Quanto pagamos de Imposto:

Visite o blog: NOTÍCIAS PONTO COM

Visite o blog:  NOTÍCIAS PONTO COM
SOMENTE CLICAR NO BANNER -- JORNAL PONTO COM **

PENSE NISSO:

PENSE NISSO:

terça-feira, 21 de julho de 2015

NOVO PADRÃO WI-FI PERMITIRÁ CONECTAR GADGETS SEM PRECISAR DE INTERNET

A Wi-Fi Alliance certificou nesta semana um novo padrão de conexão chamado Wi-Fi Aware. Ele não requer acesso à internet para conectar dois ou mais aparelhos que estejam próximos, assim como acontece hoje com o Bluetooth, só que com mais recursos.
Com o Wi-Fi Aware, será possível receber notificações sobre promoções ao passar por uma loja ou se comunicar com amigos em um show lotado, situação em que a conexão com a rede celular falha. Outra aplicação mais pessoal para essa nova conexão sem fio é que, se você estiver perto de algum amigo, aplicativos como o Facebook poderão mandar um alerta e sugerir que você envie uma mensagem a ele. Mas, quando o Wi-Fi estiver ativo, você poderá controlar a sua privacidade – algo que ainda não podemos fazer com o Bluetooth.
Se hoje deixar o Wi-Fi do seu smartphone sempre ativo gasta uma boa parcela da bateria durante o dia, isso não será um problema no seu gadget com Wi-Fi Aware. O novo padrão de conectividade consome menos energia do que o Wi-Fi tradicional, garante a Wi-Fi Alliance. Outra vantagem desse padrão sobre o Bluetooth é que o alcance é maior.
Até o final de 2015, já devemos ver os primeiros dispositivos com Wi-Fi Aware chegarem ao mercado mundial de eletrônicos. Alguns processadores com a nova conexão wireless já foram certificados, como o Broadcom BCM4358, o Intel Dual Band Wireless-AC 7269, o Realtek RTL8812AE 2×2 a/b/g/n/ac MiniCard e o Marvell e o Avastar 88W8897 802.11ac low power Wi-Fi combo chip.
O vídeo a seguir, em inglês, explica de maneira visual o Wi-Fi Aware e demonstra sua importância para a tendência chamada Internet das Coisas, que consiste em conectar diversos objetos à web.
A Wi-Fi Alliance é uma organização sem fins lucrativos que tem participação de Apple, Microsoft, Intel, bem como de outras empresas de tecnologia.



Foto: Reprodução
Fonte: Info.abril

GOVERNO FEDERAL SUSPENDE VERBAS DO ‘MINHA CASA’ DAS FAMÍLIAS MAIS POBRES

GOVERNO FEDERAL SUSPENDE VERBAS DO ‘MINHA CASA’ DAS FAMÍLIAS MAIS POBRES
O governo federal suspendeu novas contratações da faixa 1 do programa habitacional Minha Casa Minha Vida, a que contempla as famílias mais pobres, que ganham até R$ 1.600 por mês.

No primeiro semestre deste ano, o governo contratou 202.064 mil unidades do programa de habitação popular, uma das principais vitrines da presidente Dilma Rousseff. Apenas 3,66% dessas casas foram destinadas às famílias da faixa 1.

As contratações para esse público só ocorreram no início do ano e estavam relacionadas a contratos acertados em 2014, mas que ficaram para 2015.

A orientação dada pelo governo é não fechar mais contratos para essa faixa inicial do Minha Casa, enquanto não colocar em dia os pagamentos atrasados das obras.

A grande maioria das moradias que foram contratadas no primeiro semestre deste ano será construída para abrigar famílias que ganham acima de R$ 1.600, até o teto de R$ 5.000 por mês. Elas participam das faixas 2 e 3 do programa.



Promessa

Os dados mostram que o governo descumpriu a promessa de construir 350 mil novas casas no primeiro semestre deste ano. O anúncio oficial da prorrogação da segunda etapa foi um agrado para o setor da construção civil, que tinha medo do que realmente viria a acontecer: uma paralisia do segmento.

A promessa de criação da fase 3 do Minha Casa foi usada durante a campanha eleitoral, mas o lançamento do programa foi adiado várias vezes, principalmente por causa da frustração da arrecadação de impostos. Neste ano, o orçamento do Minha Casa caiu de quase R$ 20 bilhões para R$ 13 bilhões.

A participação do saldo negativo habitacional das famílias com renda de até três salários mínimos (R$ 2.364) aumentou de 70,7% para 73,6% entre 2007 e 2012, segundo dados do IBGE de 2012, reunidos pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). O instituto estima que, para resolver o problema da falta de habitação digna no Brasil — incluindo a necessidade de moradia de famílias que ganham mais de três salários mínimos e da população da zona rural —, seria preciso construir 5,24 milhões de residências.

Em tempos de vacas magras, não há mais recursos para o governo bancar até 95% do valor dos imóveis. Nos dois primeiros anos do Minha Casa Minha Vida, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o subsídio do faixa 1 alcançou R$ 18 bilhões, enquanto o das duas outras faixas ficou em R$ 2 bilhões.

Na segunda etapa — de 2011 a 2014 —, a faixa 1 teve R$ 62,5 bilhões em subsídios e as duas outras faixas, por volta de R$ 5 bilhões.

Nas duas etapas, ao longo de cinco anos, o governo contratou 1,7 milhão de casas para as famílias que ganham até R$ 1.600. Dessas, foram entregues 761 mil casas.



Nova faixa

Para resolver o problema, o governo estuda criar uma nova faixa para o programa, com renda entre R$ 1.200 e R$ 2.400, para ser subsidiada também com os recursos do FGTS. As famílias poderão comprometer até 27,5% da renda familiar com o financiamento da casa própria.

Nessa nova modalidade, o subsídio será menor, porque haverá uma contrapartida do próprio interessado, do governo estadual ou da prefeitura. A solução encontrada pelo governo foi diminuir a participação das verbas federais no subsídio dado a essa nova faixa. As famílias com orçamento menor do que os R$ 1.200 continuarão desamparadas.







Foto: Alexandre Garcia / R7
Fonte: R7

UNIFIQUE, DE TIMBÓ, BRIGA COM GIGANTES DE TELECOMUNICAÇÕES E PLANEJA CRESCER 40% ESTE ANO

UNIFIQUE, DE TIMBÓ, BRIGA COM GIGANTES DE TELECOMUNICAÇÕES E PLANEJA CRESCER 40% ESTE ANO
Empresa oferece internet, telefonia fixa e TV a cabo para clientes em 81 cidades de Santa Catarina

Quando Fabiano Busnardo fundou a Unifique há 18 anos em Timbó, achava que chegaria a ter no máximo 200 clientes. Mas em 1997 o cenário era outro: a internet ainda estava começando no Brasil, quase ninguém sabia muito bem para que ela servia e, para completar, Busnardo assistia às concorrentes na região abrindo e fechando pouco tempo depois. Com a Unifique, empresa que atua na área de telecomunicações, foi diferente. Hoje a clientela chega às dezenas de milhares, entre empresas, residências e órgãos públicos, e a meta para este ano é crescer 40%.
O diretor-executivo da empresa diz que o índice de crescimento para 2015 poderia ser ainda maior. Só não é porque expansão exige investimento, e agora as taxas de juros para se obter dinheiro através de financiamento estão mais altas em comparação com anos anteriores. Ainda assim, os números do primeiro semestre deste ano já começam a confirmar os planos de crescimento da empresa: em comparação com igual período de 2014, registrou expansão de 49%.

Hoje com 18 lojas no Estado, em até cinco anos a empresa quer estar em todo o Estado e chegar a 100 filiais. Depois disso, deve expandir para os vizinhos Rio Grande do Sul e Paraná. Busnardo aponta alguns motivos para os bons números: lançar novos produtos constantemente, não depender de um único segmento do mercado e ir na contramão das gigantes do setor, ao abrir lojas físicas para um contato cara a cara entre cliente e empresa.

— O pessoal gosta de conversar pessoalmente, e a nossa estratégia é estar perto do cliente. Aumentam os custos, mas as vendas também crescem. A contrapartida compensa — afirma.

