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PENSE NISSO:

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domingo, 25 de novembro de 2012

ECA - ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE.







































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www.superinteressante.com/‎
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DIÁRIO CATARINENSE
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www.r7.com/
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FOTOS  PESSOAIS DE BRUNO DALMOLIN
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http://www.tpa.com.br
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Comércio eletrônico adota o uso do cupom de desconto para atrair consumidores.

O bom momento vivido pelo comércio eletrônico brasileiro, que cresceu 26% em 2011 e faturou R$ 18,7 bilhões, reflete um mercado cheio de oportunidades para as lojas virtuais. Mas, se por um lado o consumidor de hoje está comprando mais, por outro, ele está mais exigente. "Os consumidores estão prontos para comprar, mas precisam de um incentivo. O cupom de desconto é muitas vezes o detalhe que falta para se concretizar uma venda", afirma Pedro Eugênio, Ceo do Busca Descontos – primeiro e maior portal que reúne cupom de desconto grátis dos principais varejistas do Brasil.

Outro ponto importante é entender que o uso de promoções de cupom de desconto, além de liquidar estoques, funciona para fidelizar clientes. "Sairão na frente as lojas capazes de atender a demanda crescente de clientes com um serviço de qualidade, e de preferência, com um belo desconto", conta Pedro Eugênio.

Desde seu início, o comércio eletrônico brasileiro se pautou pelas datas do varejo tradicional para faturar mais. Natal, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia das Crianças e Dia dos Pais continuam gerando bons resultados, porém, a história recente mostra o surgimento no Brasil de datas sazonais próprias do e-commerce.
Uma das datas é o Black Friday, que em 2012 acontece pela terceira vez no comércio eletrônico brasileiro. O conceito é inspirado na tradicional data do varejo americano. Neste dia, durante 24 horas, as mais diversas lojas oferecem descontos acima do normal.
Responsável por importar o conceito ao Brasil, o portal Busca Descontos reuniu ofertas de 53 lojas virtuais, totalizando mais de 68 mil produtos com desconto, em diversas categorias. A última edição do Black Friday rendeu ao comércio eletrônico brasileiro R$ 100 milhões em vendas, 88% a mais do que em 2010, segundo a consultoria e-bit. Grandes players aderiram ao conceito, como Walmart, Americanas, Dell, NetShoes, Lojas MM, Compra Fácil, entre outros.
Ainda segundo o e-bit, o gasto médio por compra na Black Friday 2011 foi de 425 reais, ficando acima da média usual do e-commerce, que é de 350 reais.
"A edição de 2011 colocou de vez a Black Friday no calendário do e-commerce nacional. Varejistas que não se prepararem para oferecer boas promoções nesse dia ficarão para trás", afirma Pedro Eugênio. O Busca Descontos estima que a edição 2012, que acontece em 23 de novembro, conte com a participação de mais de 90 lojas virtuais.

"O Brasil tem se mostrado muito receptivo a datas como o Black Friday, tanto que os resultados foram fantásticos", explica Pedro Eugênio. O executivo acrescenta que o e-commerce do país começa a caminhar com as próprias pernas, sem depender somente de datas tradicionais e já consolidadas. Prova disso é o próprio Black Friday e o surgimento de outras datas próprias do e-commerce no país, como o Boxing Day, que acontece no primeiro dia útil após o Natal e reúne ofertas de saldão; e o Dia do Frete Grátis, ação também organizada pelo Busca Descontos, que reuniu ofertas de mais de 50 lojas virtuais, sem custo de frete.
Portal com foco exclusivo em promoções e que conglomera cupons de descontos, o Busca Descontos reúne as principais ofertas dos maiores players do e-commerce nacional. O portal conta com uma base de 12 milhões de usuários cadastrados, que recebem as principais ofertas por e-mail. O canal traz ao consumidor descontos de até 90% em eletrônicos, eletrodomésticos, informática, celulares, CDs e DVDs, livros, games, vestuários, perfumes, móveis, viagens, entre outras categorias.
Em 2010, o Busca Descontos recebeu investimentos do grupo europeu de marketing de performance LeadMedia para intercâmbio global de conhecimento na área de marketing digital. Essa parceria permite reunir a experiência de cada uma em marketing de performance, com foco na aquisição e fidelização de clientes.





