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domingo, 14 de setembro de 2014
Novo produto pode elimina irritação da pele após depilar ou barbear
Raspar a pele é uma maneira fácil e rápida de se livrar de incômodos pelos, estejam eles no rosto, na virilha, nas pernas ou nas axilas.
A desvantagem é que isso quase sempre vem acompanhado de uma irritação, caracterizada por vermelhidão, espinhas, nódulos, coceira e sensação de queimação.
O ato de raspar a pele pode causar feridas, que são um ambiente ideal para as bactérias Staphylococcus aureus aparecerem, e levarem a infecções.
O problema é que se livrar dessa irritação – o que significa se livrar da Staphylococcus aureus – não é tão simples quanto parece.
Antibióticos e produtos antibacterianos tradicionais não fazem distinção entre bactérias boas e más, mas deveriam. Uma população bacteriana saudável é importante para nossa saúde.
Sendo assim, o ideal seria que os cientistas inventassem um produto que atacasse somente as más, como a indesejada S. aureus. E parece que é isso que eles acabaram de fazer.
Um painel de pesquisa holandês testou recentemente um produto chamado Gladskin em um grande grupo de homens e mulheres que sofrem de irritação da pele após barbeá-la ou raspá-la. Ele recebeu uma pontuação de 80% de eficácia e 91% de satisfação do cliente.
Gladskin alveja especificamente a Staphylococcus aureus, já que esse tipo de irritação é quase sempre causada por esta espécie bacteriana.
A empresa holandesa de biotecnologia Micreos, responsável pelo produto, afirma que Gladskin deixa as boas bactérias intactas.
O novo gel será comercializado em uma linha hipoalergênica da Micreos, destinada a pessoas com problemas de pele. A empresa holandesa colabora com numerosos institutos de pesquisa e universidades, incluindo o Instituto Federal Suíço de Tecnologia, em Zurique, o Centro Médico Erasmus, em Roterdã, a Universidade de Utrecht e a Organização para Pesquisa Científica Aplicada da Holanda.
Fonte: hypescience.com
Bocejo: porque bocejamos e porque é tão contagioso!?
Bebês, cães, gatos, pássaros, ratos, ratazanas e até cobras bocejam. E, acredite, alguns de nós começaram a arte do bocejo ainda no útero da mamãe. Apesar de não sabermos, há milhares de anos, a razão de pela qual bocejamos, estudos recentes podem ter resolvido essa incógnita.
A fisiologia do bocejo
Quando uma pessoa boceja, o alongamento dos músculos da mandíbula aumenta o fluxo sanguíneo na cabeça, no pescoço e no rosto. Também envia líquido cefalorraquidiano para baixo, para longe do cérebro. Da mesma forma, quando um bocejo é combinado com a ampla abertura de sua boca (aquela visão que a gente não precisa ter dos outros), esse movimento promove um fluxo de grandes quantidades de ar através das cavidades oral e nasal.
Teorias do bocejo
Existem três principais teorias sobre por que as pessoas bocejam. São elas:
1. Bocejar aumenta os níveis de oxigênio no sangue
O bocejo faz com que a gente puxe grandes quantidades de ar. Por isso, muitas pessoas têm essa teoria de que o propósito de bocejar é chamar mais oxigênio e expirar CO2. Esse princípio da sabedoria popular não tem absolutamente nenhuma evidência que a apoia. Aliás, é bem pelo contrário.
Um estudo realizado em 1987 mostrou que o bocejo não promove nem o aumento, nem a redução dos níveis de oxigênio e gás carbônico, respectivamente, no sangue. Isso fez com que alguns cientistas concluíssem que o bocejo não tem nada a ver com essa suposta função de oxigenar o sangue.
2. O bocejo estimula e auxilia a excitação
Tem-se observado que, em várias espécies, bocejar parece acontecer em um momento estratégico de antecipação de eventos importantes e durante as transições de comportamento. Acredita-se, então, que o bocejo facilita um estado elevado de alerta e conscientização – que também é apoiado por evidências de alterações que acompanham o bocejo nos níveis de neurotransmissores.
3. Bocejar ajuda a resfriar a temperatura do cérebro
Recentemente postulada, essa teoria de que o bocejo tem uma função de termorregulação começa observando que a temperatura do cérebro é controlada por três fatores: a temperatura e a velocidade do fluxo sanguíneo e do metabolismo do organismo. Como o bocejo aumenta o fluxo sanguíneo, não é razoável supor que o seu objetivo seja resfriar o cérebro.
