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PENSE NISSO:

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Projeto Semana Farroupilha

Projeto sobre a semana da Farroupilha. Confira projetos e sugestões de atividades para o Dia do Gaúcho. 

http://www.mundinhodacrianca.net/2009/09/projeto-semana-farroupilha.html

A Semana Farroupilha

A Semana Farroupilha é um momento especial de culto às tradições gaúchas, transcendendo o próprio Movimento Tradicionalista Gaúcho. Ela envolve praticamente toda a população do Estado, se não fisicamente nos locais organizados para festejos, participando das iniciativas do comércio, dos serviços públicos, das instituições financeiras ou das indústrias.

A Semana Farroupilha é regulada por uma Lei Estadual e Regulamentada por um Decreto. Sua organização é feita em duas estâncias, a estadual com a definição de diretrizes gerais, escolha do tema básico e atividades que envolvem as distâncias públicas estaduais, e no nível local onde, na prática ocorrem os festejos as manifestações Culturais, artísticas e onde se realizam as mostras e os desfiles destacando-se o realizado a cavalo.
Em Porto Alegre, a Semana Farroupilha tem seu núcleo concentrado no Parque Maurício Sirotski Sobrinho e oferece uma intensa programação sócio, cívica e cultural, com constituição de um grande Acampamento Farroupilha que tem uma duração de quase 30 dias. Durante a Semana Farroupilha são relembrados os feitos dos Gaúchos no Decênio Heróico (1835-1845), através de palestras, espetáculos, lançamento de livros entre outras atividades.

[A Saga Farroupilha]

As comemorações da Revolução Farroupilha – o mais longo e um dos mais significativos movimentos de revoltas civis brasileiros, envolvendo em suas lutas os mais diversos segmentos sociais – relembra a Guerra dos Farrapos contra o Império, de 1835 a 1845. O Marco Inicial ocorreu no amanhecer de 20 de setembro de 1835. Naquele dia, liderando homens armados, Gomes Jardim e Onofre Pires entraram em Porto Alegre pela Ponte da Azenha.

A data e o fato ficaram registrados na história dos sul-ro-grandenses como o início da Revolução Farroupilha. Nesse movimento revolucionário, que teve duração de cerca de dez anos e mostrava como pano de fundo os ideais liberais, federalistas e republicanos, foi proclamada a República Rio-Grandense, instalando-se na cidade de Piratini a sua capital.

Acontecendo-se a Revolução Farroupilha, desde o século XVII o Rio Grande do Sul já sediava as disputas entre portugueses e espanhóis. Para as lideranças locais, o término dessas disputas mereciam, do governo central, o incentivo ao crescimento econômico do Sul, como ressarcimemto às gerações de famílias que lutaram e defenderam o país. Além de isso não ocorrer, o governo central passou a cobrar pesadas taxas sobre os produtos do RS. Charque, couros e erva-mate, por exemplo,passaram a ter cobrança de altos impostos. O charque gaúcho passou a ter elevadas, enquanto o governo dava incentivos para a importação do Uruguai e Argentina.
Já o sal, insumo básico para a preparação do charque, passou a ter taxa de importação considerada abusiva, agravando o quadro. Esses fatores, somados, geram a revolta da elite sul-riograndense, culminando em 20 de setembro de 1835, com Porto Alegre sendo invadida pelos rebeldes enquanto o presidente da província, Fernando Braga, fugia do Rio Grande.

As comemorações do Movimento Farroupilha, que até 1994 restringiam-se ao ponto facultativo nas repartições públicas estaduais e ao feriado municipal em algumas cidades do Interior, ganharam mais um incentivo a partir do ano 1995. Definida pela Constituição Estadual com a data magna do Estado, o dia 20 de setembro passou a ser feriado. O decreto estadual 36.180/95, amparado na lei federal 9.093/95, de autoria do deputado federal Jarbas Lima (PPB/RS), especifica que “a data magna fixada em lei pelos estados federados é feriado civil”.

[A Chama Crioula]
Num ambiente em que a sociedade negava hábitos, costumes e tradições gauchescas, ressurge o sentimento de orgulho das coisas tradicionais que, a rigor, naquele momento só tinham algum destaque quando a Brigada Militar reverenciava a figura do General Bento Gonçalves da Silva, em solenidade que realizava a cada 20 de setembro em frente ao monumento erguido na Av. João Pessoa, em Porto Alegre.

