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PENSE NISSO:

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quinta-feira, 19 de julho de 2012

Como é feita a salsicha?

por André Santoro
A mais comum, usada em cachorros-quentes e outras receitas populares, é feita em linhas de produção automatizadas, praticamente sem contato humano e com etapas rígidas de higienização. Isso desmente o mito de que as fábricas de salsichas ainda são ambientes repugnantes, com sangue e gordura escorrendo por todos os lados. Essa idéia se disseminou principalmente pela célebre frase do chanceler alemão Otto von Bismarck (1815-1898), que dizia que as pessoas nunca deveriam saber como são feitas as salsichas e as leis. Na verdade, a única parte do processo que pode afetar os estômagos mais sensíveis é a hora da escolha dos ingredientes, já que essa iguaria é feita com carne picada ou moída de qualquer pedaço de boi, porco ou frango. "Geralmente, o que entra nessa mistura são as sobras dos cortes tradicionais e partes pouco apreciadas, como as bochechas e as vísceras de bovinos e suínos", diz a engenheira de alimentos Eunice Yamada, do Instituto de Tecnologia de Alimentos de Campinas (SP).
Entretanto, a receita costuma mudar um pouco de acordo com o tipo de produto. "Quando a salsicha é de frango ou de peru, a carne aproveitada na fabricação é aquela que fica grudada nos ossos após a retirada das peças principais, como o peito, a coxa e a sobrecoxa", afirma outra engenheira de alimentos, Carmen Castillo, da Universidade de São Paulo (USP).
Mistura animalRestos de carnes de boi, de porco e de frango são os ingredientes principais do produto
1. A matéria-prima da salsicha é a chamada carne industrial, composta principalmente de sobras e aparas dos cortes tradicionais e de regiões pouco valorizadas de boi, frango e porco. Na primeira etapa da produção, as peças congeladas são cortadas em pedaços bem pequenos por um conjunto de máquinas automáticas
2. Depois de retalhadas, as carnes passam por um aparelho chamado cutter, que transforma a mistura em uma espécie de farelo homogêneo. O passo seguinte é juntar à matéria-prima doses de sal, amido de milho, temperos e conservantes (como nitrito de sódio), que dão uma coloração rosada à mistura. A receita fica então com cerca de 55% de carne e 45% de outros ingredientes
3. O processo de embutimento propriamente dito começa assim que a pasta sai do cutter. A mistura é usada para encher as tripas, que podem ser naturais (como intestinos de carneiro, por exemplo) ou artificiais, feitas de plástico ou celulose, com diâmetro médio de 2 centímetros. Depois de preenchidas, as tripas são torcidas ou amarradas mecanicamente
4. Já fechadas, as salsichas ficam por meia hora em uma estufa a 80 ºC. Um termômetro controla a temperatura, avisando a hora de interromper o cozimento, quando o interior da salsicha chegar a 70 ºC. A técnica é um pouco diferente para as salsichas defumadas, mergulhadas nessa etapa em um líquido com essência de madeira, que confere o sabor característico ao produto
5. Depois do cozimento, as salsichas são resfriadas com uma ducha de água gelada por cerca de 20 minutos, matando microrganismos que sobreviveram ao calor da estufa. O resfriamento também desprende a tripa de plástico, mas a salsicha mantém sua forma porque as proteínas da carne coagulam durante o cozimento, criando uma fina camada externa que sustenta o formato do produto
6. A essa altura, a salsicha até já poderia ser consumida, mas ela ainda passa pelo processo de tingimento, para melhorar o aspecto do produto. Nessa hora, ela é mergulhada por dois minutos em um tanque com uma solução de urucum, um corante natural. Depois, um banho de ácido fosfórico ajuda a fixar a cor vermelha
7. Na última fase da produção, as salsichas são embaladas a vácuo, para garantir a conservação por um período maior. Antes de comê-las, entretanto, é recomendável ferver o produto, para se livrar de microrganismos que eventualmente tenham resistido aos processos de cozimento e de choque térmico
Você sabia?
O sueco Jimmy Sköld é o mais veloz comedor de salsichas do mundo. Segundo o Guinness Book, ele devorou sete em apenas um minuto, engolindo as três primeiras em dez segundos!
Mergulhe nessa
Na livraria:
Embutidos, Frios e Defumados, Sylvio Cesar Rocco, Textonovo, 1996
Na internet:
www.uwex.edu/ces/animalscience/meats/Sausage%20and%20manufacturing.Sausage.


