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PENSE NISSO:

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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Acupuntura - parte V:


Acupuntura

Pontos de acupuntura ( Dinastia Ming )

Acupuntura ou Acupunctura é um ramo da Medicina tradicional chinesa e um método de tratamento chamado complementar de acordo com a nova terminologia da OMS - Organização Mundial da Saúde.
Acupuntura consiste na aplicação de agulhas, em pontos definidos do corpo, chamados de "Pontos de Acupuntura", para obter efeito terapêutico em diversas condições.
Atribui-se o nome Acupuntura, a um jesuíta europeu que retornando da China , no século XVII, adaptou os termos chineses Zhen Jiu, juntando as palavras latinas Acum (que significa agulha) e Punctum (picada ou punção).
A tradução literal do termo chinês, no entanto, é bem diferente. O correto seria Zhen (agulha) e Jiu ( moxa ).
A tradução causa a impressão de que o terapeuta só trabalha com agulhas. Os pontos e meridianos também podem ser estimulados por outros tipos de técnicas.
É porque, na verdade, os pontos de Acupuntura podem ser estimulados por agulhas ou pelo aquecimento promovido por moxa , um bastão de artemísia em brasa, que é aproximado da pele para aquecer o ponto de acupuntura. Há, também, o método de estimulação por laser , ainda em estudos.

História da acupuntura

A história da acupuntura confunde-se com a história da medicina na China. Seus primórdios remontam à pré-história chinesa. A linguagem escrita milenar permitiu a continuidade do conhecimento. Posteriormente, outros países orientais contribuíram para o desenvolvimento das técnicas de acupuntura. As notícias sobre acupuntura no ocidente chegaram com os primeiros exploradores europeus que visitaram o império Chinês, ainda na idade média .

Visão tradicional chinesa

Ciclo de geração dos cinco elementos : Fogo gera Terra, Terra gera Metal, Metal gera Água, Água gera Madeira, Madeira gera Fogo...
A visão tradicional da medicina chinesa está profundamente ligada a teorias baseadas no Taoísmo , sobre a dualidade Yin/Yang , sobre meridianos e outros conceitos bastante "exóticos" para a ciência médica ocidental. Contudo, contribuições da Antropologia, mais especificamente da Antropologia Médica, vem facilitando o entendimento destes conceitos à luz da interpretação lógica das explicações mítico-religiosas compreendidas como sistemas etnomédicos capazes de dar respostas às demandas por cuidados de saúde de uma determinada população.
O Yin e o Yang são aspectos opostos de todo movimento no universo. É um conceito hoje considerado quântico que os médicos chineses antigos conseguiram adaptar para a medicina.No corpo do homem existe um equilíbrio que pode ser alterado por diversos tipos de influências, como alimentar, comportamental e muitas outras.
Existem muitas formas de diagnóstico na medicina tradicional chinesa. Algumas delas são a pulsação, a observação e aspectos da língua, a cor e aspectos da pele. Um médico chinês costuma dizer que não se deve olhar apenas o paciente, mas escutá-lo, tocá-lo, cheirá-lo, provar sua urina e conhecer as suas fezes.
Uma consulta baseada no modelo tradicional chinês pode levar de vários minutos a algumas horas. O terapeuta questiona vários aspectos da vida incluindo a infância, expressão das emoções, a alimentação, hábitos e costumes.
A natureza das explicações tradicionais da medicina chinesa não tornam essa prática essencialmente distinta de outros sistemas etno - médicos, exceto porém por sua notável semelhança com a medicina hipocrática - a quem se atribui a origem da moderna medicina cosmopolita. O estudo de sua história revela seu rompimento com algumas tradições "mágicas" e incorporação do conhecimento empírico proveniente de cuidadosas observações, consolidado no que vem sendo chamado do paradigma do Yin - Yang e dos 5 movimentos descrito nos livros clássicos para os orientais ou documentos etnológicos brutos para a antropologia estrutural. Entre os livros clássicos o mais conhecido é, sem dúvida o " Livro do Imperador Amarelo " cujo exemplar mais antigo foi encontrado em um túmulo da dinastia Han (Fu Weikang).

Mecanismos de ação da Acupuntura

Aplicação de agulhas de acupuntura.
Dentro do conhecimento atual de fisiologia , a Acupuntura é um método de estimulação neurológica em receptores específicos, com efeitos de modulação da atividade neurológica em três níveis – local, espinhal ou segmentar, e supra-espinhal ou suprasegmentar.
Já em 1921, Goulden concluiu sobre a participação do Sistema nervoso autônomo na Acupuntura, através dos nervos simpáticos , observando também que os pontos de Acupuntura possuem impedância menor entre si que os pontos próximos ou circunjacentes
Chiang e Cols, em 1973, demonstraram que o efeito da Acupuntura é conduzido através dos nervos, ao constatarem que o estímulo acupuntural não surtia efeito quando aplicado em área bloqueada por anestésico local..
Chan, 1984 , concluiu que muitos dos pontos de Acupuntura correspondem a locais de penetração das fibras nervosas na fáscia muscular, 309 pontos estão localizados sobre terminações nervosas e 286 pontos localizados sobre os principais vasos sanguíneos, rodeados pelos Nervi vasorum , a inervação própria dos vasos sanguíneos. Alguns pontos de Acupuntura correspondem aos pontos gatilhos (Trigger points, em inglês), que são pontos localizados na musculatura, sensíveis ao toque e que condicionam o surgimento de sintomas à distância, como dores de cabeça, por exemplo.
Em 1985, foi descoberto que a aplicação de agulhas de Acupuntura estimulava fibras nervosas específicas e que as sensações produzidas pelo estímulo por acupuntura correspondem àquelas experimentadas pelo estímulo das fibras nervosas do tipo A delta (A d), como choque, sensação de peso ou parestesia .
A Acupuntura aplicada em áreas de pele acometidas por Neuralgia pós-herpética não se mostrou eficaz (Embora o efeito analgésico possa ser obtido puncionando-se outras áreas) . [6] E foi demonstrado que, na Neuralgia pós-herpética , a sensação típica da estimulação de fibras A d está ausente.

Ação segmentar da Acupuntura

Ação segmentar da Acupuntura é o conjunto de mecanismos fisiológicos que ocorrem do local do estímulo com agulha até a medula espinhal. O estímulo de fibras nervosas "A d" por agulhas de Acupuntura ativa o interneurônio inibitório , ou célula pedunculada, na lâmina II do corno posterior da medula espinhal. A célula pedunculada, com a liberação de metencefalina , bloqueia, na área conhecida como Substância Gelatinosa, a transmissão do sinal da dor conduzido pelas fibras tipo "C" para os tratos ascendentes da medula. Por outra via ascendente, o Trato espino talâmico , o estímulo da fibra "A d" é conduzido ao Córtex cerebral , onde são interpretadas, ou "percebidas" as sensações de peso, distensão, calor ou parestesia que ocorrem durante o estímulo por acupuntura.