A teoria foi desenvolvida pela primeira em um estudo de 2007, que envolveu dois experimentos relacionados. No primeiro, os participantes foram orientados a respirar tanto pelo nariz quanto pela boca e depois foram solicitados a ver vídeos de outras pessoas bocejando. Aqueles que respiravam por via nasal não demonstraram ser contagiados pelo bocejo alheio.
No segundo experimento, os participantes foram convidados a colocar alternadamente ou um pacote quente ou frio na testa e, mais uma vez, assistir a vídeos de pessoas bocejando. Resultado: 41% dos que tinham um pacote quente em suas cabeças se contagiaram com outros bocejos, enquanto que 9% das pessoas com um pacote frio se mostraram menos propensas a bocejar ao ver outras pessoas bocejando. Assim, os pesquisadores concluíram que o resfriamento do cérebro tem alguma função/implicação do ato de bocejar.
Depois, em 2010, uma pesquisa em cérebros de ratos mostrou que, antes de um bocejo, há um aumento na temperatura do cérebro, precedido por uma diminuição imediatamente depois do bocejo. Em um estudo de acompanhamento, os pesquisadores descobriram que, embora o cérebro inteiro fique mais frio depois de um bocejo, a temperatura que aumenta no período pré-bocejo é a do córtex.
Três mecanismos explicam a hipótese de como o bocejo refresca o cérebro.
Em primeiro lugar, sabe-se que a temperatura do cérebro é 0,2°C maior do que a do sangue arterial. Portanto, em teoria, com o aumento do fluxo de sangue, o sangue mais quente no cérebro é empurrado para fora, e o sangue mais frio entra. Os pesquisadores comparam este processo ao processo de resfriamento de um radiador.
O segundo mecanismo também tem como base a troca de calor, mas desta vez se trata do ar frio, que é arrastado para as cavidades da boca, nariz e seios nasais. Ao entrar em contato com as áreas venosas que contêm sangue quente, o ar resfria o sangue e remove o calor quando o ar da respiração é exalado. Este processo é semelhante ao de refrigeração.
O terceiro mecanismo também envolve a interação do ar frio com os seios nasais, embora dessa vez seja com a finalidade de encorajar a evaporação ao longo da mucosa sinusal. Este sistema seria semelhante ao modo como o corpo resfria por meio do suor na superfície da pele.
Então o resfriamento do cérebro é a razão do bocejo?
Se o resfriamento do cérebro é a razão para bocejar, conforme a temperatura exterior aumenta, você será induzido pelo seu corpo a bocejar mais. Mas, quando essa temperatura se aproxima ou ultrapassa a temperatura do corpo, o ato de bocejar diminui. A tangente desta teoria também prevê que, uma vez as temperaturas caem abaixo de um certo ponto, o bocejo vai diminuir, porque caso contrário, ele poderia esfriar o cérebro demais.
Mas nem todo mundo está aceitando na boa essa teoria da termorregulação do bocejo. Alguns pesquisadores já perceberam que o bocejo não pode causar quedas de temperatura significativas, e que também há um atraso significativo entre o bocejo e a refrigeração. A questão, portanto, segue em aberto.
Fonte: hypescience.com
Sugestão de flores feitas com papel para a primavera
Sugestão de flores feitas com papel para a primavera
como fazer flores de papel para, passo a passo de como fazer flor com papel
Vamos reutilizar o papel que está acumulado em sua casa e fazer lindas flores para a primavera?
Aprenda:
http://www.mundinhodacrianca.net/2014/09/sugestao-de-flores-feitas-com-papel.html
Incríveis imagens de nossos movimentos registrados em radiografia
Você já observou seus movimentos sem pele, músculos e gordura? Não, então veja aqui.
As nossas articulações desempenham papéis fundamentais em nossa mobilidade, sem elas seria impossível realizarmos tarefas simples, como descer e subir escadas, ou simplesmente pegar algo.
As imagens de Cameron Drake mostram vários movimentos que realizamos diariamente, sem darmos conta de como é complexo esse sistema.
As imagens são do formato . GIF, possuem movimentos, sugerimos que aguarde o completo carregamento,
Fonte: scienceblux.com.b
Você aproveita os benefícios da semente de girassol?
Ninguém costuma dar muita importância para semente de girassol, mas você sabe o que essa sementinha pode contribuir para sua saúde?