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REVISTA SADOL
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terça-feira, 17 de julho de 2012

Como surgiram os estados brasileiros?

por Danilo Cezar Cabral
Trinta e quatro anos após o Descobrimento, o litoral brasileiro estava sendo saqueado a torto e a direito por piratas em busca de pedras preciosas e madeiras raras. Para manter o controle do território, a coroa portuguesa decidiu criar as capitanias hereditárias, 15 faixas de terra que se estendiam da costa até a linha imaginária do Tratado de Tordesilhas. Para tomar conta desses primeiros "estados" do país, foram nomeados capitães-donatários.
A CASA DAS SETE PROVINCIAS
Em 1709, os portugueses resolveram reorganizar a colônia em função dos benefícios específicos que cada região poderia trazer para a coroa. Nasceram, então, as sete províncias, imensas extensões de terra com fronteiras mais bem definidas. Além dos aspectos econômicos, a criação das províncias visava obter um controle ainda maior sobre o território, constantemente ameaçado pela ação de piratas e do "olho grande" espanhol.
RASCUNHO IMPERIAL
Após a Independência, em 1822, o Brasil foi repartido em diversas novas províncias, "rascunhos" do que viriam a ser os futuros estados. O mapa atual do Nordeste, por exemplo, já está quase todo lá. No Sul, contávamos ainda com a província da Cisplatina, que pertenceu ao Brasil até 1829, quando um movimento separatista obrigou o país a reconhecer a independência da região, que deu origem ao Uruguai
ESTADOS DE SÍTIO
Rolaram grandes mudanças no mapa após a Proclamação da República, em 1889, como a própria adoção da palavra estado para nomear as porções do território. Em 1942, o Brasil entrou na Segunda Guerra e, como estratégia de defesa e administração das fronteiras, o governo desmembrou algumas áreas, criando novos territórios, como Amapá e Guaporé, no norte, e Iguaçu, no sul. Mais tarde, alguns desses territórios viraram estados, outros foram reintegrados à sua região de origem.
DEPOIS DA PLÁSTICA
A partir de 1960, ano da inauguração de Brasília, rolaram as últimas mexidas que deixaram o Brasil com a cara que tem hoje, com seus 26 estados mais o Distrito Federal. Além da "promoção" de alguns territórios, como Acre e Rondônia, a estados, Fernando de Noronha voltou a fazer parte de Pernambuco, e nasceram Mato Grosso do Sul (desmembrado do Mato Grosso) e Tocantins (fatiado de Goiás). Porém, se depender das propostas que, nos últimos anos, chegaram ao Congresso, o vira-e-mexe do mapa brasileiro pode estar longe de acabar.
NAÇÃO DE RETALHOS
Nos últimos anos, chegaram várias propostas ao Congresso para a criação de novos estados e territórios no país, sendo que muitas ainda estão em curso.



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Como foi formada a camada do pré-sal?