Ação supra-segmentar da Acupuntura

O estímulo das fibras A d prossegue através do Trato espino talâmico até o córtex cerebral, onde é percebido conscientemente e à medida que segue neste trajeto, há colaterais para os diversos níveis da medula espinhal, com liberação de Beta-endorfina, um dos tipos de Morfina do próprio organismo, e afetando vias neurológicas descendentes que terminam por reforçar a estimulação da célula pedunculada, com efeito analgésico sobre o estímulo das fibras tipo C, e que usam o neurotransmissor Serotonina , o chamado "Hormônio do bem-estar", o que explica bem os efeitos da Acupuntura não só no tratamento da dor, como também da Depressão e dos estados de Ansiedade .

Ação Central da Acupuntura

O estímulo da agulha de Acupuntura atinge áreas do encéfalo mais elevadas, como o Hipotálamo e a Hipófise , promovendo o equilíbrio do funcionamento destes centros. Como a Hipófise é uma Glândula , ocasionalmente chamada de Glândula Mãe, que coordena a função de diversas outras glândulas do corpo, o efeito da Acupuntura sobre este órgão afeta o funcionamento das Glândulas supra renais , da Tireóide , dos ovários , dos testículos , e assim tem ação terapêutica sobre a Hipertensão arterial , Dismenorréia , Tensão pré-menstrual , disfunções da Libido , e outras patologias.

Neurotransmissores na Acupuntura

Até o presente momento, sabe-se que a Acupuntura afeta a expressão e ou liberação de serotonina , e dos peptídeos opióides beta-endorfina , meta- encefalina , e dinorfina . A colecistocinina , peptídeo envolvido no processo digestivo, é antagonista da acupuntura [8] . Considerando que a colecistocinina é estimulante da secreção ácida do estômago , temos daí a compreensão do efeito benéfico da acupuntura sobre as gastrites , úlceras e na Doença de refluxo gastroesofágico . A Naloxona , inibidor da ação de opióides, muito utilizada em Medicina antagoniza os efeitos da Acupuntura [9] . Em dado momento, postulou-se que a ação da Acupuntura seria fruto apenas da liberação de endorfinas , entretanto, a rápida instalação da analgesia e sua duração maior que o tempo de aumento da quantidade de opióides pela Acupuntura liberados demonstra que outros mecanismos estão envolvidos.
Fonte: www.vilaboadegoias.com.br
Acupuntura