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Entre mim, com nós dois, para mim (ler).



1 - Entre mim e você:
“Esse segredo deve ficar entre mim e você” – é esta a forma recomendada na língua-padrão: pronome oblíquo depois de preposição. Nas regiões em que o pronome usual é “tu”, o correto formal seria "entre mim e ti". Mas na linguagem popular do Brasil é comum e aceitável a frase “isso fica entre você e eu” (observe que "eu" agora vem em segundo lugar).
Essa rejeição ao "mim" só se dá com a preposição "entre". Com as demais preposições o uso desse pronome é natural: a mim, até mim, contra mim, de mim, em mim, para mim, por mim, sem mim, etc.

2 - Conosco e com nós dois:
O caso da preposição "com" é peculiar, pois ela se amalgama com o pronome oblíquo, à exceção da terceira pessoa: comigo, contigo, com ele/ela, conosco, convosco, com eles, com elas. Registre-se, porém, que se usa “com nós” quando aparece um elemento especificador depois do pronome:
- No final da cerimônia o presidente falou com nós todos.
- O diretor discutiu o caso apenas com nós três.

3 - Sequência prep. + pronome + infinitivo:
É muito difundida no Brasil a sintaxe “disse para mim ir, para mim trabalhar, para mim descansar”. Há uma explicação para isso, se se considerar que toda língua transplantada é mais arcaizante que a original: no período em que se falava o português arcaico – entre os séculos 12 e 16, justamente quando o Brasil foi descoberto – usava-se o pronome pessoal sujeito pelo pronome complemento e vice-versa. Exemplos apresentados na Gramática Histórica, de Ismael de Lima Coutinho (1968:67): "O coração pode mais que mim" e "enforcariam ele".
No entanto, a gramática normativa determina o uso de eu, tu, ele, nós, vós, eles (os pronomes pessoais retos) como sujeitos, e os pronomes oblíquos como complementos do verbo (objeto direto ou indireto). Quando se acrescenta um verbo no infinitivo ao sintagma "para mim" – para mim ler v.g. –, aí mim deixa de ser objeto indireto para ser sujeito desse infinitivo. Ao transformar a oração reduzida em desenvolvida temos a prova do sujeito: “um livro para eu ler” é igual a “um livro para que eu leia”; "presente para eu embrulhar = para que eu embrulhe".
Em suma: mim não pode ser sujeito, mim é objeto indireto: de mim, para mim, sem mim. Portanto, seria errado dizer “comprei a passagem para mim viajar” porque mim teria aí o papel de sujeito (de viajar), e o emprego do pronome oblíquo com função subjetiva é considerado erro pela gramática tradicional. Compare as frases sem e com o verbo no infinitivo:
- Entregou o bilhete para mim. – Entregou o bilhete para eu ler depois.
- O abacaxi é para mim. – O abacaxi é para eu descascar agora.
- Fez um pavê para mim. – Fez um pavê para eu experimentar.
- O produtor mandou 100 páginas para mim. – Mandou 100 páginas para eu decorar até amanhã.
Um alerta: pode-se encontrar para mim diante de um infinitivo sem que esteja errado, como nestes enunciados:
- Está sendo difícil para mim aceitar seu novo casamento.
- É importante para mim fazer alongamento numa academia.
- Foi mais interessante para mim ler sua redação do que para você escrevê-la.
Aparentemente estamos contrariando a sequência para + eu + infinitivo. Então vamos rever a regra: o pronome é "reto" quando sujeito do infinitivo. Acontece que nas frases acima o infinitivo não tem um sujeito, ele é o próprio sujeito da oração principal. Para confirmar, façamos a construção na ordem direta:
- Aceitar seu novo casamento está sendo difícil para mim. (complemento nominal de difícil)
- Fazer alongamento numa academia é importante para mim.
- Ler sua redação foi mais interessante para mim do que (foi) para você escrevê-la.

