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PENSE NISSO:

PENSE NISSO:

sábado, 10 de janeiro de 2015

TEXTO - O PATINHO FEIO


O PATINHO FEIO

Gilbamar de Oliveira Bezerra

uerendo saber o motivo
de tanta discriminação
junto à margem do laguinho
tentando a melhor posição
procurou ver seu semblante
e naquele mesmo instante
compreendeu a situação

Não era igual aos demais
isso ele compreendeu
tinha muitas diferenças
doía, mas reconheceu
melhor ir logo embora
ir pelo mundo afora
esse lugar não era seu

Não queria despedida
aumentaria mais o sofrer
juntaria seus trapinhos
partindo ao amanhecer
por ser um feio patinho
viveria tão sozinho
talvez fosse melhor morrer

Mas não pensaria nisso
andaria na floresta
no anelo de esquecer
um dia tudo foi festa
quem ele tinha amado
o havia desprezado
que mais na vida lhe resta?

Antes que o sol despontasse
sua trouxinha amarrou
olhou para a mãe e seus irmãos
"oh que insuportável dor!"
ainda tentou segurar
mas não pode aguentar
enquanto se ia, chorou

Passou longe do laguinho
não pretendia mais olhar
porque a água lhe mostrava
sua feiúra sem par
pra que sofrer novamente?
Era mesmo diferente
melhor não se reencontrar

Foi seguindo seu caminho
não tinha um rumo certo
qualquer lugar serviria
o matagal, um pobre teto
e pensou firme no coração
de sua mãe e nenhum irmão
não chegaria mais perto

Próximo a um grande rio
um alvoroço escutou
escondeu-se no matagal
temeroso ele olhou
vendo pássaros, milhares
brancos, lindos, aos pares
tanta beleza o encantou

Que majestosas figuras
de porte tão elegante
sim, enormes, bem charmosas
que fascínio mais tocante
"parecem alguém que já vi
será impressão que senti?"
pensou o patinho distante

"Saia de trás desse mato"
perto dele alguém falou
"por que não brinca conosco?"
A voz gentil ele escutou
não conseguindo entender
que nada havi'a temer
só amizade encontrou

"Quem são e de onde vieram?"
Ele pode balbuciar
o outro pensou admirado:
"estranho modo de falar"
"somos cisnes, você também
venha, vamos lá brincar, vem!
logo ao Sul vamos voltar"

O triste pretenso patinho
compreendeu de repente
por que daquela família
ele era diferente
e veio a verdade de fato
era um cisne, não pato
e lá se foi ele contente

http://movimento-sem-sala.blogspot.com.br/2012/07/mensagens.html

TEXTO - UM MENINO NO CÉU.

UM MENINO NO CÉU

Gilbamar de Oliveira Bezerra

No meu tempo de menino
já tantos anos lá se vão
um fato interessante
de surpreender multidão
só comigo aconteceu
e conto logo como se deu
para acalmar seu coração

Eu tinha uns doze anos
gostava muito de sonhar
abraçado aos meus livros
só pensando em versejar
meu pensar tudo podia
e imagine a fantasia
que me animava: voar!

Eram devaneios infantis
projetos mirabolantes
desejos assustadores
dali então por diante
sonhava sempre voando
todo povo admirando
esse momento marcante

Lá no céu todo garboso
aos amigos acenando
eu vencendo a gravidade
jovem sem asas planando
acordava sorridente
para depois, subitamente,
ver que estava sonhando

Mas criança não esquece
por ser sonho ardente
mesmo que o mundo se queime
corre atrás persistente
nisso pensa todo dia
pois voar é o que eu queria
e só depois ficar contente

Lógico, tal criancice
jamais contei para ninguém
ririam de minha cara
esse era o forte porém
por isso fiquei sozinho
a pensar nisso com carinho
sem a simpatia de alguém

Num incerto amanhecer
quando eu menos esperei
andando de bicicleta
repentinamente voei.
Já não estava mais no chão
como puxado pela mão
de um anjo cujo não sei

Então, todo serelepe,
como ave eu voava
feliz, faceiro, sorrindo
a bicicleta pedalava
com a rapidez do gavião
tranquilo feito avião
alcei-me ao céu sem asa

A princípio, surpreendi-me
sonho ou realidade?
Meu coração logo falou:
"relaxe, veja a cidade
aproveite a ocasião
vá no sonho, deixe a razão
voa, tens essa capacidade"

Quanto mais força botava
ainda mais eu subia
os pedais da bicicleta
eram as asas, e eu via
as pessoas me olhando
as meninas suspirando
e mais para cima eu ia

Formou-se uma multidão
apontando para cima
passei por um fazenda
colhendo laranja-lima
algumas aves, perplexas,
em atitudes complexas
me ajudaram na rima

As nuvens me envolveram
sorrindo, o sol me acenou
um avião que passava
quase comigo trombou
foi então, subitamente,
nada mais que de repente
que minha mãe me acordou

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TEXTO - O TRISTE FIM DAS ÁGUAS


O TRISTE FIM DAS ÁGUAS

Gilbamar de Oliveira Bezerra

De que servirá ao homem
os tantos conhecimentos
se num dia do futuro
(começa a qualquer momento)
notar que os mananciais
da água com seus minerais
morreram. Virão tormentos!