A HISTÓRIA DA ACUPUNTURA

A Acupuntura é baseada na teoria de medicina chinesa e é praticada mediante a introdução de agulhas com diâmetros de 0,18 mm a 0,25 mm em determinados pontos da superfície do corpo com o objetivo de prevenir e/ou tratar as doenças. São 365 pontos oficiais que estão localizados nos meridianos pelos quais corre a energia vital denominada "chi ".
Esta prática medicinal é um dos legados mais antigos e populares da cultura chinesa devido à sua eficácia no combate das enfermidades, à facilidade de seu uso, à economicidade da sua prática e à sua segurança. Até hoje é um dos métodos mais praticados na China e em toda a Ásia, sendo cada vez mais expandido no ocidente. Essa expansão se evidencia pelas numerosas Faculdades em que se estuda a acupuntura, tanto nos Estados Unidos como na União Européia. Por exemplo, as universidades de Harvard e São Francisco oferecem pós-graduação em Acupuntura.
O desenvolvimento de Acupuntura vem acompanhando a longa história da China. Como essa história é muito antiga, temos hoje dificuldade de precisar com exatidão a época em que a Acupuntura surgiu. É possível, entretanto, rastrear e deduzir a sua origem por intermédio dos escritos existentes, das peças arqueológicas descobertas e do desenvolvimento da estrutura da sociedade chinesa, o que nos leva à constatação de que a Acupuntura já existia antes mesmo da existência da escrita chinesa.
No primeiro capítulo da obra LIN SHU , encontramos a pergunta feita pelo Imperador Amarelo a Chi Bow : "Gostaria de ouvir a sua opinião: Eu amo o meu povo como se fossem meus filhos, e preciso sustentar os meus oficiais, e preciso arrecadar impostos. Ao mesmo tempo, tenho compaixão pelo povo que mal se sustenta e está constantemente atormentado por doenças. Não querendo usar drogas , nem Bien Shi , eu gostaria de usar agulhas finas para desobstruir os meridianos, tonificar o "chi "e o "xue ", tendo em vista os percursos de início e término de cada um desses meridianos, atingindo assim o perfeito equilíbrio do organismo. Para tanto, pretendo determinar a estrutura e as regras que regem cada meridiano e o tratamento da síndromes, como se fosse em uma legislação que seja fácil de ser memorizada e utilizada nos casos de tratamento das doenças. E para evitar que estes conhecimentos da Acupuntura caiam no esquecimento com o curso do tempo, pretendo publicá-los, eternizando-os." Pelo texto acima citado podemos, de pronto, deduzir que a utilização das agulhas de Acupuntura foi posterior ao tratamento denominado Bien Shi.
Em SHUO WEN JIE ZHI encontramos a explicação do caractere chinês representativo de "Bien, que é um tipo específico de pedra trabalhado para ficar em um formato coniforme, cuja função é pressionar os pontos existentes nos meridianos com o objetivo de tratamento das doenças. Na obra SHAN HAI JIN encontramos a seguinte referência: "Nas montanhas de Kau existem muitas jazidas de jade e abaixo delas existem jazidas de Bien Shi". Ao comentar este texto, Kou Bu Zhu explicou que o Bien Shi era usado para o tratamento de furúnculos, infecções, edemas e semelhantes.'
Mas a Acupuntura é muito mais antiga do que a época do Imperador Amarelo. No ano 1963 em uma cidade de Mongólia foi descoberta uma agulha feita de pedra na Idade neolítica. De acordo com análise cientifica, esta peça arqueológica poderia ser uma das primeiras "agulhas" de Acupuntura feitas de pedra. Com base nesta descoberta podemos deduzir que a origem da Acupuntura poderá ter ocorrido de quatro a dez mil anos atrás, na Idade Neolítica, ou até mesmo antes desta época.
Com a descoberta da utilização dos metais pelo homem, as agulhas de Acupuntura também seguiram o desenvolvimento da época, melhorando a sua qualidade . Antes da época em que foi escrito o livro "IMPERADOR AMARELO" as agulhas eram feitas de pedras, ossos de animais e bambu. Foram, a partir de então, sendo aperfeiçoadas passando a ser confeccionadas com metais, de acordo com as épocas em que estes foram descobertos, como: de bronze, de ferro, de ouro e de prata. O Bien Shi foi sendo substituído.
Em 1978, foi descoberta uma agulha feita de bronze numa floresta da cidade Dalatechi, na Mongólia. No ano de 1968, na Tumba de Liu Shen da Dinastia de Han Oeste (206 a.c. a 23 d.c.) foram descobertas peças arqueológicas raras: nove tipos de agulhas de tamanhos e formas diferentes feitas de ouro e prata trabalhadas com muita precisão. Com isso também ficou demonstrado que as técnicas da fabricação das agulhas foram desenvolvidas juntamente com a evolução das tecnologias das diferentes épocas.
O estudo da Acupuntura acompanhou a longa caminhada da história chinesa. Em 1973, foram descobertas peças arqueológicas na Tumba Nº III de Ma Wang, da Dinastia Han (206 a.c a 220 d.c.) na cidade de Changsa da Província de Hu Nan. Entre elas estavam dois livros manuscritos, feitos de seda, cujos nomes são de AS TEORIAS DOS ONZE PERCURSOS DOS BRAÇOS E DAS PERNAS DE MOXABUSTÃO e AS REGRAS DOS ONZE PERCURSOS DO YIN E DO YANG. O conteúdo desses livros era a distribuição dos onze percursos, descrição de quadros clínicos e de tratamentos através de moxabustão. De acordo com análises científicas, estas obras foram escritas antes de o "Imperador Amarelo". Podemos, a partir daí, ter uma visão das possíveis primeiras origens da história da Acupuntura.
Na obra O IMPERADOR AMARELO já existiam teorias e descrições detalhadas sobre o percurso da energia nos meridianos, sobre as localizações dos pontos, sobre as técnicas de manuseio das agulhas e sobre os diferentes quadros clínicos, bem como indicações e proibições relativas à aplicação da Acupuntura. Descreveram-se com riqueza as estruturas teóricas no livro "Lin Shu". Daí podemos concluir que desde aquela época já era bastante praticada a técnica de Acupuntura e observar como foi sendo estabelecida a estrutura e a teoria de Acupuntura na China desde 1500 a.c.
Atualmente, depois da referida obra O IMPERADOR AMARELO, o segundo livro mais antigo sobre a Acupuntura que ainda nos resta é o ZHEN JIO JIA YI JIEN, cujo autor foi Huan Pu Yi, da dinastia Jing (265 a 420 d.c.). Com relação ao período intercorrente entre esses dois livros não foi preservada nenhuma outra obra sobre a Acupuntura. Nesta obra, o autor analisou o IMPERADOR AMARELO e MING TANG KON SHE ZHI YIAO e descreveu com precisão as localizações dos pontos de Acupuntura nas regiões da cabeça, do rosto, do tórax, do abdômen e das costas, de acordo com as teorias Zhang-Fu . Descreveu também os meridianos de que trata a Acupuntura. Com base no referido livro O IMPERADOR AMARELO, ele desenvolveu e definiu as localizações de 349 pontos, indicações clínicas, técnicas de manipulação das agulhas, indicações e contra-indicações de Acupuntura e de Moxabustão. Seu livro é uma obra importante sobre a Acupuntura/ Medicina Chinesa posterior ao IMPERADOR AMARELO. É fundamental para o estudo da história da acupuntura e da evolução da prática clinica.
