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PENSE NISSO:

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sábado, 12 de novembro de 2011

Qual é o peso da Terra?



Nenhum! Para começo de conversa, é preciso entender a diferença entre peso e massa. O que normalmente chamamos de peso - o número de quilogramas exibido quando subimos na balança - é, na verdade, nossa massa: a quantidade de matéria de que somos constituídos. Já a definição correta de peso é a atração entre um objeto qualquer e a Terra - portanto, essa atração não pode ser calculada em relação a ela mesma. A massa do planeta, sim, pode ser calculada por meio das leis da Física descobertas por Isaac Newton. Foi ele quem percebeu que a atração entre dois corpos no espaço é afetada por suas massas e pela distância entre eles, estabelecendo a lei da gravitação universal. Segundo ela, um mesmo objeto pode ser atraído por uma força na Terra (seu peso) e por outra menor na Lua, que tem massa menor.
"O cálculo da massa terrestre - igual a 6 x 1024 kg - foi resolvido em 1798 por Henry Cavendish, cientista inglês que partiu das leis de Newton", diz Eder Cassola Molina, do Intituto Astronômico e Geofísico da USP.





FONTE
MUNDO ESTRANHO
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Bloqueio de telemarketing:

A Prefeitura de Blumenau, por meio do Procon, lançou no início da semana, o Cadastro para Bloqueio do Recebimento de Ligações de Teleatendimento, conforme Lei Municipal 7.640/2011, sancionada pelo prefeito João Paulo Kleinübing no dia 11 de julho. O Procon recebeu o prazo de 120 dias para executar a lei e o cadastro está em vigor, antes do prazo final, para os consumidores blumenauenses. Mais de 100 números telefônicos já foram pré-cadastrados, assim como cinco empresas.
Conforme estabelece o decreto, as empresas de teleatendimento, os estabelecimentos que se utilizam esse serviço ou as pessoas físicas contratadas para isso não poderão realizar ligações telefônicas aos números que se cadastrarem no site da Prefeitura.
Segundo o diretor Geral do órgão, Alexandre Caminha, “o projeto tem como finalidade resguardar o direito de silêncio e que os consumidores não sejam mais constrangidos pelas ligações de telemarketing”. Alexandre também destaca que o Procon não é contra as empresas de telemarketing. “Acreditamos que ganham ambas as partes. O consumidor, com o bloqueio de ligações que não quer receber, bem como a própria empresa, que vai economizar nos custos de ligações com pessoas que não tem interesse”.

O projeto de lei do bloqueio foi apresentado pelo vereador Napoleão Bernardes e aprovado na sessão da Câmara, no dia 28 de junho. 

Como funciona

O consumidor deverá acessar o site da Procon (www.blumenau.sc.gov.br/procon) e clicar no banner “Bloqueio de Telemarketing Procon”, que está localizado ao lado direito da página. Em seguida, é necessário se cadastrar. Após esse processo, o consumidor receberá uma senha em seu e-mail. Com esta senha terá que retornar ao link e cadastrar as linhas telefônicas que possui/é proprietário. Para finalizar, deve ser impresso a certidão, assim como uma cópia do RG, CPF, comprovante de residência e comprovante de propriedade das linhas de telefone. Todos esses documentos precisam ser levados até a unidade do Procon (Praça Victor Konder, nº 60 - Térreo, das 9h30 às 13h30) para que o cadastro seja finalizado.

Após a ativação do cadastro, realizada pelo órgão, o bloqueio terá um prazo de 30 dias para ser realizado.

Prefeitura de Blumenau.

UNIASSELVI entre as melhores do Brasil:

07/11/2011
O Centro Universitário Leonardo da Vinci (UNIASSELVI) aparece, pelo terceiro ano consecutivo, entre as melhores instituições do país que ofertam cursos de graduação a distância. A pesquisa, realizada pela Associação Brasileira de Estudantes em Educação a Distância (ABE-EAD), entrevistou 16.200 acadêmicos entre os meses de maio e setembro de 2011. Foram pesquisados temas como material didático, professores e tutores, avaliações e exercícios, atendimento e polo de apoio às atividades presenciais. Os resultados foram divulgados em conceitos que variam de 1 a 5. No total, 67 faculdades ou universidades participaram da pesquisa. A UNIASSELVI obteve conceito 5, figurando no topo da lista, como uma das melhores do país.