Por Maria Tereza de Queiroz Piacentini
Diretora do Instituto Euclides da Cunha
www.linguabrasil.com.br

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Diabetes mata quatro vezes mais do que a Aids e supera mortes no trânsito.




O Ministério da Saúde divulgou que apesar de silencioso, o Diabetes preocupa pelo alto índice de óbitos. São em torno de 50 mil por ano. Um levantamento divulgado nesta terça-feira (23) também revela uma estatística preocupante: a doença mata quatro vezes mais do que a Aids e supera o número de vítimas do trânsito.
Em 2010, 54 mil brasileiros morreram em decorrência do diabetes, enquanto 12 mil óbitos foram ocasionados pelo vírus HIV e 42 mil mortes foram registradas por acidentes de trânsito em todo país.
Esse número seria ainda maior, se considerado que o diabetes age como fator de risco para várias outras doenças - como câncer e doenças cardiovasculares, por exemplo. O diabetes esteve, em 2010, associado a outras 68,5 mil mortes – o que totaliza 123 mil pessoas mortas direta ou indiretamente.
“Diabetes é um problema contemporâneo que se expressa de formas diferentes. Temos de trabalhar para oferecer alimentos mais saudáveis e espaços públicos para atividade física. É de extrema importância o fortalecimento de ações de prevenção e melhoria na qualidade da educação, além da expansão do diagnóstico e da oferta de medicamentos. Essa é a hora de agirmos para frear o avanço do diabetes e não nos tornarmos um país de diabéticos”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha nesta terça-feira.


Os números

De 2000 a 2010, o diabetes foi responsável por mais de 470 mil mortes em todo o Brasil. Neste período, o número saltou de 35,2 mil para 54,8 mil. Isso significa que a taxa de mortalidade avançou de 20,8 para 28,7 mortes por 100 mil habitantes.
As mulheres são as principais vítimas. Em 2010, foram 30,8 mil óbitos de mulheres, contra 24 mil de homens. Em 2000, eram 20 mil mulheres, enquanto 14 mil homens morreram por essa causa. A faixa etária que apresenta a maior parte das mortes em 2010 fica acima dos 80 anos de idade, na qual ocorreram 15,7 mil falecimentos. Esse número mais que dobrou, já que em 2000 foram 6,8 mil mortes de idosos diabéticos com mais de 80 anos.
Além disso, a maior concentração de óbitos pela doença foi constatada na população menos escolarizada. Foram 24 mil mortes de diabéticos com até três anos de escolaridade em 2010. Segundo a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel 2011), realizada pelo MS, a prevalência autoreferida de diabetes é de 5,6% da população adulta (6% das mulheres e 5,2% dos homens).

Sobre a doença
O diabetes é uma doença crônica resultante do desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue. Isso ocorre quando o pâncreas não consegue produzir insulina suficiente (diabetes tipo 1) ou quando a insulina produzida pelo pâncreas não age adequadamente nas células do corpo devido a uma resistência do corpo à ação dela (diabetes tipo 2),. Quando um destes problemas com a insulina ocorre, a glicose deixa de ser absorvida pelas células, o que provoca a elevação dos níveis de glicose no sangue.
A principal característica do diabetes é a hiperglicemia (elevação dos níveis de glicose no sangue), que pode se manifestar por sintomas como poliúria (excesso de urina), polidipsia (sede aumentada), perda de peso, polifagia (fome aumentada) e visão turva. Esses sinais e sintomas são mais evidentes no diabetes tipo 1. O diabetes tipo 2 em geral é mais “silencioso” e é mais comum na faixa etária dos adultos.
FONTE.:
Página 3 Expresso

SAÚDE: Espinafre: uma verdura versátil para se fartar.


Por Waldemar Cezar


Das verduras do mercado uma das que mais gosto é espinafre, fica bem em refogados e casa legal com molho branco. É fonte de vitaminas A e C. A idéia que era rico em ferro foi um equívoco científico que levou ao mito da força do Popeye.



