Quanto pagamos de Imposto:

Visite o blog: NOTÍCIAS PONTO COM

Visite o blog:  NOTÍCIAS PONTO COM
SOMENTE CLICAR NO BANNER -- JORNAL PONTO COM **

PENSE NISSO:

PENSE NISSO:

sábado, 29 de agosto de 2015

Curiosidades estranhas sobre o sexo e sexualidade

Conheça neste artigo algumas curiosidades estranhas e bizarras sobre o sexo e a sexualidade.
Adolescentes obesas

Na cidade de Calabar, na Nigéria e nas ilhas Marquesas no Taiti, os homens preferem mulheres obesas. Para que estas tenham sucesso com os futuros pretendentes, as adolescentes permanecem vários meses em cabanas para engordar, para ganharem peso antes das suas famílias as oferecerem para casamento.


Umbigo e Joelhos

Enquanto muitos homens preferem os seios ou o traseiro de uma mulher, isso não é igual em todo o mundo! O umbigo é a parte mais excitante do corpo para os povos do arquipélago de Samoa (no Pacífico Sul), provavelmente porque esta é uma das poucas partes do corpo que está sempre coberta. Nas ilhas Célebes (na Indonésia) a parte mais estimulante para os homens são os joelhos!


Meninos sem incisivos

Quando os meninos da comunidade dos Nilotes (no Kenya) atingem a puberdade, arrancam pelo menos dois dentes incisivos de forma a ficar mais sedutores para as futuras esposas.





Esquimós oferecem mulheres

Como sinal de hospitalidade, os esquimós das tribos Copper e Netsilik, oferecem as suas esposas. No sul da Rússia, os Akhvakh oferecem uma adolescente ao convidado, com quem pode fazer qualquer tipo de jogo sexual, desde que o hímen permaneça intacto.


Pais masturbam os filhos

Os Cossacos, um antigo povo do Sul da Rússia, os Sakha (da Sibéria) e os Hopei (da China), tinham por hábito masturbarem os filhos de forma a que estes ficassem mais calmos.


Sogra a assistir

Em Cali, na Colômbia, na primeira relação sexual que as mulheres têm com o seu marido, elas são obrigadas a ter a sua mãe a assistir todo o ato sexual, de forma a testemunhar o acontecimento.


O Rei manda

No passado, qualquer pessoa que pretendesse ter relações sexuais (com exceção dos membros da família Real), teria que pedir permissão para o Rei, o qual entregava uma placa que era colocada na porta do quarto, enquanto estes tinham relações. Na placa estava inscrito “Fornication Under Consent of the King“, daí o surgimento da palavra “fuck”!



Cumprimentar com o pénis

É estranho mas é verdade: os homens da tribo dos Walibri, cumprimentam-se uns aos outros com o pénis e não com as mãos.


Pénis sempre ereto

Os homens aborígenes do deserto Kalahari, no Sul de África, permanecem com o pénis semi-ereto durante todo o dia!





Velocidade do esperma

Durante a ejaculação masculina, o esperma atinge uma velocidade superior a 10 km/h e sai a uma temperatura de 36 graus centígrados. Os batimentos cardíacos durante o orgasmo chegam a atingir o dobro do normal, mais de 150 batimentos por minuto.


Espermatozoides para todo o Planeta

Apenas dez ejaculações seriam o suficiente para produzir espermatozoides capazes de povoar todo o Planeta.


Outras curiosidades que vai gostar de ler



Mulheres mais ativas à noite

Acredita-se que 30% das mulheres ficam sexualmente mais ativas durante a lua cheia. Apesar do estrógeno e a testosterona atingirem os seus valores máximos no final da tarde, as americanas preferem ter relações sexuais por volta das 23 horas.


Homens hétero?

Mais de 75% dos homens que assinam revistas gay, são casados e pais de família.


Maior pénis e menor pénis

De acordo com o Instituto Kinsey, o maior pénis ereto medido atinge os 35,75 centímetros, enquanto que o menor pénis mede 4,81 centímetros.

http://www.curiosidadesdomundo.com/curiosidades-estranhas-sexo-sexualidade/

A história e várias curiosidades sobre a anestesia

A história e várias curiosidades sobre a anestesia

Sem dúvida, a anestesia, tanto local como geral, foram grandes descobrimentos para medicina. Esta permite que o paciente possa aguentar pequenas e grandes cirurgias sem sentir qualquer dor durante o procedimento. Acompanhe como tudo começou, tipos de anestesias e saiba ainda do que é feito esta famosa substância, capaz de fazer pessoas dormirem por horas enquanto são operados.
História da anestesia

De forma geral, a anestesia significa ausência de sensações. Ela altera os sentidos da consciência através de medicamentos. É um estado em que o paciente não sente qualquer tipo de dor. A anestesia é um conceito bem antigo, porém, empregado de forma completamente diferente. Em 5.000 a.C. até ao século XI d.C., os egípcios descobriram algumas plantas que ofereciam esse efeito sedativo. Mas a partir do século XVI até ao século XVIII, a forma de diminuir as dores e sensações durante as cirurgias era através do álcool. Claro está que a ingestão do álcool não era tão eficaz como são as anestesias dos dias de hoje. Por essa razão o paciente acabava sempre por sentir dores.

Já no ano de 1773 foi descoberta a existência de um gás que possuía propriedades capaz de deixar um paciente inconsciente, mas por pouco tempo, método aplicado por inalação. Este gás ficou conhecido como dióxido de nitrogênio.

Após muitos anos de estudos, pesquisas e experimentos, em 1846, aconteceu a primeira cirurgia feita a partir de uma anestesia que fez o paciente sair do seu estado normal, levando-o a dormir profundamente, permitindo assim o trabalho dos médicos cirúrgicos, sem prejudicar o paciente. E esta anestesia era nada mais do que o éter, que ao ser inalado, causa a perda dos sentidos e faz com que a pessoa adormeça, voltando horas depois do efeito acabado.

No entanto, no período de 1930 a 1970, e com os avanços da medicina, foram criadas as anestesias injetáveis, incomparavelmente mais segura e eficaz. Nos dias de hoje, com a ajuda da tecnologia, foram inventados sistemas informáticos para acompanhar os pacientes nas salas de cirurgia, as suas funções cardíacas e monitorar cada segundo do estado corporal do paciente. Tudo isso foi um grande passo para a história da anestesia.



Outras curiosidades que vai gostar de ler:



Tipos de anestesia

Segundo os especialistas na área, as anestesias da atualidade são feitas a partir de várias substâncias químicas. Na verdade, as anestesias podem ser divididas em três grupos. O primeiro é direcionado à anestesia local, aplicado diretamente no corte cirúrgico ou na incisão, geralmente para pequenas e simples cirurgias. A segunda, a anestesia geral, bloqueia a memória e a dor, os músculos ficam relaxados e o sono profundo é induzido. E por último, anestesia regional, que bloqueia os nervos em um só membro ou em partes diferentes.


De que são feitas as anestesias?

As substâncias que envolvem as anestesias são óxido nitroso (gás inorgânico), éter, isoflurano, desflurasno, sevoflurano, substâncias consideradas hidro carbonetos. Segundo os médicos, estas substâncias atuam na membrana dos neurónios, impedindo a transmissão de impulsos ao sistema nervoso, evitando assim que o paciente sinta dor ou qualquer tipo de incómodo.

Espero que o artigo tenha saciado a sua curiosidade. De qualquer forma, deixe o seu comentário sobre o assunto. Você já foi anestesiado? Que tipo de anestesia levou?

http://www.curiosidadesdomundo.com/curiosidades-historia-anestesia/

Como é feito o marcador de tinta permanente

Pelo menos uma vez na vida você já deve ter usado um marcador permanente, seja na escola ou no trabalho. Porém, se alguém perguntasse do que é feito o marcador, provavelmente você não saberia responder, não é?

Então para saciar sua curiosidade saiba que um marcador permanente é uma espécie de tubo de plástico fechado com uma pequena e única abertura na ponta. Esta abertura reveste um bastão esponjoso, completamente saturado com tinta. Conforme a tinta vai evaporando pela ponta, um efeito puxa a tinha de dentro para a ponta do tubo.