No mês de agosto de 1947, alguns estudantes do Colégio Júlio de Castilhos de Porto Alegre, liderados por João Carlos D’Ávila Paixão Côrtes, fundaram um Departamento de Tradições Gaúchas, junto ao Grêmio Estudantil. O Departamento destinava-se a estimular o desenvolvimento cultural, por meio de reuniões sociais recreativas. Era um movimento estudantil com alunos de diversas camadas sociais e segmentos étnicos, que levantava-se em favor das tradições. O objetivo era achar uma trilha diante da perda da fisionomia regional; combater a descaracterização; reagauchar o Rio Grande. Em suma: procuravam a identidade da terra gaúcha.

Aprovada a idéia, o Grêmio Estudantil do “Julinho”, enviou a Imprensa da Capital, um comunicado, cujo primeiro parágrafo dizia: “O Grêmio Estudantil Júlio de Castilhos, sentindo a necessidade da perpetuação das tradições gaúchas, fundou, aliando aos seus já numerosos Departamentos, o das Tradições Gaúchas, procurando assim, preservar este legado imenso dos nossos antepassados, constituído do amor à liberdade, grandeza de convicções representadas pelo sentimento de igualdade e humanidade”.

No Departamento de Tradições Gaúchas do Grêmio estudantil Júlio de Castilhos decidiram realizar a “1ª Ronda Gaúcha”, que logo passaria a ser chamada de Ronda Crioula. Esta iniciou no dia 7 de setembro, com uma programação que se estendeu até o dia 20 daquele ano de 1947.

O programa previa o acendimento de um Candeeiro Crioulo, o primeiro baile gauchesco que aconteceu no Teresópolis Tênis Club, no dia 20 de setembro à noite, concursos de trajes regionais, palestras, concurso literário e uma série de momentos eqüestres. A decoração do local era feita de apetrechos campeiros (laços, guampas, pelegos, ninhos de João-de-Barro) além de um fogo-de-chão, onde se esquentava água para chimarrão e assava-se uma carne.

Participam como convidados especiais o jornalista e escritor Manoelito de Ornellas e o desenhista de motivos campeiros e declamador gauchesco, Amândio Bicca. A eles coube julgar os gaúchos e as prendas mais tipicamente vestidos, sendo que a presença do ilustre historiador Manoelito de Ornellas, no baile, causou forte impressão ao proferir um inflamado discurso às causas regionalistas, manifestando sua crença naqueles jovens e nos objetivos a que se propunham alcançar. À beira de um verdadeiro fogo-de-chão, mateando e tomando café-de-chaleira, Barbosa Lessa ventilou a idéia de fundar uma agremiação civil gauchesca. Iniciava-se aí o tradicionalismo como força viva popular.
Esta Ronda Crioula foi, na verdade, a precursora da Semana Farroupilha, oficializada somente 17 anos mais tarde, através da Lei Estadual 4.850, de 11 de dezembro de 1964.

Paixão Côrtes, que dirigia o Departamento foi procurar o Presidente da Liga de Defesa Nacional e disse-lhe que gostaria de retirar uma centelha do Fogo Simbólico da Pátria no momento da sua extinção no dia 7 de setembro e transportá-la até o Colégio Júlio de Castilhos. Lá acenderia um candeeiro típico, num altar cívico como parte das comemorações da Ronda Gaúcha, no que foi autorizado.

Naquele ano de 1947, a Liga de Defesa Nacional, presidida pelo Major Darci Vignoli incluiu na programação alusiva à Semana da Pátria, a transladação dos restos mortais do General Farroupilha David Canabarro, de Sant’Ana do Livramento para o Panteão da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia, em Porto Alegre. Para este acontecimento tão importante, entendeu o Major Vignoli que era do maior significado cívico que a guarda de honra fosse composta por uma representação de gaúchos tipicamente trajados, que traduzisse a alma da terra e o espírito farroupilha. Pessoas que lembrassem os tempos gloriosos dos nossos estancieiros e suas peonadas, que enfrentaram durante 10 anos todo o Império.