Empresa começou com internet discada

Fundada em 1997 com o nome Timbó Provedor de Acesso (TPA) Telecomunicações, no Centro de Timbó, quando Busnardo ainda era estudante de Administração na Furb, a Unifique oferece internet, rede privativa para unidades empresariais, telefonia fixa e TV a cabo desde o início deste ano. À época, concluiu que também poderia fazer o seu próprio negócio. Com um único computador, tornou-se um provedor de acesso quando a internet ainda era discada. Em 2000, passou a investir em conexão a rádio, que hoje é a mais usada em áreas afastadas da zona rural, e seis anos depois começou a trabalhar com redes de fibra óptica.

No início essa rede ligava Timbó a Blumenau. Pelo alto custo, o serviço era inicialmente contratado por empresas. De 30 quilômetros de rede, expandiu- se para 4 mil quilômetros em 81 municípios catarinenses. Na opinião do diretor-executivo da Unifique, é provável que o setor de telecomunicações continue imune à crise, pelo menos em relação ao consumo:

— Neste segmento a crise não afeta a demanda. É um serviço essencial, que melhora a produtividade. A crise, na verdade, obriga a investir em tecnologia.

Falta mão de obra qualificada
Disputando espaço entre fortes concorrentes, a Unifique enfrenta hoje dificuldades na hora de encontrar mão de obra qualificada, sobretudo porque, para não perder terreno nem competitividade neste setor, as empresas se veem obrigadas a buscar constante atualização tecnológica e precisam de funcionários à altura. Tanto é que há cerca de 40 vagas em aberto em toda a rede no Estado.

Com quadro de colaboradores principalmente jovem, a empresa contrata e investe em formação, custeando parte das mensalidades de cursos ou faculdades, para fazer frente à falta de profissionais qualificados, que saibam lidar com as ferramentas da empresa.
A crise obriga o investimento em tecnologia, afirma
Fabiano Busnardo, diretor-executivo – Foto: Rafaela Martins
Fonte: Jornal de Santa Catarina – por Willian Reis

CELULAR CHINÊS TERÁ TAMANHO DO CARTÃO DE CRÉDITO E BATERIA VAI DURAR 3 MESES

CELULAR CHINÊS TERÁ TAMANHO DO CARTÃO DE CRÉDITO E BATERIA VAI DURAR 3 MESES
Uma empresa da China está desenvolvendo um celular que terá o tamanho de um cartão de crédito, cerca de 5,5 milímetros de espessura. Mas a melhor notícia fica por conta da durabilidade da bateria – o protótipo mostra que a bateria pode durar até 90 dias. Segundo informações do site de financiamento coletivo Kickstarter, o celular é resistente à água e à poeira e poderá funcionar ligado ao smartphone, como uma espécie de acessório.

Janus One é o nome do celular que precisará de um cartão SIM e funcionará principalmente para realizar ligações e enviar mensagens SMS – o básico do uso na telefonia. Na verdade, o celular não tem apelo de venda pela tecnologia – mas sim pela durabilidade da bateria.

Veja outras características:

O celular tem espaço para armazenar até 500 números na agenda e tem um contador de passos. Ele pode ser conectado a um smartphone via Bluetooth. O Janus One funcionará como um discador, permitindo fazer e receber ligações diretamente dele e receber notificações de mensagens SMS.

Os desenvolvedores esperam vender o produto como acessório. O aparelho poderá ainda pode fornecer bateria ao smartphone em casos de necessidade. Estará disponível nas cores preto, branco e dourado e custo é de US$ 69.

A previsão de entrega do celular é para setembro de 2015.

Pelo Kickstarter, o projeto conseguiu arrecadar até agora US$ 22,4 mil dos US$ 50 mil necessários para a fabricação dos celulares.



Fonte: ClickRBS/Conecte – Foto: Divulgação

PROJETO DE LEI PODE OBRIGAR INFORMAÇÃO DE VALIDADE A APARECER NO CÓDIGO DE BARRAS

PROJETO DE LEI PODE OBRIGAR INFORMAÇÃO DE VALIDADE A APARECER NO CÓDIGO DE BARRAS


O nome e o preço do produto podem não ser mais as únicas coisas a aparecer no código de barras, caso seja aprovado o Projeto de Lei 91/15. Tramitando na Câmara dos Deputados, o texto obrigaria os estabelecimentos a fazer constar a validade do alimento, que seria exibida quando o produto é passado por um leitor de códigos.

O projeto, de autoria do deputado Adail Carneiro (PHS-CE), altera a Lei 10.962/04, que trata da oferta e das formas de afixação de preços de produtos e serviços para o consumidor.

“Temos lido algumas notícias nos jornais, com indesejável frequência, que o consumidor brasileiro vem sendo frequentemente lesado ao ser levado a adquirir produtos que já estão com validade vencida ou com data muito próxima de expirar sua validade para consumo”, afirma Carneiro, na justificativa de seu projeto. “Se por um lado, ainda não se pode afirmar que há uma evidente má-fé dos supermercados, não é justo que o consumidor desatento e desavisado, esse sim agindo sempre de boa-fé, continue a adquirir produtos, normalmente perecíveis, que frequentemente estão muito próximos de estarem vencidos ou já se encontram com data de validade expirada.”

Segundo o deputado, se a informação constar no código de barras, será eliminada “qualquer possibilidade de adulteração ou fraude por parte de quem quer que seja, fornecedor ou estabelecimento de venda”. O gabinete do deputado afirma que o projeto de lei não altera a exigência de exibição impressa das informações nos produtos.
Por ser de caráter conclusivo, a proposta não precisará passar por votação no plenário da Câmara ou do Senado. O texto, porém, precisa ser analisado pela Comissão de Defesa do Consumidor e pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) das duas casas. Atualmente o projeto, tendo sido acatado pela Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara, precisa passar ainda pela CCJ da casa antes de ir para análise dos senadores.





Foto: Divulgação
Fonte: O Globo

COMO A POBREZA PREJUDICA O CÉREBRO DAS CRIANÇAS

COMO A POBREZA PREJUDICA O CÉREBRO DAS CRIANÇAS
Crescer na pobreza é algo que há tempos está ligado a pontuações mais baixas em provas acadêmicas.

E agora há cada vez mais evidências de que isso se deve ao fato de que as crianças podem sofrer consequências físicas reais provocadas por rendas familiares baixas, o que inclui cérebros menos preparados para o aprendizado.

Uma análise de centenas de escaneamentos de cérebros por meio de imagens de ressonância magnética (IRM) apontou que as crianças de famílias pobres tinham quantidades menores de massa cinzenta em áreas do cérebro responsáveis por funções necessárias para o aprendizado, segundo um novo estudo publicado na segunda-feira no JAMA Pediatrics.

A diferença anatômica poderia explicar até 20 por cento da diferença nas pontuações dos testes entre crianças criadas na pobreza e seus pares ricos, segundo a pesquisa.

O estudo aumenta nosso entendimento a respeito da ligação entre renda e realização.

É bem aceita a noção de que, na média, as crianças pobres ficam para trás em relação ao desempenho escolar. Mas os cientistas estão apenas começando a desvendar com precisão o quanto a riqueza afeta o aprendizado.

As crianças de famílias que vivem abaixo da linha federal de pobreza nos EUA — uma renda anual de cerca de US$ 24.000 para uma família de quatro pessoas — tinham volumes de massa cinzenta 7 por cento a 10 por cento mais baixos do que seria esperado para o desenvolvimento normal.

Cerca de 20 por cento das crianças americanas viviam com esse nível de renda em 2013, segundo dados do Escritório do Censo. Diferenças menores se mostraram evidentes entre as famílias consideradas “próximas à pobreza”, que correspondem a 150 por cento do nível de pobreza, atualmente de cerca de US$ 36.000 para uma família de quatro pessoas.



Jardim de infância

As crianças que vivem logo acima do nível “próximo à pobreza” pareceram estatisticamente similares às crianças de famílias muito mais ricas.

“Foi quando começamos realmente a mergulhar na pobreza real, uma pobreza verdadeiramente abjeta, que começamos a enxergar uma diferença”, diz Seth Pollak, professor de Psicologia da Universidade de Wisconsin-Madison e coautor do estudo.

As diferenças ficaram evidentes em crianças de apenas 4 anos, o que significa que elas ocorrem antes do jardim de infância.

A pesquisa pode subestimar o tamanho dos efeitos. Pollak e seus colegas usaram informações e imagens cerebrais de um estudo anterior dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA que monitorou várias centenas de crianças e adolescentes durante diversos anos.

