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PENSE NISSO:

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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Doe sangue. Doe vida!

O Brasil necessita diariamente de 5.500 bolsas de sangue, seja um doador!

A doação de sangue é segura e não demora mais de ½ hora.

Todo o material utilizado é descartável e oferece total segurança ao doador de sangue.

O ato de doar sangue não: engorda, emagrece, vicia, afina e nem engrossa o sangue.

Para se tornar um doador de sangue é necessário que a pessoa apresente as seguintes características:

- Tenha entre 18 e 60 anos;
- Pese mais de 50 quilos;
- Não esteja grávida;
- Já tenha se passado pelo menos 3 meses do último parto;
- Não tenha tido Doença de Chagas ou contato com o inseto Barbeiro;
- Não tenha tido malária ou estado em região de malária nos últimos 6 meses;
- Não tenha hepatite ou sífilis;
- Não seja epilético;
- Tenha doado sangue há mais de 60 dias (homem) ou 90 dias (mulher);
- Não tenha ingerido bebida alcoólica nas 24 horas que antecedem a doação;
- Tenha dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas.

Pessoas que foram vacinadas contra sarampo ou com a BCG estão impedidas de doar sangue por um mês.

Pessoas vacinadas contra rubéola não podem doar por duas semanas.

Veja como é simples doar sangue passo a passo:

1º passo
O processo de doação leva aproximadamente ½ hora. A doação em si dura apenas de 6 a 10 minutos.

2º passo
Preencha a ficha do doador. Você ficará cadastrado em nosso banco.

3º passo
Check-up médico. Um médico irá medir sua pressão e checar se você está apto a doar sangue. Não fique constrangido, algumas perguntas que fazem parte da rotina, serão feitas. Suas respostas são extremamente importantes e confidenciais.

4º passo
A doação propriamente dita. Um profissional de saúde irá realizar a assepsia em seu braço e usar uma agulha descartável. Não há chance de contrair o vírus da AIDS ou nenhuma outra doença infecciosa doando sangue.

5º passo
Após a doação você deverá descansar por uns 10 minutos. Esse tempo é super importante e com isso você poderá fazer um lanche leve, fornecido gratuitamente.

Doar sangue é um gesto de amor ao próximo e à vida.

Motivos para ser otimista

Estamos caminhando para a destruição planetária, cravou o mais recente relatório ambiental encomendado pela ONU. Nos últimos anos, as manchetes dos jornais só mostram motivos para a desesperança: guerras, corrupção, novas epidemias, novos vícios, terrorismo e criminalidade. Será que a coisa está tão braba assim? Na contramão do pessimismo global, o cabeçudo site edge.org, que reúne artigos dos mais importantes pensadores vivos, perguntou a 160 deles: “O que o faz otimista? E por quê?” Tem gente que acha que a cura do câncer está próxima, que o amor triunfará e que, acredite, o mundo está menos violento que nunca. A Super selecionou 5 dessas idéias para que você desista de desistir da raça humana. Pelo menos por enquanto.

1. A violência está diminuindo

Steven Pinker, psicólogo da Universidade Harvard (EUA), autor de Como o Cérebro Funciona.

"Em Paris, no século 16, uma forma popular de entretenimento era a ‘queima de gatos’, na qual um gato vivo era amarrado e içado num palco e devagar baixado em uma fogueira. De acordo com o historiador Norman Davies, ‘os espectadores, incluindo reis e rainhas, se contorciam de dar gargalhadas enquanto os animais, berrando de dor, eram queimados.’ Por mais horríveis que os fatos de hoje em dia sejam, tal sadismo seria impensável na maior parte do mundo. E esse é só um exemplo da mais importante e subestimada tendência na história da nossa espécie: o declínio da violência. Crueldade como entretenimento popular, sacrifício humano para satisfazer a superstição, escravidão como forma de trabalho barato, tortura e mutilação como formas comuns de punição e homicídio como a mais comum forma de resolução de conflitos – todas essas eram características comuns da vida na maior parte da história humana. Mas hoje elas são raras no Ocidente, menos comuns em outros lugares do que costumavam ser e largamente condenadas quando ocorrem. Meu otimismo está na esperança de que o declínio da violência nos últimos séculos é um fenômeno real e continuará a acontecer."