Diante da inexistência de uma representação com estas qualidades, o Presidente da Liga solicitou ao Departamento de Tradições do “Julinho” um piquete de gaúchos para montar guarda à urna com os restos mortais do grande Herói Farrapo.

Com muito custo Paixão conseguiu mais cinco jovens para a empreitada, totalizando oito componentes.

Estava formado o Piquete da Tradição, grupo esse que passaria para a história, no 1º Congresso realizado em julho de 1954 em Santa Maria, quando foi batizado como o “Grupo dos Oito”.

Próximo da meia-noite do dia 7 de setembro de 1947, os jovens, João Carlos D’Ávila Paixão Côrtes, Cyro Dutra Ferreira e Fernando Machado Vieira, devidamente montados, aguardavam junto a Pira.

Chegando o momento da extinção do Fogo Simbólico da Pátria, foram chamados para a retirada da centelha, conforme haviam acordado. Paixão Côrtes subiu ao topo da Pira com um archote improvisado, feito de estopa embebida em querosene presa a ponta de um cabo de vassoura e solenemente acendeu aquela que seria a primeira Chama Crioula. Dali, os três cavaleiros, conduziram a galopito a centelha até o “Julinho”, onde acenderam o Candeeiro Crioulo.
A Chama Crioula é o fogo que simboliza fertilidade, calor, claridade, ardor, paixão, hospitalidade e coragem. Simboliza, enfim, a Tradição Gaúcha. Representa o gaúcho idealizado no espírito heróico dos Farroupilhas, com os ideais de justiça e liberdade, visando a aproximação dos povos.

Mais informações no sítio da Semana Farroupilha:http://www.semanafarroupilha.com.br

SEMANA FARROUPILHA DE 07 A 20 DE SETEMBRO DE 2014

TEMA ANUAL 2014


“EU SOU DO SUl”

Objetivo geral: 
Difundir e expandir a cultura gaúcha em geral e os aspectos regionais dessa mesma cultura. Objetivos específicos: - valorizar os diferentes aspectos da formação da sociedade gaúcha e o legado das etnias formadoras; -Destacar e fortalecer aspectos típicos regionais que se referem a hábitos e costumes, como a indumentária, a culinária, as crenças, a música, a dança, etc. - valorizar locais típicos, sítios históricos, belezas naturais, o clima, a pampa, a serra, ou seja, a diversidade natural do Rio Grande do Sul que caracteriza o estado como um cadinho nacional específico e único. 
Justificativa: A formação do povo gaucho, constitui-se em uma mescla de raças. Cada etnia formadora (índio, negro, branco europeu, mameluco brasileiro) traz consigo uma bagagem cultural de hábitos, usos e costumes que mesclados caracterizam quem é do sul. O Rio Grande do Sul tem como característica cultural o somatório de todas as etnias que contribuíram para a povoação do estado, e ainda, aspectos típicos que aqui nasceram e se cristalizaram, exatamente em função da convivência dessas etnias.. O gaucho se expressa de formas e maneiras típicas e isso identifica a sua origem. No entanto, cada região do estado apresenta aspectos que lhe dão um colorido próprio: a campanha, as fronteiras sul e oeste, o litoral, as missões, a serra, a região colonial. Cada uma dessas regiões e mesmo cada município terá oportunidade de mostrar tudo aquilo que faz com que tenha orgulho de dizer: EU SOU DO SUL! As características nativas. As belezas naturais. Os sítios históricos. O clima frio. O vento minuano. O céu azul. Tudo isso, e muito mais, será motivo para desenvolver uma infinidade de iniciativas nas escolas, nos CTGs, nos desfiles temáticos, de modo a que seja mostrado tudo aquilo que contribui para o nosso orgulho de ser do sul. 
O tema proposto: EU SOU DO SUL, propõe que cada entidade, região ou município desenvolva o tema e elabore um roteiro próprio. Estamos apresentando uma proposta inédita. Até hoje, desde que o temário se tornou orientador da maioria das atividades no estado, durante os Festejos Farroupilhas, neste ano propomos que cada região ou cada município desenvolva o seu temário, sempre no sentido de mostrar que “SOMOS DO SUL” e isso nos faz únicos, especiais, diferentes. O tema proposto para este ano, proporcionará a cada núcleo institucional ou social, desenvolver o seu tema dando destaque para aquilo que é motivo local para o “orgulho de ser gaúcho”. Teremos, no ano de 2014, a oportunidade de reconhecer as mais variadas manifestações culturais e as diferentes formas de expressar o orgulho de dizer: EU SOU DO SUL!


