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PENSE NISSO:

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domingo, 10 de fevereiro de 2013

É verdade que o chá-mate tem mais cafeína que o café?


A princípio, não. Aliás, 100 mililitros de um bom café expresso podem conter 13 vezes mais cafeína que a mesma quantidade de chá-mate. Mas a coisa é um pouco relativa. "O teor de cafeína, tanto no café como no mate, varia em função de vários fatores: a região do plantio, como o produto é processado na indústria, a quantidade de água usada no preparo", diz a nutricionista Deborah Markowicz, da USP. Assim, 100 mililitros de chá-mate industrializado podem ter até 25 miligramas de cafeína, em vez do valor médio de 7 miligramas que aparece na tabela. Outro exemplo: o mate usado no chimarrão pode ser ainda mais forte. "Quando a erva é torrada, na indústria, ela perde cafeína", afirma o biólogo Marlus Kormann, que trabalha para uma empresa fabricante de chá-mate.
Para você ter uma idéia: 100 mililitros de chimarrão podem ter entre 29 e 89 miligramas da substância. A mesma quantidade de um café coado bem fraquinho, do jeito que os americanos gostam, tem 25 miligramas de cafeína. Já um coado bem forte, no estilo brasileiro, chega a 100 miligramas. Além do café e da erva-mate, a cafeína também é encontrada no chá comum (feito com a planta Camellia sinensis), no chocolate e em refrigerantes como o guaraná e os do tipo cola.
Dose reforçadaCafé expresso é, de longe, o campeão na substância
Café expresso - 95 mg
Chá comum* - 23 mg
Coca-Cola - 9 mg
Chá-mate* - 7 mg
Achocolatados - 2 mg
Guaraná** - 0,9 mg
Obs.: quantidade média de cafeína em cada 100 mililitros da bebida. Fontes: International Food Council Foundation (EUA), National Soft Drink Association (EUA), Ambev. *comercializado em saquinho ** marca Antártica

fonte:
mini-ME135

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Homem de 28 anos morre em acidente em Timbó nesta manhã de sábado - 09-02-2013.

Os bombeiros de Timbó atenderam na manhã deste sábado, por volta das 9h, no Santa Clara em Timbó, um acidente envolvendo uma Honda Biz (MGQ 0414) e um Golf (DIZ 2121), ambos com placas de Timbó.
O condutor da motocicleta, Luiz Carlos Vieira, 28 anos, não resistiu e morreu no local do acidente. Já o motorista do carro, Michael Alcir Pasquali, 19 anos, saiu ileso.
Fotos: Jonathan Zenke

9 de Fevereiro - DIA DE SANTA APOLÔNIA. PADROEIRA DOS DENTISTAS e da COMUNIDADE de DIAMANTE - RODEIO - SC.










Igreja da Comunidade de DIAMANTE - RODEIO - SC

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

A ciência comprova: trabalhar de casa aumenta a produtividade.



Nos Estados Unidos, o número de pessoas que adotaram seu próprio CEP como local de trabalho praticamente dobrou nas duas últimas décadas. Mas ainda há poucos estudos e muitas dúvidas sobre as vantagens ou desvantagens de se trabalhar em casa. “É o melhor dos mundos”, dizem alguns. “Você pode ficar o dia todo de moletom, não há interrupções, reuniões chatas e não se perde tempo no trânsito.” Outros consideram a experiência um inferno: “Você fica ilhado, ninguém te nota e a TV, a geladeira e a cama se transformam numa tentação o tempo todo”.