O presidente da ABE-EAD, Ricardo Holz, explica que os questionários foram aplicados de forma estimulada. “A coleta dos dados ocorreu de forma híbrida, ou seja, presencialmente nos polos de apoio presencial ou por telefone”. Holz afirma que o objetivo da pesquisa é extrair dos próprios estudantes suas percepções do que existe de melhor e pior no contexto da educação a distância. Participaram da pesquisa instituições públicas e privadas.

O reitor da UNIASSELVI, Prof. Dr. Malcon Anderson Tafner, acredita que a mudança na divulgação dos resultados, utilizando-se conceitos entre 1 e 5, torna a pesquisa mais fácil de ser compreendida. Em relação ao resultado da UNIASSELVI, o reitor faz questão de salientar a dedicação institucional para oferecer aos acadêmicos, de todo o Brasil, qualidade e reconhecimento. “Nossos cursos de educação a distância atendem às exigências do Ministério da Educação e, além disso, focamos em estratégias diferenciadas”, informa o reitor, ao citar a realização de encontros presenciais semanais em polos autorizados e com infraestrutura completa, com laboratórios, biblioteca e salas de atendimento, por exemplo.

A UNIASSELVI está entre as maiores instituições do Brasil na oferta de educação a distância. Ao todo, são praticamente 65 mil acadêmicos de EAD, atendidos em 48 polos de apoio presencial. São oferecidas mais de 30 opções de cursos de graduação e pós-graduação a distância. Saiba mais sobre o programa de EAD da UNIASSELVI pelo site www.nead.com.br.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Como são fabricados os salgadinhos?


