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sábado, 22 de novembro de 2014

Goleiro Rogério Ceni reconhece que teve um filho fora do casamento

Goleiro Rogério Ceni reconhece que teve um filho fora do casamento

Ídolo do São Paulo revelou neste sábado que é pai de Henrique, de dois anos, fruto de um relacionamento extraconjugal. Ele é pai das gêmeas Beatriz e Clara

Em meio a indefinição se aposentará ou não, Rogério Ceni revelou neste sábado ter tido um filho há dois anos, fruto de um relacionamento extraconjugal. A confirmação aconteceu depois da colunista Sonia Racy, do Estadão, publicar que o goleiro do São Paulo entrará em campo com Henrique no colo antes dele encerrar a carreira. Em nota oficial, ele reconheceu.Getty Images
Rogério Ceni, goleiro do São Paulo, tem três filhos: Henrique, Beatriz e Clara


Além de Henrique, Rogério Ceni é pai de das gêmeas Beatriz e Clara e casado a esposa Sandra. O goleiro não revelou quem é a mulher com quem se envolveu e pediu compreensão da mídia ao tratar o assunto.

Aos 41 anos, o são-paulino pensa em pendurar as luvas no fim da temporada e se dedicar à família. Ele não esconde o desejo de terminar a carreira com um título da Copa Sul-Americana, onde o time está na semifinal. O marketing do São Paulo já prepara uma festa especial para o ídolo.

Confira a nota oficial emitida por Ceni:

"Há cerca de dois anos tive a terceira grande felicidade de minha vida, nascia Henrique, meu terceiro filho.

Desde o momento em que soube que seria Pai, até o ultimo dia de minha vida, dei e darei a ele todo carinho e acima de tudo o amor que todo Pai orgulhoso tem pelos seus filhos, o mesmo amor que sinto e dedico as minhas princesas Beatriz e Clara.

O que pode soar como surpresa para quase todos é uma realidade para mim e para as pessoas próximas envolvidas.

E é por todas elas e, em especial as crianças, que gostaria de pedir a compreensão e a sensibilidade de todos nesse momento".

http://esporte.ig.com.br/futebol/2014-11-22/goleiro-rogerio-ceni-reconhece-que-teve-um-filho-fora-do-casamento.html

Clone do iPhone 6 custa menos de R$ 500 no centro de São Paulo. Réplica do novo smartphone da Apple, Hiphone 6 já é encontrado em lojas da Santa Ifigênia e na 25 de março

Clone do iPhone 6 custa menos de R$ 500 no centro de São Paulo.

Por Emily Canto Nunes - iG São Paulo
Réplica do novo smartphone da Apple, Hiphone 6 já é encontrado em lojas da Santa Ifigênia e na 25 de março

Quem procura acha, diz o ditado. Após algumas horas de caminhada nas ruas Santa Ifigênia e 25 de março, locais de comércio popular da cidade de São Paulo, entrando e saindo de galerias cheias de estandes aglomerados, finalmente encontramos um Hiphone 6.


Menos de uma semana depois do lançamento oficial dos novos iPhones no Brasil, o Hiphone 6 já pode ser encontrado em lojas da região central de São Paulo por R$ 550, R$ 450 e até R$ 400. E, até o final de 2014, especulam os comerciantes, deve chegar também o Hiphone 6 Plus por R$ 850 aproximadamente.

No centro de São Paulo, clientes encontram réplicas quase perfeitas do iPhone 6 nas mesas cores do original. Foto: Emily Canto Nunes/iG São Paulo


Hiphone é o apelido dado à réplica do aparelho apresentado por Steve Jobs em 2007. Nos últimos anos, para cada novo iPhone lançado pela Apple, surge um clone. Logo, com o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus não seria diferente. Em lojas físicas, porém, eles não são tão fáceis de achar. É preciso perguntar de estande em estande. A reportagem do iGencontrou cinco locais de venda apenas. Na internet, no entanto, uma única busca mostra vários resultados de réplicas vendidas pelos mais variados preços, alguns mais parecidos com os originais do que os outros.