2. O amor vai prevalecer

Helen Fisher, professora de Antropologia da universidade Rutgers (EUA), autora de Por que amamos e a natureza química do amor romântico.

"‘O amor vence, sempre vence’, tem sido dito. Mas, ao longo da maior parte do nosso passado, o amor perdeu – ao menos nas classes mais abastadas. Desde que as sociedades começaram a se fixar, 10 mil anos atrás, adquirindo bens imóveis, era preciso cimentar laços e posições sociais. Você poderia se apaixonar por quem fosse, mas só se casaria com o indivíduo certo, com as conexões certas e os valores sociais, políticos e econômicos de acordo. Foram séculos de casamentos arranjados, que só foram mudar recentemente. Mulheres e homens têm agora tempo, oportunidade e saúde para achar o par perfeito. É o que os sociólogos chamam da forma marital do século 21: os casamentos simétricos ou entre companheiros que se amam passionalmente. Dessa maneira a humanidade está ganhando de volta a tradição que é altamente compatível com o antigo espírito humano."

3. O ambiente pode ser salvo

Gregory Benford, físico da Universidade da Califórnia em Irvine (EUA).

"Ninguém acredita que nós vamos diminuir a velocidade das mudanças climáticas em meio século a partir de agora. Pelo menos, nenhum economista que olhou o acelerado crescimento das nações em desenvolvimento e a crescente demanda por energia.
Devemos nos desesperar? De forma alguma.
Mas, em vez de tentar apenas um esforço coletivo para diminuir a emissão carbônica dos humanos, meus colaboradores e eu propomos uma alternativa de relativamente baixa tecnologia e baixo custo: experimentos para tentar mudar o clima de propósito, em vez de esperar que isso ocorra por acaso. Talvez a idéia mais simples seja a suspensão de microscópicas e inofensivas partículas a 25 mil metros de altitude, na estratosfera. Um primeiro teste poderia ser sobre o Ártico, já que o aquecimento lá é considerável. Poderíamos usar o suficiente dessas partículas para criar um efeito de escudo considerável. Elas refletiriam os raios ultravioleta de volta ao espaço, reduzindo o aquecimento e impedindo os danos desses raios UV a plantas e animais. Como poucas pes¬soas moram naquela região, qualquer efeito colateral seria mínimo. Estou otimista de que um experimento bem-sucedido mudaria o debate sobre aquecimento global para melhor."

4. Vamos aprender a aprender

Gary Marcus, psicólogo da Universidade de Nova York (EUA).

"Nós podemos usar as descobertas da ciê¬ncia cognitiva para melhorar a qualidade da educação. Para fazê-lo, porém, nós precisamos repensar radicalmente como as nossas escolas funcionam. Desde a Revolução Industrial, a maior ênfase tem sido na memorização, enfiando goela abaixo das nossas crianças pedacinhos de informação que são facilmente memorizáveis. Na era do Google, a ênfase contínua na memorização é uma enorme perda de tempo. Cinco décadas de ciência cognitiva nos ensinaram que humanos não são particularmente bons memorizadores, que somos maus argumentadores, facilmente enganados. Ainda assim eu não tive uma única aula sobre argumentos informais, como identificar falácias, interpretar estatísticas, esse tipo de coisa. Na era da internet, o nosso problema não é que as crianças não acham as informações, mas sim que elas não conseguem analisá-las. Eu começaria com um curso sobre o que os cientistas chamam de “metacognição” – aprender como se aprende. Iria expor os alunos à arquitetura da mente – o que ela faz bem e o que não faz. Ninguém me ensinou essas coisas na escola. Espero que sejam ensinadas daqui para a frente."

5. O câncer está sendo decifrado 

Stuart Kauffman, diretor do Instituto para Biocomplexidade e Informática, Universidade de Calgary (Canadá).