Tema sugestivo para desenvolver as atividades, especialmente os DESFILES TEMÁTICOS:

Nossa gente - formação étnico cultural do gaucho – o gaúcho é um tipo cultural resultante da mescla das culturas das etnias formadoras: índio, espanhol, negro, português, açoriano, mameluco brasileiro, alemão, italiano, polonês, ...
Chimarrão e Churrasco - Os espanhóis na região sul do Brasil, deparam-se com a tribo dos índios GUARANIS, onde foi ofereciam e sorviam uma bebida como testemunho de paz, hospitalidade e concórdia. A bebida ofertada era o chimarrão. Inicialmente, conforme registros, somente os pagés conheciam as propriedades da erva mate: mascando a folha, ou em infusão de água gelada, conhecida como tererê ou água quente o tradicional chimarrão. Também hoje queremos despertar nas prendinhas e nos piás o gosto pela bebida e aprenderem a importância do chimarrão nas rodas de mate entre amigos e a hospitalidade ao se receber alguém em nossa casa ou CTG. O churrasco – Definido como uma porção de carne ou pequeno animal, sem tempero, assada geralmente ao calor da brasa, em espetos ou sobre a grelha. Comida típica gaucha desde o tempo em que o gado era abundante e alçado(orelhano) o churrasco se constitui numa alimentação de facilidade e praticidade.
A música e dança – Através da gaita, do violão, do pandeiro e da voz dos cantores celebramos os costumes do gaucho e enaltecemos as raízes do gaúcho e através de suas letras descrevemos as belezas do nosso estado, e catadas em gêneros e ritmos diferentes. O orgulho de fazer parte do Rio Grande do Sul cantada em versos e prosas é comprovado através dos festivais da musica gaucha promovidos em nosso estado. A dança – Nos rodeios e nos salões mantemos viva a chama da tradição através das danças tradicionais gauchas, das danças de salão, das danças folclóricas como as Birivas, traduzem a alegria e o jeito de ser do gaúcho através da expressão corporal. Grande orgulho de ser do sul representada através da dança está manifestado no maior Encontro de arte e tradição : o ENART.
A indumentária – Podemos dividir a pilcha em dois grandes grupos: os trajes históricos, também chamados trajes de época, e os trajes atuais. A bombacha, o lenço, vestido de prenda, enfim, os trajes gaúchos não deixam dúvidas: somos gaúchos, SOMOS DO SUL!
A bandeira e brasão – A origem da bandeira remonta a República Rio – Grandense, nas cores verde, vermelho, contendo no centro o Brasão de Armas. Bandeira que, orgulhosamente ostentamos em viagens pelo Brasil e exterior. Bandeira que tremula nos eventos, CTGs, instituições e nos destacamos dos demais estados por exibir a bandeira do nosso estado nos estádios de futebol. Estes são símbolos com história característica que remonta ao período da Revolução Farroupilha.
A fisionomia do estado( geografia - A paisagem : O pampa , a serra, o litoral, os vales, cada qual com suas belezas naturais peculiares, que caracterizam cada uma das regiões do estado do Rio Grande do Sul.
A Lide campeira - A atividade pastoril dos gaúchos, tendo no gado a sua principal riqueza, só foi possível à utilização do cavalo, que foi introduzido na região sul pelos espanhóis a partir de 1536 e foram se espalhando pelo estado. Quando chegaram os padres jesuítas, no ano de 1626, encontram os índios charruas e minuanos montando cavalos. No estado o gado foi introduzido em 1634 pelo padre jesuíta Cristobal de Mendoza y Orellana.
Iconografia local - os monumentos espalhados nas praças dos municípios do estado do Rio Grande do Sul, cada um deles tem uma história e uma razão se ser. Especificamente na capital temos a estátua do Laçador, considerada a estatua símbolo do estado.
A poesia e a trova - cantada e declamada em versos, saúdam e enaltecem o nosso estado e nos entusiasmam a dizer com emoção: EU SOU DO SUL!
A revolução farroupilha - episodio que foi o fundador da identidade social. Destacar suas razões e seus lideres é uma forma de reafirmar o nosso orgulho daquele marco histórico.

