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sábado, 5 de setembro de 2015

Nova versão do Chrome está mais rápida, mas consumo de memória ainda é alto

A boa notícia é: sim, a redução no consumo de RAM é notável após essa atualização. Mas os 10% prometidos pelo Google podem ser um pouco otimistas demais. Antes de realizar o update, porém, decidimos testar os limites do navegador para fazer uma comparação justa do "antes e depois".
Deixamos 15 abas abertas simultaneamente, entre elas serviços como o Gmail, Google Drive, redes sociais (Facebook, Twitter e YouTube) e também sites de notícia, que costumam exigir mais atenção do browser por estarem em constante atualização. Nesse teste, fizemos login no Chrome como um perfil visitante e desabilitamos todas as extensões, nos atendo apenas às funções mais básicas do browser - carregar rapidamente uma página da web.

Usando o gerenciador de tarefas do Windows 7, notamos que o navegador consumia algo em torno de 1.113GB com todas as 15 abas abertas e atualizadas. Vale notar que a aba aberta no momento da medição é a que exigia mais RAM do PC, enquanto páginas estáticas (como a tela de login do WordPress) mal chegavam a gastar 1MB. Além disso, algumas páginas executam mais do que uma tarefa. No nosso teste, totalizamos 18 ações sendo executadas simultaneamente.

Reprodução 

A culpa pelo alto consumo de memória está na arquitetura do próprio Chrome. Para oferecer mais praticidade ao usuário, o navegador executa uma tarefa diferente para cada aba aberta. Se, por um lado, você tem a certeza de que todas as suas páginas se manterão constantemente atualizadas, mesmo quando não estiver de olho em alguma delas, para a memória do PC, é como se você abrisse um programa diferente para cada uma. Na prática, 15 abas em uma janela funcionam como mais do que 15 janelas abertas ao mesmo tempo no Windows.
O que o último update garante fazer é congelar a execução de tarefas que não estão sendo executadas pelo usuário. Ou seja, se você deixar uma aba aberta por algum tempo e não utilizá-la, o Chrome deixa aquela página em modo suspenso, mas sem "matá-la" por completo, até que você volte a ela. Isso, segundo o Google, é o que garante economia de memória.
Fizemos o update para a versão 45 e reabrimos as mesmas 15 abas. O resultado? De cerca de 1.113GB, o consumo de RAM caiu para 1.076GB. Algo em torno de 35MB, ou 3% de economia. De fato, não parece muita coisa, mas foi possível notar uma significativa melhora na performance do navegador.
ReproduçãoA transição entre as abas passou a ser executada de forma nitidamente mais rápida. Se com 15 páginas abertas o Chrome 44 já dava sinais de travamento e lentidão, a nova versão do navegador executa cada website de maneira bem mais ágil. É possível notar certa "leveza" no funcionamento do browser, por mais que a queda no consumo de RAM não tenha chegado aos 10% prometidos.

Conclusão
Mudanças na arquitetura e no sistema de gerenciamento de recursos de fato trouxeram mais velocidade ao Google Chrome - uma característica que o próprio navegador gosta de sustentar sobre a concorrência. Porém, o consumo de memória continua elevado, o que pode ser um problema para o usuário com menos slots de RAM na máquina.
Tudo depende das configurações da plataforma utilizada para abrir o Chrome. Um notebook com 4GB de memória e diversos programas em funcionamento simultâneo pode sofrer mais do que um dispositivo com 16GB e apenas o navegador em execução. Além disso, quanto menos abas (ou tarefas) você exigir do Chrome, mais nítida será a economia de memória após esse update.
Por outro lado, leitores do Olhar Digital relataram que a atualização desabilita diversos plugins, entre outros problemas de performance dedicada. Na prática, a experiência do usuário com o browser depende de diversos fatores, e não só o consumo de RAM do programa.
Se o update não fez efeito para você, confira essas oito dicas para melhorar a performance do Chrome. Ou então conheça essa extensão que também promete diminuir o consumo de RAM no navegador.

http://olhardigital.uol.com.br/
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