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terça-feira, 17 de junho de 2014

Projeto Cidadania e Sustentabilidade. Saberes da Comunidade no Contexto Escolar. Oficina 3: “Cores e Sabores do Povo Brasileiro”.

Saberes da Comunidade no Contexto Escolar.
Oficina 3: “Cores e Sabores do Povo Brasileiro”.

Palestra: “Hábitos alimentares e suas influências culturais, na saúde e na qualidade de vida” 

Parcerias ou convidados:

Nutricionista Vera Lúcia Bormio
Cozinheira (comunidade) Neusa Castorina de Almeida Freitas
Pessoas da comunidade ou alunos da EJA



Palestrante - Nutricionista Vera Lúcia Bormio
















Oficina 7- “Plantas Medicinais” - A importância das plantas medicinais em diferentes contextos e períodos históricos.
Exposição do jardim vertical aromático com o tema “ as plantas nossas velhas amigas” - entrega de folheto instrucional -coquetel de entrada.

Jardim Vertical



Folheto Instrucional



Coquetel 


Autora: Cristiane Reis, professora da EJA – Fase I 
Atividades das oficinas e fotos no blog da escola no link abaixo:

Projeto Cidadania e Sustentabilidade: Saberes da Comunidade no Contexto Escolar. Oficina 5: Escola Limpa, Exercendo a cidadania.


Saberes da Comunidade no Contexto Escolar.
Oficina 5: Escola Limpa, Exercendo a cidadania.
Objetivos: 

Valorizar a preservação do meio ambiente e o patrimônio público escolar
Possibilitar uma reflexão com os educandos sobre a importância da higiene pessoal, do ambiente familiar, e do ambiente escolar

Parcerias ou Convidados:

Professora do CEEBEJA Marisa Souza Plath Química/ Técnica Química
Colégio Santos Dumont com os professores Edson Plath (Diretor) e Juliano Delgado "laboratorista." ambos Químicos / Técnicos Químicos"



Parceiros
3ª etapa: mini curso de "Produtos de Limpeza" 
Lanche: sucos naturais(oficina 7) 
Tapioca (influências indígenas/oficina 3) 
Autora: Cristiane Reis, professora da EJA – Fase I 

Atividades das oficinas e fotos no blog da escola no link abaixo:

O CURRÍCULO DE ENSINO RELIGIOSO: OS CINCO EIXOS ORGANIZADORES DO CONTEÚDO DE ENSINO RELIGIOSO.


OS CINCO EIXOS ORGANIZADORES DO CONTEÚDO DE ENSINO RELIGIOSO 



1. Culturas e Tradições Religiosas. Trabalhar não só uma Religião, mas sim todas as religiões existentes na humanidade.

2. Teologias – Todas as Religiões tem a crença em um ser superior.

3.Textos Sagrados – Mencionar para os alunos que todas as religiões da humanidade tem o seu próprio livro Sagrado. Ex. O Budismo – Tripitake, O Islamismo – Alcorão, O Judaísmo A Tora, que é o nosso Antigo Testamento de Nossa Bíblia.

4. Ritos – Os ritos são as práticas celebrativas das Tradições Religiosas. Devemos respeitar o diferente.

5. Ethos – É uma palavra de origem grego que significa caráter. São os costumes e maneiras de viver e conviver das pessoas. 


DIRETRIZES CURRICULARES DA DISCIPLINA DE ENSINO RELIGIOSO



v CONTEÚDOS ESTRUTURANTES: (DCE- P.37)


1. Paisagem Religiosa - A paisagem religiosa pode ser constituída, predominantemente, por elementos naturais (astros; montanhas; florestas; rios; grutas, etc.) ou por elementos arquitetônicos (templos; cidades sagradas; monumentos, etc.) e está, essencialmente, carregada de um valor Sagrado.