Odila Paese Savaris 
Pedagoga

Dia da àrvore - Eva e tubo de papel higiênico

Dia da árvore - Eva e tubo de papel higiênico



fonte: KROKOTAK

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

DOMBÉIA, ASTRAPÉIA - ( Dombeya wallichii ) Arbusto grande ou arvoreta.

Arbusto grande ou arvoreta.


DOMBÉIA - ( Dombeya wallichii )

NOME CIENTÍFICO: Dombeya wallichii.

NOME POPULAR: Dombéia, astrapéia, assônia, astrapéia-rosa, flor-de-abelha, hortênsia-tropical.

SINONÍMIA: Astrapaea wallichii.


FAMÍLIA: Sterculiaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.


ORIGEM: África do Sul – Madagascar.


PORTE: Até 7 metros de altura.

FOLHAS: Grandes, de cor verde brilhante, aveludadas, cordiformes. 


DOMBÉIA - ( Dombeya wallichii ) - Detalhe das folhas

FLORES: Começa a florescer no final de maio, começo de junho. Inflorescência de coloração rosa a avermelhada, os cachos formados por várias flores é sustentado por pedúnculos pendentes compridos. Tem um perfume discreto. São ótimas para as abelhas no inverno, quando é reduzida a oferta de flores para elas.
DOMBÉIA - ( Dombeya wallichii ) - Detalhe da flor

Nota: As flores quando secam continuam na planta, portanto para melhorar o aspecto ornamental faça a remoção.


FRUTOS: Seus frutos são tipo cápsula.


TRONCO: Lenhosos de coloração acinzentada.

LUMINOSIDADE: Sol pleno ou meia-sombra.


ÁGUA: Gosta de solo úmido mas não encharcado.

CLIMA: Prefere clima quente e úmido, não tolera geadas fortes.


PODA: Pode ser feita após as flores secarem. É possível conduzi-la a ter um aspecto arbustivo ou de arvoreta.


CULTIVO: É uma planta de baixa manutenção, deve ser cultivada em solo rico em matéria orgânica, que tenha boa drenagem.

FERTILIZAÇÃO: Para ter floradas espetaculares, fazer adubações mensais na primavera e verão.

UTILIZAÇÃO: Fica maravilhosa, cultivada de forma isolada ou em pequenos conjuntos.


PROPAGAÇÃO: Por estaquia de ramos semi-lenhosos, por sementes e por alporquia.


PREÇO: Em Limeira / SP uma muda com 50 cm de altura estava sendo comercializada por R$ 6,00.


DOMBÉIA - ( Dombeya wallichii ) 

http://plantas-ornamentais.blogspot.com.br/2011/05/dombeia-dombeya-wallichii.html

NEVE-DA-MONTANHA - ( Euphorbia leucocephala ) Arbusto semi-lenhoso


Arbusto semi-lenhoso
NEVE-DA-MONTANHA - (Euphorbia leucocephala)
NEVE-DA-MONTANHA - (Euphorbia leucocephala)

NOME CIENTÍFICO: Euphorbia leucocephala.

NOME POPULAR: Neve-da-montanha, cabeleira-de-velho, cabeça-branca, flor-de-criança, chuva-de-prata, leiteiro-branco.

FAMÍLIA: Euphorbiaceae.


CICLO DE VIDA: Perene.


ORIGEM: Sul do México até Costa Rica.


PORTE: De 2 a 3 metros de altura.

FOLHAS: De cor verde e decíduas (perdem suas folhas no outono /inverno).

NEVE-DA-MONTANHA - (Euphorbia leucocephala) - Detalhe da folha

FLORES: São pequenas flores de cor branca no formato de uma estrela, encontrada no centro da cada bráctea (folhas modificadas), que são brancas, bastante vistosas, surgem no outono / inverno. 

NEVE-DA-MONTANHA - (Euphorbia leucocephala) - Detalhe da flor

NEVE-DA-MONTANHA - (Euphorbia leucocephala) - Deatalhe da florada

TRONCO: Casca marrom claro, caule bastante ramificado e copa globosa.

LUMINOSIDADE: Sol pleno. Se cultivada a meia-sombra floresce menos.