Três ingredientes principais:


Resina - A resina é uma substância muito parecida com a cola. Porém, ela tem forma de tinta e a sua função é fazer com que a tinta que sai do tubo fique de forma permanente no papel. Se a tinta fosse composta apenas de solvente e corante viraria pó e não marcaria o papel. Por isso a resina ajuda a manter a mistura dentro do tubo de plástico do marcador.

Solvente - O solvente é a substância mais importante da mistura. Sem ele, o marcador não funciona. A partir do momento em que marca um papel com o marcador, o solvente se evapora no ar, deixando apenas a resina e o corante.

Corante - Já o corante é uma substância também conhecida como pigmento ou tintura, responsável por dar a cor ao marcador. Porém, há uma certa diferença entre pigmento e tinturas. Os pigmentos são insolúveis ou solventes apolares, e as tinturas são solúveis em água. Por conta dessa diferença, os pigmentos são preferidos para a fabricação de marcadores.


Outras curiosidades que vai gostar:




Tipos de marcadores

Existem vários tipos de marcadores no mercado. Muitos, inclusive, dizem ser permanentes e outros não. A grande diferença de um permanente ou não é a resina. Nos marcadores permanentes, a resina está mais propícia em ser apolar, ou seja, não se dissolve na água. Em contra-partida, os marcadores que não são permanentes são feitos por um tipo de resina que é dissolvida em água.

Quando inventaram o marcador permanente, os fabricantes usaram uma substância tóxica chamada xileno, mas a partir dos anos 90 alteraram o fabrico, substituindo o xileno pelo isopropanol e etanol (álcool), já que quase todas as escolas começaram a usar marcadores nas salas de aula e houve a necessidade de substituir o xileno, devido à sua toxicidade. Sendo assim, este deu lugar ao álcool, bem mais inofensivo para a saúde.

http://www.curiosidadesdomundo.com/como-feito-marcador-tinta-permanente/

População brasileira supera os 204 milhões

A população brasileira superou a marca dos 204 milhões de habitantes neste ano. Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas hoje (28) no Diário Oficial da União, o país tinha em 1° de julho deste ano, 204.450.649 habitantes. No ano passado a população estimada era 202.768.562.

O IBGE também divulgou as populações estimadas das 27 unidades da federação e dos municípios brasileiros.

O maior estado do país, São Paulo, tem 44,4 milhões de pessoas. Outros cinco estados têm populações que superam os 10 milhões de habitantes: Minas Gerais (20,87 milhões), Rio de Janeiro (16,55 milhões), Bahia (15,2 milhões), Rio Grande do Sul (11,25 milhões) e Paraná (11,16 milhões).

Três estados têm populações menores do que 1 milhão: Roraima (505,7 mil), Amapá (766,7 mil) e Acre (803,5 mil).

As demais unidades da federação têm as seguintes populações: 
Pernambuco (9,34 milhões), 
Ceará (8,9 milhões), 
Pará (8,17 milhões), 
Maranhão (6,9 milhões), 
Santa Catarina (6,82 milhões), 
Goiás (6,61 milhões), 
Paraíba (3,97 milhões), 
Amazonas (3,94 milhões), 
Espírito Santo (3,93 milhões), 
Rio Grande do Norte (3,44 milhões), 
Alagoas (3,34 milhões), 
Mato Grosso (3,26 milhões), 
Piauí (3,2 milhões), 
Distrito Federal (2,91 milhões), 
Mato Grosso do Sul (2,65 milhões), 
Sergipe (2,24 milhões), 
Rondônia (1,77 milhão)
e Tocantins (1,51 milhão).


Vitor Abdala

Por que você não precisa beber oito copos de água por dia -- Médico americano contesta reportagens que alertam sobre desidratação

Médico americano contesta reportagens que alertam sobre desidratação



Foto: stock photos / stock photos


Se há um mito sobre saúde que não morre, é este: você deve beber oito copos de água por dia.

Não é verdade. Não há nenhuma ciência por trás disso.

E, apesar disso, em todo verão americano (ou de qualquer país) somos inundados por reportagens alertando que a desidratação é perigosa e onipresente.

Essas reportagens fomentam um medo de que adultos e crianças, sadios sob qualquer outro ângulo, andam desidratados, ou, até mesmo, que a desidratação chegou a proporções epidêmicas.

Vamos escrutinizar essas alegações.

Eu fui coautor de um artigo em 2007 no British Medical Journal (BMJ) sobre mitos da medicina. O primeiro era o de que as pessoas deveriam beber pelo menos oito copos d'água de 200ml por dia. Esse artigo ganhou mais atenção midiática (até mesmo no New York Times) do que praticamente quaisquer outras pesquisas minhas.

Não fez diferença. Quando, dois anos depois, publicamos um livro sobre mitos da medicina que, mais uma vez, refutou a ideia de que precisamos de oito copos d'água por dia, eu achava que isso iria persuadir o público a não se preocupar. Eu estava novamente enganado.

Muitos creem que a fonte desse mito foi uma recomendação do Food and Nutrition Board (Conselho de Alimentos e Nutrição) de 1945, que dizia que era preciso ingerir 2,5 litros de água por dia. Porém, ignorou-se a continuação, que dizia: "a maioria desta quantidade encontra-se em comidas preparadas".

A água está presente em frutas e vegetais. Está no suco; está na cerveja; está inclusive no chá e no café. Antes que alguém me escreva dizendo que café desidrata, pesquisas mostram que isso também não é verdade.

Embora eu recomende água como a melhor bebida para consumo, não é, certamente, a única fonte de hidratação. Você não precisa consumir toda a água de que precisa por meio de bebidas. Você também não precisa se preocupar tanto sobre nunca ter sede. O corpo humano é ajustado para avisá-lo para beber muito antes que esteja realmente desidratado.

Não há evidências científicas de que, para pessoas sadias, beber mais água traz qualquer benefício em termos de saúde. Estudos não encontraram prova alguma de que beber mais água deixa a pele hidratada e a faz parecer mais saudável ou sem rugas. É verdade que alguns estudos encontraram associações entre maior consumo de água e resultados melhores, mas esses estudos estão sujeitos aos problemas de metodologia comuns, como uma incapacidade de provar relações causais. Além disso, eles definiram "alto" consumo de água como uma quantidade bem menor do que oito copos.

Estudos prospectivos não encontram melhoras em função renal ou mortalidade em geral quando pessoas sadias aumentam seu consumo de água. Testes aleatórios controlados também não encontram vantagens, com exceção de casos específicos — por exemplo, prevenir a recorrência de certos tipos de cálculo renal. Desidratação de verdade, quando o seu corpo perde uma quantidade significativa de água devido a doenças, exercício excessivo ou suor, ou incapacidade de beber, é um caso sério. Porém, pessoas com desidratação clínica quase sempre têm alguma espécie de sintoma.

Um número significativo de publicitários e reportagens estão tentando convencê-lo do contrário. O número de pessoas que carregam água consigo todo dia parece aumentar a cada ano. Vendas de água engarrafada continuam a aumentar.

A explosão de histórias neste verão foi inspirada por um estudo recente no American Journal of Public Health. Pesquisadores utilizaram dados da National Health and Nutrition Examination Survey (Pesquisa de Exame da Saúde e Nutrição Nacional) de 2009 até 2012 para examinar 4.134 crianças com idades de seis a 19 anos. Especificamente, foi calculada a osmolaridade média da concentração da urina das mesmas. Quanto maior o valor, mais concentrada a urina.

Foi descoberto que mais da metade das crianças tinham uma osmolaridade de urina de 800 ou mais mOsm/kg. Também foi descoberto que crianças que bebiam 200 ou mais ml por dia tinham, em média, uma osmolaridade de urina aproximadamente mOsm menor do que as que não bebiam.

Então, se você define "desidratação" como uma osmolaridade de urina de 800 ou mais mOsm/kg, os resultados desse estudo são relevantes. Esse artigo assim a definiu. O problema é que a maioria dos clínicos não o faria.