por Gabriela Portilho
Ela surgiu a partir de um riquíssimo depósito de matéria orgânica que, ao longo de milhões de anos, foi prensado por grossas camadas de rocha e sal, transformando-se em petróleo. O estrato do pré-sal está a cerca de 7 mil metros de profundidade, ocupando uma faixa de 800 quilômetros do litoral brasileiro que se estende de Santa Catarina ao Espírito Santo. Estima-se que lá estejam guardados cerca de 80 bilhões de barris de petróleo e gás, o que deixa o Brasil na privilegiada posição de sexto maior detentor de reservas no mundo, atrás apenas de Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait e Emirados Árabes. Confira a seguir como se deu o longo processo de formação dessa preciosa mina de petróleo.
Panela de pressão
Ao longo de milhões de anos, um gigantesco caldo de matéria orgânica foi submetido a pressões incríveis, transformando-se no petróleo do pré-sal
1. No princípio era o Gondwana
Quando: Há 135 milhões de anos
África e América do Sul faziam parte de um único e imenso continente chamado Gondwana (a outra porção continental da Terra chamava-se Laurásia). Em virtude das forças de convecção causadas pelo resfriamento do magma, as placas tectônicas começaram a se afastar provocando uma fratura entre os dois atuais continentes. Além disso, houve intensa atividade vulcânica
2. Grandes lagos
Quando: Há 130 milhões de anos
Com o afastamento das placas tectônicas, as águas das chuvas passaram a se acumular nas falhas geológicas, dando origem a grandes lagos de água salobra e quente (por causa da atividade vulcânica). Fundos e com baixo nível de oxigenação, esses lagos acabaram se transformando em grandes depósitos de matéria orgânica, como folhas e animais mortos, que também se acumulavam em seu interior
3. Mistura fina
Quando: Há 120 milhões de anos
Enquanto os continentes lentamente continuavam a se afastar, a matéria orgânica foi se misturando a partículas finas de argila, areia, calcário e conchas. Esta mistureba toda deu origem a uma grande camada de rocha sedimentar porosa, na qual ficou armanezado o material que, milhões de anos mais tarde, se transformou em petróleo
4. O lago vai virar mar
Quando: Entre 115 a 110 milhões de anos
Com o afastamento maior das placas, as águas oceânicas invadiram o lago, formando um grande mar interior, estreito, comprido e com pouca circulação de água, semelhante ao Mar Vermelho. Em virtude da evaporação da água, formou-se uma espessa camada de sal, com mais de 2 mil metros de espessura, que cobriu o denso depósito de matéria orgânica
5. Petróleo à vista!
Quando: 20 a 30 milhões de anos
Ao longo desses milhões de anos, o mar expandiu-se de vez e os sedimentos de rocha depositados sobre a camada de sal acabaram formando o leito do oceano Atlântico. Soterrada abaixo desses gigantescos blocos de rocha e de sal, a matéria orgânica sofreu enorme pressão, transformando-se, por fim, no petróleo da camada pré-sal. A quase 7 mil metros de profundidade, o óleo dessas áreas é bem mais puro: sofreu pouca ação das bactérias, que dificilmente sobrevivem à temperatura local de mais de 100 ºC.
A camada de sal é impermeável, mas tem falhas geológicas. Através dessas fissuras, cujas porosidades são preenchidas por água, parte do petróleo do pré-sal acaba subindo e fixando-se em bolsões da camada de rocha. Em locais como esses é que se encontram algumas das jazidas de petróleo oceânicas já exploradas, como as da bacia de Campos (RJ).



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Como nasce um rio?

Na maioria das vezes, a "gestação" de um rio começa com as chuvas em regiões montanhosas. As águas podem correr pela superfície ou infiltrar-se no solo. Outra possibilidade é ele nascer após o degelo da neve do cume de montanhas. As águas penetram perpendicularmente no solo, através de espaços vazios entre as rochas, até encontrar um extrato de rocha impermeável. Aí se forma o lençol freático, espécie de rio subterrâneo que pode estar a dezenas de metros de profundidade. O lençol freático flui subterraneamente, acompanhando o desenho do relevo, do local mais alto para o mais baixo. Com o tempo, porém, alguns pontos da superfície ficam tão desgastados pela erosão que acabam permitindo o brotamento das águas subterrâneas. É quando surge a nascente do rio. Acidentes geológicos, como terremotos, também podem fazer o lençol aflorar na superfície, dando origem a um manancial, o chamado olho d’água. No percurso rumo ao mar, o curso d’água encontra todo tipo de terreno. Quando passa por áreas mais íngremes, torna-se uma baita corredeira e segue cavando suas margens ao desgastar o solo ao redor. Nesses trechos, ele é chamado de rio juvenil. Em solos menos inclinados, o "bicho amansa" e flui ao longo de meandros, que o rio vai formando enquanto erode uma margem e deposita sedimentos na outra. Quando erosão e sedimentação se equilibram, o rio é chamado de maduro. Se não quiser ficar pelo caminho - como no caso dos riachos temporários, que têm o leito completamente seco em algumas épocas do ano -, um rio de respeito também precisa se hidratar. Isso ocorre nos vários momentos em que ele recebe as águas de rios menores, que se tornam seus afluentes. Também rolam as horas de calmaria total, em que o rio quase não desgasta suas bordas, fluindo preguiçosamente enquanto deposita sedimentos por onde passa. Nessas áreas, ele acaba formando vales largos e extensas planícies, sendo chamado de senil. Apesar do nome - juvenil, maduro e senil -, as fases do rio não têm a ver com idade, mas com o modo de fluir. Por exemplo, se ele vem na boa, num planalto, e encontra um degrau, passa de senil a juvenil de uma vez, despencando numa cachoeira. Seja como for, vencidos os obstáculos, o rio finalmente desemboca no mar, doce mar.