ÁGUA: Manter solo ligeiramente úmido, nunca encharcado, regar 2 vezes por semana.

CLIMA: Prefere clima ameno, floresce melhor nas regiões mais altas. Não tolera geadas.


PODA: Somente após a florada e nunca mais que 1/3 da planta.


Obs.: Use luvas, a seiva é tóxica, pode irritar a pele.


CULTIVO: Solo areno-argiloso enriquecido com matéria orgânica e que tenha uma excelente drenagem.


FERTILIZAÇÃO: Fazer adubações na primavera / verão.


UTILIZAÇÃO: De forma isolada ou em grupos. Apesar de arbustiva, através de podas, a planta pode ser conduzida como arvoreta.

NEVE-DA-MONTANHA - (Euphorbia leucocephala) - Utilização

PROPAGAÇÃO: A multiplicação pode ser feita facilmente por estacas e também por sementes.


PLANTA TÓXICA: Cuidado com crianças pequenas e animais de estimação.

PREÇO: Em Holambra / SP estava sendo comercializada por R$ 20,40.



NEVE-DA-MONTANHA - (Euphorbia leucocephala)


NEVE-DA-MONTANHA - (Euphorbia leucocephala)

NEVE-DA-MONTANHA - (Euphorbia leucocephala)

NEVE-DA-MONTANHA - (Euphorbia leucocephala)

NEVE-DA-MONTANHA - (Euphorbia leucocephala) - Muda comercializada 


http://plantas-ornamentais.blogspot.com.br/2011/05/neve-da-montanha-euphorbia-leucocephala.html

NOME POPULAR: Manacá-da-serra, cuipeúna, jacatirão. FAMÍLIA: Melastomaceae. CICLO DE VIDA: Perene. ORIGEM: América do Sul - Brasil, nativa da Mata Atlântica.



MANACÁ-DA-SERRA - ( Tibouchina mutabilis ) 

MANACÁ-DA-SERRA - ( Tibouchina mutabilis )


NOME CIENTÍFICO: Tibouchina mutabilis.


Nota: Existe a variedade Tibouchina mutabilis ‘Nana’, conhecido como manacá-da-serra-anão , alcança no máximo 3 metros de altura, só deve ser multiplicado por estaquia e alporquia e a floração ocorre no inverno.


MANACÁ-DA-SERRA - ( Tibouchina mutabilis )

NOME POPULAR: Manacá-da-serra, cuipeúna, jacatirão.


FAMÍLIA: Melastomaceae.


CICLO DE VIDA: Perene.


ORIGEM: América do Sul - Brasil, nativa da Mata Atlântica.


PORTE: De 7 a 12 metros.

FOLHAS: Com nervuras longitudinais, rígidas, verde-escuras, pilosas e de formato lanceolado, tem de 8 a 10 cm de comprimento por 3 a 4 cm de largura.


MANACÁ-DA-SERRA - ( Tibouchina mutabilis ) - Detalhe das folhas e botões florais

FLORES: A medida que envelhecem suas flores mudam de cor, desabrocham brancas, no dia seguinte ficam lilás e no terceiro dia tornam-se roxo-violáceas. A florada ocorre no verão.


MANACÁ-DA-SERRA - ( Tibouchina mutabilis ) - Detalhe da flor ao nascer

MANACÁ-DA-SERRA - ( Tibouchina mutabilis ) - Detalhe da flor, após mudança de cor.



MANACÁ-DA-SERRA - ( Tibouchina mutabilis ) - Detalhe das flores

FRUTOS: Cápsula contendo muitas sementes bastante pequenas, ocorre no outono.


TRONCO: Com 20 a 30 cm de diâmetro.

LUMINOSIDADE: Sol pleno


ÁGUA: Aprecia solo úmido, mas não solo encharcado, regar 2 vezes por semana.

CLIMA: Quente e úmido, tolera clima ameno de regiões subtropicais.


CULTIVO: Solo rico em matéria orgânica, ligeiramente ácidos e que tenha boa drenagem.


UTILIZAÇÃO: Sua maravilhosa florada, apresentando flores em 3 cores são seu grande atrativo, a espécie anã está sendo muito utilizada em vasos, jardins e vias públicas. 

PROPAGAÇÃO: Por sementes, estacas e alporques.