Eu sou um pediatra, e posso dizer que eu raramente, se isso, usei osmolaridade de urina como meio de decidir se uma criança está desidratada. Quanto perguntei a colegas meus, nenhum deles achou que 800 mOsm/kg seria o valor a partir do qual eles ficariam preocupados. Ao pesquisar a web, a maioria das fontes que encontrei pensou que valores até 1,2 mil mOsm/kg ainda encontravam-se dentro da normalidade fisiológica e que crianças tinham variação maior do que adultos. Nenhuma fonte declarou que 800 mOsm/kg seria quando se começa a considerar crianças desidratadas.

Em outras palavras, há muito pouca razão para crer que crianças com uma média de 800 mOsm/kg em sua urina deveriam se preocupar. De fato, em 2002, um estudo foi publicado no Journal of Pediatrics, mais exploratório do que uma busca por incidências de desidratação, e ele descobriu que meninos na Alemanha tinham uma osmolaridade de urina média de 844 mOsm/kg. O antepenúltimo parágrafo no estudo referiu um grande número de estudos feitos pelo mundo afora que encontravam osmolaridades médias em urina de crianças desde 392 mOsm/kg no Quênia até 964 na Suécia.

Isso não impediu estudos mais recentes de continuar a usar o padrão 800 mOsm/kg para declarar que números enormes de crianças sofrem de desidratação. Um estudo publicado em 2012 no Annals of Nutrition and Metabolism usou esse padrão para alegar que quase dois terços das crianças francesas não consumiam água suficiente. Outro, na publicação Public Health Nutrition, usou o padrão para declarar que quase dois terços das crianças em Los Angeles e Nova York não consumiam água suficiente. O primeiro estudo foi financiado pela Nestlé Waters; o segundo, pela Nestec, uma subsidiária da Nestlé.

É possível que haja crianças que precisam ser hidratadas melhor. Porém, a partir de certo ponto, corremos o risco de tachar uma condição saudável e normal de doença. Quando dois terços das crianças sadias, ano após ano, têm um valor obtido em laboratório que se considera "anormal", talvez seja a definição, e não a saúde delas, que precise de ajustes.

Nada disso retardou a demanda descomunal por mais água. Virou até parte da campanha de Michelle Obama, "Drink Up" (Beba). Em 2013, Sam Kass, então um conselheiro de políticas nutricionais da Casa Branca, declarou que "40% dos norte-americanos consumem menos do que a metade da dose diária recomendada de água".

Não há nenhuma recomendação formal quanto à quantidade diária de água de que as pessoas necessitem. Essa quantidade, é óbvio, difere de acordo com o que as pessoas comem, onde elas vivem, quão grandes elas são e o que elas fazem. Porém, com a população deste país vivendo mais anos do que jamais viveram, talvez inclusive com acesso menos limitado a bebidas do que em qualquer outra época da história da humanidade, simplesmente não é verdade que estamos desidratados.





Aaron E. Carroll é professor de Pediatria na Indiana University School of Medicine.




ZERO HORA

Crise econômica tira dinheiro dos municípios catarinenses


Prefeituras com menos dinheiro para realizar investimentos. 

A crise econômica bateu forte nos cofres das prefeituras de Santa Catarina. Levantamento da Federação Catarinense dos Municípios (Fecam) a que este Visor teve acesso mostra que entre janeiro e agosto deste ano, as 295 cidades deixaram de receber um acumulado de R$ 188 milhões entre os repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), ICMS, IPVA e Fundeb. 

Como são todos percentuais vinculados diretamente aos impostos, se a arrecadação do Estado cai, o Tesouro das prefeituras também é afetado. No comparativo com os primeiros oito meses de 2014, a maior perda foi na transferência do ICMS, já descontada a inflação, com retração de 3,6% ou R$ 82 milhões. Para o presidente da Fecam que também é prefeito de Chapecó, José Caramori, a luz amarela já acendeu faz tempo. Somente a média do gasto com folha de pagamento das prefeituras catarinenses está em 48,91%, sendo que o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal é 51%. Se bater em 54% o município perde o direito a crédito. 

Outro fator que tem preocupado, e muito, os chefes de Executivo é o pagamento do 13º salário aos servidores. A Fecam não possui levantamento sobre quais cidades anteciparam a primeira parcela, mas há quem garanta que se a crise econômica seguir neste ritmo, pelo menos metade dos municípios catarinenses terá dificuldades em honrar o pagamento do salário extra até novembro.

Fonte: Radio Belos Montes

Bandeira vermelha da conta de luz será 18% menor a partir de setembro


Novo valor foi aprovado nesta sexta-feira pela Aneel. Mudança foi possível após o desligamento das térmicas de maior custo. 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta sexta-feira (28), em reunião extraordinária, a alteração da cobrança da bandeira vermelha, hoje em R$ 5,50 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos, para R$ 4,50 a cada 100 kWh. A redução de 18% começa em setembro e valerá até dezembro deste ano. 

No caso da tarifa paga pelos consumidores residenciais, a Aneel calcula que redução média na conta de luz deverá ser de 2%. 

A mudança é resultado da melhora do regime de chuvas e da redução do consumo de energia, devido à desaceleração econômica. Esse cenário mais favorável teve como consequência o desligamento das térmicas de maior custo. 
O sistema de bandeiras tarifárias, em vigor desde o início do ano, permite o repasse mensal aos consumidores de parte do gasto extra das distribuidoras com o aumento do custo da eletricidade. 
A cor da bandeira é impressa nos boletos das contas de luz e sinaliza o real custo de produção da energia no país. Se a cor é verde, a situação está normal e não há cobrança de taxa. Amarela, cobra-se R$ 2,50 para cada 100 kWh de energia consumidos. Desde o início do ano é a bandeira vermelha – com cobrança maior – que vigora no país. 

No dia 11 de agosto, durante o lançamento do Plano de Investimento em Energia Elétrica, a presidente Dilma Rousseff já havia sinalizado que o governo iria reduzir o valor da bandeira vermelha. Depois disso, a Aneel abriu uma audiência pública para recolher contribuições sobre o tema, pelo prazo de dez dias. Nesta sexta, a agência tomou a decisão final sobre o novo valor da bandeira vermelha. 

Térmicas 
No início de agosto, o governo anunciou o desligamento de 21 usinas térmicas de maior custo, o que deve gerar uma economia mensal nas operações da ordem de R$ 5,5 bilhões. Por conta da escassez de chuvas, que prejudicou o armazenamento nas represas das principais hidrelétricas do país, o governo vinha mantendo ligadas todas as térmicas disponíveis desde o final de 2012. Como essa energia é mais cara, a medida contribuiu para a elevação do valor das contas de luz. 

Conta mais cara 
Também ajudou a aumentar os custos no setor elétrico o plano anunciado pelo governo no final de 2012 e que levou à redução das contas de luz em 20%. É que, para chegar a esse resultado, o governo antecipou a renovação das concessões de geradoras (usinas hidrelétricas) e transmissoras de energia que, por conta disso, precisaram receber indenização por investimentos feitos e que não haviam sido totalmente pagos. Essas indenizações ainda estão sendo pagas, e o custo tem sido repassado ao consumidor final por meio da elevação das tarifas. 

O ajuste fiscal feito pelo governo Dilma Rousseff com o objetivo de reequilibrar suas contas também contribui para os aumentos mais fortes nas contas de luz em 2015. Isso porque o governo decidiu repassar aos consumidores todos os custos com os programas e ações no setor elétrico, entre eles o subsídio à conta de luz de famílias de baixa renda e o pagamento de indenizações a empresas. Em anos anteriores, o Tesouro assumiu parte dessa fatura, o que contribuiu para alivias as altas nas tarifas.

Fonte: WH3

Morre o médico Luiz Eduardo Caminha, ex-secretário de Saúde de Blumenau


Médico morreu em decorrência de complicações de uma cirurgia de desobstrução de intestino 
Morreu na manhã deste sábado, aos 63 anos, o médico, escritor, apresentador e ex-Secretário de Saúde de Blumenau, Luiz Eduardo Caminha. 

O médico estava internado no Hospital Isabel desde o Dia dos Pais em função de complicações de uma cirurgia de desobstrução de intestino. Há 10 anos, usava uma bolsa de colostomia por causa de um tumor no reto. Durante este período também foi submetido a um transplante de fígado. 

