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PENSE NISSO:

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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Fichas Escolares Sobre Animais.





























FONTE: http://blog-de-aprendizagem.blogspot.com.br/2012/10/fichas-escolares-sobre-animais.html#_
http://www.professorzezinhoramos.com/2014/07/fichas-escolares-sobre-animais.html

Atividades Sobre Animais.






























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http://www.professorzezinhoramos.com/2014/07/atividades-sobre-animais.html

Com pouca gordura, carne de zebra faz sucesso entre atletas. A 'novidade' é rica em zinco e vitamina B12 e tem quase 100 calorias a menos que um filé de boi.

Foto: Muscle Foods Reprodução

O mundo fitness é repleto de "modinhas" e a mais nova pode ser a carne de zebra. O site britânico MuscleFood.com, que fornece alimentos para atletas, acaba de adicionar a opção ao cardápio e atribui o sucesso da carne à baixíssima quantidade de gordura. As informações são do Independent.

Com 0,5 g de gordura por 100 g, a carne de zebra tem apenas um décimo da quantidade encontrada no mesmo pedaço da de boi, além de oferecer um terço de calorias a menos, com apenas 148 por filé, comparadas a 230 da opção trivial. A "novidade" também é rica em zinco, que turbina o sistema imunológico, e vitamina B12, que aumenta os níveis de energia. De acordo com a publicação, Iwan Thomas, corredor norte-irlandês e recordista dos 400m, é um dos fãs do filé de zebra.


A carne é cortada da parte traseira da raça de zebra Burchell, na África do Sul, que passou a ser cultivada legalmente para a comercialização. "Estes filés de zebra oferecem um sabor real do Serengeti e se são bons o suficiente para os leões, por que não seria para nós humanos também?", disse Darren Beale, fundados do site MuscleFood.com. "Nossos clientes são aventureiros quando o assunto é experimentar novidades, então decidimos introduzir a mais nova carne de alto teor de gordura, mas rica em proteína", acrescentou.

TERRA

Preocupação com saúde começa aos 36 anos, diz estudo

Da adolescência até os 30 anos, a saúde não costuma ser uma das principais preocupações. Segundo uma nova pesquisa, é aos 36 anos que a situação muda. Nesta idade, de acordo com o estudo, as pessoas se tornam conscientes da mortalidade e, por isso, adotam um estilo de vida mais saudável. As informações são do Daily Mail. 

Uma morte na família, um alerta do médico ou uma simples foto pouco favorável são alguns dos eventos que podem fazer as pessoas pensarem diferente, diz a pesquisa do Spire Bristol Hospital. O estudo foi feito com 2 mil pessoas e avaliou as atitudes relacionadas à saúde. As conclusões mostram que 56% das pessoas que estão entre a adolescência e os meados dos 30 anos simplesmente ignoram as recomendações e seguem com rotinas pouco saudáveis, pensando apenas no momento, independentemente do impacto a longo prazo.

A média de idade em que as pessoas “despertam” para as questões da saúde é 36 anos, com um terço dizendo que passou por um momento chocante que mudou o pensamento, apresentou saúde debilitada ou enfrentou comentários negativos de um amigo. A pesquisa mostrou ainda que, uma vez que as pessoas começam a pensar no futuro da saúde, tomam medidas como monitorar ou melhorar a dieta e também reduzir o consumo de álcool.

De acordo com Rob Anderson, diretor da instituição, mudanças simples no estilo de vida podem fazer uma grande diferença no valor que se dá a saúde “e podem significar grandes benefícios a longo prazo”.

No entanto, o estudo mostrou também que seis em cada 10 pessoas adotam a filosofia do “a vida é muito curta” para justificar as escolhas que sabem ter efeitos negativos na saúde, como o consumo excessivo de álcool ou uma dieta rica em gorduras.

Além disso, apenas quatro em cada 10 pessoas acreditam que cuidar da saúde pensando a longo prazo é mais importante do que “viver o hoje”. Ainda, uma em cada 10 descrevem os cuidados com a alimentação como completamente inexistentes, enquanto três em 10 afirmam que a única atividade física é a rotina diária. O estudo mostra também que um em cada sete ignora deliberadamente as recomendações médicas, enquanto apenas 51% preferem tomar medidas preventivas para evitar problemas futuros.