Esse estudo excluiu pessoas com dificuldades de aprendizado, nascimentos prematuros ou históricos familiares de problemas psiquiátricos, porque tinha o objetivo de medir uma linha básica para o desenvolvimento cerebral normal. Como resultado, diz Pollak, a amostra incluiu “as crianças mais saudáveis e robustas que vivem na pobreza”.

A que se devem as diferenças? Pollak suspeita que as crianças pobres “estão recebendo muito pouco das coisas que precisamos para desenvolver o cérebro e bastante das coisas que inibem o crescimento do cérebro”.

Elas podem estar recebendo menos estímulos dos pais ou não estar contando com coisas como giz de cera, livros infantis ou jogos. Ambientes cheios ou lares instáveis podem interromper o sono. Bairros pobres podem não ter mercados com alimentos frescos, o que leva a déficits nutricionais.



Problema médico

Pollak diz que a pesquisa o fez pensar na pobreza como um problema médico, semelhante à exposição à tinta com chumbo e não como uma condição estritamente social. Essa ideia desafia um senso comum americano: “Nós gostamos de acreditar, nos Estados Unidos, que a educação é um equalizador, que todos têm uma oportunidade justa”, diz Pollak.

“Esse estudo é uma espécie de sugestão de que temos algumas crianças chegando ao jardim de infância sem receber uma oportunidade justa”.

Outra pesquisa recente ligou a renda ao desenvolvimento do cérebro.

O jornal científico Nature Neuroscience informou em março que a área da superfície do cérebro estava ligada à renda e que os maiores efeitos eram notados entre as crianças mais pobres.

“Apenas nos últimos anos houve alguma pesquisa sistemática questionando o lado biológico da história”, diz John Gabrieli, neurocientista do Instituto de Tecnologia de Massachusetts que é coautor de outro artigo, publicado em abril, sobre as ligações entre a massa cinzenta, a renda e as pontuações em testes. Ele não participou da pesquisa de Pollak.

Gabrieli alerta que as diferenças no desenvolvimento não significam que os estudantes mais pobres não recuperarão o tempo perdido sob as circunstâncias corretas.

“Temos evidências muito fortes de que há muito espaço para a plasticidade cerebral ao longo de todo o caminho até a vida adulta”, diz ele.







Foto: Nikhil Gangavane / Thinkstock
Fonte: Exame.abril

Como escolher o top ideal para malhar

Descubra qual é o melhor modelo para o seu tipo de seio


Faça o seu esporte favorito com o tênis errado e veja o que acontece. O mesmo se passa quando você se arrisca a praticar a sua modalidade preferida com um top errado. E acredite, a maioria das mulheres anda errando na escolha do seu. Um levantamento feito nos EUA com especialistas em atividade física e fitness apontou que a mulherada peca ao comprar tops que apertam exageradamente os seios, mas cujas faixas peitorais (aquela que circunda a base dos seios e costas) são frouxas.


A Sport Life conversou com alguns feras nesse assunto para que você saia da loja com o top ideal para o seu corpo conforme o seu esporte. Saiba no que você deve estar atenta:


Sustentação sob medida
Compressão não é o mesmo que sustentação e aqui vem um dos principais erros na hora da compra. O top precisa sustentar os seios e não esmagá-los. A sustentação é proporcionada por três itens: o bojo, a faixa peitoral e as alças. “Os seios precisam estar firmes e muito bem sustentados, mas confortáveis dentro do bustiê”, explica Karina Hatano, médica do esporte da Seleção Brasileira de Natação. Segundo a especialista, os tops cujas alças fazem um “X” nas costas são os que mais dão suporte às mamas.
Pergunte à vendedora se o modelo de sua preferência é de leve, média ou alta sustentação. Cada um deles se presta a um tipo de atividade física e tem a ver com o grau de impacto que ela gera. Estudos já mostraram que a dor nos seios sentida pelas mulheres durante a prática de um esporte é proporcional à intensidade do exercício.
Leve: para atividades como Pilates, ioga ou caminhada.
Média: para modalidades como bike e tênis.
Alta: para esportes como corrida e basquete (no qual as chances de um encontrão com outra jogadora são altas).




Na medida certa


No Brasil, é dificílimo encontrar um top com as medidas americanas, que levam em consideração tanto o bojo (tamanho do seio) quando a faixa peitoral (tamanho do tórax). O top não pode estar nem apertado demais, achatando os seus seios, nem demasiado largo. Confira algumas dicas de como saber se ele tem um bom tamanho para você:


1. A faixa peitoral tem de ficar paralela ao chão e não pode estar apertada a ponto de irritar a pele. “O atrito intenso impede que o calor se dissipe da região, podendo machucar a pele, especialmente nos pontos de costura e pelo tecido molhado em contato com o suor”, alerta Karina.
2. As alças devem estar confortáveis sobre os ombros e não podem ser finas demais, com o risco de elas ferirem o seu ombro. Pelo contrário: quanto mais largas, mais proteção. Se você tiver de apertá-las no talo, é bem provável que aquele top esteja grande. Uma boa dica é colocar dois dedos sob a alça e passá-los por baixo dela da parte da frente até atrás. Se você puder fazer isso, o tamanho está bom.
3. Se parte dos seus seios sair pelas laterais do top, com certeza ele está pequeno demais. Agora, se ele enrugar, é quase certo que ele é muito grande.


Para cada tamanho, um tipo


Há três tipos de top, cada um deles mais adequado a um tamanho de seio:


1. Compressão
São aqueles que você veste pela cabeça e não têm fecho atrás. São os mais comuns. A ideia é que eles comprimam os seios contra o peito, reduzindo a sua movimentação ao máximo. São os mais indicados para quem tem seios pequenos a médios.


2. Encapsulamento
São os que apresentam um recorte na base do seio, que agem como se estivessem encapsulando os seios individualmente ao invés de comprimir os dois juntos contra o peito. Muitos deles apresentam um fecho atrás. São ideais para quem tem seios grandes.


3. Uma mescla dos dois
Encapsulam e trazem os seios junto ao peito. São bons para os de tamanho médio a grande. “Até há pouco tempo, achava-se que os de compressão fossem os melhores, mas estudos mostraram que todos os tipos os protegem igualmente, reduzindo a movimentação das mamas para baixo e para cima”, diz Joanna Scurr, especialista em biomecânica dos seios da Universidade Portsmouth (Reino Unido).


O tecido
Escolha materiais com tecnologias que acelerem a secagem do tecido e facilitem a transpira- ção. Molhado de suor, o tecido pode irritar a sua pele. Evite os feitos de algodão, que absorvem o suor, especialmente se você sua bastante. Mas lembre-se: todas essas dicas só valem se você também se sentir confortável ao vestir o top. Portanto, evite comprá-los pela internet. Vá a uma loja e experimente vários. O mesmo vale para o sutiã.


Seus seios na corrida
Os seus seios não se movimentam só para baixo e para cima à medida que você engata as passadas, mas para os lados também, num movimento que lembra o número oito deitado. O complicador disso é que estudos recentes feitos por um grupo da Universidade de Portsmouth (Reino Unido) mostraram que, sem a devida proteção, o balançar das mamas acaba alterando a passada, pois o centro de equilíbrio do corpo tende a “seguir” essa movimentação.
Resumindo, a aterrissagem do pé é mais pesada quando os seios não têm a devida proteção e esse impacto acaba recaindo sobre a parte de dentro do pé. “Nossos estudos ainda são preliminares, mas as evidências sugerem que, no longo prazo, isso pode levar à queda da performance e a lesões”, diz à Sport Life Jenny White, especialista em biomecânica do esporte da Universidade de Portsmouth. Segundo Joanna Scurr, um bom top é capaz de diminuir o balançar dos seios em aproximadamente 53%, reduzindo, inclusive, a dor, principal queixa das mulheres ao correr. A movimentação das mamas durante a corrida pode afetar os ligamentos de Cooper, estruturas fibrosas que ligam as mamas à pele, resultando em dor ou num risco maior de ficar com os seios mais “caídos” (no caso de esses ligamentos se romperem).


