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terça-feira, 26 de maio de 2015

Síndrome do Túnel do Carpo - Você sabe o que é?

Síndrome do Túnel do Carpo - Você sabe o que é?

É impressionante observar as queixas de dores que os profissionais da educação tem... as vezes é até engraçado perceber que são parecidos os sintomas e por inúmeras vezes nós mesmos fazemos disso motivo de piada: é dor nos ombros, nos cotovelos, nos pulsos!

Isso mesmo! Mas o problema é muito sério... os sintomas são muito preocupantes, chega-se ao ponto de objetos caírem da mão devido à dormência.
A princípio acredita-se até que possa ser algo relacionado à circulação, coluna, cardíaco! Mas na verdade é a Síndrome do Túnel do Carpo.

 

Síndrome do túnel do carpo é uma neuropatia resultante da compressão do nervo mediano no canal do carpo, estrutura anatômica que se localiza entre a mão e o antebraço. Através desse túnel rígido, além do nervo mediano, passam os tendões flexores que são revestidos pelo tecido sinovial. Qualquer situação que aumente a pressão dentro do canal provoca compressão do nervo mediano e a síndrome do túnel do carpo.

Causas 
A causa principal da síndrome do túnel do carpo é a L.E.R. (Lesão do Esforço Repetitivo), gerada por movimentos repetitivos como digitar ou tocar instrumentos musicais. Existem também causas traumáticas (quedas e fraturas), inflamatórias (artrite reumatóide), hormonais e medicamentosas. Tumores também estão entre as possíveis causas da síndrome.

Sintomas
O principal sintoma é a parestesia, uma sensação de formigamento, de dormência, que se manifesta mais à noite e ocorre fundamentalmente na área de enervação do nervo mediano.
A evolução da síndrome dificulta manipular estruturas pequenas e executar tarefas simples como pregar um botão, enfiar uma agulha, segurar uma xícara.

Diagnóstico 
Dois testes ajudam a estabelecer o diagnóstico: o teste de Phalen e o teste de Tinel.
O primeiro consiste em dobrar o punho e mantê-lo fletido durante um minuto. Como essa posição aumenta a pressão intracarpeana, se houver compressão do nervo, os sintomas pioram.
O teste de Tinel consiste em percutir o nervo mediano. Se ele estiver comprometido, a sensação será de choque e formigamento.
Em alguns casos, é necessário pedir uma eletroneuromiografia para fechar o diagnóstico.

Tratamento 
O tratamento leva em conta o grau de comprometimento da doença. Se for leve, indica-se a colocação de uma órtese para imobilizar o pulso e o uso de antiinflamatório não-hormonal. Se não houver melhora, aplica-se cortisona dentro do canal do carpo.
Esgotadas as possibilidades de tratamento clínico, é indicada a cirurgia.

Recomendações
* Tente evitar atividades que impliquem movimentos de flexo-extensão do punho;
* Lembre-se de que alterações dos hormônios da tireóide e doenças como diabetes podem acarretar neuropatias compressivas. Procure o médico se tiver sensação de formigamento nas mãos;
* Mulheres no climatério estão mais sujeitas à síndrome do túnel do carpo, por causa da queda na produção de estrógeno;
* Sente-se corretamente e apóie braços e punhos quando usar o computador. Não se esqueça de que seu uso inadequado é um fator de risco para L.E.R. e a síndrome do túnel do carpo.



:: Sinais e sintomas 

Dor, dormência (formigamento) ou fraqueza nas mãos, pela manhã e à noite, principalmente após trabalhos manuais intensivos durante o dia. A dor pode ser intensa a ponto de acordar o paciente. Ocorre diminuição da sensibilidade dos dedos, com exceção do dedo mínimo e sensação de sudorese nas mãos. A dor pode ir para o braço e até o ombro.

Atividades que promovem a flexão do punho por longo período podem aumentar a dor. Há dificuldade de realizar a flexão dos dedos, ou seja, pegar objetos. Algumas pessoas podem apresentar até dificuldade de distinguir o quente do frio. 


:: Quando procurar o ortopedista? 

Caso os sintomas persistam, deve-se realizar uma consulta ortopédica, onde podem ser solicitados alguns exames para confirmar o diagnóstico e indicar o tratamento. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico e iniciado o tratamento, menores são as chances de precisar operar. 

O tratamento conservador pode ser feito desde com antiinflamatórios, imobilização e fisioterapia. A maioria das pessoas responde ao tratamento conservador, sendo o tratamento cirúrgico para os casos refratários ao tratamento clínico.  

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