Veja os 10 momentos que mais fazem as pessoas mudarem o comportamento em relação à saúde:

1. Começar a ficar velho
2. Passar por um “susto” relacionado à saúde
3. Morte de parente próximo
4. Um aviso do médico
5. Ver uma foto chocante de si mesmo
6. Doença de parente próximo
7. Programas de TV que falam sobre hábitos alimentares
8. Comentários negativos sobre a própria saúde
9. Um acidente sério
10. Uma mensagem pública sobre saúde

TERRA

ONU diverge sobre sucesso do Bolsa Família no longo prazo

Apesar de ser citado como exemplo de sucesso no combate à pobreza extrema, o programa Bolsa Família é motivo de discordância entre os elaboradores do Relatório de Desenvolvimento Humano e o escritório das Nações Unidas no Brasil. Enquanto os estrangeiros veem deficiências no longo prazo, os funcionários que atuam em Brasília afirmam que o desenho do programa foi muito bem desenvolvido.
O Relatório de Desenvolvimento Humano é o documento anual que faz uma série de análises quantitativas de qualitativas e mensura o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A versão final do documento elogia o programa de transferência de renda brasileiro, mas enxerga no programa uma boa solução de curto prazo.

“Além disso (resultados de curto prazo), não muito pode ser feito além de alívio emergencial e apesar de ser bem desenhado, não é o melhor (programa) no longo prazo”, afirma um trecho do relatório. “Tais programas precisam ser desenhados de modo a assegurar que essas capacidades – especialmente aquelas da próxima geração – sejam protegidas.”

“Da nossa perspectiva, do escritório brasileiro, o programa Bolsa Família está muito bem desenhado e precisa e está sendo complementado por outras iniciativas, por exemplo, as de formação profissional do Pronatec, o programa de moradia Minha Casa, Minha Vida, o programa de produção agroecológica, como o bolsa verde… Então, nós temos uma discrepância com os nossos colegas do Relatório de Desenvolvimento Humano”, afirmou o coordenador do Sistema ONU no Brasil, Jorge Chediek.

Para o representante das Nações Unidas no País, o fim da dependência do programa por uma família pode durar um ciclo de gerações. Ele alega que, em muitos casos, o capital social ainda é muito baixo, como, por exemplo, o nível de educação.


Apesar do tom mais crítico do relatório, a ONU reconhece que ações como o Bolsa Família têm um custo orçamentário relativamente baixo para a dimensão do impacto social. O programa, um dos carros-chefe dos governos do PT no Brasil, é citado como aquele “que custa 0,3% do PIB (Produto Interno Bruto – soma de todas as riquezas produzidas no País) em 2008-2009 e atingiu de 20% a 25% da redução da desigualdade”.

TERRA

Anestesia no parto reduz risco de depressão, diz estudo.

O controle da dor durante o nascimento do bebê pode reduzir o risco de as mães sofrerem com depressão pós-parto, diz uma nova pesquisa chinesa divulgada pelo site do jornal Daily Mail.

Os pesquisadores descobriram que, entre as mulheres que recebem a anestesia epidural durante o procedimento, 14% sofrem com depressão em seis semanas após o nascimento. O número aumenta para 35% entre aquelas que não recebem a medicação.

No estudo, a epidural era o único meio de controle da dor disponível para as mulheres. Também ficou comprovado que o aleitamento materno era mais comum no grupo que recebeu a anestesia, com uma taxa de 70% contra 50%.

Segundo a doutora Katherine Wisner, psiquiatra perinatal da Northwestern University, dos Estados Unidos, o controle da dor durante e depois do nascimento, via normal ou cesariana, é um problema para muitas mães. “O controle da dor dá a mãe um bom começo, ao invés de fazer com que ela já comece exausta”, observa.

A especialista acrescenta que o estudo, publicado no jornal Anesthesia & Analgesia, está entre os poucos a examinar a relação entre a dor durante o trabalho de parto e a depressão após o nascimento do bebê. “Existe uma relação bastante conhecida entre dor aguda crônica e depressão”, ressalta. A incidência de dor aguda depois do nascimento chega a aproximadamente 11%. A pesquisa mostrou ainda que fatores biológicos e emocionais contribuem para a depressão pós-parto, que afeta 14,5% das mães.

TERRA

Agenda 2015: o planejamento territorial do país.

