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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Dilma quer lançar 'banda larga para todos' com velocidade de 25Mbps

Em meio a um ajuste fiscal, o Ministério das Comunicações prepara um projeto para levar internet com velocidade de 25 Mbps a 98% dos domicílios até 2018, usando recursos de um fundo setorial que hoje ajuda o governo a fazer caixa para pagar os juros de sua dívida.

Batizado de Banda Larga para Todos, o plano é uma promessa de campanha da presidente Dilma Rousseff, que pretende universalizar a internet e elevar a velocidade das conexões a patamares de nações de ponta, como a Coreia do Sul, onde a internet é de 25 Mbps. No Brasil, essa média é de 2,9 Mbps, segundo a consultoria Akamai.

Folha apurou que, para se tornar realidade, o governo estuda fazer parcerias público-privadas com as operadoras ainda no primeiro semestre deste ano. O investimento seria de R$ 50 bilhões. O governo entraria com R$ 15 bilhões, e as teles, com a diferença (R$ 35 bilhões).

Os recursos públicos sairiam do Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações), que hoje conta com R$ 47 bilhões em caixa e ajuda pagar as contas da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e os outros fundos setoriais.

Para receber esse dinheiro, as teles teriam de participar de uma concorrência conhecida como leilão reverso (porque recebem dinheiro em vez de gastar –como ocorreu no leilão do 4G).

Ainda segundo apurou a reportagem, não há detalhes dos critérios para esse leilão. Esses R$ 15 bilhões do Fistel seriam usados inicialmente pelas teles, que fariam investimentos próprios numa segunda etapa, quando o programa já estivesse em curso.

Barreiras
As empresas só vêm empecilhos na iniciativa do governo. Primeiro, não acreditam que será possível convencer o Ministério da Fazenda a abrir mão do Fistel em um momento de crise na economia e de contenção de gastos.

Além disso, elas dizem não ter como bancar R$ 35 bilhões em investimentos sem comprometer seu retorno ao prestar esse tipo de serviço. Hoje, a média anual de investimento das teles é de 15% a 20% da receita. Para atingir esse patamar (25 Mbps), seria preciso aumentar essa proporção a cerca de 30% construindo redes de fibra óptica que ficariam ociosas na maior parte dos locais.

A saída, para elas, seria usar o próprio PNBL e estabelecer uma meta de conexão de até 10 Mbps. Para isso, investiriam na rede existente de fios de cobre encurtando a distância entre as centrais das operadoras e as caixas que fazem as conexões com os domicílios.

Por meio de sua assessoria, o ministério confirmou que o projeto está em elaboração, mas não comentou detalhes dizendo que se tratam apenas de estimativas. O Tesouro Nacional disse que ainda não participa do desenvolvimento do programa.

Não é a primeira vez que o governo cria um projeto desse porte. Em 2010, a presidente lançou o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) para levar conexões de até 1 Mbps a 68% dos domicílios. Mas só conseguiu a adesão de 2,6 milhões de assinantes. O serviço é prestado pelas teles que aderiram ao programa.

Fonte: Folha.com

Dilma se encontra com Obama e marca visita à Casa Branca

Em meio às atividades da VII Cúpula das Américas, na Cidade do Panamá, a presidente Dilma Rousseff teve encontro bilateral com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Na ocasião, também foi marcada uma visita da presidente brasileira aos Estados Unidos para o dia 30 de junho.

Na última terça (7), o chefe do Departamento dos Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Ministério das Relações Exteriores, Paulino Franco, disse que Dilma e Obama discutiriam temas da agenda bilateral (que interessa aos dois países) e assuntos relacionados à cúpula.

Após o vazamento de denúncias de que líderes mundiais, incluindo Dilma e a chanceler alemã Angela Merkel, haviam sido alvos de espionagem por parte do governo dos Estados Unidos, as relações entre os governos brasileiro e norte-americano ficaram estremecidas. A presidente brasileira cancelou, em setembro de 2013, uma visita de Estado que faria a Washington.