Diante das incertezas, a maioria das empresas reluta em implementar programas desse tipo. Para tirar a prova, a maior agência de viagens da China, chamada CTrip, decidiu fazer um experimento antes de optar por qualquer política para os seus cerca de 13 mil funcionários.
Um grupo de pesquisadores da universidade de Stanford foi convidado a implementá-lo. O teste deu origem ao estudo Does Working from Home Work? Evidence from a Chinese Experiment, de Nicholas Bloom, James Liang, John Roberts e Zhichun Jenny Ying. A intenção inicial da companhia era reduzir custos com locação de escritórios e evitar atritos entre funcionários e gerentes. Esses atritos, bastante comuns no seu call center, acabavam levando a uma rotatividade alta de funcionários, de 50% ao ano – e custando um bom dinheiro em recrutamento e treinamento de novos empregados. A percepção inicial por parte da empresa, contudo, era de descrença. Acreditava-se que os funcionários, ficando em casa, sem supervisão, trabalhariam menos.
Quando o teste foi divulgado, 508 empregados se interessaram em participar. Entre eles, 255 cumpriram os pré-requisitos: ter seis meses de empresa, banda larga em casa e um cômodo no qual pudessem trabalhar quatro dias por semana. Por sorteio, então, metade dos candidatos aptos foi para casa e a outra metade ficou no escritório, servindo como grupo de controle. Ambos os grupos trabalharam sob a mesma chefia, cumprindo as mesmas horas, com o mesmo equipamento, seguindo o mesmo fluxo e recebendo o mesmo tipo de remuneração. Isso permitiu isolar qualquer outro fator que não fosse o local de trabalho – estar em casa ou no escritório era a única diferença entre eles. O nível de satisfação, as condições emocionais dos empregados e sua performance foram avaliados antes de o teste começar e mais quatro vezes durante o experimento.
Ao final de nove meses de teste, alguns resultados apareceram. O mais importante deles: a produtividade do grupo que ficou em casa foi 13% maior. Por quê? Houve menos interrupções ao longo do turno, menos faltas por doença e, como o ambiente era mais calmo, os funcionários conseguiam realizar mais ligações por minuto. Nesse grupo, diminuíram também os atritos com a chefia, e os empregados relataram uma maior satisfação com o trabalho. Assim, entre cortes de custos com aluguel de espaço, aumento de produtividade e menor rotatividade, a empresa relatou um ganho de 2 mil dólares por empregado ao fim do teste – o que a levou a estender a oferta de trabalhar em casa para toda a sua força de trabalho. A CTrip deu aos empregados a chance de optar.
Metade do grupo que havia experimentado trabalhar em casa decidiu permanecer assim e continuou tendo ganhos de produtividade. Os outros 50% voltaram ao escritório. No cômputo geral, houve um ganho considerável de experiência – e ficou demonstrado que a possibilidade de escolha resultou altamente benéfica.
Em contrapartida a essa experiência, o estudo How Passive “Face Time” Affects Perceptions of Employees: Evidence of Spontaneous Trait Inference, do MIT, sugere que pode haver um impacto negativo, no longo prazo, para quem fica em casa. Segundo a pesquisa, quando os funcionários não são “vistos”, tendem a ser mais mal-avaliados, o que pode afetar suas promoções e crescimento na carreira. A questão é que, independentemente de alguém estar trabalhando ou não, o fato de ficar ali, visível, tende a ter um impacto sobre a chefia. Obviamente, será preciso mudar essa mentalidade para que ganhos de produtividade possam ser desfrutados por todos. Na CTrip, de dezembro de 2010, quando o estudo começou, até maio de 2012, entre os 255 empregados do experimento, oito dos que ficaram em casa foram promovidos, contra seis dos que estavam no escritório. Ali, comprovadamente, o pijamão só trouxe mesmo vantagens.

fonte:
Matéria publicada na Revista ALFA de novembro de 2012.


RECEITA GOSTOSA: Filé de Frango ao Molho de Limão


Filé de Frango ao Molho de Limão

Deliciosa receita do livro Cores e Sabores de Brasília de Nilson Olivo.

Filé de Frango ao Molho de Limão

Ingredientes
Filé de Frango
• 1 Filé de Frango
• 1 colher de sopa de manteiga
• 1 colher de sopa de azeite
• Pimenta-do-reino a gosto
• Sal a gosto
Molho de limão
• 100 ml de creme de leite fresco
• 2 colheres de sopa de requeijão cremoso
• 1 limão siciliano (suco e raspas)
Modo de preparo
1. Tempere o filé de frango com a pimenta-do-reino e o sal a gosto. 2. Grelhe-o na manteiga e no azeite, reserve em um refratário. 3. Misture os ingredientes do molho em uma panela,exceto as raspas do limão, ferva até reduzir e formar um creme, desligue o fogo e acrescentar as raspas de limão. 4. Adicione por cima do filé de frango grelhado, leve ao forno por alguns minutos e sirva.
Acompanhamento
Legumes cozidos: batata, cenoura, brócolis e aspargos
Rendimento
1 pessoa
Fonte:
Livro: Cores e Sabores de Brasília
Autor: Nilson Olivo
Prato: Chef Alda Bressan

FONTE:
http://www.aviculturaindustrial.com.br/receitas/file-de-frango-ao-molho-de-limao/20130125093123_S_697

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Por que se pede a São Longuinho promentendo três pulinhos?