por Marina Motomura
Os salgadinhos de pacote são feitos em processos automatizados, sem contato manual. Entre as dezenas de tipos que existem, a gente escolheu os quatro mais populares para detalhar a fabricação: os salgadinhos fritos, os assados, os extrusados (aqueles tipo "isopor") e as batatas fritas. As imbatíveis batatinhas, aliás, são as ancestrais mais antigas na breve história dos snacks. A versão mais aceita dá conta que as primeiras batatas fritas em forma de palito saíram das frigideiras da França, no século 17. Em 1853, elas ganharam um novo e delicioso formato, cortadas em fatias finas e crocantes pelo cozinheiro americano George Crum. A fritura manual acabou em 1929, quando o inventor americano Freeman McBeth mecanizou todo o processo. Os outros salgadinhos já nasceram industrializados. Os feitos à base de milho e os que tentavam imitar o gostinho do bacon apareceram nos anos 1950. Os do tipo "nachos" surgiram na década seguinte. Os números comprovam a popularidade dessas guloseimas. Nos Estados Unidos, cada americano manda pra dentro 10 quilos de salgadinho por ano. No Brasil, esse índice gira em torno de 1 quilo por ano. Os salgadinhos podem ser deliciosos, mas são cheios de "calorias vazias" - ou seja, engordam e trazem poucos nutrientes. Pelo menos, sofrem pouco com contaminações por microorganismos. "O processo defabricação a altas temperaturas esteriliza o produto", diz o engenheiro de alimentos Yoon Chang, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Enchendo o sacoFabricação dos quatro tipos mais populares é toda feita por máquinas
Assados
1. Em geral, os salgados assados são feitos com milho. No começo do processo, os grãos de milho são colocados em panelões de metal cheios de água e aquecidos. Os grãos ficam cozinhando até soltarem a casca. Isso pode demorar até oito horas
2. Em seguida, os grãos de milho são moídos para formar uma massa uniforme e macia. Essa massa é esticada por rolos, torna-se fininha como uma lâmina e é cortada em forma de triângulo, ficando com o "jeitão" final do salgadinho
3. Depois de cortada, a massa é assada em um forno industrial. Para que ela fique dourada, os salgadinhos são assados de ambos os lados. Na seqüência, os salgadinhos ainda são fritos em óleo vegetal para ficarem mais crocantes
4. No estágio seguinte, os salgadinhos assados e fritos seguem para o aromatizador. Nesse aparelho, eles recebem temperos em pó com o sabor escolhido para o snack — queijo e ketchup, por exemplo. Depois disso, o produto está pronto para ser embalado
Fritos
1. A matéria-prima desse tipo de salgadinho é uma massa de trigo. No primeiro passo da fabricação, a farinha de trigo e a água são misturadas em uma batedeira gigante. Depois, a massa passa por rolos e fica esticada em forma de fita, como a gente vê na figura
2. Se o salgadinho for do tipo bacon, a massa branca recebe uma tintura de urucum para ficar mais escura. Depois, ela é seca por um sistema de ventilação, cortada em pedaços menores e aquecida por oito horas para retirar a umidade
3. A etapa seguinte é a fritura, em que os salgadinhos tomam um banho em óleo vegetal durante nove segundos, a 180 °C. Há dois tipos de fritador: o contínuo, em que uma esteira transporta os salgadinhos por uma piscina de óleo, e o por batelada, que frita uma porção de cada vez
4. Depois da fritura, os salgadinhos seguem para o temperador, uma espécie de cilindro rotativo cheio de tempero em pó usado para dar o gostinho de bacon. Na última fase, as guloseimas vão para a empacotadeira, que lacra os saquinhos de acordo com o peso escolhido
Batata
1. Os fabricantes de fritas recebem as batatas ainda com casca. No estágio inicial de industrialização, as batatas são lavadas e passam por um cortador automático, que arranca as cascas dos vegetais
2. Já sem casca, as batatas são fatiadas no formato liso ou ondulado. Depois, elas seguem para um segundo lavador, que usa água quente para retirar o amido e o açúcar das fatias, e realiza uma espécie de pré-cozimento das batatas
3. O passo seguinte é a fritura. As fatias pré-cozidas são mergulhadas em óleo vegetal a 185º C por no máximo vinte segundos. Dentro do fritador, pás controladas por um sistema automático se encarregam de tirar as batatas do óleo no tempo certo
4. Depois da fritura, os pedaços menores são eliminados. Os que sobram seguem para o aromatizador, onde recebem o tempero em pó. Nem toda amatéria-prima é utilizada: para produzir um quilo de batata frita, são necessários 3,9 quilos de batata fatiada
Extrusados
1. "Extrusados" são os salgadinhos tipo "isopor", geralmente feitos à base de milho. O ingrediente inicial — uma farinha de milho bem fininha, com grãos de no máximo 12 milímetros — é misturado com água até dar origem a uma massa homogênea
2. Essa massa segue para a máquina extrusora, o "coração" do processo defabricação. A mistura recebe até 170 ºC de calor, é submetida a uma grande pressão e prensada numa matriz que dá a forma escolhida para o salgadinho
3. Depois de passarem pela matriz, os salgadinhos superquentes e prensados entram em contato com uma pressão mais baixa e com uma temperatura mais fria. Resultado: eles "explodem", ficando com aquela massa aerada e a consistência típica de isopor que todo mundo conhece
4. Ao fim da extrusão, os salgadinhos passam por um cilindro rotativo, que tem sprays que jogam o aroma desejado sobre os snacks - pode ser queijo, presunto ou requeijão, por exemplo. Em seguida, o produto vai para a empacotadeira e já está prontinho
Fonte: Yoon Kil Chang, engenheiro de alimentos da Universidade Estadual de Campinas´


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Como o João-de-Barro constrói sua casa?



Tudo começa com a coleta da matéria-prima. Além de barro úmido, retirado do solo, a ave, cujo nome científico é Furnarius rufus, usa esterco misturado a palha. A casa é construída em conjunto pelo macho e pela fêmea, que chegam a fazer centenas de viagens no transporte do material. Galhos de árvores, postes e beiradas de casas são os locais preferidos pelo joão-de-barro para instalar seu ninho, que, em geral, tem formato esférico e cerca de 30 centímetros de diâmetro. Para construir as paredes (de 5 centímetros de espessura), o casal amassa as bolas de barro com os bicos e os pés. Uma engenhosidade do ninho é a divisão em dois cômodos. O acesso ao primeiro se dá pela porta, feita na medida para que a ave entre sem precisar se abaixar. A câmara mais interna, forrada com penas, pelos e musgo, serve para a postura de ovos e acomodação dos filhotes, que ficam a salvo de predadores. 