No ano passado, após Dilma ser reeleita, ela conversou por telefone com Obama. Na ligação, segundo o Palácio do Planalto, a presidente brasileira disse ter "todo interesse" em estreitar as relações do Brasil com os Estados Unidos.

Perguntada, em entrevista coletiva, sobre a decisão de ir aos Estados Unidos e se as relações entre os dois países estariam “normalizadas”, Dilma respondeu que o que fez ela aceitar a ida a Washington foi um processo.

Desde a denúncia da NSA, o governo Obama prometeu que não espionaria países amigos. Dilma disse que levaria isso em consideração. Obama, por sua vez, brincou que disse que, toda vez que precisasse de informações, ligaria para ela.

Dilma informou ainda que decidiu fazer uma visita de governo e não de Estado, porque uma viagem de Estado só poderia ser feita ano que vem – ano eleitoral nos Estados Unidos.

A presidente Dilma Rousseff avaliou ainda que os Estados Unidos e o Brasil têm uma agenda em comum: combate ao aquecimento global, exploração de energias renováveis, aviação, tecnologia e comércio, Defesa e Educação. Segundo ela, a principal agenda é Educação.

Presos políticos na Venezuela
Durante a entrevista coletiva, Dilma também falou sobre a Venezuela. Ela negou que tenha pedido ao presidente do país, Nicolás Maduro, para libertar presos políticos. A presidente disse que, da mesma forma que não se mete com os presos de Guantanamo (dos EUA, na ilha de Cuba), também não interfere com os presos da Venezuela.

Holanda e Argentina
Outro encontro bilateral de Dilma Rousseff, no Panamá, foi com o presidente da Holanda, Mark Rutte. De acordo com o governo, eles conversaram  sobre a importância da educação para a promoção do desenvolvimento. Rutte, informou o Planalto, elogiou o programa brasileiro Ciência sem Fronteiras e reconheceu a posição pioneira do Brasil com a aprovação do Marco Civil da Internet e com as discussões sobre as mudanças climáticas.

Durante a Cúpula das Américas, no Panamá, Dilma Rousseff também se teve reunião bilateral com a mandatária da Argentina, Cristina Kirchner, neste sábado (11). Segundo o Palácio do Planalto, as presidentes conversaram sobre a situação política e econômica da América Latina.

Discurso na Cúpula das Américas
Mais cedo, neste sábado (11), a presidente Dilma Rousseff elogiou, durante discurso na sessão plenária da Cúpula das Américas, reaproximação entre Cuba e Estados Unidos, negociada pelos presidentes Raúl Castro e Barack Obama, e defendeu o fim do embargo norte-americano ao país caribenho.

"Celebramos aqui agora a iniciativa corajosa dos presidentes Raúl Castro e Barack Obama de restabelecer relações entre Cuba e Estados Unidos, de pôr fim a este último vestígio da Guerra Fria na região que tantos prejuízos nos trouxe [...]. Os dois presidentes deram uma prova do quanto se pode avançar quando aceitamos os ensinamentos da História e deixamos de lado preconceitos e antagonismos que tanto afetaram nossas sociedades", afirmou Dilma.

"Estamos seguros que outros passos serão dados, como o fim do embargo, que há mais de cinco décadas vitima o povo cubano e enfraquece o sistema interamericano. Aí, sim, continuaremos concluindo as linhas que pautarão nosso futuro e estaremos sendo contemporâneos de nosso presente [...]. Inúmeras oportunidades nascem desse novo ambiente", completou ela.

Estados Unidos e Cuba
Após a fala de Dilma, o presidente norte-americano discursou e afirmou que seu país não ficará preso ao passado. Obama disse considerar histórico o fato de estar sentado numa mesma mesa com o presidente de Cuba, Raúl Castro. “Os EUA não ficarão presos ao passado. É a primeira vez que em mais de meio século que serão restabelecidadas formalmente as relações diplomáticas", disse Obama.

Raúl Castro, que falou logo após Obama, começou seu discurso na Cúpula das Américas dizendo que "já era hora de eu falar aqui em nome de Cuba", referindo-se à primeira participação de seu país no encontro dos líderes do continente americano.