Observe como o top fica em você
Nicola Brown, pesquisadora da Escola de Saúde do Esporte e Ciências Aplicadas da Universidade St. Mary, no Reino Unido, ajudou a conduzir um estudo com 1 285 mulheres em atividade física. “Vimos que 90% das participantes usam top, e quase todas reclamaram em algum momento de dor no peito por causa da escolha do tamanho inadequado”, relata. Mesmo tendo mais opções de numeração lá na Europa, a mulherada erra porque não experimenta o top! “É muito importante saber o tamanho do tórax, o volume das mamas e a distância dos ombros e mamilos para não errar no top”, orienta Karina Hatano.

7 alimentos que vão deixar sua imunidade mais forte

A época mais fria do ano chegou e, com ela, doenças típicas da temporada, como gripes, resfriados e alergias. Para afastar os incômodos e deixar o seu sistema imunológico mais resistente, selecionamos os alimentos que não podem faltar no seu cardápio


Comer para se proteger. Sim, alguns alimentos específicos podem deixar seu sistema imunológico bem mais forte, para enfrentar ou até escapar de resfriados, gripes e alergias. “Uma dieta balanceada deixa a imunidade mais resistente e evita as doenças típicas dessa época. Bônus: você também vai diminuir a compulsão por comida, mais comum no inverno”, garante a nutricionista Flávia Morais, da rede Mundo Verde. Apostar nos chás também é uma boa opção, por hidratar e ajudar o organismo a se aquecer nos dias frios.


Couve, cenoura, tomate
O betacaroteno, um antioxidante presente nesses alimentos, combate as infecções e estimula as células imunológicas.


Gengibre
Ele possui ação expectorante, reduz a inflamação e a dor. Com a raiz, é possível preparar chás. Já o pó de gengibre, pode ser adicionado em sucos e receitas diversas.


Mel
Tem ação bactericida e antisséptica. É um bom coadjuvante no tratamento de problemas pulmonares e de garganta. Contém substâncias que agem como antibióticos naturais. Só não ferva esse poderoso aliado para que não perca suas propriedades. Use puro ou para adoçar o chá.


Goji berry
Em 100g dessa frutinha é possível encontrar 2500mg de vitamina C, que tem ação antioxidante e estimula a atividade imunológica do corpo. Também é fonte de betacaroteno, relacionado à maior defesa imunológica do corpo.


Cacau
Fonte de zinco, nutriente crucial para a o bom funcionamento do sistema imunológico.


Como prevenir varizes

Tem dúvidas de como prevenir varizes? Então, veja algumas dicas e mãos à obra!

Aumento de peso, o uso de anticoncepcionais, sedentarismo e propensões genéticas são alguns fatores para o surgimento daqueles vasinhos que tanto incomodam, as varizes. Se o seu caso não for cirúrgico, acompanhe as instruções da dermatologista Thais Jerez, da Clínica Jerezde Dermatologia, e adie seu aparecimento! Veja como prevenir varizes:

• Evite ficar muito tempo empé em uma mesma posição;

• Pratique atividades físicas.

• Invista em cosméticos à base de cafeína, centelha asiática, castanha da Índia e arnica.

• Faça uso de meias elásticas compressoras.

• Mantenha os pés para cima quando possível e não se esqueça de exercitar a região da batata da perna.

5 erros de quem sofre de cefaleia

Listamos cinco erros cometidos por pessoas que sofrem de cefaleia. Confira!

1. Tomar remédios sem a orientação de um especialista. A utilização indiscriminada de analgésicos pode aumentar a frequência das crises. 


2. Deixar para medicar-se quando a dor de cabeça fica insuportável. As crises respondem melhor aos remédios se forem tratadas no começo.


3. Normalmente, as pessoas acham que a origem da dor está em problemas como hipertensão, miopia e sinusite crônica. Atribuir o sintoma a causas errôneas só atrasa o diagnóstico.


4. Não mapear o incômodo. Paciente e médico precisam saber exatamente em que época do mês ele ocorre, em que parte do dia, sua duração e a resposta em relação aos remédios prescritos. Quanto mais informações, mais eficaz será o tratamento.


5. Não mudar hábitos que podem causar o sintoma. Quem sofre de cefaleia crônica precisa ter uma dieta balanceada, uma rotina de sono adequada, além de praticar exercícios e reduzir o estresse no dia a dia.

Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/clinica-geral/5-erros-de-quem-sofre-de-cefaleia/2904/ - Texto Diego Benine / Foto: Shutterstock/ Adaptação: Marília Alencar

Você pode estar envelhecendo mais rápido do que os seus amigos

Se aquela reunião de escola 20 anos depois do término do ensino médio não era prova suficiente, os cientistas confirmaram: as pessoas envelhecem em taxas radicalmente diferentes. Um estudo com cerca de mil pessoas de 38 anos descobriu que, enquanto a maioria tinha idades biológicas próximas da sua quantia real de “primaveras”, os outros eram muito mais jovens ou mais velhos. A pesquisa foi publicada na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”.


Os pesquisadores usaram 18 marcadores fisiológicos, incluindo a pressão sanguínea, o funcionamento dos órgãos e o metabolismo para avaliar a idade biológica de cada um dos participantes. Para alguns, os últimos doze anos não tinham feito muita diferença em seus corpos. Outros, porém, não tiveram a mesma sorte. Um bom número de participantes tinha idades biológicas próximas dos 50 anos, enquanto um, descrito pelos cientistas como um “caso extremo”, tinha a idade biológica de 61 anos de idade. Isso significava que, a cada aniversário nos últimos doze anos, seu corpo tinha envelhecido quase três anos.


“A esmagadora maioria está biologicamente em seus 40 e poucos anos ou mais jovens, mas há alguns casos que estão em péssimo estado. No futuro, vamos aprender sobre as diferentes vidas que as pessoas que envelhecem rápida e lentamente viveram”, disse um dos autores do estudo Daniel Belsky, professor assistente da Faculdade de Medicina da Universidade Duke, nos Estados Unidos, ao jornal “The Guardian”.


Estudo de longo prazo
954 pessoas nascidas em 1972 ou 1973 em Dunedin, na Nova Zelândia, concordaram em participar de um estudo que os seguiria dos 26 aos 38 anos de idade. Cada participante concordou em ser testado para fatores que estudos anteriores associaram ao envelhecimento. Eles fizeram isso no início do estudo e quando tinham 32 e 38 anos. Os dados foram combinados para calcular o ritmo em que cada pessoa estava envelhecendo. Do grupo original, 30 haviam morrido até os 38 anos devido a doenças graves como câncer, ou por acidentes, suicídios e overdose de drogas.
“Nosso objetivo era ver se conseguíamos medir o envelhecimento em pessoas jovens”, explica Belsky. “Está se tornando cada vez mais claro que o envelhecimento é realmente a causa de grande parte do fardo de doenças e deficiências que enfrentamos, mas a nossa ciência atual é baseada no envelhecimento em pessoas mais velhas, que já têm um monte de doenças relacionadas com a idade”. Assim, ao estudar o envelhecimento em pessoas jovens, estes males são excluídos da equação.


Idade biológica
Os cientistas elaboraram uma lista de 18 marcadores biológicos que juntos refletem idade biológica de uma pessoa. Eles incluíram medidas de função renal, hepática e pulmonar, níveis de colesterol, aptidão cardiovascular, índice de massa corporal, inflamações e os comprimentos de telômeros, que são capas protetoras que ficam nas extremidades dos cromossomos. Com base neles e nas três medições feitas ao longo dos anos, foi definido o “ritmo de envelhecimento”.
Em todo o grupo, as idades biológicas dos participantes de 38 anos variou de 28 a 61. Se um indivíduo de 38 anos tem uma idade biológica de 40, isso implica em um “ritmo do envelhecimento” de 1,2 anos por ano ao longo dos 12 anos do estudo. “Mesmo antes de desenvolver doenças relacionadas à idade, sua fisiologia mostra sinais, e há uma grande variação no quão rápido as pessoas envelheceram nos últimos 12 anos”, afirma.
Pessoas com idades biológicas maiores tiveram um desempenho pior em testes que normalmente são dados a pessoas com mais de 60 anos. Estes testes incluíram equilíbrio e coordenação, mas também tarefas mentais, tais como a resolução de problemas desconhecidos. As pessoas mais velhas biologicamente também relataram mais dificuldades com atividades como subir escadas.