A semente de girassol é super nutritiva. Contém gorduras boas e essenciais, vitaminas, minerais, proteínas e fibras.
Composição Nutricional da Semente de Girassol
A semente é uma excelente fonte de fibras e proteínas. Possui minerais como: cálcio, potássio, magnésio, cobre, fósforo e selênio. Tem um alto teor de vitaminas do complexo B, vitamina E, K e Vitamina A. Possui um óleo benéfico para nosso organismo, além das gorduras poli-insaturadas – ômegas 6 e 9.
Benefícios da Semente de Girassol
Por ser rica em vitaminas do complexo B, auxilia no bom funcionamento cerebral.
Excelente fonte de energia para o nosso corpo, uma vez que é rica em ácidos graxos essenciais.
Promove a saúde cardiovascular, auxiliando na prevenção de doenças como derrame, infarto etc.
Estimula o relaxamento muscular e dos vasos sanguíneos, contribuindo para o controle da pressão arterial.
A concentração de vitamina E colabora para a ação antioxidante do nosso organismo, auxiliando no combate do envelhecimento precoce e minimiza os sintomas incômodos do período da menopausa.
Devido a presença de fibras, a semente de girassol auxilia na regularização do trânsito gastrointestinal e no prolongamento da sensação de saciedade.
A semente de girassol também é rica em magnésio, um mineral cuja deficiência no organismo pode ocasionar dor muscular, fadiga, câimbra e a temida enxaqueca.
Ameniza os sintomas da TPM, pois favorece a produção da serotonina, o que diminui os distúrbios de humor.
Óleo de Girassol para Pele e Cabelos
O óleo de semente de girassol também pode fazer bem à saúde da nossa pele. Alguns estudos mostram um potencial efeito benéfico deste alimento sobre a cicatrização da pele.
Além disso, o óleo de girassol é muito utilizado como hidratante para peles sensíveis de crianças e bebês. Ainda é encontrado em óleos essenciais por ser um ótimo óleo carreador, podendo ser aplicado na pele e nos cabelos.
A abundância de minerais, vitaminas e ácidos graxos encontrados no óleo de girassol promove a saúde dos cabelos de muitas formas. O produto deixa os fios macios e brilhantes, previne o ressecamento e o frizz e facilita o penteado.
Pode ser aplicado diretamente no couro cabeludo, massageado por alguns minutos, e em seguida lavado normalmente. Ou também podem ser usadas algumas gotinhas nas pontas dos fios.
Como Consumir a Semente de Girassol
A semente de girassol é um alimento que, além de super gostoso, é muito prático de inserir na alimentação, pois apenas uma colher de sopa por dia já é suficiente para que todos os seus benefícios sejam sentidos pelo corpo.
O óleo desta semente pode ser usado em lanches, sobre a salada e como tempero em receitas habituais. Utilizar a semente como forma de petisco, pode ser uma boa forma de substituir outros alimentos que não são tão saudáveis. Pode ser usada como um incremento a receitas de pães, bolos, cookies e farofas. E pode ser misturada à salada de folhas ou de frutas, batidas em sucos, vitaminas ou integradas às massas.
Onde comprar?
Em lojas de produtos naturais e em supermercados. Prefira a versão sem casca para facilitar o consumo
Fonte: belezaesaude.com
sábado, 13 de setembro de 2014
BONECOS DE CAIXAS RECICLADAS
ESTE É O TOIZÃO O MASCOTE DE PESO.
FIZ COM CAIXAS DE PAPELÃO FORRADAS COM CAMURÇA E O ROSTO SAPATOS E BRAÇOS EM EVA, AS CRIANÇAS DO MATERNAL ADORARAM POIS PASSAVAM POR ENTRE AS PERNAS DELE.
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ENSINO RELIGIOSO: projeto arca de noé.
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A Importância do Brincar para Educação Infantil
Na educação Infantil as atividades lúdicas são instrumentos de motivação para a criança. Através dessas atividades a criança constrói o conhecimento e exercita suas habilidades de forma descontraída, desenvolvendo sua motricidade, seu raciocínio e sua criatividade. Essas atividades podem ser uma brincadeira, um jogo, um faz de conta ou qualquer outra atividade que permita tentar uma situação de interação. Porém, mais importante do que o tipo de atividade lúdica é a forma como é dirigida e como é vivenciada, e o porquê de estar sendo realizada.
Criança tem direito às brincadeiras e a brinquedos. Desde bebê, ainda no berço, a mãe pode dar direito à criança de brincar, colocando ao seu alcance objetos que possibilitem a ela, a exploração dos mesmos.