Obama e Castro conversaram por telefone nesta quinta, depois que os dois mandatários chegaram ao Panamá para a cúpula. Na sexta, eles se cumprimentaram na abertura do encontro. É esperado que os presidentes se reúnam neste sábado, segundo afirmou um assessor da Casa Branca. Será a primeira reunião entre um presidente americano e um cubano em mais de cinco décadas de conflito bilateral.

Fonte: G1

F-1: Hamilton vence pela quarta vez na China, mas Ferrari incomoda; Massa é 5º

Em uma corrida com ares de jogo de xadrez, Lewis Hamilton controlou as ameaças do companheiro Nico Rosberg e das Ferrari para vencer pela quarta vez na carreira o GP da China. Com as Williams correndo praticamente sozinhas, Felipe Massa foi o quinto colocado, à frente do companheiro de Williams Valtteri Bottas, enquanto Felipe Nasr mais uma vez sofreu com o maior desgaste de pneus de sua Sauber, mas ainda assim conseguiu pontuar, chegando em oitavo.

A prova foi marcada pela pouca diferença de ritmo entre os quatro primeiros carros, que passaram a maior parte da prova separados por menos de 10s, comprovando que a Scuderia é uma ameaça real à Mercedes para o campeonato e que a vitória de Vettel na Malásia não foi um caso isolado.

Na China, o alemão chegou a ameaçar o segundo lugar de Rosberg durante a corrida, mas teve de se contentar com o terceiro lugar. Com o resultado, Hamilton ampliou sua vantagem na liderança do campeonato, chegando aos 68 pontos, contra 55 de Vettel e 51 de Rosberg. Mesmo sendo superado por Kimi Raikkonen na corrida, Massa manteve o quarto posto no campeonato, com 30 pontos contra 24 do finlandês.

O triunfo de Hamilton foi o 35º de sua carreira. O inglês vive uma briga particular com Vettel, que tem 40 vitórias, para se tornar o piloto mais vencedor da atualidade e o primeiro da geração pós-Schumacher a bater as 41 conquistas de Ayrton Senna.

Antes do início da corrida, apesar de ter obtido uma vantagem na casa de 1s na classificação, a Mercedes temia que o ritmo de corrida e a menor degradação de pneus da Ferrari pudesse colocar a Scuderia em vantagem, como acontecera há duas semanas, na Malásia.

Início estudado
Na largada, Hamilton manteve a ponta, com Rosberg e Vettel mantendo suas posições. Kimi Raikkonen veio bem da sexta posição, ultrapassando as duas Williams nas primeiras curvas. Largando em quarto, Felipe Massa chegou a perder a posição também para o companheiro Valtteri Bottas, mas recuperou-se ainda no giro inicial.

Assim, após a primeira volta, Hamilton liderava, seguido de Rosberg, Vettel, Raikkonen, Massa, Bottas, Grosjean, Nasr, Ericsson e Maldonado. Quem largou mal foi Ricciardo, que chegou a ficar em 17º e veio abrindo espaço no meio do pelotão nas primeiras voltas.

A primeira parte da prova teve algumas brigas particulares: Mercedes e Ferrari dosavam o ritmo para ver quem conseguia estender ao máximo a durabilidade dos pneus, enquanto as Williams andavam praticamente sozinhas e as Sauber lutavam com as Lotus, com os quatro pilotos separados por seis segundos. Mais atrás, as Red Bull se engalfinhavam, sendo observadas de perto pelas McLaren, que conseguiam acompanhar seu ritmo.

Nasr não conseguiu segurar as Lotus por muito tempo e, no final da oitava volta, já havia sido superado por Grosjean e Maldonado e era o nono, enquanto seu companheiro lutava pela última posição nos pontos com Verstappen até ser ultrapassado uma volta depois.