Por dentro e por fora?
Os estudiosos, então, quiseram ver se as idades biológicas dos voluntários combinavam com suas aparências. Eles convidaram alunos para ver fotos dos participantes do estudo e tentar adivinhar suas idades. As pessoas mais velhas biologicamente foram constantemente classificadas como parecendo ser mais velhas do que seus 38 anos.
“Já antes da meia-idade, os indivíduos que estavam envelhecendo mais rapidamente eram menos fisicamente capazes, mostravam declínio cognitivo e envelhecimento do cérebro, relataram uma saúde pior e pareciam mais velhos,” escrevem os autores.
O próximo passo na pesquisa é “vasculhar” as vidas dos participantes de Dunedin para ver se fatores como estilo de vida, histórico médico, situação familiar e eventos estressantes podem afetar a velocidade com que as pessoas envelhecem.


Melhor prevenir do que remediar
Belsky chamou o estudo de uma “prova de conceito” para o uso de marcadores biológicos na medição do processo de envelhecimento em pessoas que são jovens demais para ter doenças relacionadas à idade. Uma medida objetiva da idade biológica, disse ele, poderia ser usada para avaliar se novas terapias anti-envelhecimento funcionam ou não em um prazo razoável.
“O que precisamos são medidas que podem mostrar se essas terapias estão funcionando, para que não tenhamos que esperar 50 anos para ver se alguém ainda está vivo ou não. Queremos um barômetro em tempo real de como uma pessoa está reagindo e se a terapia está realmente mudando a sua taxa de envelhecimento”, ressaltou.
O objetivo final é ter como alvo o envelhecimento ao invés das múltiplas doenças separadas que as pessoas estão cada vez mais propensas a desenvolver à medida que envelhecem. [Time, The Guardian]

Alimentos que estufam a barriga – pra passar bem longe!

Essa lista de alimentos, os inimigos do abdômen sequinho, é para carregar na bolsa


1. Bebida com gás
Refrigerante de todos os tipos, inclusive água com gás (aromatizada artificialmente ou não) alteram a mucosa intestinal, causam o desequilíbrio da flora e estufam a barriga. Os diet ou light contêm adoçantes como xilitol, sorbitol e maltiltol que podem provocar gases.


2. Doce, pão e biscoito feitos com farinha branca
Esses alimentos têm alto índice glicêmico, que aumenta a gordura acumulada na região da barriga.


3. Carne vermelha
A proteína desse tipo de carne leva mais tempo para ser digerida. O alimento permanece mais tempo no organismo, o que favorece a prisão de ventre e a formação de gases, aumentando a barriga.


4. Alimentos embutidos como salsicha, linguiça, salame, mortadela
Todos eles contêm muito sódio, que provoca ou aumenta a retenção de líquidos e o inchaço. O efeito você pode ver no mesmo diasódio, que provoca ou aumenta a retenção de líquidos e o inchaço. O efeito você pode ver no mesmo dia.


RECEITA SIMPLIFICA SOLICITAÇÃO DO CNPJ

RECEITA SIMPLIFICA SOLICITAÇÃO DO CNPJ
A Receita Federal simplificou a solicitação do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).

A Receita Federal e o Instituto de Registro de Títulos e Documentos e de Pessoas Jurídicas do Brasil assinaram convênio que permite ao usuário solicitar, alterar e baixar o documento concomitantemente com o registro do ato em cartório.

Pelo convênio, as solicitações de inscrição, alteração e baixa do CNPJ poderão ser analisadas e deferidas diretamente pelos Cartórios de Registro de Pessoas Jurídicas, sem que o contribuinte necessite deslocar-se para o atendimento da Receita Federal.

Desta forma, o CNPJ poderá ser emitido, alterado e baixado concomitantemente com o registro do ato no cartório, assim como já ocorre com os atos sujeitos a registro nas Juntas Comerciais.

Para isso, foram implantadas melhorias no CNPJ, sendo a principal delas a possibilidade de que os Cartórios de Registro de Pessoas Jurídicas sejam integrados ao processo de análise e deferimento de atos cadastrais do CNPJ, por meio da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e Legalização de Empresários e Pessoas Jurídicas (REDESIM).

Para viabilizar essa integração, cada Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas do Brasil poderá aderir ao convênio já firmado entre a Receita Federal e o Instituto de Registro de Títulos e Documentos e de Pessoas Jurídicas do Brasil (IRTDPJ), mediante assinatura de Termo de Adesão.

Segundo a Receita, a expectativa é que a partir de agosto diversos cartórios em vários Estados já estejam prontos para prestar o serviço.





Foto: SXC.HU
Fonte: Hora de SC

ENTENDA POR QUE A BARRA DE CEREAL PODE SER A VILÃ DA DIETA

ENTENDA POR QUE A BARRA DE CEREAL PODE SER A VILÃ DA DIETA


As prateleiras das lojas e supermercados são um prato cheio para vilões mascarados de mocinhos. O mais comum deles pode estar aí, dentro da sua bolsa: a barra de cereal.

Considerada um lanche prático — é pequena e não precisa de refrigeração— e rápido, a barrinha muitas vezes deixa a desejar no quesito que a popularizou: a saúde. Excesso de açúcar e de gordura depõem contra muitas delas.

— Às vezes, as barras contêm condensados de polpa de frutas com muito açúcar, cobertas por muito chocolate — analisa a nutricionista Joselaine Stürmer.

Assista ao vídeo:





Essas, definitivamente, devem ser evitadas. Na hora de escolher o produto, o mais recomendado é ler a embalagem para não acabar comprando gato por lebre. Muitas barrinhas possuem um mix de mel, açúcar, xarope e outras substâncias usadas para adoçar, o que não é o ideal para quem deseja emagrecer, explica a especialista:

— Toda barra de cereal que tem mel, melado, xarope de milho e que tem uma quantidade a mais de açúcar, aumenta muito a quantidade de açúcar no sangue, automaticamente, aumenta muito a necessidade de produzir insulina para queimar aquele açúcar e nem sempre a gente o queima.

E mais: deve-se ficar atento pois algumas substâncias são usadas no lugar do açúcar com a mesma função. Açúcar invertido, maltodextrina e polidextrose muitas vezes entram no lugar do açúcar em si com uma única finalidade: tornar o alimento ainda mais doce.

Ao analisar a quantidade de gorduras, a indicação é que uma barra não tenha mais do que quatro gramas de gorduras totais.

— Se a gente perceber que tem um pouco mais de gordura, mas não é saturada, é poli-insaturada ou monoinsaturada, que são das castanhas da linhaça, da chia, tudo bem, é uma gordura saudável. Agora, se a barra não contém essas sementes oleaginosas e a quantidade de gordura é maior do que quatro gramas, realmente é demais — diz a especialista.

Outro item fundamental das barrinhas é a quantidade de fibras que possuem. Segundo regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), somente podem ser rotulados como alimento fonte de fibras aqueles que possuem, no mínimo, três gramas de fibras em 100 gramas de produto. Para uma barrinha, que tem geralmente de 25 a 30 gramas, o indicado é possuir dois gramas de fibras, ensina Joselaine.

No quesito valor energético, os produtos devem ter entre 80 e 110 calorias. Por fim, vale analisar outros aspectos:

— A boa barrinha é aquela orgânica, que não vai conservante, aditivo e corante. Ela não contém açúcar adicional, o açúcar dela é o da fruta. De preferência, que não tenha uma quantidade grande de mel e que tenha na composição fibras que possam ajudar no funcionamento intestinal e que ajudam a dar saciedade — comenta a nutricionista.

Depois de tudo isso, se você já pensou em trocar as suas barrinhas por opções diet ou light, vale o alerta: elas não são necessariamente apropriadas.

— Barras light ou diet têm muitos edulcorantes (adoçantes). Alguns deles provocam muitos gases e podem produzir diarreia. Como eles têm um poder muito maior que o açúcar, a pessoa come aquela barrinha e fica com resíduo do adoçante e aquilo está sempre lembrando cérebro do quê? De açúcar — revela Joselaine.



Uma barrinha para cada hora do dia

Quem nunca substituiu uma refeição por uma barrinha de cereal? É rápido e prático para aqueles dias de correria, certo? Errado.

Segundo Joselaine, nunca se deve usar o produto como substituto de uma refeição.

— Tem gente que está substituindo o café da manhã por barra. Ela tem pouquíssimo cálcio, pouca proteína — alerta.