Bolinhos-> Misturar uma xícara de espinafres cozidos, escorridos e bem picados (ou processados) com um ovo, uma cebola ralada, um tomate sem pele nem sementes bem picado, sal, cebolinha, sal e farinha de trigo quanto baste (três ou quatro colheres). A massa pode levar também batatas ou arroz cozido. Depois de tudo bem misturado fritar às colheradas em óleo.

Outro bolinho-> Esta receita austríaca fez parte do 1º Festival Gastronômico de Treze Tílias em julho passado. Cortar 400g de pão amanhecido em cubinhos e umedecer em um copo de leite. Cozinhar, espremer e picar um quilo de espinafre. Dourar em manteiga alho, cebola e o espinafre. Fora do fogo, misturar com o pão molhado em leite, três ovos, farinha de trigo e de rosca quanto baste (no total mais ou menos quatro colheres), sal, pimenta moída e noz-moscada. Fazer bolinhas e cozinhar em água e sal. Servir salpicadas com manteiga derretida e queijo ralado.

Creme-> Serve para acompanhar a maioria das carnes e se adicionar mais leite vira uma sopa-creme para servir como entrada. Derreta uma medida de manteiga ou margarina e misture bem com duas medidas de farinha de trigo. Este é o segredo para o molho branco não embolar, deixar toda a farinha umedecida pela manteiga. Em fogo baixo, mexendo sempre, doure a mistura e junte leite aos poucos até obter o creme. Se embolar bata com o mix ou passe pela peneira. Acrescente espinafre cozido, picado e escorrido, sal e noz-moscada, levando em fogo baixo até dar o ponto.

Quiche-> Essas tortas francesas são quase indigestas porque é uma “massa podre” cheia de gordura e o recheio de espinafre também é bastante calórico. Abra uma depressão em 250g de farinha, junte 125g de manteiga em pedacinhos e amasse. Acrescente sal, uma gema e água quanto baste, forme uma bola de deixe descansar alguns minutos. Espalhe a massa na forma redonda e leve ao forno alguns minutos para firmar. Prepare o recheio com cebola e alho refogados, espinafre cozido e picado, creme de leite e queijos (por exemplo, ricota, parmesão etc). Acerte sal, pimenta e noz-moscada. Recheie a massa e leve ao forno para finalizar.


Com ovo-> Memórias da infância: minha mãe fazia um picadinho de espinafre, um pouco mais molhado com caldo de legumes ou coisa parecida e colocava alguns ovos sobre a verdura, tampava a frigideira e deixava os ovos cozinharem. É coisa boa.



Recheio-> O espinafre com molho branco -pode ser enriquecido com mais tempero, cebola refogada etc.- funciona bem para rechear empadas, pastéis e outros petiscos.

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Saiba tudo sobre a dor e acabe com ela.

Todo Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente”, escreveu William Shakespeare. No que se refere à saúde, a mulher brasileira parece discordar do dramaturgo inglês. Ela sente e suporta a dor — mais do que deveria. Uma pesquisa feita em 2008 pela Pfizer e pelo Ibope com 1,4 milhão de pessoas constatou que 93% das entrevistadas já tiveram cefaleias, 65% sofreram com a coluna e 56% padeceram de cólicas menstruais. A maioria das mulheres (69%) só procura o médico quando o incômodo vai de moderado a intenso. Até lá, engole uma pílula, faz compressas e lança mão de outras receitinhas da vovó.
Seja sob a forma de perfuração, queimação, compressão, seja sob a forma de choques, o incômodo tem um papel a cumprir. Ao ignorar o sintoma, corre-se o risco de deixar passar batido doenças que seriam controladas mais facilmente se apanhadas no início. Confira as últimas descobertas antes de esquentar a bolsa de água quente.

