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PENSE NISSO:

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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Como funciona o rastreamento de caminhões via satélite?

por Rita Loiola
1. No painel do caminhão, um aparelho capta os sinais dos satélites de GPS e também comanda sensores embutidos, como os que checam se as portas estão fechadas. Há também sensores no motor, para checar a velocidade. Com as informações dos satélites, o aparelho sabe por onde o caminhão está passando e, com os dados dos sensores, ele percebe se está tudo correndo bem com o veículo
2. Todos esses dados são repassados via satélite, rádio ou celular (o meio mais barato) para uma base de servidores. As informações contando onde o caminhão está e qual seu estado (se está com combustível, se nenhuma porta abriu) ficam armazenadas em uma caixa postal em uma estação de computador. Ela também recebe o sinal de alarme, se alguma coisa errada, como um roubo, estiver acontecendo
3. As empresas de segurança têm acesso online à caixa postal. Com os dados do GPS, elas controlam o trajeto e, se o caminhão sair da rota ou o motorista enviar algum sinal de pânico, os monitores podem conversar com o motorista e acionar dispositivos que cortam o combustível, travam as portas ou ligam uma sirene. Se for grave, também entram em contato com a polícia ou chamam seguranças
Fontes - CONTROLSAT e ASSOCIAÇÃO NACIONAL DO TRANSPORTE DE CARGA E LOGÍSTICA
Passos vigiados
Como o monitoramento dos veículos evoluiu
No Brasil, o monitoramento da frota começou em 1994. Mas era muito caro, porque toda a transmissão era feita via satélite. Foi só a partir de meados de 2003, quando o celular e a internet banda larga ficaram mais baratos, que o rastreamento tornou-se mais acessível: em 1998, 1,2% da frota de caminhões era rastreada. Hoje, 20%.Em 2004, 12 200 caminhões foram roubados e, no ano seguinte, 11 550. Mas aí os ladrões descobriram onde o sinal de transmissão do rastreador não funcionava e como poderiam bloquear a comunicação dos dados. Agora os números voltaram a subir: em 2008, quase 12 mil caminhões foram roubados no país.



FONTE
MUNDO ESTRANHO
FOTOS ILUSTRATIVAS


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Por que caem lágrimas dos nossos olhos quando a gente está triste?

por Marina Bessa

bebe-chorando-site
Questão complexa. Há mais razões por trás de um berreiro do que sonha nossa vã filosofia. Mas vamos tentar pôr ordem nesse turbilhão de sensações. O centro de tudo é o sistema límbico, região do cérebro que controla as nossas emoções. Em situações dramáticas, parte dali uma série de informações que estimulam um monte de glândulas e músculos do corpo. É por isso que as lágrimas podem vir acompanhadas por embrulho no estômago, pêlos arrepiados, taquicardia e até uma bela dor de barriga.
Esses estímulos variam de intensidade de pessoa para pessoa e dependem até mesmo de fatores como educação e cultura. "Os alemães, por exemplo, aprendem a interpretar as emoções de forma mais fria e conseguem ‘apagar’ muito do que chamamos de colorido emocional", diz o psicólogo José Roberto Leite, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Isso explica por que umas pessoas choram mais que outras. Por outro lado, também dá para condicionar o choro, como fazem os artistas, que provavelmente acionam o sistema límbico com lembranças tristes.
Perceba, Serginho, que, apesar de as lágrimas de tristeza serem as mesmas que caem quando cortamos uma cebola, os mecanismos relacionados à "abertura da torneirinha" são bem diferentes. No caso da cebola, as glândulas lacrimais respondem apenas a um estímulo mecânico, reflexo decorrente da irritação da mucosa dessa região. Também é possível derramar lágrimas pressionando as glândulas lacrimais. É o que acontece quando damos um belo bocejo ou de quando choramos de tanto dar risada.
Veja também:
São tantas emoções Região do cérebro manda ordem para glândulas lacrimais entrarem em ação
1. A "produção" das lágrimas começa com um estímulo emocional, que pode ser algo que a pessoa vê, ouve, sente, lembra... Digamos, por exemplo, que uma menina olhe para um doce que a avó dela sempre fazia
2. A imagem do doce chega ao cérebro e atinge o sistema límbico, que controla as emoções. É lá que ocorre a associação entre o doce e a morte da avó da menina, produzindo uma sensação de tristeza. Uma área do sistema límbico chamada amígdala se encarrega de passar à frente essa interpretação
3. O "colorido emocional" que o cérebro produziu segue por impulsos elétricos até o nervo facial. Uma ramificação desse nervo aciona então as glândulas lacrimais, que ficam logo acima dos olhos. Estimuladas, as glândulas da menina eliminam as lágrimas e daí vem o aguaceiro



FONTE
MUNDO ESTRANHO
FOTOS ILUSTRATIVAS


FONTE
www.superinteressante.com/‎
FOTOS ILUSTRATIVAS