Natural de Florianópolis, Caminha formou-se na UFSC e mudou-se para o município do Vale do Itajaí em 1982, onde se tornou uma figura ilustre pelo trabalho na área de gestão pública da saúde e por ser um dos maiores entusiastas da Stammtisch, festa de origem alemã tradicional na cidade que se popularizou a partir de um programa que apresentava na TV Galega. 

Lembrado como uma pessoa amada pela família e pelos amigos, Caminha é definido como modelo pelo filho mais velho, Alexandre Caminha: 

— Ele era um guerreiro, lutou muito, muito. É meu modelo de gestão, meu ídolo, para sempre. — 
Casado desde 1976, Caminha deixa uma esposa, Seluta Marlei Pereira Caminha e três filhos. O corpo será conduzido até Florianópolis, onde o enterro está marcado para às 10h deste domingo, no cemitério Jardim da Paz.

Fonte: DIÁRIO CATARINENSE

Governo federal desiste de recriar a CPMF


Decisão foi tomada em reunião realizada neste sábado no Palácio da Alvorada 

Alvo de discussão nos últimos dias, a CPMF não será incluída na proposta orçamentária a ser enviada nesta segunda-feira ao Congresso Nacional, conforme informações do jornal O Estado de São Paulo. A decisão foi tomada pela presidente Dilma Rousseff neste sábado após reunião com integrantes da equipe econômica no Palácio da Alvorada. 

O recuo ocorreu porque a notícia de volta da CPMF “vazou” e a presidente não teve apoio para levar adiante o processo. Um ministro disse ao jornal o Estado de São Paulo que houve muita insatisfação porque, ao propor o retorno da CPMF, o foco fiscal não era o objetivo do governo. 

— Essa questão da CPMF era de financiamento da saúde, assim como estamos tratando o assunto da Previdência — afirmou ao jornal o Estado de São Paulo um auxiliar direto de Dilma. 


Sem a nova CPMF, a meta de superávit primário de 2016, de 0,7% do PIB, terá de ser reduzida novamente. Para fechar o Orçamento de 2016, o governo tem de cobrir um rombo de aproximadamente R$ 80 bilhões. Pelos cálculos da equipe econômica, a cobrança do “imposto do cheque”, como ficou conhecida a CPMF, daria uma arrecadação líquida de R$ 68 bilhões para o governo federal, já descontando o repasse para Estados e municípios.

Fonte: DIÁRIO CATARINENSE

Beber água não evita ressaca, diz estudo


Beber água ou assaltar a geladeira após um noite de bebedeira não melhora a ressaca no dia seguinte, de acordo com uma pesquisa holandesa. 

O estudo concluiu que não há mágicas: a única maneira de evitar uma ressaca é beber menos álcool. 

Mais de 800 estudantes holandeses foram questionados sobre como tentavam aliviar os sintomas da ressaca, mas nem comida nem água tiveram um efeito positivo. 

Os resultados estão sendo apresentados em uma conferência em Amsterdã. 

Uma equipe de pesquisadores internacionais analisou hábitos de consumo de alunos da Holanda e do Canadá para descobrir se a ressaca pode ser amenizada ou se algumas pessoas estavam imunes a ela. 

Entre 826 estudantes, 54% comiam após beber, incluindo alimentos gordurosos e cafés da manhã pesados, na esperança de evitar a ressaca. 

Com o mesmo objetivo, mais de dois terços beberam água enquanto consumiam álcool e mais da metade bebeu água antes de ir para a cama. 

Embora esses grupos tenham mostrado uma ligeira melhora em como se sentiam em comparação com aqueles que não tinham bebido água, não houve diferença real na gravidade de suas ressacas. 

Pesquisas anteriores apontam que cerca de 25% das pessoas que bebem dizem não ter ressacas. 

Então os pesquisadores questionaram 789 estudantes canadenses sobre seu consumo de álcool no mês anterior e as ressacas que tiveram. Descobriram que aqueles que não tinham ressaca simplesmente consumiam “muito pouco álcool para desenvolver ressaca”. 

Dos alunos que bebiam consideravelmente, com uma concentração de álcool no sangue estimada em mais de 0,2%, quase ninguém era imune à ressaca. 

De acordo com o autor principal do estudo, Joris Verster, da Universidade de Utrecht, a relação era bastante simples. 

“Quanto mais você bebe, mais provável é que tenha uma ressaca”, diz. 

“Beber água pode ajudar contra a sede e boca seca, mas não vai acabar com o mal-estar, a dor de cabeça e as náuseas.” 

‘Sem cura’ 

Verster disse que parte do problema era que os cientistas ainda não sabem o que causa a ressaca. 

“A pesquisa concluiu que não é simplesmente a desidratação. Nós sabemos que o sistema imunológico está envolvido, mas antes de descobrirmos o que ele faz será muito pouco provável encontrarmos uma cura eficaz.” 

Ele disse que o próximo passo é fazer testes mais controlados sobre ressacas. 

Michael Bloomfield, da University College, em Londres, disse que os custos econômicos do abuso de álcool chegam a bilhões de euros por ano. 

“Por isso é muito importante responder perguntas simples como ‘Como evitar uma ressaca?’ São necessários mais estudos, mas esta nova pesquisa nos diz que a resposta é simples: beber menos.” 

O documento foi apresentado na conferência da Faculdade Europeia de Neuropsicofarmacologia.

Fonte: BANDA B

Deputados querem convocar Lula e ex-presidente da Odebrecht para depor na CPI do BNDES

 Resultado de imagem para Deputados querem convocar Lula e ex-presidente da Odebrecht para depor na CPI do BNDES
Requerimento será protocolado nesta segunda-feira para apurar denúncias publicadas em revista neste fim de semana 

BRASÍLIA — Integrantes da CPI do BNDES querem convocar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente da Odebrecht Alexandrino Alencar. O deputado Alexandre Baldy (PSDB-GO) anunciou, em nota, que protocolará na segunda-feira um requerimento para ouvir os dois acerca das denúncias publicadas na revista “Época” neste domingo. Segundo documentos obtidos pela revista, o ex-presidente da República teria usado a influência para favorecer a Odebrecht em Cuba e também no financiamento que o BNDES liberou para a empreiteira tocar as obras do Porto de Mariel. 

Baldy ressaltou, em nota, que as informações contradizem o presidente do banco, Luciano Coutinho, que em depoimento à CPI do BNDES na última quinta-feira afirmou que Lula jamais interferiu em qualquer projeto de financiamento. Segundo o deputado, “todo indício de tráfico de influência deve ser averiguado e os envolvidos devem ser punidos.” Já o deputado Betinho Gomes (PSDB-PE) afirmou que pedirá, por meio de requerimentos, a quebra do sigilo telefônico de Lula e Alexandrino. 


Em nota, a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), sub-relatora da CPI do BNDES para Contratos Internacionais, informou que encaminhará requerimentos à comissão para ouvir o ex-ministro José Dirceu; o ex-embaixador do Brasil em Cuba, Cesario Melantonio Neto; e os ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) que aprovaram, em 2011, financiamento do BNDES para obras do Porto de Mariel. 

Além disso, a deputada informou que pedirá ao Instituto Lula e à Odebrecht para enviar à CPI comprovantes de depósitos bancários feitos ao ex-presidente Lula por palestras realizadas. Ao Itamaraty, Cristiane pretende pedir os telegramas referentes à viagem de Lula a Cuba. Ela quer também os relatórios das visitas técnicas feitas a 17 obras tocadas por empreiteiras brasileiras em Cuba. 

Segundo o comunicado, a deputada também quer investigar a estrutura da Odebrecht em Cuba na época em que houve um embarque de armas pelos cubanos com destino à Coreia do Norte, de acordo com as notícias veiculadas. Cristiane ressaltou que é “preciso saber por que o embarque ilegal feito no porto em obras não foi relatado às autoridades brasileiras”. 


Fonte: G1

Número de fumantes diminui 30% no Brasil

No entanto, uma em cada dez pessoas ainda mantém vício no cigarro

O número de fumantes diminuiu 30% no Brasil na última década, mas 10% da população ainda mantém o vício do cigarro. Estima-se que o tabagismo esteja ligado a 200 mil mortes por ano no país.