· O que torna um lugar Sagrado é a identificação e o valor atribuído a ele, ou seja, onde ocorreram manifestações culturais religiosas. Assim, os Lugares Sagrados são simbolicamente onde o Sagrado se manifesta. Destacam-se:
¾ Lugares na natureza: rios, lagos, montanhas, grutas, cachoeiras, etc.;
¾ Lugares construídos: templos, cidades sagradas, cemitérios, etc

2. Universo Simbólico Religioso - à apreensão conceitual através da razão, pela qual concebe-se o Sagrado pelos seus predicados e reconhece-se a sua lógica simbólica. É entendido como sistema simbólico e projeção cultural.
A complexa realidade que configura o Universo Simbólico Religioso tem como chave de leitura as diferentes manifestações do Sagrado no coletivo, cujas significações se sustentam em determinados símbolos religiosos que têm como função resgatar e representar as experiências das manifestações religiosas.


3. Texto Sagrado - à tradição e à natureza do Sagrado enquanto fenômeno. Neste sentido é reconhecido através das Escrituras Sagradas, das Tradições Orais Sagradas e dos Mitos.

São ensinamentos Sagrados, transmitidos de forma oral ou escrita pelas diferentes culturas religiosas, como em cantos, narrativas, poemas, orações, pinturas rupestres, tatuagens, histórias da origem de cada povo contadas pelos mais velhos, escritas cuneiformes, hierógrifos egípcios, etc. Entre eles, destacam-se os textos grafados tal como o dos Vedas, o Velho e o Novo Testamento, o Torá, o Al Corão e também os textos Sagrados das tradições orais das culturas africana e indígena.
Os conteúdos Estruturantes não devem ser abordados isoladamente, pois são referências que se relacionam intensamente, contribuem para a compreensão do objeto de estudo e orientam a definição dos conteúdos básicos e específicos de cada série. A relação do objeto de estudo com os conteúdos estruturantes pode ser apresentada conforme o seguinte esquema:

v CONTEÚDOS BÁSICOS: (DCE- P.60-65)

1. Organizações Religiosas
· Os fundadores e/ou líderes religiosos;
· As estruturas hierárquicas.


Entre os exemplos de organizações religiosas mundiais e regionais e seus respectivos líderes estão: o budismo (Sidarta Gautama), o cristianismo (Cristo), confucionismo (Confúcio), o espiritismo (Allan Kardec), o taoísmo (Lao Tsé), etc.

2. Lugares Sagrados: O que torna um lugar Sagrado é a identificação e o valor atribuído a ele, ou seja, onde ocorreram manifestações culturais religiosas. Assim, os Lugares Sagrados são simbolicamente onde o Sagrado se manifesta.


• lugares na natureza: rios, lagos, montanhas, grutas, cachoeiras, etc.;
• lugares construídos: templos, cidades sagradas, cemitérios, etc.


3. Textos Sagrados orais ou escritos - São ensinamentos Sagrados, transmitidos de forma oral ou escrita pelas diferentes culturas religiosas, como em:

Cantos, narrativas, poemas, orações, pinturas rupestres, tatuagens, histórias da origem de cada povo contadas pelos mais velhos, escritas cuneiformes, hierógrifos egípcios, etc.
Entre eles, destacam-se os textos grafados tal como o dos Vedas, o Velho e o Novo Testamento, o Torá, o Al Corão e também os textos Sagrados das tradições orais das culturas africana e indígena

4. Símbolos Religiosos
· Os Símbolos Religiosos são linguagens que expressam sentidos, comunicam e exercem papel relevante para a vida imaginativa e para a constituição das diferentes religiões no mundo. Neste contexto, o símbolo é definido como qualquer coisa que veicule uma concepção;


· Pode ser uma palavra, um som, um gesto, um ritual, um sonho, uma obra de arte, uma notação matemática, cores, textos e outros que podem ser trabalhados conforme os seguintes aspectos: dos ritos; dos mitos; do cotidiano

5. Temporalidade Sagrada - Pode-se trabalhar a Temporalidade Sagrada apresentando nas aulas de Ensino Religioso o evento da criação nas diversas tradições religiosas. 

· Os calendários e seus tempos Sagrados (nascimento do líder religioso, passagem de ano, datas de rituais, festas, dias da semana, calendários religiosos).


· Entre os exemplos podemos citar o Natal (cristão), Kumba Mela (hinduísmo), Losar (passagem do ano tibetano) e outros.