O consumo ideal seria para lanches intermediários, complementado por iogurtes, leite ou castanhas. Fora isso, pode servir como sobremesa para quem não vive sem algo doce após o almoço.

Além dos lanches, as barrinhas podem servir como pré-treino e pós-treino para os praticantes de atividade física. As mais indicadas para o período que antecede o exercício, de acordo com a nutricionista, são aquelas com um pouco mais de açúcar para garantir energia. As barras de frutas em passas são ótimas opções. No término da atividade, pode-se consumir barras de proteína acrescidas com whey protein.

— É importante que a gente cuide a quantidade de gordura nas barras de proteína, pois normalmente têm muito chocolate e acabam tendo mais gordura do que proteína. Deve-se evitar.



Mais produtos, menos saúde

Aqui no Rio Grande do Sul, a venda destes produtos nos supermercados teve média de crescimento de 15% ao ano, entre 2010 e 2014, segundo dados da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas). Comparando os mesmos períodos de 2014 e 2015, percebe-se que as vendas estagnaram.

— As vendas de barras de cereal cresceram muito nos últimos anos, mas, no acumulado de 2015, estão estagnadas na comparação com o mesmo período de 2014. Ou seja, o volume físico de barras de cereal é muito parecido com o comercializado em 2014 devido à instabilidade econômica e à diminuição do poder de compra dos consumidores. Quando tem mais renda, o consumidor busca o supérfluo e produtos mais “saudáveis”. Quando tem uma retração em sua renda, ele não aumenta sua procura por estes itens — avalia Antônio Cesa Longo, presidente da Agas.

No exterior, os consumidores também investem na praticidade das barrinhas para encarar a rotina corrida. Tanto que um grupo de pesquisa do Reino Unido resolveu analisar as 15 marcas mais vendidas. O resultado não apresentou nenhuma grande novidade: alguns produtos possuíam 40% de açúcar. O mais alarmante foi a descoberta que uma barra para crianças continha 42% de açúcar em sua composição.

Veja algumas dúvidas comuns dos consumidores, explicadas pela nutricionista Joselaine Strürmer:



Saiba como fazer uma barra de cereal caseira indicada pela nutricionista:

Ingredientes
3 colheres de sopa de mel
1 xícara de flocos de quinua
½ xícara de aveia em flocos
½ xícara de semente de chia
10 castanhas do Pará trituradas
½ xícara de uvas passas (sem sementes)
1 colher (sopa) óleo de canola

Como preparar
— Misture o açúcar, o mel, os flocos quinua, a aveia em flocos, semente de chia, as castanhas e a uva passa em uma panela e leve ao fogo brando
— Cozinhe bem, sem parar de mexer, durante 10 minutos, ou até obter uma massa homogênea.
— Retire do fogo, despeje a massa sobre uma superfície lisa, untada com 1 colher (sopa) de óleo de canola, formando um retângulo de 1cm de espessura
— Corte a massa ainda quente, em barras
— Deixe esfriar
— Rende até 12 barras, que devem ser colocadas em potes, podendo ser guardadas na geladeira.







Fonte: Diário Catarinense

ENERGIA CARA PREJUDICA IRRIGAÇÃO E CONTRIBUI PARA QUEDA NAS SAFRAS DE FEIJÃO E ARROZ

NERGIA CARA PREJUDICA IRRIGAÇÃO E CONTRIBUI PARA QUEDA NAS SAFRAS DE FEIJÃO E ARROZ


Os altos custos de energia elétrica no Brasil este ano já afetam a produção de diversas culturas agrícolas que utilizam irrigação e deverão contribuir para uma redução na próxima colheita de arroz e feijão, disseram especialistas.

A área irrigada no Brasil é de 5,8 milhões de hectares, equivalente a 8 por cento de toda a área plantada no país, segundo dados a Agência Nacional de Águas e do IBGE.

Cana-de-açúcar, arroz, soja, milho e feijão são as culturas que mais ocupam áreas irrigadas, mas o sistema também é usado para produção de frutas, café e hortaliças, por exemplo.

“A energia vem sendo o principal vilão do custo de produção”, disse à Reuters o presidente da Federação dos Arrozeiros do Rio Grande do Sul, Henrique Dornelles.

Os gaúchos produziram na safra passada 8,6 milhões de toneladas de arroz, ou cerca de 70 por cento do total produzido no país.

“Para a safra que foi colhida no primeiro semestre, dependendo da região, aumentaram em mais de 100 por cento os custos”, disse ele, lembrando que toda as lavouras de arroz do Estado são irrigadas, fazendo uso intensivo de bombas hidráulicas.

Segundo Dornelles, o aumento de custos, somado a preços ruins na venda do produto e incertezas sobre o clima, poderá levar a uma redução de pelo menos 5 por cento na área plantada com o cereal no Estado em 2015/16, que acontece nos últimos meses do ano.

Após dois anos de intensa seca no Brasil, que prejudicou a geração nas hidrelétricas e obrigou o acionamento de todas as usinas térmicas, que têm custo de produção mais elevado, a Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou um reajuste médio de 23,4 por cento para as tarifas de eletricidade a partir de março.

A alta somou-se, ainda, aos reajustes anuais das tarifas de cada distribuidora, o que fez o Banco Central estimar elevação de 41 por cento nos preços da energia elétrica no país em 2015.



FEIJÃO

Os custos de produção, além de condições de comercialização, também estão contribuindo para uma redução na estimativa da área de plantio da terceira safra de feijão do Brasil, que é cultivada durante o seco inverno do Centro-Oeste/Sudeste e depende amplamente de irrigação.

O plantio da terceira safra ficou concentrado nos meses de abril e maio –já sob os efeitos da energia mais cara–, com colheita prevista para agosto e setembro. Em 2015, a área deverá cair 11,1 por cento e a produção 8,2 por cento, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

“No feijão, deveremos ter uma entressafra mais longa… Pode haver um vazio de oferta entre outubro e dezembro”, disse Carlos Cogo, que dirige uma empresa de consultoria agroeconômica.

O aperto nos custos de operação das lavouras também foi sentido pela Valmont, principal empresa de pivôs centrais de irrigação no país.

“Temos relatos de clientes que usam nossos produtos e sofreram aumento de 50 a 60 por cento no custo. O usuário de pivô central já é um usuário comedido. Ele é um sujeito que faz conta”, disse o direto-presidente da companhia, João Rebequi.

No cinturão citrícola de São Paulo, 25 por cento dos pomares contam com irrigação, principalmente com a tecnologia de gotejamento, que é acionado em momentos de estresse hídrico.

“A energia elétrica no campo aumentou 100 por cento em um ano. A gente reza para chover. Se a gente irrigar a metade do que irrigou o ano passado, vai custar a mesma coisa”, contou o produtor de laranjas Roberto Jank, que cultiva 600 hectares no município de Descalvado (SP).

Segundo ele, a atual safra da fazenda –cuja colheita começou em junho e terminará em dezembro– poderá ter uma quebra de até 10 por cento na produção, já que na maioria dos momentos o custo de ligar as bombas de irrigação não compensa o ganho de produtividade.







Foto: Divulgação
Fonte: Reuters

FALCÃO FAZ AS PAZES COM A CBFS E VOLTA À SELEÇÃO BRASILEIRA DE FUTSAL

FALCÃO FAZ AS PAZES COM A CBFS E VOLTA À SELEÇÃO BRASILEIRA DE FUTSAL
O racha dentro da Confederação Brasileira de Futsal (CBFS) chegou ao fim nesta terça-feira. Após reunião realizada na semana passada, os jogadores anunciaram acordo com a direção da entidade para retornar à seleção brasileira, após boicote iniciado no começo do ano. Liderado por Falcão, o grupo, que conta ainda com atletas como Rodrigo e Tiago, fez as pazes com o presidente Marcos Madeira.

— A situação na seleção chegou a um momento insustentável, que acabava não sendo bom para nós e nem para a Confederação. O presidente nos chamou para uma reunião na semana passada. Talvez nosso erro tenha sido não realizar essa reunião antes — disse Falcão, em entrevista ao SporTV.

O racha dentro da confederação teve como estopim a crise financeira da entidade, impedida de assinar contratos de patrocínio com empresas estatais porque um dos seus balanços recentes foi reprovado. Ex-dirigentes da confederação são investigados pela Polícia Civil do Ceará por formação de quadrilha, estelionato, lavagem de dinheiro e crime contra a ordem tributária.