O tão precioso líquido
parte da vida humana
sem esse qual tudo morre
carnificina insana
precisa ser bem tratado
visto com muito cuidado
porque a morte engana

Água, por ser essencial,
serão travadas batalhas
muitos por ela morrerão
por facas, tiros e navalhas
porque contra a natureza
universo de beleza
cometemos tantas falhas

Que homens mais estúpidos
quanta gente insensata
destrói tudo à sua frente
acaba com nossa mata
mija na água que bebe
maltrata o bem que recebe
desperdiça, desacata

Despejam podridão nos rios
devastam nossas florestas
queimam a mata atlântica
fora coisas desonestas
ligam as fossas aos mares
são alguns dos nossos males
e tanta coisa que não presta

Que será de nossa água?
Estamos querendo saber
pois quando ela acabar
é mijo que iremos beber?
Mas até mesmo pra mijar
água nós temos que tomar.
Que será de mim e de você?

Vamos salvar nossa água
todos somos responsáveis
comecemos por nós mesmos
hora de ser sociáveis
botemos a boca no mundo
dar um grito bem profundo
contra atos miseráveis

Caso não façamos isso
de sede nós morreremos
faltará água potável
nós desapareceremos
água nunca desperdiçar
nenhuma calçada lavar
ou então pereceremos

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TEXTO - O DIA DA TERRA

 O DIA DA TERRA

Gilbamar de Oliveira Bezerra

Se pretendemos legar
aos nossos filhos e netos
um mundo belo e saudável
livre de lixo e dejetos
já é hora de começar
sendo humanos corretos

Pensemos nos nossos rios,
nas fontes e nos mananciais,
preservando todos eles,
não extinguindo animais
e que a camada de ozônio
não seja furada mais

Que tal organizar o seu lixo
separando o reciclável,
papéis e papelões num saco
e no outro o biodegradável?
Se amamos nossos filhos
deixemos o mundo saudável

Não vamos encher as ruas
com sacos plásticos usados
nem jogar nossas sujeiras
nos rios já sufocados
e tratemos nossos esgotos
deixando-os purificados

Cuidemos das lindas florestas
evitando o desmatamento
e denunciando à polícia
quem provoca entupimento
nos bueiros da cidade
causando muito tormento

Não podemos descansar
assistindo à destruição
da vida na natureza
morrendo na poluição,
vamos arregaçar as mangas,
é hora de muita união

Comecemos dando exemplo
às crianças brasileiras
fazendo bem nossa parte
sem perder as estribeiras,
não esquecendo de tratar
das mazelas corriqueiras

Ou cuidamos bem do mundo
para as novas gerações
ou em pouco sumiremos
varridos por furacões
em meio à grande sujeira
deixada pelas nações

Peço pelo amor de Deus
aos homens conscientes
que têm suas famílias:
sejam fortes e valentes,
vamos alertar ao mundo
sobre os problemas presentes

Trombas-dágua e terremotos
vêm acontecendo tanto
arrasando muitas vidas,
provocando mágoa e pranto,
não vale a pena ficar
entregue ao desencanto

Precisamos deixar claro
aos habitantes da Terra
que se faz urgente parar
de fazer tanta baderna
com a nossa ecologia
ou, se não, a vida encerra

Chega de derrubar àrvores,
esses cães não amam a vida?
São eles assim tão imbecis
agindo como suicidas?
Se não dermos um jeito agora
a Terra será esquecida

Cada um faça sua parte,
conscientize seu vizinho,
diga que o ser humano
pode terminar sozinho
se o equilíbrio global
não for visto com carinho

Deste momento em diante
não vamos mais desperdiçar
nem água nem energia
pois ambas podem acabar,
e se queremos ter futuro
vamos da vida cuidar!