Outra peculiaridade da casa é a localização da porta de entrada, estrategicamente posicionada na direção contrária à chuva e ao vento. Até hoje os ornitólogos (estudiosos das aves) não sabem como o joão-de-barro desenvolveu essa habilidade, que o mantém protegido das intempéries. Após cerca de duas semanas, o ninho fica pronto e a fêmea põe seus ovos. Inexplicavelmente, depois de tanta ralação, o casal só usa o cafofo por um ano, período em que tem até quatro ninhadas. Em seguida, a dupla abandona o lar e começa a construção de um novo! Isso que é gostar de trabalhar!

Reza uma lenda popular que o joão-de-barro seria extremamente ciumento e vingativo. Se ele desconfia que está sendo traído, toma uma atitude radical: prende a companheira no ninho, tapando a porta, e deixa a coitada morrer lá dentro. Essa história toda, contudo, não tem o menor fundamento científico. O que não impediu, claro, que ela virasse até tema de uma famosa música caipira, “João-de-Barro”, interpretada pela dupla Tonico e Tinoco.

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Por que as pessoas choram ao descascar cebola?

Por que as pessoas choram ao descascar cebola?

O que faz a gente chorar são os gases que a cebola libera na hora em que alguém passa a faca no vegetal. Em contato com a água dos olhos, eles reagem e formam um ácido que irrita o globo ocular. Aí, para se livrar do incômodo, o organismo contra-ataca, produzindo um rio de lágrimas. Para evitar o aguaceiro, vale cortar as cebolas ao lado de um ventilador, evitando que os gases cheguem perto da visão, ou ainda molhá-las para que o ácido se forme antes de chegar aos olhos. Mas com uma mãozinha da ciência, esse martírio pode acabar. Em outubro de 2002, cientistas japoneses descobriram uma enzima na cebola que estaria envolvida na produção do tal gás irritante. O desafio é produzir um vegetal geneticamente. modificado, sem essa enzima.

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Qual a diferença entre cereal e grão?



Cereal é um tipo específico de planta - quando falamos de cereal, estamos nos referindo à planta toda. Já o grão é a semente que o cereal produz. Fácil assim. Os cereais são um tipo de gramínea, uma família de plantas que reúne mais de 6 mil espécies em todo o planeta, como o trigo, a aveia e a cevada. Todos eles podem ser moídos e virar farinha, dando origem a outros alimentos, como o pão e a cerveja. "Os cereais são vegetais muito importantes para a alimentação, pois seus grãos são ricos em carboidratos e armazenam energia na forma de amido", afirma a engenheira agrônoma Maria Regina Sartori, do Instituto de Tecnologia de Alimentos de Campinas (SP). Agora que a gente já desfez a confusão entre os dois termos, vale a pena acabar com uma outra bagunça: plantas como feijão, ervilha e amendoim não podem ser chamadas de cereais - portanto, suas sementes não são grãos. A razão é bem simples: eles não fazem parte da família das gramíneas - são, na verdade, da família das leguminosas. Aí, a regra é até mais simples: as sementes do feijão, da ervilha e do amendoim chamam-se apenas... sementes. Para não misturar grãos e sementes no mesmo saco, a gente publica um quadrinho para você saber quem é quem.
Milho e uma utilidadesUma tabela para você nunca mais confundir grão e cereal com semente
Grãos/Cereais
• Aveia
• Arroz
• Milho
• Cevada
• Centeio
• Trigo
Sementes
• Feijão
• Ervilha
• Amendoim
• Soja
• Grão-de-bico
• Lentilha



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MUNDO ESTRANHO
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Como se coloca o gás nos refrigerantes?