"Nos últimos anos, aumentaram as provas de que as “células-tronco do câncer” (CTCs) têm um papel fundamental na doença. Tipicamente representando cerca de 1% ou menos da massa total de um tumor, essas células-tronco cancerígenas parecem ter capacidade ilimitada de proliferação e de direcionar o crescimento do câncer, além de terem sido associadas à metástase (quando o câncer se espalha por outros órgãos). A recente identificação dessas células pode ser a mais importante descoberta na biologia do câncer nos últimos 50 anos. Com a descoberta, ficou óbvio que meramente reduzir a massa de um tumor sem eliminar as CTCs levará, quase que com certeza, a uma recorrência da doença.
Então, um número crescente de investigadores está focando esforço em 3 sentidos: 1) achar meios para matar especificamente as CTCs; 2) interromper a proliferação delas; e 3) achar meios de induzir as CTCs a se diferenciar ou mudar de tipo – para células não malignas. As implicações potenciais das terapias basea¬das nas CTCs são enormes. Eu estou profundamente otimista como médico e biólogo de que nós iremos, finalmente, achar maneiras sutis de tratar o câncer."

Fonte: Revista Super Interessante - Texto Pedro Burgos

DICAS PARA PENSAR MENOS EM COMIDA E MELHORAR SUA DIETA

Dicas para pensar menos em comida e melhorar sua dieta

Quem tem um amigo ou amiga que se limita a comer apenas um bocado de uma maravilhosa cesta de pães sempre se pergunta se realmente ele/ela não está fazendo um grande esforço para evitar abocanhar outros itens.

Pesquisas mostram que pessoas mais magras muitas vezes não pensam em comida como a maioria das pessoas. “Algumas pessoas magras têm uma relação menos intensa com a comida” diz David Katz, da Universidade de Yale. “Aqueles que estão com sobrepeso, ao contrário, tendem a ter mais preocupações com a comida. Eles estão sempre atentos ao quanto e quando se come, ou então dividem as comidas entre ‘boas’ e ‘ruins’. O resultado disso é que as refeições estão o tempo todo ocupando lugar no cérebro.”

Algumas dicas de como se comportar como as pessoas que pensam menos em comida:

1. Prefira estar satisfeita a estar cheia
Em uma escala que vai de 1 a 10 de satisfação, pessoas que pensam menos em comida param de comer no nível 6 ou 7. A maioria das pessoas escolhe parar entre 8 e 10. Isso porque confundimos a sensação de satisfação com a sensação de “barriga cheia” ou então muitas vezes nos forçamos a terminar o que está no prato, independentemente de realmente precisar comer.

2. Ficar com fome não é caso para entrar em estado de emergência
A maioria das pessoas acha que fome é algo a ser “curado” rapidamente. Pessoas mais magras muitas vezes toleram mais essa sensação, sabendo que ela vem e vai todo o tempo, e acabam sendo menos ansiosas quanto à próxima refeição.

3. Não use comida como cura para tristeza
Não que pessoas que comem menos não sejam propensas à “comida emocional” (como aquela necessidade de toneladas de chocolate após uma briga com o namorado), mas elas percebem o que está acontecendo e param de comer.

4. Fruta também é comida
Não pense em fruta como uma punição ou uma substituição forçada. Comer mais frutas e fibras deve ser pensado como uma refeição leve, simplesmente.

5. Seja uma pessoa de hábitos: comer variado é bom, mas variar em excesso pode ser prejudicial. Estudos mostram que muitas texturas e sabores nas refeições pode ser um convite a comer mais. Quem come menos normalmente planeja suas refeições, a ponto de serem quase previsíveis. Isso facilita concentrar sua atenção nos alimentos importantes e a dispensar as necessidades da gula.

6. Tenha auto-controle constante ou então planeje-se: quanto mais desinibida uma pessoa é, mostram as pesquisas, maior a possibilidade de comportamento impulsivo, inclusive quanto à comida. Pessoas que comem menos, dizem os pesquisadores, têm maior auto-controle. Se você é mais impulsivo, trace planos para comer menos: quando for jantar com amigos, por exemplo, tente pedir uma entrada leve antes da refeição principal ou então dividir uma sobremesa. E se é um momento de desestresse (como um happy-hour após um longo dia de trabalho) tente pedir algo que a faça mastigar mas que seja hipocalórico.