NUANCES PESSOAIS
A ciência confirma: você não está com frescura se sofre para depilar a axila, enquanto suas amigas não se importam com isso. “Imagens obtidas por ressonância magnética mostram que, se alguém diz que algo dói, de fato dói”, afirma Michael S. Gold, professor de medicina da Universidade de Pittsburgh, nos EUA. Um dos responsáveis por essa diferença é o DNA. “Pesquisas em animais mostram que a carga hereditária influencia a percepção de 30 a 75%”, diz Jeffrey S. Mogil, especialista em genética da dor na Universidade McGill, no Canadá. Então, se sua mãe grita ao bater o dedão no pé da mesa, é provável que você reaja do mesmo modo. Fatores psicológicos também contam. Pesquisadores da Universidade Wake Forest, nos EUA, testaram o peso da expectativa: voluntários avisados de que sentiriam um leve desconforto relataram menos sofrimento em comparação aos alertados para se prepararem para o pior. A diferença foi de 28%, semelhante ao alívio produzido por analgésicos potentes.

ALARME QUEBRADO
Uma dor é chamada de crônica se persiste por mais de três meses, como se o alarme que deveria soar só em emergências quebra e não desliga. Submetido a estímulo prolongado, o sistema se desgasta. Nervos projetados para conduzir outros impulsos sensoriais são recrutados, de modo que o tormento continua mesmo na ausência do estímulo. Em casos de martírios ininterruptos, seu corpo envia sinais reais, que, além de aumentar as chances de depressão, agridem a mente. Uma pesquisa do Journal of Neuroscience constatou que o cérebro de pessoas com sofrimento crônico nas costas tinha até 11% menos massa cinzenta em comparação aos que estavam livres do tormento. A explicação provável: os neurônios requisitados são tão exigidos que morrem mais cedo.

TOMANDO PARTIDO
Quem já cuidou de namorado gripado jura que as mulheres são mais resistentes à dor. Mas, de acordo com a Associação Internacional para o Estudo da Dor, é o contrário: o sexo feminino possui menor tolerância a esses estímulos. “Na mulher, o incômodo é mais intenso, recorrente, dura mais tempo e responde menos a analgésicos”, diz a anestesista Fabíola Peixoto Minson, coordenadora da equipe de tratamento de dor do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Dores na face, pescoço, ombros, joelho e costas atingem 1,5 mulher para cada homem; na enxaqueca, a proporção é 2,5 para 1, e na fibromialgia, de 4 para 1. Nós representamos 72% dos sofredores crônicos. Os hormônios contribuem para a diferença entre os sexos e nós somos mais sensíveis na segunda metade do ciclo menstrual. Por isso, evite marcar o dentista e a depilação nesse período. E, quando as dores persistirem, considere procurar um centro especializado. “Às vezes, não é possível zerar a dor”, diz Fabíola Minson. “Mas o incômodo pode ser aliviado.”

O CAMINHO DA DOR

1. As terminações nervosas disparam o impulso doloroso para a medula, que o reenvia ao cérebro, se julgar importante.

2.O tálamo recebe a informação e a interpreta como dor.

3.O córtex cerebral e o sistema límbico decidem como reagir.

4.Os tecidos ao redor da lesão, o sangue e os gânglios linfáticos liberam substâncias que limpam e protegem a área.

5.O sistema nervoso produz endorfinas, nossos analgésicos naturais.

A ERA DOS SUPERMEDICAMENTOS
>> Analgésicos Comuns
Medicamentos: Paracetamol, dipirona
Indicações: Dores em geral, de leves a moderadas
Mecanismos de ação: Interferem no processamento da informação dolorosa
Como eram: Alguns necessitavam de prescrição e possuíam tarja na embalagem. A dose de um comprimido de paracetamol era de 500 miligramas
Como são: Mais fortes. Há comprimidos de paracetamol que, além da dosagem de 750 miligramas, são associados a substâncias como a cafeína (atenuante de efeitos colaterais como a sonolência). Já a dipirona pode ser combinada a fármacos como a prometazina e a edifenina para acelerar a ação analgésica