Na 11ª volta, Nasr foi o primeiro a parar, inaugurando a rodada inicial de pit stops e colocando os pneus médios. Contrariando a expectativa de que a Ferrari consumiria menos pneus, o primeiro dos ponteiros a parar foi Vettel, na volta 14, junto de Massa. No giro seguinte, foi a vez de Hamilton parar. Rosberg e Raikkonen trocaram seus pneus logo depois.

Briga próxima entre os quatro primeiros
Ao contrário dos carros da Williams e dos demais carros do meio do pelotão, os quatro primeiros optaram pelo composto macio, lembrando que a aposta de Vettel para a corrida era um pneu macio zerado que o alemão guardou na classificação.

Na 20ª volta, Nasr perdeu a posição para Verstappen, caindo para o décimo lugar. Enquanto isso, na frente, os quatro primeiros estavam separados por menos de 10s, com Raikkonen demonstrando o melhor ritmo com o segundo jogo de pneus. Hamilton diminuiu tanto o ritmo que Rosberg chegou a reclamar no rádio e a Mercedes pediu para que o inglês, que economizava seus pneus, acelerasse.

O inglês acelerou o ritmo mas, ainda assim, na volta 30, logo antes de começarem as segundas paradas, os quatro primeiros estavam separados por 9s. Novamente foi Vettel quem inaugurou os pit stops, chamando Rosberg para os boxes, uma vez que o alemão estava perigosamente próximo do compatriota, mas não conseguiu superá-lo. Hamilton parou na volta 33. Raikkonen tentou permanecer na pista por mais tempo, parando na volta 35, com 21 voltas para o final.

Os giros finais foram marcados por barbeiragens de Pastor Maldonado, que chegou a errar a entrada dos boxes e ter de dar ré e bateu com Jenson Button nas voltas finais, e as brigas das Sauber com as Toro Rosso e a Red Bull de Ricciardo, única a completar a prova depois que Kvyat teve uma quebra de motor.

Ainda deu tempo de Fernando Alonso, na primeira corrida que completou com a McLaren, levar uma volta de ambas as Ferrari, que, por sua vez, não conseguiram mais se aproximar das Mercedes após colocarem os pneus médios. Assim, Hamilton cruzou tranquilo a linha de chegada, com Rosberg em segundo e Vettel em terceiro. Raikkonen, Massa, Bottas, Grosjean, Nasr, Ricciardo e Ericsson completaram o top 10. A prova terminou com o Safety Car depois que Max Verstappen parou sua Toro Rosso na reta com duas voltas para o fim.

A Fórmula 1 volta já no próximo final de semana, no GP do Bahrein.

Classificação final do GP da China
1. Lewis Hamilton (GBR/Mercedes) 1h 39min 42.008s
2. Nico Rosberg (ALE/Mercedes-Mercedes)  +0.7s
3. Sebastian Vettel (ALE/Ferrari) +2.9s
4. Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari)  +3.8s
5. Felipe Massa (BRA/Williams)  +8.5s 
6. Valtteri Bottas (FIN/Williams)  +9.8s
7. Romain Grosjean (FRA/Lotus)  +19.0s
8. Felipe Nasr (BRA/Sauber)  +22.6s 
9. Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull)  +32.1s
10. Marcus Ericsson (SUE/Sauber) +1 volta
11. Sergio Perez (MEX/Force India)  +1 volta
12. Fernando Alonso (ESP/McLaren)  +1 volta
13. Carlos Sainz Jr (ESP/Toro Rosso)  +1 volta
14. Jenson Button (GBR/McLaren)  +1 volta
15. Will Stevens (GBR/Manor)  +2 voltas
16. Roberto Merhi (ESP/Manor)  +2 voltas

Abandonaram:
Max Verstappen (HOL/Toro Rosso
Pastor Maldonado (VEN/Lotus)
Daniil Kvyat (RUS/Red Bull)
Nico Hulkenberg (ALE/Force India)

Fonte: UOL

Barack Obama e Raúl Castro fazem encontro histórico no Panamá

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e de Cuba, Raúl Castro, realizaram neste sábado (11) um encontro histórico durante a Cúpula das Américas, na Cidade do Panamá, o primeiro entre presidentes dos dois países em mais de meio século, de acordo com jornais internacionais.