por-que-se-pede-a-sao-longuinho-promentendo-tres-pulinhos
O que você faz quando perde alguma coisa e não encontra de jeito nenhum? Uma simpatia brasileira típica é invocar o funcionário número um do Departamento Celestial de Achados e Perdidos: São Longuinho. Só não se esqueça, quando o objeto reaparecer feito mágica, de agradecer dando três pulinhos - de preferência acompanhados de três gritinhos (e bem sozinho, para evitar gracejos e maledicências).
Existe forma de agradecimento mais esdrúxula na história da humanidade? Mas o mais curioso é que ninguém sabe de onde veio essa superstição saltitante - Mundo Estranho ouviu vários folcloristas e nenhum deles tinha a menor idéia da sua origem, a não ser especulações relacionando a tríade de pinchos à Santíssima Trindade.
São Longuinho, santo celebrado em 15 de março, é especialmente popular na Espanha e no Brasil - mas aqui só existe uma igreja com sua imagem, em Guararema, interior de São Paulo. "Longuinho vem de Longinus, nome comum aos mártires", afirma o teólogo Décio Passos, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Longinus, por sua vez, vem do grego lonkhe, que quer dizer lança. Segundo os historiadores da religião, Longinus chamava-se Cássio e era um dos centuriões romanos escalados para vigiar Cristo na cruz. "Na Sexta-Feira Santa, Cássio espetou sua lança no coração de Jesus e acabou levando um jato de sangue em seus olhos", diz o padre Aparecido Pereira, estudioso de hagiografias (biografias de santos) e editor do jornal O São Paulo, da Cúria Metropolitana. Cássio sofria de um problema de vista - ou "cegueira espiritual", de acordo com alguns relatos - e, naquele momento, foi curado instantaneamente.
Converteu-se ao Cristianismo e refugiou-se na Cesaréia, onde virou monge. Descoberto, foi decapitado, como tantos outros mártires cristãos.
A história de São Longuinho é citada no Novo Testamento por Mateus (27:54), Marcos (15:39) e Lucas (23:47).
fonte:
mini-ME135

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

COMO É O Airbag?


Em uma colisão frontal, o motorista e os passageiros de um carro são arremessados para a frente e podem se ferir gravemente ao se chocarem com o volante, o painel ou o pára-brisa.
Os air bags, ou almofadas infláveis, protegem as pessoas nos casos de acidente: ejetados do volante ou do painel, se enchem de nitrogênio instantaneamente.
O sistema de air bag é formado por sensores eletrônicos, um inflator para produzir nitrogênio e a almofada em si.
Os sensores são programados para ignorar as colisões a menos de 16 a 22 km/h. Em um choque forte, a almofada se infla por completo em 1/20 de segundo.
Para as pessoas poderem sair, a almofada se esvazia assim que absorve o impacto.
Os air bags podem salvar vidas, mas apenas em colisões frontais, sem substituir os cintos de segurança e as ombreiras.
Airbag
Ao receber os sinais do sensor de colisão, um gerador e calor inflama substâncias químicas para produzir o nitrogênio, que infla o air bag.
Completamente cheio, o air bag absorve o impacto inicial do corpo do motorista, quando este é lançado para a frente.
Tendo protegido o corpo do motorista, o air bag se esvazia, suavizando o impacto.
Dois orifícios na parte traseira da almofada deixam escapar o gás.
Airbag
Fonte: br.geocities.com
Airbag
Airbag

O ensino de ciências e tecnologias vem avançando na educação brasileira e o air bag é um assunto interessante que, por fazer parte de seu cotidiano, desperta a atenção do aluno e permite que o experimento seja reproduzido no laboratório de química escolar.
Utilizando essa tecnologia podemos explorar conceitos de química, física e meio ambiente, atualizando e preparando o aluno para ser profissional do futuro. O air bag é um dispositivo destinado a proteger motoristas e passageiros em caso de colisão. Trata-se de um módulo que se localiza no ponto central do volante de direção, quando está do lado do motorista e, no painel logo acima do porta-luvas, quando trata-se do módulo do passageiro.
Para haver um perfeito funcionamento, o sistema envolve mecanismo como: sensores localizados na parte frontal do veículo e que têm por função detectar a rápida desaceleração do automóvel; um módulo de controle eletrônico que, através de uma luz indicadora no painel, emite alerta sobre falhas em seu funcionamento; uma câmera de metal onde há substâncias químicas que reagem entre si quando recebem um impulso elétrico; uma bolsa plástica que fica acondicionada dentro do volante. Assim que os sensores enviam a mensagem de brusca desaceleração, uma faísca é lançada na câmera metálica e estes produtos reagem formando sólidos e o gás nitrogênio.
Apenas o gás atravessa os filtros da câmara metálica, enchendo a bolsa. O processo de enchimento do air bag rompe uma tampa localizada no centro do volante. Toda esta operação, desde a colisão até o término do enchimento da bolsa, dura apenas entre um a três milésimos de segundo. O air bag possui uma abertura no seu interior que permite o escapamento do gás de forma natural ou até mesmo com o peso exercido pelo corpo do motorista.
Equação química do processo:

6NaN3(s)+Fe2O3(s) => 3Na2O(s)+2Fe(s)+9N2(g)

"AIR BAG" - TECNOLOGIA EM DESENVOLVIMENTO PARA SUA PROTEÇÃO

Nos anos 60 começaram as primeiras experiências com air bag na General Motors, nos EUA. No Brasil coube a Volkswagen o pioneirismo de um sistema de air bag totalmente desenvolvido no Brasil.

COMO FUNCIONA

Antes de qualquer coisa é preciso entender como funciona o Air Bag, veja o que diz o Procon-SP na sua cartilha sobre esse item de segurança:


Os airbags complementam a função dos cintos de segurança, agindo conjunta e simultaneamente com o objetivo de reter o movimento para frente dos ocupantes dos assentos dianteiros - airbag frontal, ou para os lados - airbag lateral, em fortes colisões.

Airbag

Os mais comuns são os frontais que ficam alojados no volante e no painel de instrumentos para maior proteção dos ocupantes dos bancos dianteiros. Existem também os laterais ou side bags. Dispostos geralmente nos bancos ou nas portas, sua função é a de proteção em impactos laterais ou capotamentos.
Fornecendo uma proteção adicional, os airbags reduzem os riscos de ferimentos na cabeça e no tórax, amortecendo o seu movimento contra o volante e o painel do automóvel, ou contra as laterais do veículo (side bag).
Esses dispositivos são eletronicamente programados para serem ativados em colisões de características específicas: os airbags dianteiros, por exemplo, são disparados em fortes colisões frontais ou fronto-oblíquas. Em colisões mais leves, laterais, traseiras ou em capotamentos, o dispositivo normalmente não é ativado.

O AIR BAG BRASILEIRO DA VW

Airbag

Segundo Marcelo Bertocchi, Gerente de Segurança Veicular da VW, o desenvolvimento do air bag brasileiro, que equipa o Gol Geração II foi desenvolvido com objetivo de adequar o disparo do sistema para as condições de utilizações no Brasil. As estradas e ruas brasileiras podem ocasionar o disparo do sistema de air bag em veículos importados que não foram concebidos para os nossos "buracos", "lombadas" e outras surpresas que encontramos a cada curva.
Vários modelos da Volkswagen como Golf, Bora, Passat, oferecem air bag, que é sempre duplo, ou seja, para os dois ocupantes dos bancos da frente. "O modelo Fox exportado possui air bag", informa Bertocchi.
Ele esclarece que o cinto de segurança é essencial, não adianta a pessoa pensar que apenas o air bag vai salvá-la. "A eficiência do cinto três pontos na prevenção de fatalidade pode ser estimada em 42%, o cinto mais o air bag 47% a 52%, portanto o uso do cinto é fundamental", ensina o especialista, que reconhece não usar mais carro sem air bag.
Airbag

Bertocchi explica que uma das prioridades no desenvolvimento de novas tecnologias do air bag está focada nas pernas que ainda sofrem muitas lesões em acidentes graves, já que o corpo desliza para baixo.
Apesar das vantagens do air bag o engenheiro lembra que é importante dirigir em posição correta, com o rosto não muito próximo do volante, e dirigir sem cruzar os braços, pois o air bag, no momento do seu acionamento, pode provocar queimaduras no braço ou rosto ou arremessar o braço do próprio motorista contra seu rosto. 


Crianças não devem ficar no banco da frente, pois o sistema é adequado para adultos, e correm risco de queimaduras e outros ferimentos. "O ideal são pessoas com pelos menos 1m50cm sentarem na frente".

Bertocchi explica que não há como recuperar air bag depois de um acidente. "O sistema é todo trocado". Depois de 10 anos de fabricação de um veículo é bom fazer uma checagem no sistema.

Como surgiu o "air bag"?