Através dos jogos de regras, a criança aprende a brincar com o outro, a partilhar, a enfrentar situações de frustrações que são comuns em seu cotidiano. Então, pelo brincar a criança aprende não só a expressar afetividade, mas aprende também que existem momentos em que você ganha e momentos que você perde. O brincar possibilita à criança desenvolver o raciocínio matemático, um raciocínio de uso da linguagem e um domínio espacial.
A escola de educação infantil deve criar espaços que possibilitam, a criança entrar no mundo simbólico e imaginário. E imprescindível que as salas de educação infantil, não possuam apenas mesas e cadeiras, mas também tenham cantinhos que representem a cozinha, o banheiro, o quarto, consultório do médico e do dentista. Assim, a criança terá a possibilidade de se colocar nesses espaços e entrar num mundo do faz de conta. Através desse mundo imaginário a criança expõe seus desejos, anseios e também consegue resolver conflitos pessoais, e se fazer posteriormente um adulto mais seguro e autônomo.
Hoje, nas salas de aula, falta estrutura básica para criar possibilidades, para que as brincadeiras de faz de conta aconteçam. Muitas salas de educação infantil deixam seus brinquedos em prateleiras altas de forma que fica impossível o contato das crianças com os mesmos. É preciso estrutura, mobiliares e que o professor compreenda que as brincadeiras são de suma importância para a aprendizagem da criança. Na educação infantil o principal papel do professor é o de mediador da aprendizagem. O brincar vai ser bem mais significativo e de maior qualidade se houver a mediação do professor.
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ESCOLA ESPAÇO VIVO DE EDUCAÇÃO.
ESCOLA ESPAÇO VIVO DE EDUCAÇÃO

À medida que as crianças crescem, confrontam-se com fatos e realidades diferentes, fenômenos e coisas que as cercam, perguntam reúnem informações, instigam-se, elaboram e reelaboram conhecimentos observados anteriormente, arriscam respostas e formulam hipóteses.
Geram mudanças no modo de pensar sobre a natureza, seu mundo social e sua cultura, visto que, nos primeiros anos de vida, elas se apropriam de conhecimentos práticos do seu dia-a-dia através desse contato com o mundo. Dessa maneira a escola propicia aos alunos o desenvolvimento de sua capacidade cognitiva, afetiva e social.
De acordo com as ideias de Vygostky o processo educativo pode ser caracterizado como essencialmente social. Isto é através das relações sociais, das relações com os outros, a criança vai se apropriando das práticas culturais da sociedade em que está inserida.
Enfatizam, ainda, que a qualidade da experiência vivida pelo indivíduo com o outro imprime um sentido afetivo ao objeto de conhecimento. Portanto alem da emoção de ordem positiva, as negativas (medo, vergonha etc) também produzem seus efeitos no processo educativo. Por esse motivo, para que a criança possa ousar, pensar, questionar, debater, romper paradigmas, ela precisa estabelecer relações interpessoais positivas.
No momento em que a criança chega pela primeira vez à escola, acontece um rompimento parcial de sua vida familiar. A partir daí, a criança passa por uma nova experiência de socialização, que é uma continuação do que vem acontecendo no contexto familiar desde o nascimento. Por conta disso, a criança precisa se sentir aceita, bem recebida e segura, pois dessa forma, aquela nova experiência passa a ter um significado afetivo positivo para ela. Quando a criança sente que os indivíduos participantes desse novo contexto ( a escola) são compreensivos, democráticos e tentam ajudá-la com dedicação, possibilita-se o sucesso dos objetivos educativos.
Para Wallon é através da emoção que o aluno exterioriza seus desejos e suas vontades. Portanto, além de demonstrar carisma, nós professores precisamos estar atentos aos nossos alunos, mostrando-lhe acessível, dando abertura para que ele sinta-se seguro ao se expressarem.
É importante saber ouvir o que o aluno tem a dizer, valorizando-o. Enfim, precisamos prepara-los para os problemas concretos da vida, ou seja, devemos ensinar nossos alunos a serem pensadores, e não retentores de informações.
Educar não é simplesmente repetir palavras, porém, para conhecer o verdadeiro sentido de educar, o educador precisa, antes de tudo, ter em mente qual sua real função educativa e social.
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GEOGRAFIA - ATIVIDADES DIVERSAS - FUNDAMENTAL 1
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