A reunião entre os líderes simboliza a reaproximação e retomada do diálogo entre os dois países, encerrando décadas de tensão política e disputa ideológica.

O último encontro frente a frente aconteceu entre os presidentes Dwight Eisenhower, dos EUA, e Fugencio Batista, de Cuba, em 1956, em outra cúpula das Américas no Panamá, antes da revolução cubana, de acordo com o site do jornal "USA Today". Em 1959, o então vice-presidente dos EUA, Richard Nixon, e Fidel Castro se encontraram, destacou a "CNN".

'Guerra Fria acabou', diz Obama
Em coletiva de imprensa após o encontro, Obama disse que a conversa com Castro foi "cândida e frutífera" e que o encontro pode ter sido um "divisor de águas" na história entre os dois países. Ele afirmou também que tem o apoio "da maioria" para sua política envolvendo Cuba nos EUA.

"Temos que estar certos de que Cuba não é uma ameaça para os EUA", disse o presidente norte-americano a jornalistas. "Parte da mensagem aqui é que a Guerra Fria acabou", completou, afirmando que os EUA não estão no negócio da "mudança de regime".

Obama disse ainda que deve haver maneiras de avançar no acordo nuclear com o Irã para "satisfazer o orgulho iraniano", mas também para alcançar objetivos fundamentais", e reforçou que ainda haverá "duras negociações" sobre o assunto.

O presidente norte-americano descreveu o encontro como "histórico" e acrescentou que continuará pressionando Cuba sobre o tema de direitos humanos. Anunciou ainda que as conversas e esforços estão focados em reabrir as embaixadas em ambos os países.

Os dois sentaram-se lado a lado em uma pequena sala de conferências, com um clima cordial, mas de negócios. Cada um acenou e sorriu para alguns dos comentários feitos pelo outro, em breves declarações a jornalistas.

Lista de apoio ao terrorismo
Em coletiva após o encontro, Obama afirmou que ainda não decidiu se vai retirar Cuba da lista de países que apoiam o terrorismo, onde está incluída desde 1982.

A eventual retirada da lista negra seria um importante passo simbólico, depois que os dois países anunciaram uma aproximação diplomática em dezembro para colocar fim a meio século de inimizade.

Para retirar Cuba da lista de patrocinadores de terrorismo, o departamento de Estado deve comprovar que o país caribenho não participou ou apoiou atividades terroristas nos últimos seis meses, e que o governo cubano se compromete que não o fará no futuro.

'Nova era no Hemisfério'
Mais cedo, Obama disse em discurso no encontro que seu país não ficará preso ao passado e que as mudanças na política entre os EUA e Cuba "abrem uma nova era no Hemisfério".

“Os EUA não ficarão presos ao passado. É a primeira vez que em mais de meio século que serão restabelecidadas formalmente as relações diplomáticas", disse Obama, que considerou histórico o fato de estar sentado numa mesma mesa com o presidente de Cuba, Raúl Castro

"Penso que não é segredo que continuarão existindo diferenças entre nossos países (...) mas acredito que se conseguirmos seguir esse movimento adiante, serão criadas novas oportunidades (...) Nunca antes as relações com a América Latina foram tão boas", complementou o presidente norte-americano.

Durante seu discurso, Obama propôs US$ 1 bilhão para ajudar os países da América Central e anunciou que pretende impulsionar o intercâmbio entre estudantes da América Latina e a potência norte-americana.

Castro: 'Obama está isento da culpa'
Assim que Obama terminou sua fala, o governante anfitrião, Juan Carlos Varela, anunciou a intervenção de Raúl Castro, o que arrancou aplausos de todos reunidos na plenária. O presidente cubano começou seu discurso dizendo que "já era hora de eu falar aqui em nome de Cuba", referindo-se à primeira participação de seu país na reunião de líderes americanos.