A General Motors teve papel fundamental no surgimento do air bag, ao inventar algumas ferramentas para validar a proteção do ocupante, como a família de "dummies Hybrid III", que é "standard" na indústria automotiva para impacto frontal.
Década de 1960:
Nos EUA, a GM designou um grupo de engenheiros e especialistas em biomecânica para desenvolver "air bag" frontal.
A figura a seguir mostra os primeiros "air bags" protótipos da GM:
Airbag

Década de 1970:
A indústria e o governo intensificam a busca por tecnologias que reduzam o número de fatalidades.

A GM monta 1000 veículos nos EUA equipados com air bags experimental, disponibilizando para a frota de consumidores para testes.
O primeiro equipado com air bag do passageiro disponível para venda foi o Oldsmobile Toronado em 1974.
Década de 1980:
"Air bags" do motorista começam a aparecer no mercado.

Governo inicia "phase-in" da obrigatoriedade de "air bags" frontais.
Na mesma época, a GM oferece air bag do motorista no Oldsmobile 98 e Delta 88.
Década de 1990:
GM é a primeira montadora nos EUA a oferecer veículos com airbag dos dois lados: do motorista e do passageiro.

Em 1997, a GM dos EUA oferece air bags laterais, pela primeira vez.
Em 1998, uma lei federal americana estabelece que todos veículos devem terairbag do motorista e passageiro de série.
Início do século 21:
Nos EUA, o Saturn 2001 passa a oferecer "air bag" de cortina.

No mesmo ano, air bags frontais de duplo estágio se tornam equipamentos de série no Chevrolet Impala, Monte Carlo, Pontiac Bonneville, Oldsmobile Aurora e Buick LeSabre.

Quais os tipos de air bags estão sendo desenvolvidos?

Quanto a tecnologias futuras, os seguintes tipos de air bags estão em estudo:
"Air bag" para os pés

"Air bag" para joelho
"Air bag" no cinto de segurança
"Air bag" no capô para pedestres

Quais os tipos de "air bag" que existem?

Atualmente, existem os seguintes tipos de air bag no mercado global:
"Air bag" frontal para motorista e passageiro
Airbag
"Air bag" lateral para tórax ou para tórax e cabeça

"Air bag" lateral do tipo curtina para a cabeça
Airbag

Como funcionam e quais são as condições necessárias para que eles abram?

O "Air bag" é uma proteção complementar ao cinto de segurança, uma vez que o uso de cinto pelos ocupantes garante a maior parte da proteção.
A central eletrônica determina a intensidade do impacto medido por sensores. Um sinal elétrico é emitido para o gerador de gás que inflando a bolsa. Com o contato do ocupante com a bolsa, gás nitrogênio sai da bolsa por orifícios laterais calibrados, parando gradativamente o ocupante.
A bolsa do "air bag" frontal é inflada em aproximadamente 30 milisegundos. A bolsa do "air bag" lateral do tórax infla em até 20 milisegundos. Para efeito de comparação, um piscar de olhos ocorre em torno de 100 milisegundos.
O "air bag" frontal é calibrado para se comportar segundo a tabela a seguir:
TIPO DE COLISÃO FRONTALCARACTERÍSTICAS DA COLISÃOTIPO DE PROTEÇÃO
Baixa a média intensidade
Pouca troca de energia (deformação apenas em partes de acabamento e/ou não estruturais do veículo).
Pouco ou nenhum contato dos ocupantes com partes internas do veículo.
Cinto de segurança
Média intensidade
Significativas deformações na travessa frontal do chassi, suspensão e/ou subframe, porém sem ocorrer diminuição significativa do compartimento do motor.
Contato dos ocupantes com partes internas do veículo, porém sem possibilidade de ocorrer ferimentos graves e/ou com seqüelas permanentes.
Cinto de segurança + Pré-tensionador
Média a alta intensidade
Grandes deformações estruturais com ou sem redução do espaço de sobrevivência dos passageiros.
Impacto dos ocupantes com partes internas do veículo, com risco provável de ocorrência de ferimentos graves e/ou seqüelas permantentes.
Cinto de segurança + Pré-tensionador + Air bag

Quais os modelos brasileiros da GM que oferecem air bag?

A General Motors do Brasil possui a melhor linha de veículos do Brasil, oferecendo a opção de air bag conforme abaixo:

"AIR BAG" FRONTAL

Airbag
Classic
Airbag
Corsa
Airbag
Meriva
Airbag
Montana
Airbag
S10 / Blazer
Airbag
Vectra

"AIR BAG" FRONTAL E LATERAL

Airbag
Astra
Airbag
Zafira
Airbag
Omega
Fonte: www.estradas.com.br