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TEXTO - XERETANDO

XERETANDO

Gilbamar de Oliveira Bezerra




Eu desenho arco-írsis
em qualquer céu azulado
tudo multicolorido
no espaço encantado
repinto anjos dançando
alguns arcanjos bailando
nesse cenário nublado

As palavras são meu mundo
com elas faço magia
torcendo o rabo da porca
pra curá-la da azia
desafiando a contra-mão
vou direto ao coração
ao lado da confraria

Como domador de leão
vou dominando poemas
tentando poesias lindas
enquanto procuro temas
querendo um mundo melhor
do universo tendo dó
cultuo os melhores lemas

Tenho abraço sincero
o sorriso é multiplicado
eu amo toda beleza
meu sentimento é dobrado
leio romances contrito
creio sim no Deus bendito
amo e também sou amado

As cores me acompanham
aonde quer que eu sigo
quando mostro meus desenhos
nunca minto quando digo
se pinto sol encantado
jamais perc'o rebolado
'inda mais se estou contigo

Muitos anjos engraçados
povoam meu universo
digo com sinceridade
pra gente ruim eu não rezo
sendo ele criminoso
assaltante hororroso
tem meu desprezo,confesso

Meu cordel é esculhambado
não tem pé nem tem cabeça
parece sol apagado
na segunda ou na terça
mas se quiser fazer melhor
eu lhe digo não tenha dó
você cresça e apareça

Sou assim bem humorado
um cara que faz poesia
procurando a qualidade
nos moldes da alegria
fico longo da tristeza
me aconchego na beleza
para ter vida sadia

Escrevi por brincadeira
cordel dá esse caminho
tal qual pássaro voando
doido pra chegar ao ninho
então por favor não queira
achar rastro de poeira
onde coloquei carinho

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TEXTO: O GATO RICO

O GATO RICO

Maria Hilda de J. Alão

Conta o livro de história
Que um tal gato de botas
Obteve grande vitória
Contando muitas lorotas
Para um bobo marquês,
Beneficiando seu dono
E assim viver de vez
No luxo, sem abandono.

Já o gato deste conto
É totalmente diferente.
Muito rico ao ponto
De ornar do palácio a frente
Com pequenos ratos de ouro
Para os gatos pobres afrontar,
E dizer que não havia tesouro
Que ao dele pudesse se igualar.

Os outros gatos do lugar
Olhavam-no com desdém,
E passavam horas a criticar
As atitudes do gato Moquém.
Muito gordo e vaidoso
Vivia inventando moda,
Pois bicho ocioso
É como carro sem roda

Não serve para nada,
Dizia Serafina, a gatinha,
Que por ele era apaixonada.
Um dia, em que nada a fazer tinha,
Moquém chamou um empregado
E deu uma ordem estranha:
Procure e diga que pago bem
Àquele que sem patranha

Possa meu palácio cobrir
Com uma cúpula de cristal
Para eu não mais sentir
O odor desses gatos sem sangue real.
E lá se foi triste o empregado
Atrás de um engenheiro arquiteto.
Para um gato de focinho achatado
Ele contou do patrão o sonho do teto.

A notícia correu como o vento
Alvoroçando o longínquo vilarejo,
E do fato tomou conhecimento
O gato Kané que veio com seu cortejo
Ofertar seus serviços por pagamento
Em ouro e não precisava ser adiantado.
Para seus ajudantes um acampamento,
Ele exigia, bem limpo e climatizado.

Chegaram ao palácio dourado
E foram recebidos com alegria
Por Moquém, o dono da casa.
Iniciou-se o trabalho de cobertura
Do palácio com cristal da Bohemia
Que seria excelente abafadura,
Melhor que alvenaria,
Para impedir que o odor

De qualquer outro gatinho,
Considerado ser inferior,
Chegasse às narinas do gato riquinho.
Os outros gatos, a distância,
Observam aquela obra preconceituosa
E do gato rico a imensa arrogância
Ao dizer a todos: está tão formosa
A cúpula que cresce da noite pro dia.

Em sete dias o trabalho findou.
A cúpula sobre o palácio reluzia.
Kané seus ajudantes despachou
Dizendo a Moquém que logo voltaria
Para receber o que lhe era devido.
E o gato foi para sua tesouraria
Contar o ouro que seria dividido
Entre Kané e seus operários.

Moquém tremeu da cabeça aos pés.
O seu lindo tesouro centenário
Havia desaparecido através
Da mais esperta gatunaria.
Mais zangado ele ficou
Ao saber, por um cristaleiro,
Que a cúpula era pura vidraria,
E que fora vítima de um trapaceiro.

Por sua ostentação foi castigado
Moquém o gato presunçoso.
Ficou pobre e muito assustado,
Trabalho pediu a outros gatos,
Aprendendo de modo doloroso
A lição que vida ensina:
Hoje eu tenho e faço tudo que quero,
Amanhã nada tenho, sou um zero.

http://movimento-sem-sala.blogspot.com.br/2012/07/mensagens.html

Itens e equipamentos de soldados através da história na fotografia de Thom Atkinson


Thom Atkinson é um fotógrafo baseado na Inglaterra. Em sua série "Soldiers' Inventories" (Inventários de Soldados), Atkinson fotografa e documenta os itens carregados por diferentes classes de soldados britânicos através da história, começando pela Batalha de Hastings em 1066 até os dias atuais, passando por famosas batalhas como Waterloo ou a Guerra das Falklands (Malvinas).