6.Festas Religiosas - Festas Religiosas são os eventos organizados pelos diferentes grupos religiosos, com objetivo da reatualização de um acontecimento primordial: 


confraternização, rememoração dos símbolos, períodos ou datas importantes. Entre eles, destacam-se: Peregrinações; Festas familiares; Festas nos templos; Datas comemorativas.
Entre os exemplos a serem apontados, estão: Festa do Dente Sagrado (budista), Ramadã (islâmica), Kuarup (indígena), Festa de Iemanjá (afro-brasileira), Pessach (judaica), Natal (cristã).
7. Ritos - Os ritos são um dos itens responsáveis pela construção dos espaços sagrados. Dentre as celebrações dos rituais nem todos possuem a mesma função. Destacam-se:


• Os ritos de passagem;
• Os mortuários;
• Os propiciatórios, entre outros.

8. Vida e Morte - As religiões procuram dar explicações aos seus adeptos para a vida além da morte, as respostas elaboradas nas diversas tradições e manifestações religiosas e sua relação com o Sagrado podem ser trabalhadas sob as seguintes interpretações: o sentido da vida nas tradições e manifestações religiosas; a reencarnação: além da morte, ancestralidade, espíritos dos antepassados que se tornam presentes, e outras; ressurreição; apresentação da forma como cada cultura/organização religiosa encara a questão da morte e a maneira como lidam com o culto aos mortos, finados e dias especiais para tal relação.





v CONTEÚDOS ESPECÍFICOS:

CADERNO PEDAGÓGICO - O SAGRADO NO ENSINO RELIGIOSO



ORGANIZAÇÃO TEÓRICO-METODOLÓGICA

· UNIDADE I: RESPEITO À DIVERSIDADE RELIGIOSA
· UNIDADE II: LUGARES SAGRADOS
· UNIDADE III: TEXTOS ORAIS E ESCRITOS – SAGRADOS
· UNIDADE IV: ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS
· UNIDADE V: UNIVERSO SIMBÓLICO RELIGIOSO
· UNIDADE VI: RITOS
· UNIDADE VII: FESTAS RELIGIOSAS
· UNIDADE VIII: VIDA E MORTE

ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS: Este caderno apresenta sugestões para trabalhar com cada unidade dos Conteúdos Básicos e dos Conteúdos Específicos.


Projeto Cidadania e Sustentabilidade - Oficina as Cores e Sabores do Povo Brasileiro.

Projeto Cidadania e Sustentabilidade - Oficina as Cores e Sabores do Povo Brasileiro.







“Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino.” 
(Paulo Freire)

http://ensinareaprender-crisreis.blogspot.com.br/2014/05/projeto-cidadania-e-sustentabilidade.html

domingo, 15 de junho de 2014

As Copas do Brasil: de 1950 a 2014, o que mudou no país?

Confira algumas características do Brasil na época em que sediou seu primeiro Mundial e compare-as com as de hoje

Bandeira preparada, ingressos esgotados, hotéis com alta ocupação, declaração de feriado em dias de jogo do Brasil. Não se fala em outra coisa: entre 12 de junho e 13 de julho de 2014, o país receberá a vigésima edição da Copa do Mundo de futebol, contando com 32 seleções que jogarão 64 partidas em 12 sedes diferentes. Essa é a segunda vez que nosso país recebe o campeonato, visto que, em 1950, há 64 anos, aquarta edição também foi disputada em terras brasileiras, com apenas 13 seleções que se enfrentaram em 22 jogos, tendo seis cidades como sedes. Muito mudou no país entre um momento e outro da história: vamos fazer um balanço?


O presidente Eurico Gaspar Dutra recebe a medalha pan-americana em Nova York

Em 1950, o Brasil era governado por Eurico Gaspar Dutra, primeiro presidente após o período varguista. Vargas foi o responsável por organizar os preparativos para o Mundial. Foi um período de reabilitação dos países europeus após a Segunda Guerra Mundial e o início da Guerra Fria, quando o Brasil se aliou aos Estados Unidos por meio de laços políticos e econômicos. O Partido Comunista foi colocado na ilegalidade e o governo brasileiro rompeu suas relações diplomáticas com a União Soviética.