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O que é um paraíso fiscal?

por Bruno Lazaretti
É uma região que libera os bancos para fazer transações financeiras sem identificar envolvidos e com taxas reduzidas ou até nulas de impostos. Isso atrai investidores que não querem ter contas vinculadas a seu nome, assim como empresas querendo pagar menos impostos. Infelizmente, a confidencialidade das contas, o forte sigilo bancário e o controle fiscal mínimo também atraem dinheiro “sujo”, vindo de lavagem de dinheiro, corrupção e crime organizado. A ilegalidade, porém, está na origem da grana, e não no ato de guardá-la num paraíso fiscal. Mesmo assim, após a crise financeira mundial, em 2008, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) apertou o cerco aos paraísos fiscais, exigindo uma política de impostos transparente e o acesso de autoridades estrangeiras a dados de clientes. Na prática, contudo, pouco mudou.
Delaware tem o menor imposto corporativo dos EUA, exige pouca informação para abrir contas empresariais e não cobra nada de estrangeiros
WELCOME TO PARADISE
Conheça os maiores paraísos fiscais do mundo.
1º Delaware (estado americano)
2º Luxemburgo
3º Suíça
4º Ilhas Cayman
5º Reino Unido
6º Irlanda
7º Bermuda
8º Cingapura
9º Bélgica
10º Hong Kong




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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Os pôneis são cavalos anões?


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Não, na verdade é o contrário. "Os outros cavalos é que são supercrescidos", afirma o veterinário Reuel Luiz Gonçalves, membro da Federação Eqüestre Internacional. Para entender melhor essa questão sobre o tamanho dos cavalos, é preciso voltar no tempo. O antepassado comum de todos os eqüídeos, chamado de hyracoterium, tinha o tamanho de uma raposa. A evolução desse ancestral, levando em conta a disponibilidade de alimento, é que deu origem aos mais diferentes tipos de cavalo. Os do tipo sela, ideais para montaria, desenvolveram-se em regiões com predominância de gramíneas e poucos arbustos para se esconder. Com isso, se por um lado tinham à disposição alimento de média qualidade, do outro precisavam ser rápidos e ágeis para escapar de predadores.
Já os cavalos do tipo tração, usados para o trabalho pesado, viviam em regiões de floresta, com predominância de plantas leguminosas, ricas em proteína. Assim, eles tinha alimento de alta qualidade (o que ajudou a desenvolver sua força) e facilidade para se esconder (o que não exigiu um aprimoramento da velocidade). Já os eqüinos que deram origem aos pôneis viviam em regiões de clima inóspito, como o norte da Europa e da Ásia, e tinham uma alimentação muito deficiente, o que barrou o seu crescimento. "Por um processo de seleção natural, só sobreviviam os menores. Esse grupo deu origem a todas as raças de pônei do mundo", diz Reuel. De acordo com a definição mais usual, pôneis são eqüinos que medem menos de 1,47 metro. Mas muitos deles não atingem nem 1 metro, uma diferença e tanto em relação aos cavalos comuns, que, dependendo da raça, podem chegar a até 1,90 metro.
Tudo parenteCavalos, asnos, zebras e pôneis são da mesma família
Família
Equidae
Pertencente à ordem dos perissodátilos (herbívoros com dedos em forma de casco), essa família tem como peculiaridade o fato de possuir só um gênero
Gênero
Equus
É dividido em várias espécies que podem cruzar entre si. Mas esses cruzamentos podem gerar crias estéreis, como as mulas, resultantes da união entre uma égua e um asno
Espécies
Zebras
Existem duas diferentes espécies de zebras, espalhadas principalmente pelo continente africano: a Equus zebra e a Equus grevyi
Asnos
Chamados no Brasil popularmente de jumentos ou burros, os asnos também são divididos em espécies diferentes, como Equus asinus e Equus hemionus
Cavalos
Todos pertencem a uma só espécie, Equus caballus, que tem várias subespécies (ou raças), em que aparecem os diferentes tipos do animal, dos pôneis aos cavalos selvagens