Em sua fala, Castro isentou Barack Obama da culpa de ações políticas contrárias à ilha que foram feitas por "dez antecedentes" do atual líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que tem expressado "disposição ao diálogo" com Obama e chamou o governante dos EUA de "um homem honesto". Logo depois, pediu desculpas por sua emotividade em "defesa da revolução".

O presidente cubano exigiu dos EUA que seja resolvido o embargo comercial imposto em 1962 contra a ilha e ressaltou que seu governo aprecia a possível exclusão de Cuba da lista de patrocinadores do terrorismo. Ele acredita que a potência mundial vai decidir rapidamente sobre o tema e afirma que seu país "nunca deveria ter estado" nesta lista.

O irmão de Fidel Castro afirmou também que vê com bons olhos o fato de Obama considerar que a Venezuela "não é uma ameaça".

Dilma elogia reaproximação
A presidente Dilma Rousseff elogiou a reaproximação entre Cuba e Estados Unidos durante seu discurso na plenária e defendeu o fim do embargo norte-americano ao país caribenho.

Dilma defendeu que os países convivam com diferentes visões de mundo e que este século seja um período de paz e desenvolvimento para todos. "A VII cúpula inaugura uma nova era nas relações hemisféricas, na qual é uma exigência conviver com diferentes visões de mundo, sem receitas rígidas ou imposições", afirmou.

"Celebramos aqui agora a iniciativa corajosa dos presidentes Raúl Castro e Barack Obama de restabelecer relações entre Cuba e Estados Unidos, de pôr fim a este último vestígio da Guerra Fria na região que tantos prejuízos nos trouxe [...] Os dois presidentes deram uma prova do quanto se pode avançar quando aceitamos os ensinamentos da História e deixamos de lado preconceitos e antagonismos que tanto afetaram nossas sociedades", disse Dilma.

Ainda de acordo com Dilma, o Brasil está seguro de que outros passos serão dados, como o fim do embargo, "que há mais de cinco décadas vitima o povo cubano e enfraquece o sistema interamericano". Segundo a presidente, oportunidades deverão nascer nesse novo ambiente.

"Estamos seguros que outros passos serão dados, como o fim do embargo, que há mais de cinco décadas vitima o povo cubano e enfraquece o sistema interamericano. Aí, sim, continuaremos concluindo as linhas que pautarão nosso futuro e estaremos sendo contemporâneos de nosso presente [...]. Inúmeras oportunidades nascem desse novo ambiente", completou.

Fonte: G1

Sonegação: movimentos anti-Dilma vendem camisetas sem nota fiscal


Marcello Reis, Kim Kataguiri e Rogério Chequer não emitem nota fiscal dos produtos que vendem.
Embora cobrem transparência e lisura do governo federal, Vem Pra Rua, Movimento Brasil Livre e Revoltados On Line não fornecem nota fiscal de venda das camisetas que levam suas marcas e serão usadas por muitos manifestantes nos protestos de hoje.

A comercialização das peças, bem como as doações recebidas, são as justificativas usadas por eles para financiar suas atividades.

Revoltados On Line e Movimento Brasil Livre vendem seus produtos pela internet e as entregam pelo correio sem o documento fiscal. Ambos argumentam que não são uma empresa formal. O Vem Pra Rua montou um ponto de venda na papelaria Paperchase, no Itaim-Bibi, bairro nobre da zona sul de São Paulo.

A reportagem comprou uma camiseta e pediu a nota, mas não recebeu. Somente depois de questionar o porta-voz do movimento, Rogério Chequer, o documento foi fornecido – em nome da papelaria. Questionada onde comprou as camisetas para revender, a proprietária, Cláudia Audra Sala, disse que “não tem obrigação de informar seus fornecedores”.

A comercialização das peças, bem como as doações recebidas, são as justificativas usadas por eles para financiar suas atividades.

Na segunda-feira, o Estado enviou questões aos três movimentos sobre fontes de recursos, organização jurídica, nomes de integrantes, ligações externas e processos decisórios. O Vem Pra Rua respondeu parcialmente. Marcello Reis, do Revoltados On Line, alegou falta de tempo. Renan Santos, do MBL, não respondeu.