Uma das principais especialistas em política regional, a pernambucana Tânia Bacellar foi a primeira economista a identificar a revitalização da economia nordestina, a partir do Bolsa Família e do aumento do salário mínimo. Mas não apenas isso.
Houve avanços setoriais relevantes em algumas políticas públicas de sucesso. Dentre elas:
1. O PRONAF (Programa de Apoio à Agricultura Familiar), que saltou de R$ 2 bi no último ano do governo FHC para R$ 65 bi no último ano do governo Lula, com 56% indo para o nordeste.
2. . O aumento do SM beneficiou especialmente o nordeste – onde 45% dos ocupados recebem um SM contra a média brasileira de 26%. A melhoria do consumo está promovendo uma reindustrialização da região.
3. O REUNI (Programa de Recuperação das Universidades Federais),que elevou de 43 para 230 os campi universitários, valorizando a interiorização e a desconcentração regional.
***
Mesmo assim, não se logrou definir uma política que privilegiasse a dimensão territorial do planejamento.
Nesses anos todos, houve o subaproveitamento de dois órgãos centrais de planejamento.
O primeiro, o Ministério da Integração Nacional limitou-se a priorizar a oferta de recursos hídricos. O segundo, o Ministério das Cidades, jamais teve a relevância necessária.
Foram desenvolvidas diversas políticas de base territorial – algumas vindo dos anos 90 – que precisariam ter uma integração para serem mais efetivas. Dentre os programas, Tânia destaca:
1. Os Arranjos Produtivos Locais (APLs), conduzidos pelo MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) envolvendo BNDES, Banco do Nordeste, Banco do Brasil, Ministério de Ciências e Tecnologia, Sebrae.
2. O próprio PRONAF que, a partir do governo Lula mudou o enfoque de base municipal para regional – atuando sobre regiões homogêneas.
3. A partir desse visão regional foram identificados os chamados “territórios rurais” – a aglomeração de vários municípios com realidades semelhantes. Esse modelo de atuação resultou no programa conhecido como “Territórios da Cidadania”, 120 territórios onde se buscavam convergir as políticas dos diversos ministérios, sob a coordenação da Casa Civil.
***
Uma nova política territorial regional teria que se fundar em alguns princípios norteadores mais amplos:
1. Ênfase nos novos centros dinâmicos.
Municípios de cem mil a dois milhões estão ganhando peso relativo. “Se submetidos a políticas públicas consistentes, com planejamento e investimentos adequados, poderia ser a grande chance do país de construir, no século 21, cidades livres das mazelas que marcaram o século XX”, diz ela.
Nem Lula nem Dilma valorizaram devidamente essa tendência, continua. “Como as cidades são elementos chave da dinâmica regional, teria sido importante, por exemplo,estimular investimentos em saneamento e transportes públicos de qualidade, itens importantes para construir um padrão de urbanização distinto do que o país experimentou no século passado, cujos déficits nestes itens são desafiadores.
2. A desigualdade regional não pode ser tratada na escala macrorregional, priorizando apenas políticas para o Norte e Nordeste.
Existem sub regiões do Sul (Extremo Sul do RS), e mesmo no Sudeste (Vale do Ribeira) e em Minas (Vale do Jequitinhonha) que merecem uma abordagem federal. Houve um avanço desse conceito no governo Lula, mas não se transformou em política concreta. 

LUIS NASSIF DO I G

Qual a importância do pai na vida dos filhos?

Historicamente, psicólogos do desenvolvimento veem os homens como figuras irrelevantes, mas estudos recentes mostram que isso não é verdade

No ano passado, em uma tentativa mal sucedida de fazer uma piada, a marca de produtos de limpeza Clorox fez um anúncio online para os consumidores americanos que dizia: "Como os cães, os novos papais são cheios de boas intenções, mas não têm nem o bom senso, nem as habilidades manuais necessárias para o cargo".
Embora a empresa tenha tirado o anúncio do ar em meio a uma enxurrada de comentários na rede, ele revelou um estereótipo extremamente comum: o de que os pais não são as pessoas mais indicadas para criar os filhos.

Thinkstock/Getty Images
Pesquisas mais recentes mostram que o pai começa a influenciar os filhos antes do nascimento

No livro "Do Fathers Matter?" (O pai é importante?, em tradução livre) - correndo o risco de estragar o prazer, eles importam, sim! -, lançado recentemente nos Estados Unidos, o autor veterano de livros científicos Paul Raeburn sai em defesa dos papais, apoiando-se em décadas de pesquisas e em sua própria experiência como pai de cinco filhos. O que surge é um livro provocante sobre a ciência da paternidade, recheado de ideias sobre como aplicar esses conhecimentos no dia a dia.