No plano econômico, o Brasil tornou-se um importante mercado consumidor para os produtos importados, principalmente dos Estados Unidos, o que levou ao crescimento da dívida externa, às quedas das reservas do país e à desaceleração da produção industrial. Quando os problemas econômicos se agravaram, o presidente criou o Plano Salte, que reorganizou o investimento público com saúde, alimentação, transporte e energia, bem como facilitou a importação de maquinário industrial e combustível, atingindo o crescimento anual por volta de 6%.



As alianças brasileiras com os países sul-americanos fortaleceram a economia nacional

Em 2014, o Brasil é governado por Dilma Rousseff, primeira mulher a governar o país. Seu governo consiste na atenção às camadas mais populares do país, com o desenvolvimento de medidas voltadas a diminuir os níveis de pobreza extrema e permitir mais acesso às condições básicas de sobrevivência. O Brasil, hoje, é um dos três países em desenvolvimento da América e mantém relações diplomáticas importantes, especialmente com seus vizinhos sul-americanos.

A economia nacional está entre as 10 maiores do mundo. As principais exportações são os gêneros agrícolas, os minérios e algumas linhas industriais específicas, enquanto as importações são principalmente de produtos industrializados e tecnologias, com maior valor agregado.


Às vésperas de seu início, a Copa de 2014 está com obras atrasadas. Os estádios foram entregues, mas os aeroportos e as obras de mobilidade deixaram muito a desejar. Em 1950, com apenas seis sedes, as arenas estavam prontas e foram necessários somente alguns ajustes para a realização do Mundial, o que levou o Brasil a ser escolhido por unanimidade.



O turista que chegar ao país terá de enfrentar alguns problemas em sua chegada, como a lotação nos aeroportos e a falta de transportes rápidos entre os estádios. A paixão pelo futebol, nossas belezas naturais e o amor pela camisa de sua seleção, no entanto, farão valer a pena a visita ao país. Vamos preparar nossa torcida?

http://clickeaprenda.uol.com.br/portal/mostrarConteudo.php?idPagina=34863

10 Motivos para colecionar as figurinhas da Copa (e completar o álbum!)

Por que completar um álbum de figurinhas pode ser interessante? Vejamos 10 razões que podem fazer você adquirir seu álbum em breve!

Nos meses anteriores ao início das Copas do Mundo, é possível encontrar grupos nas praças, em feiras, eventos esportivos e em comunidades na internet que se unem com um único objetivo: trocar as famosas figurinhas da Copa, com o objetivo de completá-los antes mesmo do Mundial começar.

Lançados na Copa de 1970 por uma empresa italiana, os álbuns de figurinhas conquistaram o Brasil num momento em que a televisão tomava o espaço do rádio nas transmissões esportivas – portanto, memorizar os rostos dos jogadores interessava às pessoas. Mas, será que guardar figurinhas é uma prática nova? Por que ela é interessante? Vamos listar dez motivos para que você perceba que os álbuns, muito mais do que os rostos dos jogadores, têm muita história para contar.
O álbum de uma Copa anterior se torna objeto da memória ao despertar sentimentos vividos no momento daquele Mundial, como a tristeza da perda da final para a França, em 1998

1. Os álbuns de figurinhas são uma importante fonte históricasobre a história do mundiais. A partir deles, é possível conhecer os escudos dos países convocados, a taça, o mascote, o uniforme de cada seleção e cada jogador. Ele contém informações importantes para que se reconstrua a história do campeonato em um momento futuro. Anos depois, em um outro Mundial, é possível comparar se os jogadores continuam na Seleção, se mudaram, se o uniforme é o mesmo, dentre outras questões.
2. Mais do que um objeto histórico, o álbum é um objeto damemória. Praticamente, só tocamos nos álbuns da Copa de 4 em 4 anos, quando fazemos alguma comparação entre o desse mundial e o do anterior. Ao entrar em contato novamente com o álbum antigo, é possível retomar as lembranças sobre a dificuldade de conseguir aquela figurinha difícil do Cristiano Ronaldo ou, ao ver o álbum de 1998, se recordar dos gols do Zidane na final contra o Brasil e sentir novamente a tristeza do pentacampeonato escapando pelos dedos numa final vergonhosa. 