As réplicas encontradas pela reportagem do iG em tudo se parecem ao original: por fora, o aparelho é praticamente o mesmo, apesar de serem levemente mais espessos do que os da Apple. As cores também são as mesmas disponíveis nos canais de venda oficiais: preto, dourado e prata.

Parece iOS, mas é Android



As diferenças só começam a aparecer quando ligamos o aparelho: ainda que a interface seja praticamente a mesma, não demora para descobrirmos que se trata de um aparelho que roda Android. O sistema para dispositivos móveis do Google é tão modificado que quase não se nota que ele não é um iOS, o sistema original da Apple.

Outra distinção é que os aparelhos funcionam apenas nas redes 2G ou 3G, ao contrário dos originais, que já são 4G. Alguns aparelhos aceitam até mais de um chip e apresentam recursos que nem o mais avançado iPhone possui, como TV Digital, funcionalidade presente em vários aparelhos Android, mas que ainda não despertou o interesse da Apple.

As câmeras também não trazem a qualidade das originais da Apple: alguns modelos até oferecem os oito megapixels da câmera traseira, mas nem sinal do conjunto de lentes que fez a fama dos iPhones. Ainda assim, alguns aparelhos encontrados pelo iGsurpreenderam com versões em português do sistema operacional modificado e caixas idênticas, bem como acessórios em branco como nos originais da Apple.

Originais mais baratos

Mas se os preços das réplicas pareceram tentadores, os dos originais nem tanto. Ainda assim, podem ser bastante distantes dos praticados pelas operadoras, grandes varejistas ou mesmo pela Apple Store. Com produtos importados e lacrados em mãos, lojistas da Santa Ifigênia e da 25 de março oferecem boas condições de pagamento e preços atrativos.

Em algumas horas de pesquisa, a reportagem do iG encontrou um iPhone 6 de 16 GB por até R$ 2.200 à vista (o preço convencional é de R$ 3.200) e um iPhone 6 Plus de 128 GB por R$ 3.800 (preço convencional de R$ 4.400), também à vista. No prazo, os valores mudam, é claro, e não é possível parcelar mais do que três ou quatro vezes no cartão de crédito. A garantia, afirmam os comerciantes, é a mesma da Apple: um ano e o aparelho, apesar de importado, funciona na mesma frequência de rede dos vendidos no Brasil. Porém, é importante lembrar, não trazem o selo da Anatel.

http://tecnologia.ig.com.br/especial/2014-11-22/clone-do-iphone-6-custa-menos-de-r-500-no-centro-de-sao-paulo.html

Empresas de fachada de Youssef receberam R$ 21,7 milhões de empreiteiras. Extratos bancários apreendidos pela Polícia Federal apontam 48 depósitos às empresas do doleiro; executivos confirmaram que depósitos serviam para pagamento de propina.

Empresas de fachada de Youssef receberam R$ 21,7 milhões de empreiteiras
Por Wilson Lima , iG
 Extratos bancários apreendidos pela Polícia Federal apontam 48 depósitos às empresas do doleiro; executivos confirmaram que depósitos serviam para pagamento de propina
Extratos bancários apreendidos pela Polícia Federal (PF) no âmbito da Operação Lava Jato revelam que as nove empreiteiras investigadas de participar do esquema de corrupção na Petrobras pagaram R$ 21,7 milhões para as quatro empresas comandas por Alberto Youssef. As investigações apontam que as empresas de Youssef eram empresas de fachada, utilizadas somente para o recebimento de propina das empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção revelado pela Lava Jato.
Jeso Carneiro/Agência Senado
Doleiro Alberto Yousseff segue preso por outras acusações 21 10 2014

Em depoimento tomado na segunda-feira pela PF, o vice-presidente da Mendes Júnior, Sérgio Cunha Mendes, afirmou que a empresa efetuou depósitos de R$ 8 milhões às empresas GFD Investimentos LTDA e Empreiteira Rigidez como forma de pagamento de propina a Alberto Youssef e ao ex-diretor de refino e abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Mendes disse que efetuou o pagamento para manter contratos e pagamentos, que chegavam à R$ 300 milhões, da empreiteira com a Petrobras.