Figuras irrelevantes

Historicamente, psicólogos do desenvolvimento veem os pais como figuras irrelevantes. Quase metade dos artigos sobre a psicologia de crianças e adolescentes publicados entre 1997 e 2005, por exemplo, não fazem qualquer referência ao pai. Antes de 1970, quando os pais não podiam entrar nem na sala de parto, menos de 20% das pesquisas a respeito do vínculo parental levavam o pai em conta.
Esse viés reflete a noção profundamente arraigada de que o pai possui um papel marginal no desenvolvimento dos filhos, uma crença apoiada pela teoria do apego infantil, desenvolvida a partir do trabalho do psiquiatra britânico John Bowlby na segunda metade do século XX. "Ela se concentrou exclusivamente nas mães", afirmou Raeburn. "O papel do pai, acreditava Bowlby, era o de dar o apoio necessário para a mãe. No drama da infância, ele era apenas um coadjuvante".
Essa era mais ou menos a visão estabelecida até algumas décadas atrás, quando psicólogos motivados em parte pelo número crescente de mulheres entrando para o mercado de trabalho começaram finalmente a prestar atenção nos pais.
Uma das coisas que aprenderam é que o pai começa a influenciar os filhos muito antes do nascimento. "Sabemos que mulheres grávidas devem se alimentar apenas de coisas saudáveis, dispensando peixes com muito mercúrio, parando de fumar, por exemplo", escreve Raeburn. Porém, "a pesquisa mostra que o ambiente do pai, seu comportamento e até mesmo sua aparência possuem um efeito considerável sobre a saúde do feto – e sobre a saúde dos netos".

Traços adquiridos

Ele aponta para uma literatura crescente que sugere que os pais são capazes de transmitir traços adquiridos. Um estudo publicado este ano na revista Nature, por exemplo, revelou que ratos machos condicionados por choques elétricos a temer determinado odor arbitrário geravam filhotes com a mesma fobia. Um estudo similar revelou que filhos de ratos cujos pais eram estressados exibiam mais ansiedade e depressão. Além disso, outro experimento revelou que alimentar ratos machos com uma dieta rica em gordura antes da concepção dos filhotes gerava sintomas similares ao diabetes nos filhotes.
Essa forma peculiar de herança tem origem em alterações na expressão genética que ocorrem durante a vida dos organismos e que passam a fazer parte da linhagem germinativa. Embora seja mais difícil observar esse fenômeno em pessoas do que em cobaias de laboratório, Raeburn escreve que "os homens que estejam prestes a se tornar pais talvez devessem pensar a respeito de sua saúde e de como estão se alimentando antes mesmo de suas parceiras engravidarem". De toda forma, acrescentou, "esse é um ótimo conselho, mesmo que não acarrete benefícios para os filhos".

Autoestima e problemas mentais

Entretanto, os pais são obviamente mais importantes na infância, quando as raízes de muitos traços são plantadas. Raeburn cita uma série de estudos ligando o envolvimento paterno ao desenvolvimento intelectual, emocional e social das crianças. As crianças que se sentem amadas e nutridas pelos pais, destacou, possuem a autoestima comparativamente mais alta e possuem menores riscos de desenvolver problemas mentais ao longo da vida. Muitos pesquisadores sugerem que um pai cuidadoso é tão importante quanto uma mãe amável para o bem-estar da criança no longo prazo.
Além de construir uma relação de amor e confiança, os pais também devem ser divertidos. Raeburn cita estudos sobre a importância da brincadeira no desenvolvimento cognitivo da criança – em especial com as brincadeiras de mão pelas quais os pais são conhecidos.
Pelo bem de suas filhas, também é importante que os pais participem dos afazeres domésticos. De acordo com pesquisas da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá, pais que participam da vida doméstica ajudam a aumentar as ambições das filhas em relação à carreira, provavelmente porque quando o pai lava roupas, ele também se livra dos estereótipos de gênero. Meninas que crescem na presença de pais amáveis e que as apoiam tendem a iniciar a puberdade mais tarde e são menos inclinadas a comportamentos sexuais arriscados, se comparadas a filhas de pais ausentes.
E o que dizer a respeito dos milhões de crianças que estão sendo criadas por gays, lésbicas, bissexuais e transgênero? Aqui Raeburn foge da raia. "Embora os pais sejam importantes, outras pessoas podem cumprir seu papel" é tudo o que ele tem a dizer a esse respeito.
Na verdade, a maior parte das pesquisas – incluindo o maior projeto até o momento a respeito de famílias com pais gays – mostra que filhos criados por casais do mesmo sexo têm desempenhos similares ao de crianças nascidas em famílias tradicionais. Portanto, talvez seja importante acrescentar que embora os pais sejam fundamentais, ser um bom pai tem pouco a ver com a identidade sexual ou de gênero.

I G