Porto Alegre é a capital com a maior taxa de fumantes, 18% da população. Para muitas pessoas, largar o cigarro é uma tarefa difícil. Além de perder o hábito, é preciso enfrentar a dependência química.



O supervisor de produção Alex Freitas, de 36 anos, sofreu dois infartos e um derrame. Mesmo assim, ele segue fumando. “O cigarro é diariamente importante na minha vida”, explica.Já Maria Medeiros tentou parar duas vezes, mas não conseguiu. A auxiliar de serviços gerais assume que o cigarro, no momento, é mais forte que ela. “Depois de um cafezinho preto dava aquela vontade”.

O cigarro tem quatro mil e 600 substâncias tóxicas. Composto ativo do tabaco, a nicotina é a principal causa da dependência. Quando chega ao cérebro, ela ativa áreas envolvidas na produção de sensações de prazer e gratificação. “O cérebro vai se acostumando com aquela substância e na medida que a pessoa para de fumar, o cérebro sente a falta, o que caracteriza a dependência, ai vem o comportamento de fumar novamente pra satisfazer a falta da substância”, aponta o pneumologista Marcelo Gazzana.

O tabagismo está associado a várias doenças, como câncer, infarto, AVC e enfisema pulmonar. O narguilê, cachimbo de água de origem árabe, também oferece riscos. Segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer), 300 mil pessoas fazem uso do acessório no país. De acordo com a entidade, uma sessão de narguilê equivale ao consumo de 100 cigarros.

BAND

Depressão é doença complexa, afirma especialista

Psiquiatra explica quais os sintomas do problema que afastou o apresentador Ricardo Boechat do trabalho por duas semanas
"Nada na minha cabeça fazia sentido, nenhum texto era compreensível. Os pensamentos não fechavam e uma pressão insuportável dava a nítida sensação de que o peito ia explodir”. Foi assim que Ricardo Boechat, apresentador da Band, definiu o surto depressivo agudo que o afastou do trabalho nas últimas duas semanas.

Boechat, que falou publicamente sobre o problema na manhã desta 5ª feira, 27, não está sozinho. Segundo dados do IBGE, cerca de 11 milhões de pessoas sofrem com a doença no Brasil. No mundo, conforme dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), são 350 milhões de afetados pelo mal, que deve se tornar o mais comum entre a população do planeta até 2030.

O psiquiatra Fernando Fernandes, do programa de transtornos afetivos da USP (Universidade de São Paulo), explicou em entrevista à BandNews FMque a depressão é um quadro muito complexo, que afeta diversos órgãos e sistemas do corpo, além de ser incapacitante.. “Está muito longe de ser só uma doença dos sentimentos, da mente, ou mesmo cérebro”, explica o especialista.

Mas como detectar a doença e diferenciá-la de uma tristeza? Segundo Fernandes, na tristeza normal o paciente mantém a sua funcionalidade, já que ela sempre tem uma motivação definida e vai diminuindo ao longo do tempo.

Na depressão, a tristeza não tem uma razão definida e é desproporcional, nem diminui quando seu motivo é solucionado. Além disso, o sentimento é percebido pelo paciente de uma maneira diversa.

“O que define a depressão não são os sintomas afetivos”, pontua o psiquiatra. “Haverá também sintomas cognitivos: dificuldade de concentração, fragilidade na memória recente e diminuição na velocidade do pensamento, com o fluxo da ideias prejudicado”, enumera o médico, ao explicar que a pessoa para a ter uma visão acinzentada e pessimista da vida.

Gatilho genético não tem ativador específico

Segundo o especialista, o desenvolvimento da doença é favorecido por uma fragilidade genética e episódios estressantes podem servir como gatilho para que a pessoas seja afetada. Apesar disso, alguns pacientes são atingidos pela depressão sem que vivam nenhum quadro que precipite o aparecimento do mal.

“Hábitos de vida saudáveis podem ajudar a prevenir episódios depressivos ou alterações patológicas do humor? Claro que podem, mas não existem alterações específicas”, diz Fernandes. 

As recomendações para evitar o aparecimento de problemas são para não abusar do álcool ou usar outras drogas, respeitar o ciclo sono-vigília e reservar espaço nas atividades para descanso e lazer.

“São orientações gerais de qualidade de vida. Não existem orientações específicas para depressão”, explica o psiquiatra. “Eu costumo dizer assim: depressão é uma doença médica. Muitas recomendações de vida saudável que valem, por exemplo, para doenças cardiovasculares, vão valer também para a depressão.”


BAND

Superlua ocorre neste sábado; saiba o que é e como observar

Fenômeno acontece quando lua cheia coincide com perigeu do satélite.

Perigeu é o momento em que a Lua está mais próxima da Terra.


Casal observa superlua no Rio Misssouri, nos Estados Unidos, no ano passado 

(Foto: Charlie Riedel/AP)

Na noite deste sábado (29) será possível observar no céu o fenômeno conhecido como "superlua", que acontece quando ocorre uma lua cheia no período entre 24 horas antes ou depois de a lua atingir o perigeu (ponto mais próximo da Terra) de sua órbita. 

A órbita da Lua é elíptica, por isso a distância até nosso satélite natural varia. A menor distância até a Terra (chamada de perigeu) é bem diferente da maior distância (chamada de apogeu): o perigeu da Lua se dá por volta de 362.600 km da Terra e o apogeu, na média, por volta de 405.400 km.

Este ano haverá três superluas: em agosto, em setembro e em outubro. A primeira superlua, que tem o nome oficial de "lua do perigeu-sizígia", acontecerá neste sábado, dia 29. A Lua atinge sua fase de cheia 20 horas antes do perigeu.

"Toda vez que a Lua fica cheia perto do perigeu, ela parece 14% maior e até 30% mais brilhante. A diferença de tamanho não é tão perceptível, pois quando ela está alta no céu, não há nenhuma estrutura para comparação. Já a diferença de brilho é mais fácil de se notar", explica Cassio Barbosa. "Esse evento é um daqueles que não precisam de instrumento para apreciar, basta ir para um local aberto e olhar para a Lua."




As informações são do astrônomo Cassio Barbosa, do blog Observatório / G1

Não há vagas:A cada minuto, quatro pessoas são demitidas no Brasil. Com a alta de impostos, que aniquila as finanças das empresas, há o sério risco de o desemprego aumentar ainda mais.

Não há vagas:A cada minuto, quatro pessoas são demitidas no Brasil. Com a alta de impostos, que aniquila as finanças das empresas, há o sério risco de o desemprego aumentar ainda mais.


Ludmilla Amaral (ludmilla@istoe.com.br)


Em julho, 157 mil trabalhadores foram demitidos no Brasil, o pior resultado para o mês nos últimos 23 anos. Sob qualquer ângulo, trata-se de um dado assustador. Significa que, a cada minuto, quatro pessoas acabaram dispensadas. É como se toda a população de uma cidade como São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, perdesse o emprego. De acordo com o IBGE, quase meio milhão de vagas – ou uma Florianópolis inteira – desapareceram nos sete primeiros meses do ano. O publicitário paulistano Felipe Oliani, 29 anos, faz parte dessa dramática estatística. Ele está desempregado desde fevereiro, quando foi excluído da multinacional do setor hospitalar em que trabalhava como coordenador de marketing. Nos últimos seis meses, Oliani tem feito de tudo para arrumar uma colocação. Retomou todos os contatos profissionais, investiu dinheiro em redes sociais profissionais, iniciou um curso de MBA e contratou uma empresa de coaching e transição de carreira. Até agora, nada funcionou. Sem a garantia do salário, o publicitário foi obrigado a deixar o apartamento em que morava sozinho e buscou abrigo na casa da avó. Assim como ele, 8,4 milhões de brasileiros – o equivalente à população da Suíça – estão desocupados e procuram a cada dia, em graus variados de desespero, novas oportunidades no mercado de trabalho. Se a economia continuar desabando, nos próximos meses será ainda mais difícil encontrar um lugar para dar expediente.