Leia mais:

Conforme os relatórios de análise da Delegacia Regional de Combate ao Crime Organizado (Drcor) da Polícia Federal do Paraná, foram confirmados 48 depósitos bancários entre os anos de 2009 e 2012, relacionados a contratos que as empreiteiras tinham com as empresas de Alberto Youssef. Além da Rigidez e a GFD Investimentos, os policiais federais também encontraram depósitos em favor da RCI Software e Hardware Ltda e M.O. Consultoria Comercial e Laudos Estatísticos Ltda.

As investigações apontam que os pagamentos, na realidade, eram uma forma de se “legalizar” o pagamento de propina das empreiteiras, tanto para Youssef, quanto para Paulo Roberto Costa, ex-diretor de refino e abastecimento da Petrobras. Nas investigações, os policiais suspeitam que para legalizar o recebimento da propina, as empresas de Alberto Youssef “criavam” serviços a serem tomados pelas empreiteiras. Depois disso, era formalizado um contrato entre as empreiteiras e as empresas de Youssef. Cada contrato gerava uma nota fiscal e as empreiteiras efetuavam os pagamentos nas contas de Youssef, mas sem que as empresas do doleiro efetuassem os serviços previstos nos contratos.

Os primeiros passos da operação que tem mexido com os bastidores do poder:


Um caso específico era os contratos na área de Petróleo e Gás entre a Galvão Engenharia e a M.O. Consultoria. A Galvão realizou vários contratos com a Rigidez, com teores semelhantes. “O contrato possui o mesmo teor dos citados anteriormente, ou seja, se mostra confuso em relação aos serviços que serão contratados”, detalha o relatório da Polícia Federal sobre os pagamentos da Galvão Engenharia às empresas fantasmas de Alberto Youssef. O relatório é datado do dia 05 de novembro deste ano.

Leia também:

Outro contrato que chamou a atenção dos investigadores foi um firmado entre a OAS e a Rigidez para a execução de serviços de engenharia de um shopping de Maceió. “Apesar de as empresas realizarem as formalidades legais na contratação dos serviços já citados, fica a questão de que qual seria a motivação de uma empresa do porte da OAS, a qual está presente em várias unidades da federação executando grandes obras de engenharia, desta forma, presume-se que a mesma possui corpo técnico especializado em elaboração de projetos de construção, mas, mesmo assim, terceirizou os serviços deste projeto para uma empresa que nem sequer possui quadro de funcionários, conforme consulta realizada nos sistemas Caged/Rais”, apontam os investigadores em relatório do dia 08 de outubro deste ano.

http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2014-11-22/empresas-de-fachada-de-youssef-receberam-r-217-milhoes-de-empreiteiras.html

Dólar em alta afeta a venda de pacotes para o exterior; veja como aproveitar

Dólar em alta afeta a venda de pacotes para o exterior; veja como aproveitar
Por Maíra Teixeira - iG 


Cerca de 70% dos pacotes para a temporada já foram vendidos; em 2013 todos os pacotes já estavam vendidos nesta época, segundo associação.
Reprodução/BankNoteWorld
Viagens aos EUA ficam inviáveis com alta do dólar


Quem está com viagem programada para o exterior no fim do ano e começo de 2015 tem vivido fortes emoções com as altas diárias do preço do dólar, que passou de R$ 2,43 (em 17 de outubro) para R$ 2,60, um mês depois.


A procura neste momento por um pacote internacional ou passagem para o exterior precisa ser feita com mais atenção porque para vender os 30% restantes dessa temporada, segundo dados da Associação Nacional das Agências de Viagens (Abav Nacional), as empresas terão de se desdobrar para oferecer preços e condições atrativas em um cenário de alta da divisa norte-americana.






“Com a alta do dólar fica impraticável tomar a decisão de ir para o exterior agora. As empresas podem afirmar que seguram o preço do dólar para o cliente, mas podem aumentam o valor do pacote. É preciso atenção redobrada, pois o consumidor não tem valor comparativo e pode, por exemplo, pagar US$ 1,7 mil em um pacote que estava US$ 1,5 mil, mas cuja agência informa que segura o valor do dólar baixo”, alerta Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abef).