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domingo, 15 de julho de 2012

Mensagem da Semana para Reflexão: três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes...



 

Imaginemos três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.

A primeira queria ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros;

A segunda queria ser um grande navio para transportar reis e rainhas.

A terceira árvore queria ficar no alto de uma montanha e crescer tanto que as pessoas quando olhassem para ela, levantassem seus olhos e pensassem em Deus.

Mas, a primeira árvore acabou sendo transformada num cocho de animais coberto de feno, a segunda virou um simples barco de pesca carregando pessoas e peixes todos os dias e a terceira árvore mesmo sonhando em ficar no alto de uma montanha, acabou cortada em grossas vigas e colocada de lado num depósito.

Mas numa certa noite, uma jovem mulher colocou seu neném nascido naquele cocho de animais e de repente a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.

A segunda árvore anos mais tarde acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco, mas quando a tempestade quase afundou o pequeno barco o homem levantou-se e disse ao mar revolto: -"Sossega"; e entendeu que estava carregando o Rei dos Céus e da Terra.

Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela, pois fora condenado a morte mesmo sendo inocente.

Logo sentiu-se horrível e cruel, mas no Domingo o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade e que as pessoas se lembrariam de Deus e de seu filho Jesus Cristo ao olharem para ela.

"O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa vem do Senhor." Pense nisto.






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GRAMÁTICA - SINÔNIMOS E ANTÔNIMOS...










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DIÁRIO CATARINENSE
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www.r7.com/
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CARTÕES PESSOAIS DE BRUNO DALMOLIN
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http://www.tpa.com.br
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Mural para o dia dos pais - 2012.

Olá pessoal!
Separei mais uma coletânea de murais para o dia dos pais (material da Internet). Os créditos estão no final da postagem
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Onde encontrei:
Picasa: Regina Maccari

AS DIMENSÕES DA LINGUAGEM ESCRITA.

por Claudia Mara
 Quando não acontece a aprendizagem da escrita, identifica-se como um dos motivos mais freqüentes: a atividade pedagógica de ensino restrita a dimensão fonológica da escrita: e à concepção de que é possível dominar a escrita sem ensino claro e intencional das várias dimensões  que compõem a linguagem escrita.

Para escrever é necessário dominar várias dimensões da linguagem, isto é, os vários componentes do sistema de linguagem escrita. As várias dimensões são:
 Ø  Fonológica ortográfica: é o ramo da linguística que estuda o sistema sonoro de um idioma, a maneira como os sons se organizam e ortografia trata da representação gráfica dos fonemas.
 Ø  Léxica: o acervo de palavras de  um determinado idioma, conjunto de palavras que as pessoas de uma determinada língua tem a sua disposição para expressar-se oralmente ou por escrito.
 Ø  Sintática: é a parte da gramática que estuda a disposição das palavras na frase e a das frases no texto, bem como a relação lógica das frases entre si.
 Ø  Semântica: estuda o significado e a interpretação do significado de uma palavra.
 Ø  Prosódia: é o estudo do ritmo, entonação  e demais atributos correlatos na fala (pronúncia da fala).
 Independente do “método” de alfabetização que se adote, há aquisições que a pessoa precisa fazer para adquirir a escrita e poder utiliza-la na vida cotidiana e na escola. Estas dimensões da escrita se relacionam entre si, deficiências no ensino e na aprendizagem de uma delas tem implicações nas outras.
"Quando a criança não aprende a ler e escrever."
(Elvira Souza LIma)

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