ZHOU HOU BEI JI FANG do autor Jin Ke Hong, da Dinastia Tong Jing (265 a 316 d.c.), contém o registro de 109 formulações de acupuntura, sendo que 99 são de moxabustão. Isto demonstra também a importância que era atribuída à moxabustão naquela época e o encaminhamento de um desenvolvimento por igual tanto da Acupuntura quanto da Moxabustão.
QIAN JING FANG do autor "Sun Si Miao", na Dinastia Tang (618 a 907 d.c.), esclareceu a localização e indicação dos pontos "A She ", Também fez um mapa colorido de Acupuntura. O Mapa de "Ming Tang" utiliza várias cores e desenhos dos 12 meridianos e de mais 8 meridianos extras, na parte frontal do corpo, na lateral e nas costas. Especialmente alertou no livro sobre a prevenção das doenças através da Acupuntura e da moxabustão. Este livro é considerando uma das obras mais importantes na área da Medicina Chinesa.
WAI TAI MI YIAO, do autor Wang Tau, da Dinastia Tang (618 a 907 d.c.), introduziu amplamente a técnica de moxabustão nos tratamentos das doenças. Durante essa mesma dinastia foi criado um departamento de saúde "Tai Yi Shu" com a função educacional específica de formar profissionais nas áreas de Acupuntura como uma especialidade médica, com as doutrinas da época. Já então eram usados títulos tais como "doutor", "mestre", "professor" e "assistente" para aqueles que exerciam a função de lecionar. Com isso demonstramos o quanto a acupuntura era importante na visão dos governantes, tanto na área da educação, quanto na área da saúde.
Na Dinastia de Song Norte (960 a 1127 d.c.) , "Wang Wei Yi" desenhou o MAPA DE ACUPUNTURA TONG REN. Nele , constavam os percursos dos meridianos e também as definições dos 354 pontos de Acupuntura. O livro inteiro foi esculpido em placas de pedras na cidade de Kai Fong, que hoje é a capital de He Nan. Essas placas de pedra eram utilizadas como matrizes para reprodução das cópias deste livro, assim facilitando a divulgação da obra e a aprendizagem dessa área de saúde. No ano seguinte ele fez duas estatuas de bronze do tamanho normal das pessoas com todos os pontos e meridianos da Acupuntura para efeito de aprendizagem .Foram os primeiros modelos de Acupuntura.
A PLENITUDE DOS QUATORZE MERIDIANOS, do autor Huan Pó Ren da Dinastia Yuan (1279 a 1368 d.c.), descreveu sistematicamente o início e término de cada percurso dos meridianos e os pontos existentes em cada um deles; destacou os meridianos "Du Mai" e "Ren Mai" como dois meridianos extras e assim estabeleceu fundamentos, facilitando os estudos e pesquisas de gerações posteriores.
Acupuntura
Acupuntura
Na Dinastia Ming (1644 a 1911 d.c.) houve um desenvolvimento brilhante da história de acupuntura. O ZHEN JIU DA CHEN foi a obra mais importante dessa época. Seu autor Yang Ji Zhou baseou-se no livro OS SEGREDOS DA ACUPUNTURA e também em outras obras de diferentes épocas, bem como em suas próprias experiências clínicas.
Pela riqueza de seu conteúdo esta foi uma grande obra médica posterior ao IMPERADOR AMARELO e a JIA YI JING. Nessa mesma época surgiram outras obras importantes, tais como o SHEN YIN JIN do autor Cheng Hui; a ENCICLOPÉDIA DE ACUPUNTURA do autor Xiu Fong; ZHEN JIU JU YIN FA HUE, do autor Kou Wu; QUESTIONÁRIOS DE ACUPUNTURA do autor Wang Ji e PESQUISA DOS OITO MERIDIANOS EXTRAS de Li Shi zhen. Cada um deles desenvolveu sua metodologia própria e assim foram formadas várias escolas com práticas diferenciadas. Foi uma das épocas em que a acupuntura mais se desenvolveu e brilhou na história chinesa.
Na última dinastia chinesa - a Dinastia Ming - apenas alguns livros foram publicados como YI ZHONG JIN JIEN do autor Wu Quian e ZHEN JIU CHEN do autor Liao Ren Hong. Não ocorreram novas teorias e inovações importantes.
No século VI a acupuntura foi introduzida na Coréia com o livro escolhido como didático de JIA YI JIN.
No ano 562 d.c. Wu Ren Zhi Chong levou para o Japão alguns livros de Acupuntura, tais como, o ZHEN JIU JIA YI JIN e MING TANG KON SHE ZHI YIAO. No ano 701 d.c. foi estabelecido no Japão um Departamento de Acupuntura para tratar as enfermidades da população e até hoje lá existem várias escolas de Acupuntura.
No final de séc. XVII a acupuntura foi divulgada na Europa.No Brasil a história da Acupuntura iniciou-se desde 1850 com a chegada dos primeiros imigrantes chineses.
Em 1977, o Ministério do Trabalho, em convênio com a OIT (Organização Internacional do Trabalho) e a UNESCO (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura), definiu a profissão de acupunturista sob o código número 0-79.15, na CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) através do Projeto BRA/70/550. A CBO foi reconfirmada no Diário Oficial do dia 11/02/94, Seção 1.
Em 1979, a Organização Mundial de Saúde, órgão da ONU para a área, já reconhecia o uso da acupuntura como terapêutica eficaz para mais de 40 doenças (WHO, "Viewpoint on Acupuncture").Atualmente no Brasil já existe legislação específica sobre a Acupuntura :
A resolução Nº 1455 de 11 de agosto de 1995, do Conselho Federal de Medicina reconheceu a Acupuntura como uma especialidade médica. Em 2002, a Acupuntura foi regulamentada pela comissão mista composta pela AMB - Associação Médica Brasileira, CNRM - Conselho Nacional de Residência Médica e CFM - Conselho Federal de Medicina, como uma das 50 especialidades médicas. Inclusive, em 2003, foi incluída pelo CNRM como uma das especialidades com acesso direto para realizar Residência Médica. Existem hoje Faculdades de Medicina com cursos de pós-graduação em Acupuntura.
Visão panorâmica da BEIJING UNIVERSITY OF CHINESES MEDICINE construída em 1958
Bibliografia:
1. Zhen Jio Xue ( Acupuntura e Moxabustão) escrito por Qiu Mao Ling e Chang Han Zhen. - Editora de Ciência e Tecnologia de Changai, 1982
2. Zhen Jio Xue (Acupuntura e Moxabustão) escrito por Heu Xu Huai - Editora Chong Yi Ku JI, 1985.
3. Mapa de Acupuntura - de Teng Lian Yue - Editora Chong Kuo, 1990
4. Lin Shu Jing Xiao Shi (parte do Imperador Amarelo) Editora Ren Ming Wei Shen, 1980.
5. Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal.
6. New York Times de 28 de setembro de 2004 "Acupuncture Moves Toward The Mainstream"artigo de Anahad O' Connor.
Fonte: www.institutobeijing.com