Fonte: Estadão

FATOS DO DIA 13 de abril

13 de abril

1598 - O rei Henrique IV da França decreta o Édito de Nantes, conferindo liberdade religiosa aos huguenotes de confissão calvinista.
1831 - D. Pedro I do Brasil assina a sua abdicação e parte para Portugal.
1987 - Portugal e China assinam a Declaração Conjunta Sino-Portuguesa sobre a Questão de Macau.

Nasceram neste dia…
1519 - Catarina de Médici, rainha consorte da França (m. 1589).
1743 - Thomas Jefferson (foto), político norte-americano (m. 1826).
1906 - Samuel Beckett, dramaturgo e escritor irlandês (m. 1989).

Morreram neste dia…
1695 - Jean de La Fontaine, poeta e fabulista francês (n. 1621).
1966 - Carlo Carrà, pintor italiano (n. 1881).
2002 - Oswaldo Sargentelli, empresário brasileiro (n. 1924).

Fonte: Wikipédia

Mídia e oposições perdem de novo: fracassa “Fora, Dilma”

Antes das quatro da tarde deste domingo de sol, manifestantes desenxabidos, com suas faixas e bandeiras recolhidas sob os braços, já começavam a deixar a avenida Paulista, em São Paulo, o principal centro de oposição ao governo federal.

Era o retrato do fracasso do movimento "Fora, Dilma", promovido em 15 Estados e no Distrito Federal, que só reuniu 65 mil pessoas, em todo o país, até este horário, segundo levantamento feito pelo portal UOL, do Grupo Folha, junto às Polícias Militares. É menos gente do que foi aos estádios para ver os jogos das quartas de final do campeonato paulista neste final de semana. Foram 10 mil no Rio, 5 mil em Belo Horizonte e 2 mil em Salvador. A PM de São Paulo e o Datafolha não tinham divulgado seus números sobre a avenida Paulista, que apresentava grandes vazios em toda a sua extensão.

Os milhões das multidões de 15 de março, de qualquer forma, transformaram-se agora em apenas algumas dezenas de milhares na chamada "rebelião das ruas", como era possível ver na televisão. Durou menos de um mês a alegria da aliança do atraso para derrubar no grito e nas manchetes o governo eleito de Dilma Rousseff.

Sem líderes, que mais uma vez não apareceram nas "manifestações espontâneas", a oposição formal tucana e seus agregados jogaram tudo na mídia e nas redes sociais. O Datafolha bem que tentou dar uma forcinha ao divulgar na véspera uma nova pesquisa que rendeu a manchete "Reprovação a Dilma estaciona, maioria apoia impeachment". O levantamento mostra que 6 em cada 10 brasileiros reprovam o governo Dilma-2 e 63% aprovam a abertura de um processo de impeachment contra a presidente.

Era de se esperar que mais gente fosse às ruas um mês após o espasmo pós-eleitoral dos derrotados de outubro no último dia 15 de março, mas aconteceu o contrário.

Em tempo (atualizado às 18 horas):
Novos números divulgados pelo portal UOL, segundo dados fornecidos pelas Polícias Militares, informaram que 456 mil pessoas participaram das manifestações de protesto neste domingo em todo o país, sendo 275 mil na avenida Paulista. Até este horário, o Datafolha ainda não havia divulgado sua avaliação de público.

Em tempo (atualizado às 22h25):
Manchete do nosso portal R7 acaba de informar os números finais das manifestações deste domingo, segundo as Polícias Militares: 680 mil em 24 Estados. O Datafolha registrou 100 mil pessoas na avenida Paulista. Em 15 de março, os números ficaram em torno de 2 milhões de participantes em todo o país. .

Fonte: Blog do Ricardo Kotscho/R7

Quem patrocina o protesto

Convocado pela Rede Globo, insuflado pela manchete marota da Folha de S. Paulo e legitimado por aquelas PMs que só baixam o cacete quando os manifestantes têm cheiro de povo, os protestos deste domingo foram constrangedoramente minguados pela expectativa de seus organizadores-negociantes.