O especialista estima que se gaste, em média, 50% a mais do que o planejado em viagens para o exterior, em decorrência da compra do dólar e do pagamento de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que incide sobre transações com cartão no exterior.


Reinaldo Domingos ensina que o primeiro passo é o viajante, a família ou o grupo que vai fazer a viagem colocar no papel quanto vai custar toda a viagem, não apenas passagem aérea e hotel, para evitar um rombo nas contas na volta. "O planejamento deve considerar os custos com alimentação, deslocamentos, entradas em parques, compras. Ainda tem de colocar no orçamento possíveis parcelamentos com vencimento depois da viagem", detalha.


Agências elegem opções para baraterar custos

Alípio Camanzano, diretor da agência online Decolar.com, destaca que nos destinos preferidos dos brasileiros, Santiago foi o único que apresentou queda no preço esse ano. "Já Buenos Aires manteve a média do ano passado. E Orlando, Miami e Nova York apresentaram um aumento médio de 10% em relação ao preço em 2013."

Com a alta dos preços, a Decolar.com volta suas ofertas para produtos nacionais, além de incentivar ainda mais a viagem em baixa temporada e viagens em cruzeiros marítimos, principalmente para a temporada de novembro a abril. "As apostas são destinos como Gramado (RS), Búzios (RJ), Florianópolis (SC) são sem dúvida uma ótima pedida para esse fim de ano. Além dos top destinos, que são Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Fortaleza e Recife", diz Camanzano.

A CVC informou que na sexta-feira (21) a cotação utilizava para conversão de boa parte de seus pacotes internacionais era de R$ 2,26. A justificativa da empresa para conseguir manter o câmbio baixo é fazer reservas em grandes volumes com fornecedores.

“Pelo grande volume negociado, a companhia também consegue manter seus preços estáveis e reverter promoções para o cliente, a exemplo de câmbio reduzido por períodos limitados, e que variam conforme o destino e a cotação de mercado”, informou a assessoria de comunicação da CVC.

Segundo o presidente da Associação Nacional das Agências de Viagens (Abav Nacional), Antonio Azevedo, cerca de 70% dos pacotes para a temporada já foram vendidos (65% nacionais e 35% internacionais), enquanto nessa mesma época em 2013 todos os pacotes já estavam vendidos.

“Neste ano tem ocorrido um certo atraso nas decisões de viagens na expectativa de melhores condições e ofertas, mas com a proximidade das férias as vendas estão melhorando”, afirma.

Azevedo estima que, se houver crescimento em relação ao ano passado, deve ficar em torno de 5%. Em 2013, houve crescimento de 4% na venda de pacotes turísticos para destinos internacionais e de 7% para destinos nacionais.

De acordo com a Abav, os destinos mais procurados no final do ano nacional são: Nordeste em geral, Rio de Janeiro, litoral catarinense (SC), Serras Gaúchas, Foz do Iguaçu (PR), cidades históricas de Minas Gerais. Já para as rotas internacionais, os mais concorridos são: Buenos Aires, Peru, México e Caribe, Nova York, Califórnia, Miami e Orlando (EUA), Europa (Londres, Paris, Roma, Lisboa e Madri) e Turquia.

Crie um antídoto para a alta do dólar

Em primeiro lugar, planeje a viagem e compre passagens e pacotes com antecedência de no mínimo quatro meses. Essa é a recomendação feita pelo educador financeiro Reinaldo Domingos. Mas para quem não conseguiu fazer isso ainda há como remediar.

Veja abaixo dicas do que fazer para evitar estrago no orçamento causado pela alta do dólar:

1) Caso vá viajar em família ou em grupo, eleja a pessoa mais racional para negociar e pesquisar avcotação do dólar entre bancos, casas de câmbios ou gerenciadores de cartões pré-pagos – há grande variação de preço;

2) Com a alta do dólar é preciso trocar destinos internacionais por nacionais para evitar descontrole financeiro;

3) Caso tenha opção de viajar por muitos dias e em grupo, trace um novo roteiro e vá de carro. O custo do deslocamento pode cair em até 100%. Se houver rateio por pessoa, pode ser irrisório perto do valor de uma passagem aérea na alta temporada;