Para criar esta série, Thom Atkinson visitou comunidades históricas que usam algumas dessas coleções para reencenar batalhas: "Com a exceção da fotografia dos dias atuais, que foi feita com a ajuda do Corpo de Engenheiros Reais Britânico, todos os artefatos são de posse de membros de vários grupos históricos que reencenam batalhas. Os objetos de períodos mais modernos são a maioria vintage com alguma reprodução aqui e ali. Quando você vai mais ao passado, os objetos são geralmente reproduções feitas por reencenadores depois de uma grande pesquisa. É incrível - há de fato ferreiros que se especializam em fazer reproduções."
Huscarl, Batalha de Hastings, 1066

As fotografias mostram o conjunto de itens e equipamentos alinhados e organizados. Como diz o artista: "É um processo lento, um pouco como um jogo de Tetris - você coloca alguns itens-chave e então começa a preencher as lacunas. Algumas vezes você tem que voltar ou recomeçar tudo do zero porque não está funcionando. Eu queria organizar os objetos de uma forma que eles ilustrassem e dessem pistas do que eles são - objetos pertencendo à categoria comida são agrupados juntos, assim como itens que se relacionam a rifles e armas e assim por diante".

E, por fim, Thom Atkinson fala sobre um dos aspectos que mais lhe chamou a atenção ao criar esta série, que envolve história, seres humanos e mudança ou não: "Enquanto é fascinante ver o desenvolvimento e evolução dos equipamentos, há muitas coisas que realmente não mudaram nada. A necessidade por comida, água, fogo, calor, até mesmo entretenimento, não mudaram em 1000 anos. Há uma colher em todas as fotografias, por exemplo. Uma capa pode ter evoluído em um manto, um grande casaco e eventualmente um saco de dormir, mas a necessidade humana de se permanecer aquecido é exatamente a mesma. É incrível pensar que mesmo com a tecnologia tendo evoluído tanto, as pessoas as usando podiam ter sido muito semelhantes."

Vejam os itens e equipamentos de soldados através da história na fotografia de Thom Atkinson:

Cavaleiro montado, Cerco a Jerusalém, 1244


Arqueiro, Batalha de Azincourt, 1415


Soldado de York, Batalha de Bosworth Field, 1485


Trained Band Caliverman, Tilbury, 1588


New Model Army Musketeer, Batalha de Naseby, 1645


Sentinela raso, Batalha de Malplaquet, 1709


Soldado raso, Batalha de Waterloo, 1815


Soldado raso, Brigada de rifle, Batalha de Alma, 1854


Sargento, Batalha do Somme, 1916


Cabo, Brigada de Paraquedas, Batalha de Arnhem, 1944


Royal Marine Commando, Guerra das Falklands (Malvinas), 1982


Close Support Sapper, Corpo de Engenheiros Reais, Província de Helmand, 2014



http://www.estou-sem.blogspot.com.br/2014/09/itens-e-equipamentos-de-soldados.html

'Fiz relações internacionais e até hoje não consegui um emprego na área'

'Fiz relações internacionais e até hoje não consegui um emprego na área'



Um ouvinte escreve: "Gostaria de fazer um desabafo. Eu me formei em relações internacionais. Rememorando os motivos que me levaram a optar por esse curso, percebo que fui ingênuo. Eu sempre me relacionei bem com pessoas e sempre sonhei com uma carreira internacional. Juntando essas duas coisas, o curso parecia uma resposta óbvia às minhas aspirações. Pois bem. Não consegui nenhum emprego compatível com o curso e hoje trabalho como corretor de imóveis. E nenhum dos colegas de curso com os quais tenho contato está trabalhando em algo sequer parecido com relações internacionais. Este desabafo é mais para alertar sobre a falácia desses cursos com nomes chamativos que não geram oportunidades de carreira."

Muito bem. Sinto por sua situação, mas não compartilho de sua conclusão. Não existem cursos ruins por natureza, existem cursos mal escolhidos. Se você estivesse trabalhando na época em um escritório de importação e exportação, o curso de relações internacionais teria sido uma decisão coerente.

Existem cursos que sempre originaram carreiras a partir do diploma, como medicina e engenharia, por exemplo. E existem outros que para serem cursados, requerem cuidados preliminares. Já estar trabalhando na área ou conhecer alguém que trabalhe e que possa servir como referência em uma contratação, são dois desses cuidados.

O seu desabafo é um sinal de alerta em relação a cursos não tradicionais. Mais no sentido de que é precisopensar com cuidado antes para não se arrepender depois.

Max Gehringer, para CBN.