Por conta das dificuldades financeiras, a confederação resolveu antecipar a eleição para o fim de março. Um grupo de jogadores, então, se uniu para tentar emplacar um candidato no pleito, o ex-atleta Nilton Romão, presidente da AABB-SP. Mas o então oposicionista Marcos Madeira e Louise Anne Vale Bedê, da situação, se uniram, acabando com as chances do candidato preferido dos jogadores.

Madeira venceu a eleição e colocou Bedê como vice-presidente. Insatisfeitos, os jogadores decidiram boicotar a seleção brasileira, que não disputa uma partida desde novembro do ano passado — a Copa América, que seria sediada no Brasil neste ano, foi cancelada por conta das dificuldades financeiras da confederação.

Diante desta crise, Madeira se reaproximou dos jogadores e prometeu tirar Bedê da diretoria.

— Na reunião, colocamos as coisas com as quais não concordávamos. O presidente apresentou o novo planejamento de trabalho e inclusive o afastamento da pessoa que foi o motivo de nossa discordância. Ele nos prometeu que essa pessoa será afastada — revelou Falcão.

O jogador, referência mundial no esporte, contou ainda que o presidente deu maior liberdade para a participação dos atletas em determinadas questões da confederação.

— Ele nos surpreendeu ao dar total liberdade para tudo, inclusive uma ligação direta entre presidente e jogadores para conversamos sobre gestão. Vamos colocar alguém da nossa escolha em um cargo totalmente ligado a ele — disse Falcão.

O atleta, contudo, destacou que os jogadores não tiveram qualquer influência na escolha do novo treinador da seleção. PC de Oliveira deixou o cargo apenas dois meses depois de assumir, sem nem ao menos fazer uma convocação. Serginho Schiochet foi o escolhido pela confederação para assumir a seleção.

— Não nos metemos na escolha do treinador. E nem cabe a nós, brigamos apenas pelos direitos dos atletas — ressaltou Falcão.







Foto: Zerosa Filho / CBFS
Fonte: Diário Catarinense

POR QUE UMA MÃE DELETOU O FACEBOOK DA FILHA DE 10 ANOS?

POR QUE UMA MÃE DELETOU O FACEBOOK DA FILHA DE 10 ANOS?


Está lá, na seção de perguntas frequentes do Facebook: “Para se cadastrar no Facebook, é preciso ter pelo menos 13 anos”.

Tenho quase certeza que você conhece alguém com menos de 13 anos que tem uma conta na rede social, certo?

Dá para entender por que as crianças não respeitam a regra – a maioria das vezes com o aval dos pais. As redes sociais são um ambiente extremamente convidativo. Dá para jogar, assistir a vídeos e, principalmente, manter contato com os coleguinhas de escola. Proibir o seu filho de usar o Facebook pode lhe render um ar de mãe radical ou carrasca. Significa ouvir a resposta automática: “Mas todo mundo na minha classe está no Feeeice!”

Daí entra a velha máxima da minha mãe: “Se todo mundo se jogar do penhasco, você se joga junto?”. Como eu odiava quando ela falava assim… mas, como boa mãe que é, tinha razão.

Você deixaria sua filha ou seu filho brincar numa praça que está lotada de gente com más intenções?

Nada melhor para chamar a atenção para um problema tão sério do que um relato verdadeiro publicado por uma mãe. Ontem, a carioca Eliane Soares, mãe de uma garota de 10 anos, compartilhou uma história em sua página no Facebook de causar calafrios.

Leia trechos do relato:

“Sempre achei que criança não deveria ter facebook, mas a maioria dos amiguinhos da C. tem, e sempre ouvi de muitas pessoas que eu era radical por não deixá-la ter… Enfim, acabei cedendo. Ontem à noite ela pediu pra usar e deixamos, pela primeira vez. Imaginem qual não foi o tamanho da minha surpresa ao ver que ela tinha 92 solicitações de amizade, a maioria com fotos de adulto no perfil e sem nenhum amigo em comum! Me pergunto o que uma criança de 10 anos tenha de tão interessante pra um adulto desconhecido, embora, infelizmente, eu já saiba a resposta… Ela veio muito assustada mostrar pra mim e pro meu marido uma mensagem de um desconhecido. Que bom que conversamos muito com ela e a orientamos, mas mesmo assim ela poderia ter caído na conversa.”

As imagens falam mais do que qualquer comentário que eu possa fazer:

Troca de mensagens com suspeito de praticar crime de pedofilia (Foto: reprodução)

A partir daí, Eliane começou a se passar pela filha até enquadrar o sujeito. Ele a bloqueou.

As ruas estão cheias de criminosos ou gente com doenças que podem levá-las a cometer crimes. Por isso, ninguém em sã consciência deixa o filho pequeno sair por aí sem supervisão, certo? Deveria ser assim também nas redes sociais.

O relato de Eliane é raro. As pessoas preferem não se expor. Mas é essencial para abrir os olhos de outros pais e responsáveis por menores que insistem em criar perfis em redes sociais. Como disse a própria Eliane em seu post: “Tudo no seu tempo.”





Fonte: Revista Época

5 maneiras surpreendentes de se livrar do mau hálito

Ninguém gosta de mau hálito. A boa notícia é que existem formas relativamente simples de cuidar desse problema.


Segundo o otorrinolaringologista americano Dr. Jeffrey Spiegel, grande parte do tempo, o mau hálito vem dos gases produzidos por bactérias que se acumulam na boca, na gengiva, nos dentes e na língua. Esses gases contêm enxofre, que lhes dão um cheiro fedido.


Uma maneira simples e óbvia de tratar essa condição é escovar os dentes e passar fio dental. Raspadores de língua também podem ajudar a remover bactérias que se acumulam na parte de trás da boca. No entanto, se só isso não adianta para você…


Cinco outras formas de combater o mau hálito:


1. Visite seu dentista
Se você tiver mau hálito persistente, é melhor visitar seu dentista, sugere Chetan Kaher, dentista em Londres. Uma vez que certos tipos de bactérias se estabelecem em seus dentes, podem formar uma placa que tem de ser fisicamente removida por profissionais.
O mau hálito pode vir dessas placas, ou de cáries criadas pelas placas, que apodrecem os dentes. É melhor descartar essas possibilidades marcando um horário para checar a saúde bucal.


2. O problema pode estar no seu nariz
Outra das principais causas do mau hálito são as secreções fedidas de suas passagens nasais. Infecções do seio nasal ou a presença de bactérias nas cavidades nasais podem emitir odores nocivos.
Fazer uma lavagem nasal salina pode ajudar a aliviar este problema. Se ele persistir, é melhor ver um especialista em ouvido, nariz e garganta, ou seja, um otorrinolaringologista.


3. Pedras nas amígdalas
As amígdalas – bolhas de tecido linfático na parte de trás da garganta – não são exatamente bolinhas suaves. Em vez disso, se parecem mais com ameixas secas, com fendas onde as bactérias podem se acumular. Ocasionalmente, se micróbios e detritos suficientes se amontoam ali, podem formar pedras da amígdala. Ambos Kaher e Spiegel afirmam que isso pode contribuir para a halitose.
As pedras podem ser removidas usando um dispositivo chamado Waterpik, que esguicha água pressurizada nas amígdalas. Em casos mais graves, é preciso remover as próprias amígdalas.


4. Preste atenção a sua dieta
Alimentos como alho e cebola podem causar mau hálito, e não apenas porque restos se acumulam em sua boca. No caso de alho, por exemplo, produtos químicos liberados pela comida são absorvidos pelas células de sangue e expelidos através dos pulmões.
Segundo Spiegel, isso faz sua respiração cheirar mal, não apenas sua boca. Não há nada que possamos fazer, “exceto esperar passar, mascarar o hálito ruim com balas ou bochechos ou evitar a comida”.


5. O problema também pode estar no seu estômago
Se nenhuma das opções acima melhorou seu mau hálito, é uma boa ideia checar se você possui problemas de estômago que estão interferindo.
A principal forma como o estômago pode causar mau hálito é através de refluxo ácido, uma condição na qual ácido e outros conteúdos do seu estômago vazam para fora do órgão até o esôfago. Esse problema pode ser tratado com antiácidos e outros medicamentos. [LiveScience]


Como nunca perder um dia na academia

Se você é daqueles que não consegue manter uma rotina de exercícios, pesquisadores descobriram um bom truque para não faltar na academia: ter um “sinal regular” que sugira que é hora de fazer exercício.