Antes de mergulhar na resposta, um dado inicial: os refrigerantes são formados por uma mistura de água, gás (no caso o gás carbônico, o CO2) e algum tipo de xarope, que dá a cor e o gosto da bebida. Mas essas três coisas não são combinadas de uma vez - primeiro, os fabricantes juntam a água e o gás, em um aparelho chamado carbonizador. Quando esses dois ingredientes se misturam, a água dissolve o CO2, dando origem a uma terceira substância, o ácido carbônico, que tem forma líquida. Depois, acrescenta-se o xarope a esse ácido. O último passo é inserir uma dose extra de CO2 dentro da embalagem para aumentar a pressão interna e conservar abebida. Pronto: taí o refrigerante. Você já deve ter percebido que, quando a garrafa está fechada, a mistura é um líquido homogêneo, sem bolhinhas de gás. Mas tudo muda quando a gente tira a tampa: primeiro, a gente ouve aquele "tssssssssss" - o barulho do CO2 extra escapando. Depois, começam a aparecer as tais bolhinhas. Isso acontece porque a pressão no líquido diminui e, lentamente, o ácido carbônico começa a se transformar novamente em gás e a escapar do líquido, na forma de bolhas. Agora que você conhece o processo, pode estar se perguntando: não tem um jeito mais fácil de fazer refrigerante? Tem, sim: dá para misturar o xarope direto na água gaseificada natural, mas essa matéria-prima não é tão abundante quanto a água comum. Por isso, fica mais barato para as engarrafadoras misturar água e gás artificialmente. Elas recorrem a esse processo há mais de um século, quando os primeiros refrigerantes foram criados. A única diferença é que hoje há duas maneiras de juntar os ingredientes: a primeira é o chamado pré-mix (xarope e água com gás são combinados pouco antes de o líquido ser engarrafado), usado nas latinhas e garrafas. A outra é o post-mix (a mistura é feita na hora da venda), usado nas máquinas de refrigerante das lanchonetes. A gente explica como funciona o post-mix no infográfico ao lado.
Fábrica portátilMáquinas das lanchonetes misturam os ingredientes da bebida na hora
1. Nas máquinas de refrigerante, os ingredientes da bebida ficam armazenados no próprio local de venda: cilindros de metal guardam os xaropes (no nosso exemplo, são quatro sabores diferentes), um bujão acondiciona o gás carbônico (CO2) e a água vem de alguma fonte filtrada. Nas etapas seguintes, esses três itens serão misturados dentro da máquina
2. A composição começa com a mistura do gás carbônico e da água. Os tanques de CO2 e de água são ligados a um carbonizador, que comprime e dissolve o gás no líquido, formando o ácido carbônico — nada mais do que água gaseificada. Por um tubo, o líquido segue até uma serpentina, que resfria a bebida para a temperatura de consumo, de 4 ºC a 8 ºC
3. É só na saída da máquina, no finalzinho do processo, que xarope e água gaseificada se juntam para formar o refrigerante. As duas mangueiras se encontram e são misturadas durante a própria queda, no bocal. A quantidade de xarope depende da regulagem da máquina — dá para caprichar ou atenuar o sabor. Por isso, é muito difícil que o gosto dorefrigerante de máquina seja igual ao de garrafa
4. Fora da máquina, o ácido carbônico começa a se separar da água em forma de bolhas de CO2. O processo é bem lento e pode demorar horas. Por isso, a gente fica com a impressão de que há muito gás e xarope no refri — mas, na verdade, eles correspondem a apenas 1% da mistura! Os 99% restantes são apenas água
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Por que o macarrão instantâneo cozinha tão rápido?



O segredo é o pré-cozimento. Durante a fabricação, o macarrão instantâneo é cozido e, em seguida, perde a água em um processo de fritura. Por isso, ele chega à sua panela semipronto e só precisa de três minutos para poder ser devorado. Fácil, né? O único problema é que esse processo de fabricação deixa a massa mais calórica por causa da fritura. "Um pacotinho de 90 gramas do macarrão convencional tem cerca de 315 calorias, enquanto a mesma quantidade do instantâneo contém, em média, 420 calorias", diz a nutricionista Juliana de Moraes Chaves, do Centro Universitário Monte Serrat, em Santos (SP). Além disso, muitas marcas enriquecem o produto com vitaminas para obter a coloração amarelada. Isso pode alterar ainda mais as características nutricionais da massa. Mas não se preocupe: o macarrão instantâneo não faz mal à saúde - claro que não vale se entupir só com ele, porque aí você não vai ter os nutrientes que uma alimentação balanceada é capaz de fornecer. E quem sofre de pressão alta tem que maneirar mesmo, porque o tempero artificial que acompanha o macarrão é rico em sal, podendo levar a pressão às alturas.

