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domingo, 10 de janeiro de 2016

Itaipu ultrapassa usina na China volta a liderar produção mundial de energia hidrelétrica

A usina Itaipu Binacional ultrapassou a hidrelétrica Três Gargantas, na China, em geração de energia e voltou a assumir a liderança mundial em produção no ano passado. A primeira posição havia sido perdida para a chinesa em 2014, devido à seca registrada no Brasil.


A hidrelétrica que pertence ao Brasil e ao Paraguai gerou 89,2 milhões de MWh em 2015, um crescimento de 1,6% em relação a 2014. Já a chinesa produziu 87 milhões de MWh no ano passado.


Segundo a binacional, a produção no ano passado ficou abaixo da média histórica dos últimos anos, mas pode ser considerada "excelente" considerando as condições do clima, principalmente no primeiro semestre.


Para 2016, a expectativa é que Itaipu volte a produzir acima de 90 milhões de MWh, o que não ocorre há dois anos. "A nossa busca incessante é chegar a 100 milhões de MWh", disse Jorge Samek, presidente da Itaipu Binacional. A produção de tal volume representaria o uso de praticamente a totalidade da capacidade instalada.


Itaipu tem capacidade instalada de 14 mil MW, menor do que a de Três Gargantas, que tem 22,4 mil MW instalados.


Segundo Samek, a binacional consegue gerar mais energia do que a concorrente chinesa por causa da oferta abrangente de água e da capacidade de armazenamento dos reservatórios. "Todos os principais rios do Sudeste e do Centro-Oeste obrigatoriamente passam por Itaipu", diz. Já Três Gargantas, assim como a usina Belo Monte (PA), é fio d'água, ou seja, não possui reservatório de armazenamento.


Suprimento
A energia produzida por Itaipu em 2015 seria suficiente para suprir o consumo de todo o Nordeste do Brasil por um ano e um mês; a região Sudeste, por quatro meses; e o Sul por um ano, segundo a empresa.


Também seria capaz de atender toda a demanda da cidade de São Paulo por três anos; Curitiba por 18 anos; e Foz do Iguaçu por 155 anos e oito meses.


Atualmente, Itaipu responde por 15% de toda a energia elétrica consumida no Brasil e atende mais de 75% do mercado paraguaio de eletricidade.


Fonte: Folha.com
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