Ficou claro que muita gente que foi à manifestação anterior, do dia 15 de março, movida por um sentimento até que sincero de revolta e de esperança, tratou de debandar.

Quem estava lá, desta vez, eram os convictamente antidemocráticos – os lambe-botas dos militares – e os tolinhos desinformados, fora os coxinhas do selfie, loucos para extravasar em qualquer evento público, seja velório ou show de rock, o seu despolitizado exibicionismo.

A mídia da oligarquia, do privilégio, abriu as câmeras e as páginas para tentar reanimar o cadáver do impeachment. Acordou cedo no domingo. Mobilizou helicópteros estridentes. Torceu e distorceu.

A Globo quer o impeachment, a Folha também (não cito o Estadão porque, como se sabe, o Estadão faleceu, que descanse em paz). Mas fica difícil convencer o país a tirar a Dilma para botar no lugar um vice – e é a Datafolha quem tem de admitir, ainda que contrariadíssima – o qual ninguém conhece.

Os antidemocratas e os patetas com certeza voltarão às ruas, incentivados pela mídia dos fariseus e acobertados pelos policiais que, nas outras horas, agridem os verdadeiros revoltosos, os que genuinamente têm sede de justiça.

Mas que o golpe ficou mais difícil, isso ficou.

Fonte: Blog do Nirlando Beirão/R7

ATIVIDADES DE GRAMÁTICA DIVIDIDA EM PARTES 3° 4° 5° ANOS

Facilitando a utilização das atividades - Gramática dividida em partes


É só escolher abaixo, o link de sua preferência:

GRAMÁTICA=>  Verbo - Uso dos "Por-quês - Sujeito/Predicado -Preposição - Numeral Sinônimo/Antônimo - Substantivo - Gênero Substantivo -Número Substantivo - Grau Substantivo - Pontuação -Monossílaba/Dissílaba/Trissílaba/Polissílaba - Pronomes - Tipos de Frases - Sinais Gráficos - Interjeição - Artigo - Ditongo/Tritongo/Hiato - Dígrafo - Adjetivo - Grau do Adjetivo - Oxítona/Paroxítona/ Proparoxítona - Advérbio.

EDUCAÇÃO S/A

domingo, 12 de abril de 2015

LETRA Z - ALFABETO ATIVIDADES EXERCÍCIOS

Alfabetização - Letra Z
Atividades com letras do alfabeto
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http://www.atividadesedesenhos.com/2011/12/letra-z-alfabeto-atividades-exercicios.html

LETRA Y - ALFABETO ATIVIDADES EXERCÍCIOS

Alfabetização - Letra Y
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http://www.atividadesedesenhos.com/2011/12/letra-y-alfabeto-atividades-exercicios.html

LETRA X - ALFABETO ATIVIDADES EXERCÍCIOS

Alfabetização - Letra X
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http://www.atividadesedesenhos.com/2011/12/letra-x-alfabeto-atividades-exercicios.html

LETRA W - ALFABETO ATIVIDADES EXERCÍCIOS

Alfabetização - Letra W
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http://www.atividadesedesenhos.com/2011/12/letra-w-alfabeto-atividades-exercicios.html

LETRA V - ALFABETO EXERCÍCIOS ATIVIDADES

Alfabetização - Letra V
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http://www.atividadesedesenhos.com/2011/12/letra-v-alfabeto-exercicios-atividades.html

LETRA U - ALFABETO EXERCÍCIOS ATIVIDADES

Alfabetização - Letra U
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LETRA T - ALFABETO EXERCÍCIOS ATIVIDADES .

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LETRA S - ALFABETO EXERCÍCIOS ATIVIDADES

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LETRA R - ALFABETO EXERCÍCIOS ATIVIDADES

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LETRA Q - ALFABETO EXERCÍCIOS ATIVIDADES

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http://www.atividadesedesenhos.com/2011/12/letra-q-alfabeto-exercicios-atividades.html