A alta do desemprego é uma tragédia anunciada. Desde o início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, praticamente todos os indicadores econômicos pioraram. A inflação disparou. O consumo caiu. Os impostos subiram. O PIB encolheu. Sem ter para onde correr, as empresas recorreram à medida mais doída: as demissões em massa. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), a taxa de desemprego no Brasil é de 8,3%. No ritmo descendente da atividade econômica, alguns especialistas projetam um índice de dois dígitos até o final do ano. Para um país emergente como o Brasil, desemprego na casa dos 10% é uma enormidade. Na zona do euro, ainda às voltas com a hecatombe financeira da Grécia, o número está em 11%, o que dá a dimensão do tamanho da encrenca para os brasileiros.

A taxa de desemprego tem sido pressionada também pelas pessoas que estavam fora do mercado de trabalho, mas que, devido à crise, foram obrigadas a procurar emprego para ajudar na renda familiar. Para os jovens, a situação é crítica. O desemprego na faixa etária entre 14 e 17 anos saltou de 20,9% no segundo trimestre de 2014 para 24,40% no mesmo período de 2015. Entre os que têm de 18 a 24 anos, a taxa está beirando os 20%, quase o triplo da marca observada entre trabalhadores de 25 a 39 anos. “Os jovens são os primeiros a ser dispensados”, constata Cimar Azevedo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE. “Isso acontece porque, em geral, eles são menos produtivos”, diz Daniel Sousa, professor de economia do Ibmec. “É comum as empresas escolherem demitir o jovem porque ele tem mais chance de reconstruir a vida.”




O engenheiro mecatrônico, Bruno Donegatti, 25 anos, sentiu isso na pele. Ele trabalhou por 4 anos na mesma empresa em Barueri (SP) e foi dispensado em março deste ano. “A companhia estava fazendo uma reestruturação e acho que me desligaram porque eu não tenho família para cuidar”, afirma. Bruno mora com os pais, mas está financiando a compra de um apartamento. Há alguns dias, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, afirmou que o governo dispõe de políticas públicas para combater os indicadores negativos. “Nós queremos ver se até o final do ano colocamos 1,5 milhão de jovens no mercado de trabalho”, disse.

O discurso está desconectado da realidade e lembra a velha e desgastada ladainha do governo petista. Desde Lula, o PT diz que o seu grande mérito foi ter gerado milhões de vagas para todas as classes sociais, especialmente os mais pobres. Durante a disputa presidencial do ano passado, Dilma Rousseff declarou que, apesar das dificuldades do País, os empregos seriam mantidos. A dura verdade, porém, é que eles desapareceram – e todos foram afetados, inclusive os pobres.

Apesar do sinal vermelho, o governo só tem piorado a situação. Para os trabalhadores, a nova tragédia deve vir na forma de mais cortes provocados pelo aumento excessivo da carga tributária. Quantos mais impostos, menos dinheiro as empresas têm para manter postos de trabalho. A proposta orçamentária para 2016, que o governo enviará ao Congresso até o dia 31, representará um duro golpe para empresários e funcionários. O Planalto quer unificar a cobrança do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Em tese, a proposta simplifica as cobranças, mas o efeito colateral imediato será o aumento da mordida tributária.




Na terça-feira 25, o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) apresentou um estudo sobre o impacto da unificação. Segundo Gilberto Luiz do Amaral, presidente do IBPT, a criação de uma alíquota única elevará em cerca de 5% a tributação sobre as empresas prestadoras de serviços e pequenos negócios. Estima-se que a medida afetará 2 milhões de companhias, que pagarão R$ 50 bilhões a mais em tributos. “Em vez de simplificar, a proposta torna o sistema mais complexo”, diz Amaral.

Outra medida planejada pelo governo tem potencial para trazer de volta uma antiga polêmica. Segundo publicou o jornal Folha de S.Paulo na quarta-feira 26, vem ganhando força no Executivo a ideia de sugerir ao Congresso a reedição da CPMF, o chamado “imposto do cheque”. Extinta em 2007, no segundo mandato do presidente Lula, a CPMF é um artifício para arrancar dinheiro dos cidadãos brasileiros quando as contas do governo não estão bem. Agora que tudo está péssimo, Dilma especula ressuscitar o defunto. E, claro, quem vai pagar a fatura será você.







Fotos: João Castellano/Agência Istoé

Levy defende aumento de impostos e não descarta volta da CPMF

"Não podemos seguir o exemplo da Grécia, que se recusou a aumentar impostos na expectativa de ser resgatada por um outro país, no caso, a Alemanha", disse Levy, em evento em Campos do Jordão (SP) 


A volta da CPMF, ou o aumento de impostos sobre os lucros das empresas ou sobre a renda das pessoas, são necessários para financiar o déficit público crescente. Essa foi a avaliação do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, durante sua palestra no início da tarde do sábado 29, em Campos do Jordão.
"Não podemos seguir o exemplo da Grécia, que se recusou a aumentar impostos na expectativa de ser resgatada por um outro país, no caso, a Alemanha", disse Levy. "Temos de enfrentar com transparência o fato de que há um desequilíbrio fiscal estrutural que tem de ser financiado." Segundo o ministro, a arrecadação caiu, inclusive devido às renúncias fiscais decididas pelo governo, mas os gastos obrigatórios vêm subindo nos últimos anos.
Levy declarou que o superávit fiscal que existia há alguns anos, e que era parcialmente inflado pelo ciclo de alta dos preços das commodities, acabou, e agora é preciso encontrar novas fontes de renda. Essa questão, disse ele, não pode ser negada. "O Brasil tem as estatísticas fiscais mais transparentes do mundo, todos podem olhar os números, projetar os gastos e fazer contas, inclusive o Congresso", disse ele. "Não adianta fingir que as novas regras do salário mínimo vão elevar a despesa com a Previdência Social em R$ 500 bilhões."
O ministro disse acreditar que haverá consenso no Congresso para aprovar um imposto nos moldes da CPFM. "Temos de ver a realidade, não podemos deixar a economia desequilibrada", disse ele. Levy não confirmou, porém, a alíquota de 0,38%. "Isso requer estudos, temos de olhar as alternativas", disse ele.
Levy também tratou da tributação de investimentos hoje isentos, como as Letras de Crédito Agrícola (LCA) e das Letras de Crédito Imobiliário (LCI). "A tributação sobre esses papéis é uma coisa prometida, vamos ver quão rápido podemos fazer essa homogeneização da tributação sobre os invesimentos, com vistas ao fortalecimento do mercado de capitais, e também diminuir distorções que eventualmente possam existir."
Levy falou durante o 7o. Congresso do Mercado de Capitais, promovido a cada dois anos pela BM&FBovespa em Campos do Jordão. 



ISTO É

Carro elétrico terá redução de IPVA em São Paulo



Como forma de estimular a utilização de carros não-poluentes, o prefeito Fernando Haddad sancionou em 21 de agosto, o Decreto nº 56.349/15, que regulamenta a Lei nº 15.997/14 e confere benefícios a uso de veículos movidos por energia de elétrica, a hidrogênio ou híbridos. 

Quem adquirir tais veículos terá direito a crédito de até 50% correspondente ao valor do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores - IPVA incidente sobre o veículo, destinada ao Município de São Paulo. 

O incentivo será restrito aos cinco primeiros anos de tributação e será calculado com base nos valores constantes das informações fornecidas pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, cuja base de cálculo deverá ser igual ou inferior a R$ 150.000. 

O crédito pode ser requerido desde que o licenciamento esteja regularizado e o veículo esteja cadastrado no Registro Nacional de Veículos Automotores - RENAVAM com código que indique o uso de eletricidade ou gás hidrogênio, de forma exclusiva ou em associação com outros combustíveis. 

O crédito será disponibilizado para requisição pelo interessado no exercício seguinte ao do lançamento do IPVA que o gerou. 

Atualmente ainda são poucos os modelos de carro que se adequam a essa categoria. No Brasil há apenas um modelo de carro elétrico disponível, o compacto BMW i3 e quatro modelos de carros híbridos, o esportivo BMW i8, o sedã Ford FusionHybrid, o hatch Toyota Prius e o Lexus CT200.