7. Passe menos tempo sentado: pessoas mais magras passam em média duas horas e meia em pé por dia, diz pesquisa da Mayo Clinic, EUA. Andar um pouco, subir escadas, levantar para mudar o canal de TV: tudo isso contribui para gastar energia e diminuir a ansiedade.

8. Durma bem: pessoas com menos problemas de peso dormem em média 2 hora a mais por semana (dividido durante os dias da semana, não vale tentar compensar no final de semana). A falta de sono pode levar a uma diminuição dos hormônios inibidores do apetite.

Fonte: UOL Saúde

Salve o planeta

Primeira coisa que você pode fazer para salvar o planeta: fazer alguma coisa.


Feche a torneira ao escovar os dentes e economize 34,5 litros de água por dia.

Compre menos comida. 1/3 de tudo que você compra vai para o lixo.

Não jogue óleo de cozinha na pia. 1 litro de óleo polui mais de 25 mil litros de água.

Apertando a descarga uma vez a menos por dia, você economiza até 14 litros de água.

Reduza o tempo no chuveiro: 5 minutos a menos já economizam 45 litros a cada banho tomado.

Lave o carro uma vez por mês e economize 520 litros de água.

Apague a luz. Energia desperdiçada gera um gasto de R$ 3,3 bilhões por ano no Brasil.

Trabalhe em casa. Economize de 16 a 23 kilowatts/hora de eletricidade e 5,2 litros de gasolina por dia.

Use a bicicleta uma vez por semana. Se 20 pessoas em cada estado fizerem isso, serão 104 toneladas de CO2 a menos no ar por ano.

Fonte: Revista Mundo Estranho

POR QUE AS PESSOAS GRITAM?


Por que as pessoas gritam? 

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
- Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? - Questionou novamente o pensador.
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar:
- Então não é possível falar-lhe em voz baixa?

Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu: 
- Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecida? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente.
Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.
Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?
Elas não gritam.
Falam suavemente.
E por quê?
Porque seus corações estão muito perto.
A distância entre elas é pequena.
Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.
E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.
Seus corações se entendem.
É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Por fim, o pensador conclui, dizendo:

"Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta" 

Autor: Gandhi

Desabafo de um idoso

"Estou velho. 
Não gosto dos sem terra. Dizem que isto é ser 
reacionário, mas não gosto de vê-los invadindo 
fazendas, parando estradas, ocupando linhas 
de trens, quebrando repartições públicas, 
tentando parar o lento progresso do Brasil.
Estou velho.

Não acredito em cotas para negros e índios. 
Dizem que sou racista. Mas para mim racista 
é quem julga negros e índios incapazes de 
competir com os brancos em pé de igualdade. 
Eu acho que a cor da pele não pode servir 
de pretexto para discriminar, mas também 
não devia ser fonte para privilégios imerecidos, 
provocando cenas ridículas de brancos
querendo se passar por negros.
Estou muito velho.

Não quero ouvir mais noticias de pessoas 
morrendo de dengue. Tapo os ouvidos e 
fecho os olhos, mas continuo a ouvir e ver. 
Não quero saber de crianças sendo arrastadas 
em carros por bandidos, ou de uma menininha 
jogada pela janela em plena flor de idade. 
Ou de meninos esquartejaos pelos pais por 
serem 'levados'...
Meu coração não tem mais força para sentir 
emoções. Me sinto mais velho que o Oscar 
Niemeyer. Ele, velho como é, ainda acredita 
em comunismo, coisa que deixou de existir.
Eu não acredito em nada.

Estou cansado de quererem me culpar por 
não ser pobre, por ter casa, carro, e outros 
bens, todos adquiridos com honestidade, 
por ser amado por minha mulher e filhos.
Nada mais me comove... Estou bem envelhecido.

E acabo de cometer mais um erro! Descobri 
que ainda sou capaz de me comover e de me 
emocionar. O patriotismo de uma jovem de 
Joinville usando a letra do Hino Nacional 
para mostrar o seu amor pelo Brasil me
comoveu.