Adultos que seguem certos sinais que os levam a se exercitar não pensam muito sobre isso e tendem a malhar com mais frequência ao longo de um mês do que aqueles que não seguem uma pista regular.


Esse “sinal” pode ser algo muito simples: um despertador, ou o fim do seu turno de trabalho, por exemplo. Desde que você sempre se exercite ao “ouvir” o sinal, se torna um hábito automático.


É hora de malhar


“Se você decidir se exercitar automaticamente, sem ter de se convencer, será mais propenso a fazer isso”, disse a principal autora do estudo, Alison Phillips, professora de psicologia na Universidade Estadual de Iowa (EUA).


Por exemplo, muitas pessoas se exercitam logo após o trabalho. Elas veem o fim do seu turno como uma sugestão que é hora de malhar, e se dirigem para a academia em vez de ir para casa. Para outros, ouvir o som do despertador pela manhã é a deixa para ir correr ou andar de bicicleta.


Uma pesquisa anterior sugeriu que pode demorar pelo menos um mês de conduta repetida para que tais sugestões desencadeiem esse comportamento automaticamente. Padrões como se exercitar sempre nos mesmos dias e horários podem ser úteis nesse processo.


A pesquisa também indica que escolher um tipo de exercício que a pessoa ache agradável ajuda a desenvolver o hábito.


O estudo


Para o novo estudo, os cientistas analisaram 123 adultos saudáveis, incluindo 87 estudantes universitários entre 18 e 33 anos e 36 funcionários da universidade de 21 a 73 anos. As pessoas no estudo ou já se exercitavam regularmente, ou estavam dispostas a se exercitar por pelo menos 20 minutos duas vezes por semana durante um mês.


Os pesquisadores perguntaram às pessoas como elas decidiram se exercitar. 


Especificamente, queriam saber quão automático o processo de decisão era para os indivíduos. Os cientistas também perguntaram aos participantes se eles normalmente tinham a mesma rotina de exercícios, ou se ela variava.


A rotina (sempre igual ou variada) não importou muito na frequência de exercícios que as pessoas faziam. As descobertas sugerem que foi o “sinal regular” para se exercitar que fez mais diferença.


Seguir a mesma rotina de exercícios pode ajudar iniciantes, mas para quem se exercita há bastante tempo, a variação pode ajudar a manter o interesse. [LiveScience]


Para vencer o medo de avião

Método baseado na realidade virtual, que simula todas as etapas de uma viagem, é a promessa da vez para quem precisa superar a fobia de voar


Ao longo de seus 40 anos, a psicóloga paulista Mayla Pace só andou três vezes de avião - a última delas, para Fortaleza, tomando muito calmante. Faltou coragem mesmo. Mayla sentia o coração disparar só de se imaginar numa aeronave. "Sempre fugi da situação. Se pudesse, ia de carro. Caso contrário, inventava uma desculpa", confessa. Mas em julho a psicóloga tira férias e vai conhecer o Rio de Janeiro. De avião. Há dois meses ela decidiu tentar uma nova opção de tratamento, que alia técnicas de terapia cognitivo-comportamental a elementos da realidade virtual, com direito a óculos 3D e fones de ouvido.


Com esse método, o indivíduo é imerso virtualmente em todas as etapas de um voo. Da chegada ao aeroporto à aterrissagem, passando pelo balcão de check-in e pelo aparelho de raios x. Dentro do avião, ele ouve (com os fones) até o "Senhores passageiros, aqui é o comandante..."


Simulação e psicoterapia
"A meta do simulador é dessensibilizar o paciente por meio da exposição gradual ao objeto da aversão", explica o psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, professor da Universidade de São Paulo (USP) e um dos idealizadores do projeto. Segundo ele, todo mundo, sem exceção, sente medo - é algo intrínseco à natureza humana. "O problema é quando isso foge do controle. Nosso método não busca erradicar o medo, mas ensinar a pessoa a dominar seu pânico", diz.


Ao todo, o programa compreende 12 sessões de 45 minutos e tem um preço nas alturas - 7 mil reais. A simulação é apenas uma das etapas. Há consultas e a psicoterapia em si. Mayla já participou de sete sessões. "Quando entrei no aeroporto virtual pela primeira vez, meus batimentos cardíacos chegaram a 155. Hoje, quando voo no simulador, eles ficam na casa dos 80", relata. A julgar pelo seu progresso, a experiência virtual parece oferecer chances de "cura" bem reais. 


O poeta Vinícius de Moraes (1923-1980), que tinha pavor de avião, disse certa vez: "O bicho é mais pesado que o ar, tem motor de explosão e foi inventado por um brasileiro. Não pode funcionar". Gracejos à parte, andar nesse bicho é seguro. Segundo o Conselho Nacional de Segurança americano, a probabilidade de morrer em um acidente aéreo é de 1 em 11 milhões - com automóvel, ela é de 1 em 5 mil. Mas números não acabam com o medo. 


Medos interligados
Geraldo Possendoro, psiquiatra da Universidade Federal de São Paulo, explica que a fobia nasce tanto de experiências traumáticas quanto de eventos estressantes. "A de avião reúne vários medos em um só: de voar, de morrer, de altura, de lugar fechado", lista. Ainda não se chegou a um consenso sobre o perfil dos "aviofóbicos". Já se sabe, porém, que pessoas muito controladoras e perfeccionistas, além de portadores de ansiedade generalizada e transtorno obsessivo-compulsivo, estão entre as principais candidatas.


Em um ponto os especialistas concordam: o tratamento mais eficaz é a terapia cognitivo-comportamental, que encoraja o paciente a livrar-se dos seus medos por meio de argumentos lógicos e da exposição lenta, gradual e segura a aquilo que lhe causa aflição. "O uso de realidade virtual dentro dessa abordagem terapêutica tem se mostrado útil contra as fobias. Já técnicas como a hipnose até podem ajudar, mas ainda precisamos de mais evidências", analisa o psiquiatra Antônio Egídio Nardi, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro. De acordo com ele, recorrer a remédios como benzodiazepínicos (os calmantes) só deve ser feito sob orientação e de maneira pontual. Esse truque não constitui um tratamento e pode gerar tremendos efeitos colaterais. "Da mesma forma, desaconselhamos a ingestão de álcool para essa finalidade. Em vez de resolver um problema, pode criar outro", alerta Nardi.


Além da terapia em si, com ou sem simulação, existem diversos livros, cursos e serviços voltados a combater o temor de voar. A psicóloga Rosane Bohrer, fundadora do Instituto Condor, em São Paulo, calcula já ter atendido, desde 1998, em torno de 850 pessoas com o problema. "O perigo está muito mais na cabeça de quem tem medo do que na aeronave. Por isso recomendo fazer tudo o que lhe dá prazer ou segurança a bordo, como ouvir música, colorir livros, rezar", diz.


Ex-comandante da Varig, Luiz Bassani atua hoje como personal flyer: ele acompanha os fóbicos nos voos e ajuda a tirar suas dúvidas e angústias. A pergunta mais recorrente? Se uma turbulência pode derrubar um avião. "A isso respondo: não! No máximo o que pode acontecer é o bagageiro se abrir e uma mala sair pela cabine. Daí a importância de manter os cintos afivelados", relata o ex-piloto, que faz entre quatro e cinco viagens dessa por mês. Seja com um instrutor real, seja com o apoio da realidade virtual, o fato é que dá pra vencer o medo de avião. Boa viagem, dona Mayla.


Realidade virtual para viajar de verdade


Veja como recursos de videogame se aliam a sessões de psicoterapia a fim de confrontar o medo de avião.


1. Com óculos 3D e fones de ouvido, o indivíduo é imerso num ambiente virtual que reproduz desde a chegada a aeroporto até o momento do desembarque. É por meio dos fones que o terapeuta se comunica com o paciente.


2. Uma sala recria o interior da aeronave, com direito a poltrona, cinto de segurança e escotilha. O assento é afixado sobre uma plataforma robótica, que simula movimentos, como os de decolagem, pouso e turbulência.


3. Todos os sinais vitais do paciente, como temperatura e frequência cardíaca, são monitorados em tempo real. A qualquer momento, ele pode acionar um "botão de pânico", que interrompe a sessão.