São Paulo tem benefícios a uso de veículos movidos por energia de elétrica, a hidrogênio ou híbridos 

Foto: FreeDigitalPhotos - Danilo Rizzuti










Squimb Conteúdo / TERRA

Palmeiras acerta venda de Leandro Pereira e receberá R$ 10,5 milhões. Leandro ficou pouco mais de seis meses no Palmeiras depois de ser vendido pela Chapecoense




Leandro ficou pouco mais de seis meses no Palmeiras depois de ser vendido pela Chapecoense
O atacante Leandro Pereira está de malas prontas para defender o Brugge, da Bélgica, pelas próximas três temporadas. 
O clube europeu vai desembolsar R$ 14,5 milhões pelo jogador. 
O Palmeiras, dono de 50% dos direitos econômicos, ficará com R$ 10,5 milhões e mais 20% do valor de uma futura venda.

Destaque da Chapecoense no Brasileirão em 2014, Leandro chegou ao Palestra Itália no início deste ano. Na ocasião, o Verdão venceu a concorrência do Corinthians e pagou R$ 5 milhões pelos 50% dos direitos - os outros 50% ficaram com investidores.

O contrato do atleta com o Palmeiras se encerraria no fim de 2019. Ele marcou 10 gols em 30 jogos pelo Alviverde e chegou a se destacar no início da passagem de Marcelo Oliveira, mas perdeu espaço para Barrios e Alecsandro. Além dos dois, o argentino Cristaldo disputa a vaga de centroavante.

Os empresários de Leandro Pereira correm para finalizar a negociação até segunda-feira, quando fecha a janela para transferências europeias. Este é o terceiro dos 25 reforços contratados para este ano a deixar o clube: antes, Ryder foi para o Carpi (ITA) e Alan Patrick para o Flamengo.


Com gol de Marcão no final do jogo, Figueirense vence o Vasco

Goleiro salvou equipe catarinense em pelo menos três oportunidades


A vitória do Figueirense sobre o Vasco na noite deste sábado pelo Brasileirão parece replay, mas não é. Pela terceira vez, Marcão saiu do banco de reservas e fez o gol que deu a vitória para os catarinenses no Maracanã.

Em dia inspirado de Alex Muralha, os catarinenses seguraram o ímpeto de um time motivado pela classificação na Copa do Brasil e aproveitaram a chance quase no apagar das luzes para voltar para Florianópolis com três pontos na bagagem. Com o resultado, o furacão mantém uma invencibilidade de três jogos na competição e se afasta do Z-4.

Tentando fugir da lanterna, o Vasco buscou o ataque desde o início do jogo. E para furar a retranca do Figueirense, o time carioca repetiu as boas atuações na Copa do Brasil, mas esbarrou na grande atuação do goleiro do Furacão. Em pelo menos três oportunidades, Alex Muralha salvou o clube catarinense.

Aos 37 minutos da primeira etapa, a triangulação entre Reascos, Nenê e Júlio dos Santos funcionou pela direita, o meia-atacante paraguaio recebeu dentro da área, mas chutou fraco nas mãos do camisa 38. Logo depois, aos 40 minutos, Rafael Silva chutou colocado, rasteiro da entrada da área, Muralha saltou para espalmar para lateral. E aos 42, escanteio ele se esticou para salvar a meta mais uma vez em cabeçada na pequena área.

Nos contra-ataques, os catarinenses levavam perigo na velocidade da dupla de ataque. Clayton por pouco não abriu o placar no Rio de Janeiro após receber passe de Dudu dentro da área, aos 18 minutos do primeiro tempo. Em outra jogada rápida, Dudu recebeu lançamento da direita e partiu em diagonal em direção ao gol, mas recebeu uma carga do zagueiro Luan e caiu dentro da área. Pênalti não marcado pelo árbitro Francisco Carlos do Nascimento.

Mas foi no finalzinho do primeiro tempo que Clayton roubou a cena. O garoto mostrou todo seu talento, recebeu uma bola dentro da área, chapelou o zagueiro e cabeceou por cima do gol. 

Recuo e mais Muralha na segunda etapa

E a necessidade de sair da lanterna obrigou o Vasco a se jogar ainda mais para o ataque na segunda etapa. As entradas de Andrezinho e Thales deram mais dinâmica aos cariocas. Sem conseguir repetir as investidas em velocidade do primeiro tempo, o Figueira ficou acuado no campo de defesa.

Aos 10 minutos, depois de cobrança de falta, o goleiro saiu do gol e espalmou tirando o perigo. Um minuto depois, Anderson Salles testou forte após cruzamento e mais uma vez bem colocado segurou firme, sem rebote.

Aos 21 minutos, Thales ficou livre, leve e solto na frente de Alex, que desta vez "tirou com o olho" o chute que caprichosamente passou ao lado da trave. Na sequência, Rafael Silva bateu forte e como em um replay do lance da primeira etapa, Muralha saltou para espalmar para fora.

Daí para frente, foi pressão carioca e segurança na defesa catarinense. Clayton em outra bela jogada ainda teve oportunidade de abrir o marcador, mas finalizou para fora.


VASCO

Martín Silva, Jean Patrick (Thales), Luan, Anderson Salles, Christiano, Serginho, Guiñazú, Julio dos Santos (Romarinho), Nenê, Rafael Silva, Riascos (Andrezinho)
Técnico: Jorginho


FIGUEIRENSE 

Alex Muralha, Leandro Silva, Bruno Alves, Thiago Heleno, Marquinhos Pedroso; João Vitor, Paulo Roberto (Fabinho), Dener e Alemão (Marcão); Dudu e Clayton
Técnico: René Simões

Gol: 
Cartões amarelos: Cartões amarelos: Marquinhos Pedroso (F), Bruno Alves (F), Guiñazu (V)e Luan (V).
Cartão vermelho: 
Arbitragem: Francisco Carlos do Nascimento, auxiliado por Pedro Jorge Santos de Araujo e Esdras Mariano de Lima Albuquerque (trio de AL) 
Local: Estádio Maracanã






DIÁRIO CATARINENSE

Rodeio -- Mulher é condenada a 18 anos de prisão por mandar matar marido em Rodeio. Depois de mais de 19 horas de julgamento Vilma Fachini Scoz foi condenada a 18 anos e 8 meses de prisão por ter mandado matar o marido, Humberto Scoz, em julho de 2010.



Crime aconteceu em julho de 2010, quando o tabelião Humberto Scoz morreu depois de levar três tiros


Depois de mais de 19 horas de julgamento Vilma Fachini Scoz foi condenada a 18 anos e 8 meses de prisão por ter mandado matar o marido, Humberto Scoz, em julho de 2010 em Rodeio, no Médio Vale do Itajaí. A sessão começou às 8h de quinta-feira, no Fórum de Ascurra, e terminou só às 3h10min da madrugada desta sexta-feira. Vilma foi condenada por homicídio qualificado e foi reencaminhada ao presídio de Itajaí, onde já estava detida.
Segundo a denúncia do Ministério Público, Vilma contratou José Leite de Oliveira e Marcelo Machado para matarem o marido, que era tabelião na cidade. Humberto levou três tiros, sendo dois nas costas e um na cabeça. Marcelo foi condenado em maio de 2015 a 13 anos de prisão. Já José Leite se matou no presídio onde estava e não chegou a ser julgado.
Ainda de acordo com o MP, Vilma estava desconfiada de traição e contratou um detetive particular para acompanhar a vida do marido. O flagrante ocorreu em 2008. Os dois se separaram, mas continuaram morando juntos. Ela teria planejado a morte dele depois de não ter conseguido a separação judicial. Vilma e os dois homens foram presos meses depois.
Os advogados de defesa, Jeremias Felsky e Edileia Buzzi, foram procurados para informar se vão recorrer da sentença, mas não foram encontrados.