O álbum tem uma figurinha de Robinho, ainda que ele não tenha sido convocado. Por quê?

3. Quando os álbuns completos são guardados, é possível traçar através deles uma linha do tempo dos principais jogadores de cada país. Cabe lembrar que o álbum é feito meses antes da convocação dos técnicos e, vez ou outra, inclui alguns nomes que são deixados de lado pelos técnicos (por terem sido lesionados ou por opção tática), porque são considerados grandes possibilidades de convocação. Em 2010, Beckham e Ronaldinho Gaúcho estavam no álbum da Copa da África do Sul, mas não foram convocados para o Mundial. O álbum desse ano, por sua vez, conta com a figura de Robinho, que não está na Seleção.

4. Ao considerarmos o álbum como uma publicação, podemos concebê-lo como uma fonte interessante para a história do designgráfico, visto que o desenho dos álbuns foi bastante modificado. Os primeiros álbuns eram a única ligação da criança com seus ídolos de futebol, tendo uma maior relação com a dimensão lúdica, diferentemente de hoje em dia. É um estudo interessante para a preservação da literatura histórica.


Os primeiros álbuns tinham figurinhas feitas de pequenas chapas de metal, como estas, de 1910, de beisebol

5. É importante vermos a diferença entre os álbuns. Inicialmente, os álbuns eram simples e sem detalhes. As figurinhas eram pequenaschapas de metal que deveriam ser coladas no papel, deixando o álbum muito pesado quando completo. Depois elas se tornaram figurinhas de papel, que deveriam ser coladas com cola branca, passando para as autocolantes até chegarmos às atuais, com os escudos cromados que brilham.

6. As figurinhas compõe um grande repertório para a história damoda. Os uniformes dos jogadores mudaram muito desde os anos 1970: antes, os shorts curtos e camisas justas eram feitas de algodão. Aos poucos, a indústria do esporte se desenvolveu, criando tecidos especiais e modificando muitos os uniformes. Além disso, os cortes de cabelo e barba dos jogadores indicam as tendências do momento: muitos homens com cabelos mais compridos na década de 1970 e muitos metrossexuais hoje.

7. Nesse sentido, os álbuns também são uma importante fonte para conhecermos as transformações do futebol. Se conferirmos os álbuns mais antigos, veremos que dificilmente um jogador competiu em três ou quatro Copas seguidas, o que já seria possível e muito frequente a partir do desenvolvimento da medicinaesportiva na década de 1990. Um exemplo é o jogador Ronaldo Fenômeno, que foi reserva na Copa de 1994, estrelou as Copas de 1998 e 2002 e 2006, tornando-se o maior artilheiro em Mundiais. 


Trocar figurinhas permite a socialização e a criação de novas amizades

8. Também podemos pensar nas diferentes apresentações do álbum ao longo do tempo. Inicialmente ele era um livreto simples, que circulava por poucos lugares. Na Copa de 2014, ele foi lançado em duas versões – um álbum comum e uma versão de luxo, mais cara, e circula por mais de 150 países, e em cada um deles as figurinhas possui um valor diferente. Ainda assim, o Brasil é o país com maior número de colecionadores.

9. Os álbuns são fontes particulares para a história da propagandaesportiva, pois somente as empresas mais importantes do período conseguem um espaço para colocar sua marca num veículo de tanta circulação, como é o caso.

10. Por fim, a troca de figurinhas e o desafio pela conquista das mais difíceis estimulam a socialização e o surgimento de novas amizades, pois é necessário o contato com novos grupos para que o álbum se complete. Eu já comecei a completar o meu álbum e você?

http://clickeaprenda.uol.com.br/portal/mostrarConteudo.php?idPagina=34747

Capitais do Brasil - As três capitais do Brasil.

Trabalhando com a linha do tempo

Você sabia que o Brasil já teve, ao longo de sua história, três diferentes capitais? Conheça aqui todas elas.