terça-feira, 2 de abril de 2013

Abolição da Escravatura no Brasil - parte VII:


Em praça pública, para servirem de exemplo aos demais, os negros sofriam .seus castigos. A escravidão negra no Brasil, iniciada, segundo alguns autores, em 1532, estendeu-se até 1888. Foram mais de três séculos e meio de escravatura, condição em que o negro desempenhou importante papel na colonização e, depois, no desenvolvimento econômico do Império. Os africanos entravam no Brasil principalmente através dos portos do Rio de Janeiro, de Salvador, do Recife e de São Luís do Maranhão, de onde se espalhavam por todo o território brasileiro. Muitas vezes, revoltados com sua condição, fugiam de seus senhores, chegando a organizar-se em quilombos, cujo principal, o de Palmares, em Alagoas, conseguiu tornar-se um verdadeiro estado negro dentro da colônia portuguesa.
Abolição da Escravatura no Brasil
Foi como que o negro entrou no Brasil, mas não foi esta colônia portuguesa o primeiro país na América a receber o africano em tal condição. Em 1501, a ilha de São Domingos atual República Dominicana, por um ato do rei da Espanha, recebeu a primeira leva de negros, vindos com Nicolau Ovando, e a partir de 1517 o comércio negreiro para as colônias espanholas começou a ser feito regular e legalmente. Foi concedido asiento a Go menot, governador de Besa, para a introdução de 4.000 negros, contrato que ele vendeu a negociantes genoveses.
Na Europa, é difícil saber a quem cabe a prioridade do tráfico-se a portugueses ou espanhóis. Já em meados do século XV ele constituía o meio regular de colonização de ambos os países e, a partir daí, durante os duzentos anos seguintes, foram abastecidas também, além das colônias espanholas e portuguesas, as possessões inglesas, francesas e holandesas,
Em Portugal, Antão Gonçalves, ao regressar em 1442 de uma expedição à África, ordenada por D. Henrique, levou alguns mouros como cativos que o Infante mandou libertar. No ano seguinte, Antão Gonçalves trocou seus prisioneiros por dez negros da Guiné, que Frei Francisco de São Luís afirma terem sido os primeiros escravos chegados a Portugal, provenientes da costa ocidental africana.
Em 1445, Nunq Tristão transportou mais de 40 escravos africanos, entusiasmado pelas possibilidades econômicas do negócio.
Foi em Portugal que mais se desenvolveu o tráfico negreiro - já que este país mantinha o domínio exclusivo da África colonial. Durante muitos anos, porém, o tráfico negreiro foi também próspero na Espanha, representando a principal fonte de renda do país. Por intermédio dos asientos a coroa espanhola concedia a determinados súditos o direito exclusivo de fornecer negros escravos às suas possessões de ultramar.
O negócio era tão vantajoso que muitos soberanos estrangeiros faziam tudo para obter os asientos, ou seja, tratados ou contratados de monopólio comercial. E por dois séculos - de 1517 a 1743 - holandeses, espanhóis, franceses, portugueses e ingleses gozaram sucessivamente deste monopólio. A Inglaterra, que mais tarde seria ferrenha defensora da proibição do tráfico, conseguiu 30 anos de monopólio para seus súditos pelo tratado de paz de Utrecht assinado em 1713.
A Espanha tirava grandes lucros destas transações, recebendo vultosos empréstimos ou adiantamentos dos empresários com os quais negociava, e a este (Hientos era dada ainda uma vinculação religiosa, sendo celebrados, inclusive, em nome da Santíssima Trindade por Sua Majestade Católica de Espanha.
Dez contratos dessa espécie foram realizados em menos de dois séculos, compreendendo o transporte de quinhentos mil escravos num total de 50 milhões de libras.
Abolição da Escravatura no Brasil
No Brasil, o elemento negro começou a ser Introduzido com os primeiros engenhos de açúcar de São Vicente. Para alguns historiadores, os escravos africanos aqui chegaram com Martim Afonso de Sousa, em sua expedição de 1532.
Durante quase 50 anos este tráfico foi regular, e em 1583 realizou-se o primeiro contrato para a introdução da mão-de-obra africana no Brasil, assinado entre Salvador Correia de Sá, governador da Cidade do Rio de Janeiro, e São João Gutiérres Valéria. Um século mais tarde já havia nas lavouras brasileiras 50 mil escravos negros, a maioria em Pernambuco.
Em 1755, o Marquês de Pombal criou a Companhia Geral do Comércio do Grão-Pará e Maranhão e, em 1759 a de Pernambuco e Paraiba, as quais introduzindo grande número de negros africanos, fomentaram o progresso material do Nordeste brasileiro.
Tencionando contar com o elemento natural para a colonização dos continentes que ocupa vam, os portugueses tentaram- nos primeiros tempos de sua permanência no Brasil - subjugar os silvícolas brasileiros. Assim, em 1533, Martim Afonso de Sousa permitiu a Pero de Góis o transporte para a Europa de 17 indígenas escravizados, e no foral dado a cada donatário contava o direito de vender anualmente até 39 indígenas cativos. O índio brasileiro, entretanto, além de não se adaptar ao regime de escravidão, não servia para o trabalho na lavoura.
Estes fatos, aliados à vinda dos jesuítas, empenhados na defesa do índio, fizeram com que aumentasse o tráfico negreiro, tendo os próprios religiosos usado a mão-de-obra africana até 1870.
A introdução do escravo negro no Brasil representava uma determinante socioeconômica importantíssima para a emancipação colonial, e foi por muitos reconhecida.
Entre estes, Nóbrega, em carta ao rei de Portugal datada de 1559; o conceituado Bispo D. José Joaquim da Cunha de Azeredo Coutinho, em sua obra Justiça do Comércio de Resgate de Escravos da Costa d' África; e o famoso Padre Antonil, que em sua Cultura e Opulência do Brasil, por Suas Drogas e Minas, escreveu: "Os escravos são as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles no Brasil não é possível fazer, conservar e aumentar fazenda, nem ter engenho corrente."
Os negros eram vendidos pelos seus sobas - chefes de tribos africanas - aos portugueses, e trazidos para o Brasil vindos da costa e da contracosta da África.
Até meados do século XVll eram eles adquiridos, em sua maioria, pelos senhores de engenho de Pernambuco e Bahia. No início do séc. XVIII seus maiores compradores passaram a ser o Rio de Janeiro e Salvador. Ainda no início do século XVllI os escravos negros foram introduzidos nas regiões cafeeiras, a princípio do Pará e do Maranhão, mais tarde do Rio de Janeiro e São Paulo.
Os negros escravos que vieram para o Brasil saíram de vários pontos do continente africano: da costa ocidental, entre o Cabo Verde e o da Boa Esperança; da costa oriental, de Moçambique; e mesmo de algumas regiões do interior. Por isto, possuíam os mais diversos estágios de civilização. O grupo mais importante introduzido no Brasil foi o sudanês, que, dos mercados de Salvador, se espalhou por todo o Recôncavo.
Desses negros, os mais notáveis foram os iorubas ou nagôs e os geges, seguindo-se os minas. Em semelhan_ te estágio de cultura encontravam-se também dois grupos de origem berbere-etiÓpica e de int1uência muçulmana, os fulas e os mandês. Mais atrasados do que o grupo..sudanês estavam os dos grupos da cultura chamada cultura banto, os angolas, os congos ou cabindas, os benguelas e os moçambiques. Os bantos foram introduzidos em Pernambuco, de onde seguiram até Alagoas; no Rio de Janeiro, de onde se espalharam por Minas e São Paulo; e no Maranhão, atingindo daí o Grão-Pará. Ainda no Rio de Janeiro e em Santa Catarina foram introduzidos os camundás, camundongos e os quiçamãs.
Os bantos encontravam-se na fase do fetichismo - adorando árvores e símbolos toscos, no sistema da propriedade coletiva - com uma rudimentar organização de família - e do governo patriarcal.
Abolição da Escravatura no Brasil
A incapacidade de adaptação do indígena para a maioria das tarefas colonizadoras e depois as leis de proibição do cativeiro do índio fizeram com que o tráfico negreiro para o Brasil aumentasse a partir de fins do século XVI e se mantivesse numa crescente progressão até meados do séc. XIX.
Dos portos onde os negreiros desembarcavam, os negros eram, depois de vendidos, transportados para as fazendas do interior. De Recife, eles chegavam até Alagoas; do Rio, eram levados para Minas e São Paulo; de São Luís do Maranhão, atingiam o Grão.Pará; e de Salvador, todo o Recôncavo.
Além do senhor do céu, Olorum, a religião dos iorubas introduziu no Brasil outras divindades ou orixás,
entre os quais Obatalá, ou Orixalá, ou Oxalá, que tinha por esposa Odudua; Xangô, deus dos raios e trovões; Ogum, deus da guerra; Iemanjá, deusa das águas; Oxóssi, deus dos caçadores e viajantes; Ifá, que tem por fetiche o fruto do dendezeiro, revelador do oculto; Da dá, protetor das crianças; Ibeji, Orixá dos gêmeos; e Exu ou Elegbará, espírito do mal.
Os sudaneses – que receberam influência do islamismo e eram os mais adiantados - foram os responsáveis pelos movimentos de rebelião dos escravos e pela formação dos quilombos - os agrupamentos de escravos fugidos criados no Brasil.
Os negros africanos, introduzidos no Brasil para trabalhar na lavoura e na criação, não se adaptaram a esta última função, sendo substituídos pelos indígenas - mais adaptáveis ao tipo de vida do pastoreio. E embora fossem utilizados também nos serviços domésticos e na mineração - onde tiveram papel importante - eles foram os princi pais, e em alguns casos os únicos, trabalhadores das lavouras de açúcar, café e algodão.
A compra do negro era, a princípio, realizada de forma muito simples. Empregava-se o sistema de troca, usando-se todo os tipos de miçangas, vidrilhos, guizos, panos, armas e utensílios de ferro necessário à lavoura africana, que eram entrgues aos sobas por uma certa quantidade de escravos.
Mais tarde, o ferro e a aguardente passaram a ser importantíssimos neste comércio. À medida, entretanto, que o tráfico se intensificou, as exigências dos vendedores foram aumentando e os compradores quase que tiveram de lançar mão de mercadorias européias.
Os negros eram transportados em navios negreiros, funileiros ou tumbeiras, e as descrições destas viagens - sobretudo as que foram transmitidas através dos apaixonados versos dos poetas abolicionistas - são de estarrecer. Não são eles, entretanto, a única fonte a revelar esse quadro horrendo.
Outros autores que se destacaram no estudo do assunto atestam que nessas viagens morriam até 40% dos embarcados, além de ocorrerem naufrágios por excesso de carga; o tratamento era desumano e os escravos viam-se obrigados a passar fome e sede, quer pela ambição desenfreada dos traficantes, quer por erro de cálculo na tonelagem disponível para a travessia.
A estimativa do número de africanos introduzidos em nosso país durante o período superior a três séculos, em que foi realizado o tráfico, é muito difícil.
Tradicionalmente, aceita-se a cifra, meramente hipotética, de 3.300.000 negros aventada por Roberto Simonsen. A base adotada por este último foi a produtividade do escravo. Já Mircea Buescu, em sua tentativa para qualificar a história econômica do Brasil, apresenta um outro método de avaliação deste número.
Este autor recorre a duas fontes de pesquisa: primeiro, as informações, embora precárias, referentes à população global e à população escrava em várias épocas; segundo, a constatação de que a população escrava teve uma taxa negativa de crescimento vegetativo, taxa que é o elemento-chave de seus cálculos.
Baseado nestes estudos, apresentou um total de 6.723.850, entrados no Brasil do séc. XVI ao XIX.
Abolição da Escravatura no Brasil
Abolição da Escravatura no Brasil
Durante o Primeiro Reinado, os negociantes de escravos com armazéns no Valongo e no Aljube eram os comerciantes mais prósperos do Rio de Janeiro. Mais tarde, quando a Inglaterra passou a perseguir os navios e a confiscar seus carregamentos, o preço dos escravos foi inflacionado.
Um dos cálculos que encontra mais defensores é o do historiador Afonso de E. Taunay, que forneceu um total de 3.600.000 escravos africanos desembarcados no Brasil, discriminando-os pelos diversos séculos: 100.000, no XVI; 600.000, no XVII; 1.300.000. no XVIII; e 1.600.000 no século XIX.
O que se pode afirmar, com menor margem de erro, é que já em meados do século XVII a população escrava no Brasil superava a população livre: em 1660, o Brasil contava 74.000 brancos para 110.000 escravos. uma situação que prevaleceu atémeados do século XIX. pois os cálculos efetuados em 1816 acusavam que, dos 3.358.500 habitantes do Brasil, 1.428.500 eram livres, inclusive pretos e pardos forros, e 1.930.000 escravos.
Abolição da Escravatura no Brasil
Aqui chegando, os negros eram armazenados em um barracão. à espera de que fossem vendidos.
Os preços variavam de acordo com muitos fatores: o sexo, a idade, a origem e o destino.
Quando encaminhados às minas de ouro valiam muito mais que os destinados aos campos de plantação ou ao serviço doméstico.
Eram vendidos separadamente sem respeitar laços de família - pais para um senhor, filhos para outros, maridos e mulheres para donos diferentes.