>> Analgésicos Opiáceos
Medicamentos: Codeína, tramadol, oxicodona e fentanil
Indicações: Dores intensas como as provocadas por câncer, traumas, cirurgias, cólica renal e neuropatias
Mecanismos de ação: Ocupam os receptores das endorfinas e estimulam os centros de prazer e recompensa no cérebro
Como eram: Ingeridos apenas por via oral ou injetável. A codeína, comum em xaropes para tosse, era usada isoladamente
Como são: Há novas apresentações, como em adesivos. Medicamentos associam codeína a paracetamol para aumentar o efeito analgésico

>> Anti-Inflamatórios Tradicionais
Medicamentos: Ácido acetilsalicílico, ibuprofeno, diclofenaco, naproxeno, nimesulida
Indicações: Dores associadas a processos inflamatórios, cólicas menstruais, entre outras
Mecanismos de ação: Interferem na produção de componentes responsáveis pela inflamação e pela dor
Como eram: Ingeridos somente por via oral ou injetável, de rápida absorção
Como são: Há novas apresentações, como em adesivos. Medicamentos associam codeína a paracetamol para aumentar o efeito analgésico

>> Anti-Inflamatórios (inibidores da Cox 2)
Medicamentos: Parecoxibe, celecoxibe e etoricoxibe
Indicações: Dores lombares e articulares e dores crônicas em geral
Mecanismos de ação: Oferecem menor risco gastrintestinal. Mas alguns fármacos foram recolhidos por risco cardiovascular
Como eram: Considerados uma promessa por melhorar a tolerabilidade gastrintestinal em relação aos anti-inflamatórios tradicionais
Como são: Não estão mais fortes, mas passaram a ser vendidos sob prescrição

>> Anticonvulsivantes
Medicamentos: Divalproato de sódio, topiramato, carbamazepina, gabapentina, oxcarbazepina e pregabalina
Indicações: Neuralgia do trigêmeo, fibromialgia, neuropatias e alguns tipos de dores de cabeça
Mecanismos de ação: Alteram a troca de informações entre as células nervosas
Como eram: Apenas utilizados em casos de doenças com manifestações convulsivas ou epilepsia, além de transtornos psiquiátricos
Como são: Passaram a ser utilizados também para efeito analgésico em quadros dolorosos crônicos e enxaquecas. Há versões em comprimidos de liberação prolongada

>> Triptanos
Medicamentos: Sumatriptano, rizatriptano, zolmitriptano, naratriptano
Indicações: Dores de cabeça (interrompem crises de enxaqueca e cefaleia em salvas)
Mecanismos de ação: Reduzem o calibre dos vasos do crânio para impedir a liberação de substâncias que provocam dor
Como eram: De uso isolado e com poucas moléculas representativas no grupo
Como são: Novas moléculas com apresentações de liberação lenta e também sublingual, que otimizam a absorção e facilitam o uso. Já a dipirona pode ser combinada a fármacos como a prometazina e a edifenina para acelerar a ação analgésica. Salvo exceções, a venda desses medicamentos é livre

ACUPUNTURA
Cada vez mais a acupuntura é aceita pela comunidade científica. Estudos realizados pelo departamento de anestesiologia da Universidade Duke, nos EUA, mostraram que, além de diminuir o uso de analgésicos após cirurgias, a técnica reduz a frequência e a intensidade de dores de cabeça crônicas. Feita com agulhas ou equipamentos a laser, ela se destaca sobretudo quando há um componente muscular envolvido.