A primeira delas foi a cidade de Salvador, fundada no ano de 1549 pelo primeiro governador do Brasil, Tomé de Souza. Durante mais de 200 anos, a cidade de Salvador foi o centro político e também econômico do nosso país, a sede administrativa do Brasil. Todas as decisões políticas eram tomadas na belíssima capital baiana.
Rio de Janeiro

No ano de 1763, a capital do nosso país foi transferida de Salvador para a cidade do Rio de Janeiro. Vivíamos a época do governo do Marquês de Pombal que, inspirado por ideias iluministas, realizou uma série de reformas políticas em nosso país.

Procurando deixar a administração colonial portuguesa o mais perto possível da principal fonte de riquezas da época, a região mineradora de Minas Gerais, Pombal determinou que o Rio de Janeiro se tornasse a nova capital do Brasil.

Congresso Nacional - Brasília

Do Rio de Janeiro, nossa capital foi transferida, por fim, para a cidade de Brasília. Na verdade, demoraram mais dois séculos para que ocorresse essa nova mudança. No ano de 1960, depois de cinco anos de obras ininterruptas, ficava pronta a atual capital do Brasil.

O presidente Juscelino Kubitschek, buscando transferir a capital do Brasil para um local distante dos grandes centros de pressão popular, transformou o Centro-Oeste no principal palco de decisões políticas.

Com um belíssimo projeto do arquiteto Oscar Niemayer, Brasília é, hoje, a nossa capital.


Veja também :
http://clickeaprenda.uol.com.br/portal/mostrarConteudo.php?idPagina=27366
http://sosprofessor-atividades.blogspot.com.br/2012/11/capitais-do-brasil.html

HISTÓRIA - 8º e 9º ANO -- A Conquista do Império Asteca.

O fim do Império asteca deveu-se, em grande parte, à superioridade militar de seus inimigos. Os espanhóis possuíam arcabuzes, espadas e um animal desconhecido na América: o cavalo.

Quando Cortés desembarcou no México, seus soldados formavam parte de uma maquinaria bélica temível em toda Europa que havia sido forjada nas guerras de Granada, Itália e o norte da África. Cortés empreendeu a viagem de Vera Cruz a Tenochtitlan, capital do Império asteca. O acompanhavam 350 soldados, dos quais uns 40 arcabuzeiros e 20 arqueiros. Ademais contava com uns 150 índios cubanos como serventes e quase mil índios totonecas* na qualidade de auxiliares encarregados do transporte ose equipamentos, víveres, munições e material de artilharia. Os soldados estavam acostumados à ordens cerradas e ao severo regulamento imposto por seus chefes ao contrário dos astecas que no tinham disciplina, acudiam ao combate em massas de guerreiros que exibiam plumas e pinturas de guerra, e levavam armaduras de madeira, couro ou algodão, espadas de obsidiana*, maças, arcos, flechas e dardos; ainda não conheciam o ferro e seu armamento estava desenhado mais para ferir e capturar prisioneiros que para matar.

Após a vitória de Otumba, Hernán Cortés regressou a Tenochtitlán, e sitiou a cidade disposto a conquistá-la. Construiu uma frota de 13 embarcações e com esses barcos conseguiu romper as defesas astecas e pode atacar a cidade de qualquer ponto. Uma epidemia de varíola foi uma arma inesperada para ajudar aos espanhóis e a derrota foi aceita com fatalismo pelo imperador Montezuma, já que imaginaram que com a chegada dos espanhóis se cumpria o mito de Quetzalcóatl, que tinha prometido voltar do Oriente.

Notas:
* totonecas – civilização pré-colombiana que habitava o atual estado de Veracruz; sua história abarca do ano 300 até 1519 quando foi submetida pelos espanhóis.
* obsidiana – rocha vulcânica similar ao vidro, de cor escura ou negra. Uma de suas variedades é a pedra-pomes.

Revista Historia y Vida - -Dossier Aztecas. España: Mundo Revistas, s/f.
La conquista del Imperio Azteca

El fin del Imperio azteca se debió, en gran parte, a la superioridad militar de sus enemigos. Los españoles poseían arcabuces, espadas y un animal desconocido en América: el caballo.