PREÇO: Bastante variado, conforme o tamanho da planta, o vaso tamanho PT27 estava sendo comercializado em Holambra/SP por R$ 51,00



MANACÁ-DA-SERRA - ( Tibouchina mutabilis ) - Planta comercializada


MANACÁ-DA-SERRA - ( Tibouchina mutabilis ) - Mudas por R$ 59,50

http://plantas-ornamentais.blogspot.com.br/2011/06/manaca-da-serra-tibouchina-mutabilis.html

PÂNDANO, PNHÃO-SACA-ROLHA - ( Pandanus utilis ) NOME CIENTÍFICO: Pandanus utilis. Nota: Existe várias espécies de Pandanus. NOME POPULAR: Pândano, pinhão-saca-rolha, pinhão-de-madagascar.

PÂNDANO, PNHÃO-SACA-ROLHA - ( Pandanus utilis )
NOME CIENTÍFICO: Pandanus utilis.
Nota: Existe várias espécies de Pandanus.
NOME POPULAR: Pândano, pinhão-saca-rolha, pinhão-de-madagascar.
FAMÍLIA: Pandanaceae.
CICLO DE VIDA: Perene.
ORIGEM: Madagascar e Ilhas Mascarenhas.
PORTE: 6 a 10 metros de altura.
FOLHAS: Muito escultural, de coloração verde escura, bordas serrilhadas e dispostas de forma espiral, de visual bastante atraente.
FLORES: São unissexuadas, sendo que espécie masculina produz flores de coloração amarela, bastante perfumada.
Nota: É uma planta Dióica, ou seja, são espécies vegetais compostos por indivíduos machos e fêmeas.
FRUTOS: Somente produzidos na planta feminina, são numerosas drupas que pendem dos ramos e podem ser consumidos desde que cozidas, como flutuam na água do mar, suas sementes são disseminadas, surgindo mudas em outros países, sem ação direta do homem. 
PÂNDANO, PNHÃO-SACA-ROLHA - ( Pandanus utilis ) - Detalhe dos frutos

TRONCO:

PÂNDANO, PNHÃO-SACA-ROLHA - ( Pandanus utilis )

RAÍZES: Tipo suporte, aéreas, o que dá a planta um efeito bastante ornamental, essa característica indica que ela é nativa de lugares pantanosos ou arenosos próximos a praias.

PÂNDANO, PNHÃO-SACA-ROLHA - ( Pandanus utilis ) - Detalhe raízes 

LUMINOSIDADE: Sol pleno e meia-sombra.
ÁGUA: Gosta de solos bem úmidos.
CLIMA: Quente e úmido
CULTIVO: Abra uma cova de pelo menos 40 x 40, misturando ao substrato esterco curtido, na proporção 20 a 30 litros
FERTILIZAÇÃO: Aplicar NPK, fórmula 10-10-10, sendo de 3 a 8 colheres de sopa de acordo com o tamanho da planta, sempre ao redor do caule, nunca junto a ele.
UTILIZAÇÃO: Fica bem em grandes espaços, plantada isolada ou formando grupos, seu visual quando a planta está na fase adulta, oferece um espetáculo maravilhoso, pelo formato das folhagens e pelas raízes suportes.
PROPAGAÇÃO: Por sementes, estaquia e alporques.
PREÇO: Em Limeira/ SP na Fazenda Citra, uma muda de 60cm de altura está sendo comercializada por R$ 8,00.


PÂNDANO, PNHÃO-SACA-ROLHA - ( Pandanus utilis )

http://plantas-ornamentais.blogspot.com.br/search/label/%C3%81rvoretas

Ideias para preservar o Meio Ambiente

Essas sugestões foram recolhidas na net. 


Reciclagem de lixo - Caixa de ovos
Painéis






Hortinha com garrafa pet

cofrinho reciclado feito com garrafa pet


LOGO PARA IMPRIMIR
viseira - Dia do meio ambiente
http://cantinhodatiafe.blogspot.com.br/2012/06/ideias-de-reciclagem-para-dia-do-meio.html

Porta-moedas feito com garrafa pet

Comedouro de pássaros feito com caixa de leite

Viseira - Dia do meio ambiente

Lembrança Dia do Meio ambiente

Planeta terra feito de pratinho descartável



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