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De onde é extraída a gelatina?



Ela é feita de uma proteína animal chamada colágeno, tirada quase sempre do couro do boi. O processo inicia-se com a preparação das raspas dessa pele. "Depois vêm as etapas de extração, filtragem, concentração, esterilização, secagem e moagem", afirma Alexandre Ferreira Costa, técnico da Kraft Foods (veja infográfico). O resultado é um pó incolor, com aplicações não só na indústria de alimentos, como na farmacêutica e outras. Para fabricar a gelatina consumida como sobremesa, esse pó é acrescido de aromatizantes, corantes e açúcar ou adoçante. A transformação do pó em alimento, já em casa, se dá através da hidratação das cadeias de moléculas de proteína e da retenção da água pela formação de ligações entre essas cadeias. A hidratação da gelatina ocorre quando ela é dissolvida em água quente. Assim, as moléculas de água conseguem penetrar no interior da cadeia de moléculas de proteína. Com o resfriamento, as moléculas de água são aprisionadas e o líquido solidifica, formando a gelatina.
Do couro do boi à mesaProteína da pele animal é a base da gelatina
1. O couro do boi é raspado
2. As raspas são tratadas com substâncias químicas para extrair a proteína, que faz a gelatina (colágeno)
3. Na filtragem, o colágeno é limpo de restos de gorduras e fibras
4. A solução é concentrada em evaporadores, esterilizada e seca
5. Por fim, o produto seco é moído, gerando um pó incolor


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Por que a água mineral tem prazo de validade?

A água mineral em si não tem prazo de validade. Embaixo da terra, nos aqüíferos onde fica armazenada, mesmo que se passem milhões de anos, a água continuará boa e protegida de contaminação. O rolo começa quando a água é engarrafada. "A água é muito suscetível a contaminações externas. Caso a garrafa esteja mal fechada, o líquido pode entrar em contato com bactérias existentes no ar e ser contaminada. É raro, mas se houver microorganismos nocivos no ambiente, a água mineral pode até causar sintomas físicos, como diarréia", diz a bioquímica e sanitarista Petra Sanchez Sanchez,da Associação Brasileira das Indústrias de Água Mineral (Abinam). Também podem rolar problemas mesmo com a água fechada. Temperaturas acima de 35 ºC aumentam a possibilidade de que as bactérias naturais da água multipliquem, alterando o cheiro e o sabor do líquido. Para reduzir as chances desses incidentes, a água engarrafada tem prazo de validade, que varia de acordo com qualidade da embalagem. Uma garrafa vidro, por exemplo, tem validade maior que uma de plástico porque ela consegue isolar por mais tempo o líquido do contato com o ar ambiente.
Líquido datadoValidade é maior para embalagens de vidro
Água sem gás - Vidro
Validade - 24 meses
Água sem gás - PET*
Validade - 12 meses
Água sem gás - Polipropileto
Validade - 6 meses
Água com gás - Vidro
Validade - 12 meses
Água com gás - PET*
Validade - 6 meses
*PET: PLÁSTICO MAIS BRILHANTE E TRANSPARENTE.
POLIPROPILENO: PLÁSTICO MAIS OPACO E DE QUALIDADE INFERIOR - COMO AS GARRAFINHAS VENDIDAS EM SINAIS DE TRÂNSITO.
FONTE: ABINAM

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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Nasa monitora desprendimento de iceberg gigante na Antártida...


Rachadura se estende por 29 quilômetros na geleira da Ilha Pine, na Antártida
Cientistas da agência espacial americana estão monitorando a formação de um iceberg do tamanho da cidade de Nova York, resultado de uma rachadura que se estende por 29 quilômetros na geleira da Ilha Pine, na Antártida. Os cientistas afirmam que este tipo de fissura acontece naturalmente a cada década e não está relacionado ao aquecimento global. Eles disseram ainda que o novo iceberg poderá se romper até o final deste ano ou no início de 2012.
A observação foi feita durante voos de investigação realizados em outubro pela equipe IceBridge, um conjunto de cientistas e técnicos da Nasa que analisam, desde 2009, as mudanças nas camadas de gelo que cobrem a Antártida e a Groenlândia.