ALERTA MÁXIMO
Dor de cabeça forte - Se você sentir uma britadeira perfurando o seu cérebro, mas sem os sintomas típicos de enxaqueca (dor latejante, unilateral, acompanhada de náuseas e de intolerância à luz), ela pode sinalizar quadros mais graves, como meningite, tumores e até aneurisma, inchaço em artéria que irriga o cérebro — a dor surge quando a bolha formada se rompe e o sangue inunda o tecido ao redor.
Dor nas costas e pés formigando - Ajudou a prima a carregar as caixas da mudança? Anti-inflamatórios e compressas quentes devem resolver. Mas, se não cometeu extravagância e sente a dor nas costas irradiando para as pernas, talvez seja hérnia de disco. Ela surge quando o disco existente entre as vértebras para amortecer os impactos e distribuir os esforços da coluna se rompe e seu conteúdo gelatinoso vaza, inflamando os nervos ao redor.
Do braço para o peito - A sensação é de estar presa num espartilho? Cresce a incidência de infarto em mulheres abaixo de 45 anos, e o sintoma nem sempre é a dor no peito que caminha em direção ao braço esquerdo. Você pode sentir apenas pressão, fadiga e diminuição da respiração. Olho vivo se o mal-estar vier durante o treino.
Desconforto abdominal - Quem nunca se sentiu como um balão inflado às vésperas de menstruar? Mas, se o inchaço ocorrer diariamente por mais de duas semanas, junto com dor abdominal, dificuldade para comer e alterações urinárias, atenção. A pior hipótese é câncer de ovário. Embora não seja tão comum quanto o de mama, quase sempre é descoberto em estágios avançados.
Dor pélvica constante ou incapacitante - A cólica menstrual pode ser pista de endometriose, distúrbio em que o revestimento do útero aparece embaixo dos ovários, atrás do útero e na superfície do intestino. Ela atinge 15% da população em idade fértil, provocando fluxo menstrual abundante, dor na relação sexual e infertilidade.
Inchaço e dor nas pernas - Sua panturrilha está inchada, vermelha e quente? Suspeite de trombose venosa profunda, ainda mais se você acaba de chegar de Tóquio ou passou horas sentada trabalhando. O sangue começa a se empoçar nas pernas e pode formar um coágulo capaz de obstruir um vaso local ou viajar para o pulmão e interromper a passagem do ar.

OS PERIGOS DO EXCESSO
Conheça os riscos à saúde oferecidos por analgésicos populares quando usados indiscriminadamente:
>> Ácido acetilsalicílico
A curto prazo: Azia, sangramento e alergias cutâneas e respiratórias
A longo prazo: Gastrite e úlcera; alterações na coagulação sanguínea que levam a hemorragias

>> Dipirona
A curto prazo: Queda da temperatura e da pressão arterial e reações alérgicas
A curto prazo: Redução de granulócitos, células de defesa do sangue

>> Paracetamol
A curto prazo: Reações alérgicas e gastrintestinais
A curto prazo: Lesões no fígado e nos rins

>> Ibuprofeno
A curto prazo: Náuseas e desconforto abdominal
A curto prazo: Danos aos rins, modificação na coagulação e distúrbios visuais

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Santa Catarina ocupa a 7ª economia nacional segundo último IBGE.


Com 152,48 bilhões, Santa Catarina passa a figurar em 2010, como a 7ª economia nacional, aumentando um posto no ranking em relação ao ano anterior, atrás apenas, 1,2% da 6ª economia, configurando-se empate técnico. O Estado apresentou ainda, um crescimento nominal de 17,47% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2010, em relação ao ano de 2009, segundo dados divulgados e repassados nesta sexta-feira, 23, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), à Secretaria de Estado do Planejamento.


“Com o desempenho apresentado, Santa Catarina fica mais próxima para alcançar sua posição no ranking, que é a de 6ª economia nacional, o que deve ocorrer nos dados de 2011, considerando que estudos já apontam crescimento do Governo Colombo no Estado a partir de 2011”, destacou o secretário do Planejamento, Filipe Mello.



Com valor estimado em R$ 152,5 bilhões, Santa Catarina passa a representar 4,04% do PIB brasileiro em 2010, que teve o valor de R$ 3,77 trilhões, enquanto em 2009 o PIB catarinense apresentou valor de R$ 129,8 bilhões. O crescimento foi acima da média nacional, que em 2010 foi de 3,7% em relação a 2009. O PIB per capita do Estado foi estimado em R$ 24,398 mil sendo o maior da Região Sul e o quarto maior do Brasil.