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MUNDO ESTRANHO
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Vulcões - parte V:


Vulcão é uma estrutura geológica criada quando magma, gases e partículas quentes (como cinzas) escapam para a superfície terrestre. Eles ejetam altas quantidades de poeira, gases e aerossóis na atmosfera, podendo causar resfriamento climático temporário. São frequentemente considerados causadores de poluição natural. Tipicamente, os vulcões apresentam formato cónico e montanhoso.

Vulcão-escudo

O Havai e a Islândia são exemplos de locais onde podemos encontrar vulcões que libertam enormes quantidades de lava que gradualmente constroem uma montanha larga com o perfil de um escudo. As escoadas lávicas destes vulcões são geralmente muito quentes e fluidas, o que contribui para ocorrerem escoadas longas. O maior vulcão deste tipo na Terra é o Mauna Loa, no Havai, com 9000 m de altura (assenta no fundo do mar) e 120 km de diâmetro. O Monte Olimpus em Marte é um vulcão-escudo e também a maior montanha do sistema solar.

Cones de escórias

São os tipos mais simples e mais comuns de vulcões. Esses vulcões são relativamente pequenos, com alturas geralmente menores que 300 metros de altura. Formam-se pela erupção de magmas de baixa viscosidade, com composições basálticas ou intermediárias.

Estratovulcões

Também designados de "compostos", são grandes edifícios vulcânicos com longa atividade, forma geral cónica, normalmente com uma pequena cratera no cume e flancos íngremes, construídos pela intercalação de fluxos de lava e produtos piroclásticos, emitidos por uma ou mais condutas, e que podem ser pontuados ao longo do tempo por episódios de colapsos parciais do cone, reconstrução e mudanças da localização das condutas.
Alguns dos exemplos de vulcões deste tipo são El Teide na Espanha, o Monte Fuji no Japão, o Cotopaxi no Equador, o Vulcão Mayon nas Filipinas e o Monte Rainier nos EUA Por outro lado, esses edifícios vulcânicos são os mais mortíferos do nosso planeta, envolvendo a perda da vida de aproximadamente 264000 pessoas desde o ano de 1500.

Vulcões submarinos

São aqueles que estão abaixo da água, muitas vezes são bastante comuns em certos fundos oceânicos, principalmente na dorsal meso-Atlântica. São responsáveis pela formação de novo fundo oceânico em diversas zonas do globo. Um exemplo deste tipo de vulcão é o vulcão da Serreta no Arquipélago dos Açores.
Fonte: www.malhatlantica.pt
Vulcões


O que acontece se você sacudir bem uma garrafa de refrigerante e depois abrir?
A pressão do gás fará o líquido transbordar da garrafa. Quanto maior a pressão dentro da garrafa, maior a força com que o líquido vai transbordar.
Algo parecido ocorre nos vulcões. As rochas derretidas no interior da Terra (magma) são expelidas, juntamente com gases e vapor de água, através de falhas na crosta.
Os vulcões podem surgir de várias maneiras. Muitos aparecem nas bordas das placas tectônicas. Pode acontecer, por exemplo, que, depois de um choque, parte de uma placa fique embaixo da outra e derreta. Forma-se, assim, grandes reservatórios subterrâneos de gases e magma incandescente. O magma pode subir até perto da superfície, entrar em contato com lençóis de água e formar vapor. Se a sua pressão aumentar muito, o vapor acaba rompendo a superfície e libera o magma, que, do lado de fora do vulcão, passa a se chamar de lava. Portanto, além de lava e cinzas, o vulcão expele vapor de água e vários gases, como o gás carbônico e gases de enxofre.
Vulcões
Alguns vulcões entram em erupção só por alguns dias ou semanas. Outros maiores, podem entrar em erupção milhares de vezes ao longo de centena de milhares de anos ou até por muito mais tempo.
Apesar da sua incrível capacidade de destruição, os vulcões tornam o solo ao seu redor extremamente fértil, já que as cinzas e a lava, depois que esfriam funcionam como adubo. Esse é um motivo dos quais populações inteiras se instalam à volta dos vulcões, apesar do perigo. Além disso, muitos vulcões derramam lava aos poucos, sem explosões. A lava forma também um tipo de rocha, conhecida como rocha ígnea.
O grande desafio para quem estuda os vulcões (os vulcanólogos) é prever quando ocorrerão as erupções. Geralmente antes da erupção, há tremores de terra e emissão de gases de enxofre, que têm um cheiro típico (parecido ao de ovo podre).
No mundo há cerca de 1 300 vulcões que podem entrar em erupção a qualquer momento, mas apenas cerca de 20 ou 30 entram em atividade por ano.
Alguns vulcões, como o monte Kilimajaro, na Africa, têm pouca probabilidade de entrar em erupção de novo: são os vulcões extintos.
Vulcões
Monte kilimajaro, Africa.
Vulcões
O vulcão Anak Krakatau (que significa "criança de Krakatau") em atividade na Indonésia

Vulcões em ação

Ao longo da história da humanidade, alguns vulcões ficaram famosos pelo seu poder de destruição. No ano de 79, as cidades de Pompéia e Herculano, na Itália, foram soterradas por uma camada de vários metros de lava e cinzas lançadas pelo vulcão Vesúvio. Milhares de pessoas morreram soterradas ou mesmo intoxicadas pelos gases do vulcão. As ruínas de Pompéia foram desenterradas em 1738 e se constatou que muitos objetos da cidade estavam conservados em boas condições.
Esse vulcão tornou-se célebre porque suas cinzas acabaram moldando o corpo de muitas vítimas. Aplicando-se gesso nesses moldes, foi possível criar reproduções dessas pessoas, da forma como elas estavam no momento do acidente.
Vulcões
Cinzas e lama moldaram os corpos das vítimas, permitindo que fossem encontradas do modo exato em que foram atingidas pela erupção do Vesúvio.
Em 1883, um vulcão da ilha de Krakatoa na Indonésia, provocou tamanha explosão, que ondas de até 40 metros de altura espalharam-se e devastaram cidades e aldeias, matando mais de 36 mil pessoas. As cinzas, cobriram uma área de mais de 800 mil quilômetros quadrados. A poeira lançada na atmosfera se espalhou por toda a Terra e bloqueou parte dos raios do Sol, provocando uma queda de temperatura de cerca de meio grau em 1884. Só depois de cinco anos, quando toda a poeira tinha se depositado, o clima do planeta retornou ao normal.
Mais recentemente, em 1991, o Pinatubo, nas Filipinas, também lançou uma nuvem de pó e cinzas tão grande que de novo afetou o clima do planeta naquele ano.