Leia mais:
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Missão na Antártida busca pistas sobre mudanças climáticas
"Trata-se de uma rachadura de 280 metros de largura e de 60 metros de profundidade, mais alta que a Estátua da Liberdade", declarou hoje à imprensa o chefe do projeto IceBridge, Michael Studinger, em videoconferência.
O cientista ressaltou que a fissura sobre a geleira da Ilha Pine "faz parte do ciclo natural" de formação dos icebergs na área ocidental da Antártida - uma região "sensível", disse -, motivo pelo qual não acarreta risco ambiental em nível global.
 "Sabemos pouco da formação destes icebergs porque não observamos com frequência estes fenômenos. É primeira vez que sobrevoamos uma fissura tão grande. Esperamos que isto ajude a explicar como se formam para poder predizê-las", ressaltou Studinger,.
 
(Com informações da EFE e da AFP)


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mudança climática.

Estudo fixou velocidade da variação na distribuição de espécies por causa do aquecimento global

EFE | 03/11/2011 20:13




Um grupo de cientistas internacionais mediu em 37 quilômetros por década no Hemisfério Norte e 17 no Sul o deslocamento médio dos regimes térmicos a latitudes mais altas em decorrência da mudança climática.
A análise, publicada na revista "Science", quantifica de forma global a velocidade da mudança climática e estabelece o avanço dos regimes térmicos em uma velocidade média de 27 quilômetros por década.
O pesquisador Carlos Duarte, do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) da Espanha, um dos integrantes do estudo, explicou nesta quinta-feira que a análise fixa a velocidade das "variações na distribuição de espécies" devidas à mudança climática.
"Conhecer a velocidade da mudança climática e não a taxa de aumento da temperatura é o relevante para prever as mudanças na biodiversidade", destacou Duarte. Na opinião do especialista, esta é a conclusão mais relevante do estudo.
Entre as mudanças descobertas, os cientistas cronometraram a precocidade da primavera, cujo "sinal térmico" se adianta entre um e dois dias a cada dez anos.
Da mesma forma que no Hemisfério Norte a mudança climática desloca os regimes climáticos e suas espécies rumo a latitudes mais setentrionais, o mesmo fenômeno ocorre no Hemisfério Sul, distanciando-se da linha do equador rumo ao Polo Sul, mas a uma velocidade menor, de 17 quilômetros por década.
Após o deslocamento dos regimes climáticos já existentes rumo ao norte e ao sul, Duarte destaca o surgimento de outros novos, mais calorosos, no paralelo 0 (equador), onde não se sabe se "os organismos podem tolerá-los".
Conforme se analisou no período de estudo, de 50 anos, os ecossistemas terrestres se aqueceram o triplo que os marítimos, obrigando as espécies a alterar seu ciclo reprodutivo ou a se deslocar para sobreviver.
"Quando a velocidade da mudança climática supera a velocidade de dispersão dos organismos, ou quando existem barreiras que impeçam essa dispersão, as espécies só podem se adaptar ou se extinguir", explica Duarte em comunicado.
O artigo equipara a gravidade do impacto do aquecimento global sobre a biodiversidade marinha e terrestre em latitudes similares.
A falta de continuidade dos oceanos impede que as espécies possam migrar rumo ao norte, como é o caso do Mar Mediterrâneo, fechado pela placa euroasiática, explica a pesquisadora Johanna Holding, do Instituto Mediterrâneo de Estudos Avançados, indica o CSIC em nota.
No caso do Ártico, "as espécies não têm lugares mais frios para onde migrar", assinala a coautora do estudo. Quando as espécies do Ártico percebem que não existem lugares mais frios para onde ir, o velocímetro da mudança climática no equador se acelera até superar os 200 quilômetros por década.
As conclusões da análise ressaltam que as zonas de maior biodiversidade são também as mais afetadas.


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