl. Por ser ser uma condição crônica, o organismo está adaptado a conviver com esses níveis mais baixos de hemoglobina. A causa dessa anemia é a destruição rápida das hemácias, e não da falta de ferro 
Dor nas articulações (síndrome mão-pé);
Nas crianças, as de dor podem ocorrer nos pequenos ossos das mãos e dos pés, causando inchaço, dor e vermelhidão no local.
Dores generalizadas, (crises de dor);
É o sintoma e complicação mais comum da doença. As crises podem ter duração de 4 a 6 dias, mas posem persistir por semanas 
Infecções e febre;
As infecções constituem a principal causa de morte das pessoas com doença falciforme. As pneumonias são as mais frequentes. Também as meningites, as infecções nos rins e as osteomielites ocorrem mais em crianças e adultos. Os episódios de febre, principalmente nas crianças, devem ser considerados sinais de perigo iminente. 
Cor amarelada dos olhos (icterícia);

É o sinal mais frequente da doença. Quando o glóbulo branco se rompe aparece um pigmento amarelo no sangue, que se chama bilirrubina . A urina fica da cor de coca-cola, e o branco dos olhos torna-se amarelo. O quadro não é contagioso e não deve ser confundido com hepatite. 
O diagnóstico precoce para as doenças falciformes e outras hemoglobinoplastias é um dos exames realizados na triagem neonatal - teste do pezinho (uma semana de vida do bebê). 
Priaprismo; 
Quando a crise vaso-oclusiva ocorrem nos vasos que irrigam o pênis, há ereção prolongada e dolorosa. É mais frequente nos adolescentes ou pré-adolescentes. Os episódios prolongados, com mais de 3 horas de duração, devem ser encaminhados ao serviço de urgência.
A anemia falciforme não tem cura, mas tem tratamento.


Tratamento da anemia falciforme.
Com uso de antibióticos e ácido fólico;
Educação humanizada aos pais e familiares com explicações sobre como agir quando ocorrerem os sintomas mais comuns da doença;
Existem vários fatores que podem deflagrar a deformação dos glóbulos vermelhos. Por isso é importante tentar evitá-los. Fazer atividades físicas muito cansativas ou ir para lugares de grande altitude, por exemplo, pode reduzir o suprimento de oxigênio que o corpo recebe e provocar uma crise falcêmica;
Evitar estresse e depressão;
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