Vulcões no Brasil

O Brasil está no centro de uma grande placa tectônica, a Placa Sul-Americana, portanto, afastado dos limites dessa placa. O limite leste da Placa Sul-Americana está posicionado no fundo do oceano Atlântico, próximo da metade da distância entre o Brasil e a África, enquanto que o limite oeste fica junto ao litoral oeste da América Latina. O distanciamento dos limites da Placa Sul-Americana é o motivo pelo qual não há vulcões atualmente no Brasil.
Porém, em épocas geológicas passadas, houve intensa atividade vulcânica, hoje não existem mais vulcões ativos no Brasil. Nosso país foi palco de diversas atividades vulcânicas, a mais recente ocorreu na Era Cenozóica (Terciário), levando à formação das nossas ilhas oceânicas, tais como Trindade, Fernando de Noronha, Penedo de São Pedro e São Paulo.
Na Era Mesozóica (entre 251 milhões e 65 milhões de anos atrás) a atividade vulcânica no Brasil foi muito mais intensa, destacando-se as seguintes ocorrências: Poços de Caldas e Araxá (MG), São Sebastião (SP), Itatiaia e Cabo Frio (RJ) E Lajes (SC); Na região Sul houve um dos maiores derrames basálticos do mundo, abrangendo uma área de 1 milhão de km², que vai desde o Estado de São Paulo até o do Rio Grande do Sul, onde houve diversas manifestações podem ser observados na região de Torres, como as belíssimas falésias basálticas; Os derrames basálticos que ocorreram no Planalto Meridional deram origem ao fértil solo terra roxa; A Bacia Amazônica também foi afetada por atividades vulcânicas em algumas áreas.
Fonte: www.sobiologia.com.br

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Renault Fluence vence Honda Civic 2.0 EM AVALIAÇÃO.

Civic 2.0 e Fluence se encontram na pista de testes.
O Honda Civic precisava de um motor 2.0? Se os números obtidos pelas versões 1.8 nos testes Folha-Mauá servirem de argumento, a resposta será não. O carro sempre andou bem e apresentou consumo comedido. Porém, não superou o Fluence.

O modelo Renault foi o melhor em todos os comparativos entre os sedãs médios flex. Agora, o rival de origem japonesa equilibrou o jogo.

Os carros andaram lado a lado na pista. O Fluence foi melhor nas provas de aceleração, mas o Civic deu o troco nas retomadas. O Honda gastou menos combustível na cidade, enquanto o Renault levou vantagem na estrada.

O equilíbrio permanece nos pacotes oferecidos pelos modelos topo de linha. No Civic EXR, você encontrará sistema de som com GPS, bancos de couro, seis airbags, controle de estabilidade e teto solar. Por tudo isso, a Honda pede R$ 83.890. E é justamente o preço que desequilibra a disputa.

Equipado com os mesmos itens (exceto o teto solar), o Renault Fluence Privilège custa R$ 73.050 e traz também rodas de 17 polegadas, indisponíveis no Honda. A diferença ultrapassa R$ 10 mil, valor suficiente para pagar a documentação e o seguro.

O preço do Civic EXR segue o pedido pelo Toyota Corolla Altis (R$ 84.150). Enquanto a dupla briga pela liderança entre os sedãs médios, o Fluence segue em quarto lugar.

Entretanto, o custo-benefício do Fluence fez a diferença no comparativo. Os japoneses oferecem os luxos e a robustez que o consumidor desse segmento deseja, mas o Renault cobra menos por isso.
Texto e fotos: Eduardo Sodré / Fonte: Folha de São Paulo

sábado, 30 de março de 2013

PÁSCOA É:











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Idoso é atropelado na BR 470 - RIO MORTO em Rodeio.




Na manhã desta sexta-feira, por volta das 10h, houve um atropelamento no km 81 da BR 470 - RIO MORTO em Rodeio. 
Renato Pereira, 69 anos, sofreu várias escoriações pelo corpo após ser atingido por um Fiat Uno de Rio do Oeste.

Pereira foi conduzido pelos Bombeiros de Ascurra para o Hospital Oase de Timbó.

BRINCADEIRAS DE PÁSCOA PARA CRIANÇAS.

QUAL O SIGNIFICADO DO OVO DA PÁSCOA

Os símbolos da páscoa na verdade é uma grande mistura de diversas culturas e povos da Terra. O ovo da páscoa é um exemplo disso. Especialistas estudiosos da história identificam que os ovos de chocolate, os ovos pintados e coloridos tem origem nas festividades que ocorriam na primavera e tinham origem em povos germânicos. Quando estes se converteram para o cristianismo continuaram suas tradições traduzindo seus significados para a nova religião.
Mas existem registros de que outros povos também se utilizavam de ovos, principalmente ovos coloridos pintados a mão em festividades que ocorriam na mesma época. É o exemplo dos persas, chineses, romanos, judeus e armênios. Provavelmente isto ocorria porque é justamente na primavera que muitas aves e animais começam seu período reprodutivo. Isso fez muitos povos vincularem a chegada da primavera ao momento do nascimento, renascimento e nada melhor para representar isto do que ovos.
O uso do chocolate só aconteceu muito tempo depois na França e com o surgimento das indústrias de chocolate na Inglaterra e em outros países. Isto foi influenciado pela igreja cristã que proibia o consumo de carne animal durante a quaresma. Assim se tornaria mais apropriado presentear as pessoas com ovos de chocolate e não mais com ovos de galinha pintados.
Então podemos resumir que os ovos sempre representaram a vida mesmo antes da existência de Cristo que por ser de familia judia também comemorava a páscoa com todos os Judeus. Sua morte durante a páscoa criou um forte simbolismo para todos os cristãos.

O QUE SIGNIFICA O COELHO DA PÁSCOA

Muita gente não entende que relação existe entre coelhos e a páscoa e porque ele distribui ovos de chocolate se na verdade os coelhos são mamíferos e desta forma não colocam ovos.
Na verdade o significado dos coelhos da páscoa e dos ovos de páscoa possuem origem diferentes e se misturam em toda simbologia desta festividade.
Povos antigos que viviam na região da Alemanha possuíam festividades que utilizavam a lebre que é um parente do coelho. Esta cultura alemã se espalhou por todo mundo. Por volta de 1700 imigrantes alemães que chegaram na América propagaram a tradição de que coelhos ou lebres entrevam ovos de páscoa a para as crianças. Na verdade os coelhos escondiam os ovos pela casa da criança e a mesma deveria procurar para encontrar. É uma brincadeira muito comum nos EUA e em diversas partes do mundo.
Para os povos antigos o coelho é um simbolo de fertilidade já que se reproduzem com facilidade e geram grande quantidade de filhotes. Não apenas entre os germânicos mas entre povo do Egito o coelho é simbolo de vida e fertilidade. A igreja adotou o simbolo do coelho por simbolizar o poder de Cristo em propagar a palavra de Deus entre os homens.