JORNAL DE SANTA CATARINA

“Sunburn art”: nova moda, tatuagem solar traz riscos à saúde: Desenhos surgem ao tomar sol com protetor de pele em apenas algumas áreas ou ao bloquear os raios com molde

Desenhos surgem ao tomar sol com protetor de pele em apenas algumas áreas ou ao bloquear os raios com moldes

Já ouviu falar na sunburn art? É a nova moda no verão do Hemisfério Norte, que se propaga pelas redes sociais com a hashtag #sunburnart. A ideia é exibir uma espécie de tatuagem criada pelo bronzeado do sol, em que os desenhos surgem ao se passar protetor solar em apenas algumas áreas ou ao bloquear os raios com moldes. Dermatologistas alertam para o perigo da prática, que pode favorecer o envelhecimento precoce e o câncer de pele. 
“Aqui é onde a cultura popular se choca com os avisos da medicina. É óbvio que queimaduras de sol têm dois efeitos sobre você: dão rugas e sardas, e também causam câncer de pele, principalmente melanoma”, disse o dermatologista Barney Kenet à ABC News. O médico acrescentou que a tendência é ainda mais perigosa pelo fato de fazer com que as pessoas permaneçam mais tempo sob o sol para que a “tatuagem” fique mais visível.
De acordo com a dermatologista Carla Albuquerque, não é possível fazer “sunburn art” de maneira segura. “Não existe bronzeado saudável, mesmo que a vermelhidão da pele não seja evidente. O bronzeado nada mais é que uma reação da pele que, para se proteger dos danos causados pela radiação ultravioleta, produz mais melanina. À medida que esse bronzeado se estabelece para fazer essas ‘tatuagens’, o dano à pele já ocorreu. Vale lembrar que os efeitos são cumulativos. Portanto, a pele tem memória para essas queimaduras/bronzeados e os efeitos negativos podem vir com o tempo”, alertou.
A “sunburn art” também pode trazer consequências em curto prazo, como ardor, vermelhidão, mudança da textura da pele e até bolhas. “Penso que, quando somos jovens, não pensamos que um dia iremos envelhecer e que teremos de cuidar das consequências do que ‘plantamos’ no passado. Colocar a saúde da pele em risco seja em curto, médio e longo prazo por conta de uma ‘moda’ é, ao meu ver, dispensável”, finalizou Carla. 



TERRA

Dieta de contar calorias pode aumentar risco de obesidade

Os profissionais acusam a 'indústria da magreza' de encorajar este tipo de dieta

Uma das dietas mais populares é a de contar as calorias consumidas em um dia. No entanto, médicos alertam que essa prática não é benéfica ao corpo. 

Foto: iStock




Em artigo publicado no jornal Open Heart, profissionais da saúde reforçaram que para perder peso importa a qualidade dos alimentos e não somente seu teor calórico, uma vez que produtos com poucas calorias podem ter mais gordura, por exemplo, que podem causar obesidade. "É hora de parar de contar calorias e começar a promover a boa nutrição e mudanças na dieta que podem rapidamente reduzir o número de mortes cardiovasculares", escreve um dos médicos. De acordo com eles, ficar preso ao número de calorias permitidas por dia induz as pessoas à comerem mais besteiras.

Os profissionais acusam a 'indústria da magreza' de encorajar essa dieta. Diminuir a quantidade de comida ao invés de focar na qualidade dos alimentos tem resultados negativos para a saúde. "Tirar o foco das calorias como vilãs e enfatizar que uma dieta deve se atentar à qualidade dos alimentos pode contribuir para reduzir as taxas de obesidade e risco de doenças cardiovasculares", escreve um médico. "Nos dizem que precisamos reduzir as calorias para perder peso, mas contar as calorias dos alimentos é uma das muitas ferramentas para emagrecer. É preciso também comer mais frutas, vegetais, fibras e cortar o açúcar, sal e gordura saturada para melhorar a saúde", conclui o médico Louis Levy. 




DAILY MAIL / TERRA

Proposta de nova CPMF prevê alíquota de 0,38%, a mesma até 2007

Proposta de nova CPMF prevê alíquota de 0,38%, a mesma até 2007


Percentual pode mudar conforme for o clima político para votar a medida no Congresso

A proposta de recriação da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF ) encaminhada pela equipe econômica ao Palácio do Planalto prevê alíquota de 0,38% do chamado imposto do cheque. A presidente Dilma Rousseff analisa a conveniência de enviar a medida após o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmar que a medida será "um tiro no pé". 
Entidades ligadas ao comércio e à indústria também criticaram a possibilidade, chamando-a de "loucura" e "absurdo". A iniciativa é considerada crucial para reequilibrar as contas públicas em cenário de fraca arrecadação decorrente da desaceleração da economia. 
A alíquota apresentada é a mesma que vigorou até 2007, quando a CPMF foi suspensa pelo Legislativo. A volta do imposto foi descartada no primeiro semestre deste ano após o ministro da Saúde, Arthur Chioro, defender fonte adicional de recursos para financiar a saúde pública. 

Em entrevista nesta quinta, Chioro defendeu que o novo imposto tenha uma alíquota de 0,38%, o que poderia injetar anualmente para a saúde cerca de R$ 80 bilhões, divididos entre União, estados e municípios. 

— O SUS precisa de recursos. Se dependesse de mim 0,38% seria um bom patamar, mas não depende só de mim — disse o ministro em conversa com jornalistas.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que o Planalto enfrentará desgaste desnecessário caso envie o projeto ao Congresso. O presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Andrade, classificou a proposta como "absurdo" e o dirigente da Confederação Nacional de Serviços, Luigi Nese, criticou a ideia de transformar a CPMF em imposto para, dessa forma, distribuir a receita com os Estados:
– (O governo) busca apoio político em um momento em que Estados e municípios estão em muita dificuldade e precisam engordar os cofres para honrar pagamentos. 

Outras alternativas estão em análise


O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Skaf, sugeriu a saída do ministro da Fazenda, Joaquim Levy: 

— Se não tiver competência para encontrar caminhos a não ser o aumento de impostos, é melhor arrumar a mala.

A recriação da CPMF é uma das medidas de aumento de tributos analisadas pela cúpula do Executivo para que o governo recupere parte de seu caixa para pagar as despesas em 2016. 

Outras opções estão em análise, entre as quais o fim ou a redução da isenção de impostos sobre a distribuição de juros de capital próprio (espécie de dividendos) para as grandes empresas, venda de ativos (privatização), elevação da idade mínima para aposentadoria sem contribuição ao INSS, de 65 para 67 anos, e idade mínima para a aposentadoria com contribuição.

Não há consenso na chamada Junta Orçamentária, integrada pelos ministros da Fazenda, do Planejamento e da Casa Civil, sobre o tamanho dos cortes de gastos necessários para o próximo ano. Por isso, ganhou força a ideia de sugerir uma nova CPMF para cobrir o buraco. O último dia do mês de agosto é o prazo final do Planalto para encaminhar ao Congresso a proposta de orçamento de 2016. 



ZERO HORA, COM AGÊNCIAS

Hábitos milenares trazidos pelos portugueses!

A travessia de Caronte, 1919
José Banlliure y Gil (Espanha, 1855-1937)
Óleo sobre tela , 176 x 103 cm
Museu de Belas Artes de Valencia, Espanha



“Ainda persiste o hábito nas pequenas cidades do interior de colocar moedas nos olhos dos defuntos sob o pretexto de manter suas pálpebras cerradas.

O costume foi herdado dos portugueses, nos tempos coloniais, e mudou com o correr dos anos. Primitivamente se colocava um pão e uma moeda debaixo da cabeça do morto.

O pão era para mostrar que não morrera de fome. O dinheiro para entregar a São Pedro, a fim de que abrisse as portas do céu.

Os portugueses não tiraram essa superstição do nada. Veio dos gregos que acreditavam em um rio subterrâneo, separando o mundo dos vivos do mundo do além. Um cão de três cabeças, Cérbero, guardava a porta do reino da morte.

Os gregos punham moedas na boca do defunto e um bolo nas suas mãos. As moedas serviam para pagar Caronte, o barqueiro que fazia a travessia do rio. O bolo era para acalmar a fúria de Cérbero.

Como a corrupção é tão antiga quanto o homem, as famílias mais ricas enchiam a boca do finado de moedas, na suposição de que Caronte o faria passar antes dos demais defuntos.

Com o correr dos tempos, a religião dos gregos, povoada de deuses e deusas muito humanos, foi cedendo lugar a outras crenças. Mas as superstições ficaram, com algumas modificações no ritual e profunda transformação nas justificativas.”



Em: Notas curiosas da espécie humana, Jayme Copstein, Porto Alegre, Editora AGE:2002, p.108

Trova dos teus braços

Ilustração Liska Piloto.


Nesses teus braços aperta
aquele que queiras mais
a morte é tortura certa
a vida é gozo fugaz…


(Gilka Machado)