Com participação em relação ao Brasil de 4,1% em 2008, 4,01% em 2009 e 4,04% em 2010, o crescimento catarinense não destoa da dinâmica estabelecida na economia nacional. A economia do Estado se comporta em consonância com a dinâmica econômica brasileira, se diferenciando apenas, na composição dos setores: Agropecuária, Indústria e Serviços.

A diminuição constante da agricultura e o aumento das contas relacionadas à atividade industrial e a de serviços, evidenciam uma condição de modernização da economia Estadual, o que é comprovado pelo aumento gradual da participação catarinense no total da economia brasileira, significando assim, que o Estado vem ampliando sua competitividade econômica, principalmente com destaque nos setores:



    Construção Civil mais relevante que a Nacional;

    Agropecuária desacelerando mais que a Nacional;
    Eletricidade, gás e água são relevantes (5,34%) e assim, contrastam com o Brasil;
    Tendência de queda dos Correios de Santa Catarina, aumento no Brasil;
    Comércio no Estado tem maior peso e crescimento que o nacional;
    Atividade Imobiliária desacelera no Brasil e em Santa Catarina tem maior participação;
    Indústria de Transformação também tem maior participação, e no Brasil está em queda;
    Pequeno aumento da participação da administração, saúde e educação pública no Estado.



Destaque



Com volume de 2,5% em 2009, a atividade de Serviços respondeu por 59% da economia no ano, um incremento de 1,5 pontos percentual de participação no valor adicionado bruto do Estado. O setor é o grande responsável pelo PIB de Santa Catarina. O comércio e serviços de manutenção e reparação contribuíram com crescimento em volume de 2,5%, e participaram com 16,7% do valor adicionado bruto estadual em 2009; o transporte, armazenagem e correio, acompanhando a evolução das atividades produtoras de bens, tiveram retração de -2,8%; e os serviços de intermediação financeira, seguros e previdência complementar e serviços relacionados, crescimento em volume de 8,8%.



A Agropecuária do Estado cresceu 3,5% em termos reais. Reflexo do crescimento, em volume, do valor adicionado bruto da agricultura em 5,2 pontos percentuais, uma vez que a produção animal variou somente 0,7% em termos reais de 2008 a 2009. O resultado da produção agrícola catarinense deve-se ao bom desempenho das atividades de outros produtos da lavoura temporária, num total de 17,6%, e da silvicultura e exploração florestal, que representa 12,7%.



Na atividade da lavoura temporária, o resultado foi impactado pelo incremento nas produções de fumo e cebola, que tiveram expansão de 7,4% e 20,5%, respectivamente.


FONTE:
TPA Soluções em Internet

Oito estados brasileiros concentram 77% das riquezas nacionais.

Oito estados brasileiros concentram 77% das riquezas nacionais
Oito estados concentram 77,8% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional em 2010, confirmou hoje (23) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Apesar do aumento da participação das regiões Norte, Nordeste e Centro-oeste no PIB, os estados da região Sudeste continuam concentrando mais da metade (55,4%) das riquezas do país. "Acredito que mudar os cinco primeiros estados no ranking do PIB é muito difícil porque a diferença para os colocados seguintes é muito grande”, disse o gerente de Contas Nacionais do IBGE, Frederico Cunha, sobre a estrutura do PIB nacional em 2010.

De acordo com dados divulgados hoje pelo IBGE, os estados com maior participação percentual no PIB do país são São Paulo (33,1%), Rio de Janeiro (10,8%), Minas Gerais (9,3%), Rio Grande do Sul (6,7%), Paraná (5,8%), Bahia (4,1%), Santa Catarina (4%) e Distrito Federal (4%).

Já os estados com menor participação se concentram no Norte e Nordeste. São eles, Rio Grande do Norte (0,9%), Paraíba (0,8%), Alagoas (0,7%), Sergipe (0,6%), Rondônia (0,6%), Piauí (0,6%), Tocantins (0,5%), Acre (0,2%), Amapá (0,2%) e, por fim, Roraima (0,2%).

Os nove estados restantes somam 16,9% do PIB, com participações que variam entre 2,6% e 1,2%.


FONTE.:
TPA Soluções em Internet