4) Para quem vai viajar sozinho e tem tempo, prefira ônibus; há inúmeras opções de conforto e preços;

5) Desconfie de anúncios que dizem que mantêm o preço do dólar baixo. A solução do varejo repassar os custos pode ser elevar o preço dos pacotes, dos serviços e o consumidor não tem base de comparação;

6) Se puder adiar a viagem para um momento quando a moeda voltar a cair, é mais indicado.
http://economia.ig.com.br/financas/meubolso/2014-11-22/dolar-em-alta-afeta-a-venda-de-pacotes-para-o-exterior-veja-como-aproveitar.html

Usar o 13º salário para pagar dívidas é um erro capital.

Usar o 13º salário para pagar dívidas é um erro capital; entendaInfoMoney 
SÃO PAULO - Utilizar o 13º salário para pagar aquelas dívidas em atraso pde estar nos planos de grande parte dos brasileiros. Mas, na opinião do educador financeiro, Reinaldo Domingos, essa alternativa é um "erro capital".

Para Domingos, uma vez que se usa o dinheiro extra para pagar o que se deve, muitos se esquecem de um princípio fundamental da educação financeira: planejamento para atingir objetivos. "Eu sei que essa é a recomendação da maioria das pessoas e que o dinheiro extra é um grande alívio para a população, mas tratá-lo de maneira impulsiva só mostrará que não se aprendeu nada com o endividamento e que, possivelmente, se retornará a este problema em um curto período de tempo", explica o educador.

Muitos devem se perguntar agora o que fazer com o dinheiro. Domingos sugere o primeiro passo: fazer um diagnóstico de sua situação financeira. "É certo que não dará para fazer isso de forma ampla, que seria anotando por um mês todos os gastos, mas dá para saber qual sua situação financeira", complementa. Se realmente for de endividamento, ainda é necessário saber se está sob controle ou se já está descontrolado, ocasionando a inadimplência.

Já o inadimplente tem que tomar uma ação mais difícil, que é negociar os valores com os credores. Segundo Domingos, é importante ter em mente que as pessoas querem receber esse valor. A partir daí, é a hora de buscar um consenso. "Nunca esquecendo que o valor definido terá que caber dentro do orçamento mensal. Fora isso, é necessário readequar o padrão de vida para que, no futuro, o problema não se repita."
Com os compromissos sob controle, ele recomenda que o décimo terceiro seja utilizado para sonhos e objetivos de curto, médio e longo prazos, no qual pode estar o de quitar as dívidas. "Para quem está endividado, mas não inadimplente, a obrigação é honrar com seus compromissos e, para que isso ocorra, os valores devem estar no orçamento mensal. Pagando tudo dentro do prazo e, se possível, adiantando o pagamento dos valores e eliminando as dívidas o mais rápido possível, essa pessoa nunca terá problema", finaliza.
https://br.financas.yahoo.com/noticias/usar-13-sal%C3%A1rio-pagar-d%C3%ADvidas-%C3%A9-erro-capital-122625082--finance.html

Xuxa pode ser a nova contratada da Record

Xuxa estaria negociando contrato com a Record (AgNews)

Fora do ar desde o início do ano, Xuxa, 51, pode acertar contrato com a Record em breve. A informação é do colunista Flávio Ricco.

A ideia da emissora de Edir Macedo, 69, é anunciar a contratação antes do fim do ano, mas a direção vai respeitar o processo de negociação com a apresentadora da Globo, onde estátrabalhando há 28 anos e tem vínculo até 2017.

Segundo o mesmo colunista, alguns executivos garantem que Xuxa já é a nova estrela da Record. A assessoria de imprensa do canal não comenta o assunto.

A falta de perspectiva na Globo pode ter aumentado o interesse da apresentadora em trocar de rede. No entanto, a saída da eterna Rainha dos Baixinhos é vista como uma ajuda à emissora carioca, que não sabe o que fazer com a animadora.

https://br.tv.yahoo.com/blogs/notas-tv/xuxa-pode-ser-a-nova-contratada-da-record-144735815.html