Na cidade de Joinville houve um concurso 
de redação na rede municipal de ensino. 
O título recomendado pela professora foi: 
'Dai pão a quem tem fome'.
Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado 
por uma menina de apenas 14 anos de idade. 
E ela se inspirou exatamente na letra de nosso 
Hino Nacional para redigir um texto, que 
demonstra que os brasileiros verde amarelos precisam perceber o verdadeiro sentido de
patriotismo. Leiam o que escreveu essa jovem. 
É uma demonstração pura de amor à Pátria 
e uma lição a tantos brasileiros que já não 
sabem mais o que é este sentimento cívico.

'Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, 
vi num mapa-mundi, o nosso Brasil chorar: 
O que houve, meu Brasil brasileiro?
Perguntei-lhe!
E ele, espreguiçando-se em seu berço 
esplêndido, esparramado e verdejante 
sobre a América do Sul, respondeu 
chorando, com suas lágrimas amazônicas: 
Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo 
comigo...
Antes, os meus bosques tinham mais flores 
e meus seios mais amores.
Meu povo era heróico e os seus brados 
retumbantes. O sol da liberdade era 
mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante.
Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes?
Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia 
paz no futuro e glórias no passado. Nenhum 
filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada 
e dos filhos deste solo era a mãe gentil.
Eu era gigante pela própria natureza, que 
hoje devastam e queimam, sem nenhum 
homem de coragem que às margens plácidas 
de algum riachinho, tenha a coragem de 
gritar mais alto para libertar-me desses 
novos tiranos que ousam roubar o verde 
louro de minha flâmula.
Eu, não suportando as chorosas queixas 
do Brasil, fui para o jardim.
Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro 
que resplandece no lábaro que o nosso país 
ostenta estrelado. Pensei... Conseguiremos 
salvar esse país sem braços fortes? Pensei 
mais... Quem nos devolverá a grandeza que 
a Pátria nos traz?
Voltei à sala, mas encontrei o mapa 
silencioso e mudo, como uma criança 
dormindo em seu berço esplêndido.'

Mesmo que ela seja a última brasileira 
patriota, valeu a pena viver para ler o 
texto. Por isso estou enviando para vocês.
Detesto correntes na Internet... mas agora, 
que me tornei um velho emocionado, vou 
romper com este hábito."

Autor desconhecido

domingo, 26 de outubro de 2014

ATIVIDADES GÊNEROS TEXTUAIS PRODUÇÃO DE TEXTO PORTUGUÊS ENSINO FUNDAMENTAL VI


Atividades Língua Portuguesa - Exercícios Gêneros Textuais









http://www.atividadesedesenhos.com/2014/06/atividades-generos-textuais-producao-de.html

ATIVIDADES GÊNEROS TEXTUAIS PRODUÇÃO DE TEXTO PORTUGUÊS ENSINO FUNDAMENTAL V


Atividades Língua Portuguesa - Exercícios Gêneros Textuais











http://www.atividadesedesenhos.com/2014/06/atividades-generos-textuais-producao-de_7.html

ATIVIDADES GÊNEROS TEXTUAIS PRODUÇÃO DE TEXTO PORTUGUÊS ENSINO FUNDAMENTAL IV



Atividades Língua Portuguesa - Exercícios Gêneros Textuais











http://www.atividadesedesenhos.com/2014/06/atividades-generos-textuais-producao-de_4261.html

ATIVIDADES GÊNEROS TEXTUAIS PRODUÇÃO DE TEXTO PORTUGUÊS ENSINO FUNDAMENTAL III


Atividades Língua Portuguesa - Exercícios Gêneros Textuais









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ATIVIDADES GÊNEROS TEXTUAIS PRODUÇÃO DE TEXTO PORTUGUÊS ENSINO FUNDAMENTAL II


Atividades Língua Portuguesa - Exercícios Gêneros Textuais









http://www.atividadesedesenhos.com/2014/06/atividades-generos-textuais-producao-de_2920.html