Cuando Cortés desembarcó en México, sus soldados formaban parte de una maquinaria bélica temible en toda Europa que había sido forjada en las guerras de Granada, Italia y el norte de África. Cortés emprendió el viaje desde Veracruz a Tenochtitlan, capital del Imperio azteca, le acompañaban 350 soldados, de ellos unos 40 arcabuceros y 20 ballesteros. Además contaba con unos 150 indios cubanos como sirvientes y casi mil indios totonecas* en calidad de auxiliares encargados del transporte de equipajes, víveres, municiones y material artillero. Los soldados estaban acostumbrados al orden cerrado y al severo reglamento impuesto por sus jefes contrariamente a los aztecas que no tenían disciplina, acudían al combate en masas de guerreros que lucían plumas y pinturas de guerra, y llevaban armaduras de madera, cuero o algodón, espadas de obsidiana*, mazas, macanas, arcos flechas y dardos; aún no conocían el hierro y su armamento estaba diseñado más para herir y capturar prisioneros que para matar.

Tras la victoria de Otumba, Hernán Cortés regresó a Tenochtitlan, y puso sitio a la ciudad dispuesto a conquistarla. Construyó una flota de 13 bergantines y con esos barcos logró romper las defensas aztecas y pudo atacar la ciudad desde cualquier punto. Una epidemia de viruela fue un arma inesperada para ayudar a los españoles y la derrota fue aceptada con fatalismo por el imperador Moctezuma, ya que imaginaron que con la llegada de los españoles se cumplía el mito de Quetzalcóatl, que había prometido volver desde Oriente.

http://www.infoescola.com/historia/a-conquista-do-imperio-asteca/

Presidencialismo.


Os poderes Executivo e Legislativo mantêm uma relação muito estreita, pois suas áreas de atuação têm muitos pontos de interseção. Para tanto, existem sistemas de governo diferenciados. Os dois principais são o parlamentarismo e opresidencialismo.

Esse tipo de sistema de governo só é utilizado em república. Nele, o Presidente da República é chefe de estado e tambémchefe de governo, portanto tem plena responsabilidade política e muitas atribuições. O mesmo é eleito pelo povo de maneira direta ou indireta.

Tem mandato temporário, previsto na Constituição. O Presidente é pessoa jurídica de direito público externo, isto é, em relação a Países estrangeiros. É ainda o chefe da Administração pública, ou seja, pessoa jurídica de direito público interno, ou seja, em relação ao próprio país. Ele não depende da confiança do Poder Legislativo.

O poder executivo é exercido, nesse caso, pelo Presidente da República, auxiliado pelos ministros de estado que são escolhidos pelo próprio presidente. Esse tipo de sistema é adotado, por exemplo, no Brasil, nos EUA e no México.

Podemos destacar, ainda, no sistema presidencialista, características como:
Os ministros de Estado são escolhidos pelo presidente, e não tem tantas responsabilidades ou tanta autonomia como teriam em um sistema parlamentarista, eles cumprem apenas o papel de auxiliares do Presidente da República, o qual tem a liberdade de nomeá-los e de exonerá-los a qualquer tempo, dependendo de sua própria decisão. Apesar disso, cada ministro atua como se fosse um chefe de um grande departamento administrativo, tendo assim, grandes responsabilidades no bom andamento da administração do País.
O plano de governo é apresentado pelo presidente durante a campanha eleitoral ao povo, e a concretização desse plano depende única e exclusivamente da decisão e administração do Presidente da República, o qual opta por executá-lo ou não, sem ter que dar qualquer satisfação a qualquer outro poder, exceto a prestação de contas financeiras ou orçamentárias.
O poder legislativo não constitui verdadeiramente um parlamento, já que seus membros são eleitos pelo povo e tem mandato temporário, fixado antes mesmo de assumirem seus cargos. É constituído, no caso do Brasil, pelo Congresso Nacional, pelas Assembléias Legislativas, pela Câmara Distrital e pelas Câmaras de Vereadores.

Os poderes são separados, Legislativo, Executivo e Judiciário, cada um tem suas atribuições e suas relações são mais rígidas. Apesar da independência eles devem funcionar em harmonia e um deve contribuir para o funcionamento do outro.




Veja também :
http://sosprofessor-atividades.blogspot.com.br/2012/11/presidencialismo.html
http://www.infoescola.com/formas-de-governo/presidencialismo/