BRINCADEIRAS DE PÁSCOA PARA CRIANÇAS

A páscoa é uma data especial para as crianças. É no periodo de páscoa que podemos envinar muitas lições através do seu significado utilizando diversos tipos de brincadeiras. Nossa equipe fez uma seleção dos sites onde você poderá encontrar as melhores brincadeiras de páscoa da Internet onde separamos brincadeiras para adultos e brincadeiras para crianças.
A brincadeira mais tradicional da páscoa para as crianças é a procura de ovos de páscoa. Contamos para a criança que durante a noite o coelhinho da páscoa escondeu diversos ovos pela casa e nas proximidades da casa. A criança agora precisa procurar estes ovos escondidos. Para deixar mais divertido é interessante colocar no chão as pegadas do coelho que pode ser feita de papel.
Outra brincadeira seria colocar pequenos ovos dentro de algumas cestas e fazer equipes de crianças. Quem contar os ovos mais rapidamente ganham o prêmio.
Outra brincadeira interessante para crianças maiores é ensina-las a fazer ovos de páscoa na cozinha com a ajuda de um adulto.
Seguindo as tradições mais antigas que pintavam ovos de galinha podemos reunir as crianças para fazer pinturas em ovos de verdade. Os ovos de páscoa de corados podem ser entregues como presente para os pais. É interessante trabalhar com ovos já cozidos. Também é interessante reunir desenhos de coelhos e ovos de páscoa para que seja feita a pintura.
Outra brincadeira muito comum na páscoa é a corrida dos ovo. Basta pega ovos cozidos. Coloque uma colher na boca e tente correr de um lado para o outro equilibrando o ovo. Quem chegar primeiro sem deixar cair o ovo é o vencedor.
Vamos conhecer também a brincadeira chamada “Coelhinho sai da Toca” que é destinada a crianças de 3 a 8 anos e o único material que você vai precisar são de bambolês. O objetivo da brincadeira é aumentar a habilidade motora fundamental de locomoção, melhorar o tempo de reação. Veja mais aqui.
Outra ótima brincadeira de páscoa para meninos e meninas é o reverzamento do coelinho. Ele pode ser praticado por crianças de 3 a 8 anos e para isso precisaremos de giz, cones ou qualquer material para marcar. Treina a locomoção saltar, a realizar trabalho em equipe e compreender o jogo competitivo. Veja mais aqui.
Fonte: www.pascoa.info

Páscoa

Páscoa, História, Origem Significado, Símbolos
A Páscoa sempre representou a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, isto muito antes de ser considerada uma das principais festas da cristandade.
A palavra "páscoa" - do hebreu "peschad", em grego "paskha" e latim "pache" - significa "passagem", uma transição anunciada pelo equinócio de primavera.
Para entender o significado da Páscoa cristã, é necessário voltar à Idade Média e lembrar que os antigos povos pagãos europeus, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Easter, em inglês, derivada de Eostre, deusa anglo-saxã do amanhecer. Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Persephone.
Na mitologia romana, é Ceres. Os antigos povos pagãos comemoravam a chegada da primavera decorando ovos. O próprio costume de decorá-los para dar de presente na Páscoa surgiu na Inglaterra, no século X, durante o reinado de Eduardo I (900-924), o qual tinha o hábito de banhar ovos em ouro e ofertá-los para os seus amigos e aliados.
Em hebraico, temos a "Pessach", a chamada "Páscoa Judaica", que se originou quando os hebreus, há cerca de 3 mil anos, celebraram o êxodo e libertação do seu povo, após 400 anos de cativeiro no Egito, pela mão de Moisés. Comemoravam assim a passagem da escravidão para a libertação: saíram do solo egípcio, ficaram 40 anos no deserto até chegar à região da Palestina, terra prometida, atualmente chamada de Israel.
A festa da Páscoa passou a ser uma festa cristã após a última ceia de Jesus com os apóstolos, na quinta-feira santa. Os fiéis cristãos celebram a ressurreição de Cristo e sua elevação ao céu. As imagens deste momento são a morte de Jesus na cruz e a sua aparição. A celebração sempre começa na quarta-feira de cinzas e termina no domingo de Páscoa: é a chamada semana santa. A data cristã foi fixada durante o Concílio de Nicea, em 325 d.C, como sendo "o primeiro domingo após a primeira Lua Cheia que ocorre após ou no equinócio da primavera boreal".
Fonte: ilove.terra.com.br

sexta-feira, 29 de março de 2013

O que é a Sexta-Feira Santa?





Sexta-feira Santa é a sexta-feira bem antes do domingo de Páscoa. É comemorada tradicionalmente como o dia em que Jesus foi crucificado. Se você está interessado em um estudo do assunto, consulte o nosso artigo que discute as diferentes posições sobre o dia em que Jesus foi crucificado. Supondo que Jesus foi crucificado e morreu em uma sexta-feira, devem os cristãos lembrar-se da morte de Jesus através da celebração da Sexta-Feira Santa?
A Bíblia não instrui os Cristãos a honrar um determinado dia em memória da morte de Cristo. No entanto, a Bíblia nos dá liberdade a fazer decisões sobre esses assuntos. Romanos 14:5 nos diz: "Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente." Ao invés de lembrar-nos da morte de Cristo em um determinado dia, uma vez por ano, a Bíblia nos ensina a celebrar a morte de Cristo através da Ceia do Senhor. I Coríntios 11:24-26 declara: "... fazei isto em memória de mim ... Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha."
Por que a Sexta-Feira Santa é conhecida como "da Paixão"? O que as autoridades judaicas e romanas fizeram com Jesus definitivamente não foi algo bom (veja Mateus capítulos 26-27). No entanto, os resultados da morte de Cristo são muito bons e demonstram a grande Paixão de Deus por nós! Romanos 5:8 diz: "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores." I Pedro 3:18 nos diz: "Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito."
Algumas igrejas Cristãs celebram a Sexta-Feira Santa com alguns eventos especiais, enquanto outras fazem seus cultos mais simples do que o normal através de hinos solenes, orações de agradecimento, mensagens que têm como tema o sofrimento de Cristo por nossa causa e através da observância da Ceia do Senhor. Quer ou não os cristãos escolham "celebrar" a Sexta-Feira Santa, os acontecimentos daquele dia devem estar sempre em nossas mentes porque a morte de Cristo na cruz é o acontecimento fundamental da fé Cristã.
Se você quiser saber mais sobre por que a morte de Jesus na cruz foi "da paixão", leia o seguinte artigo:O que significa aceitar a Jesus como seu Salvador pessoal?







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