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PENSE NISSO:

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domingo, 12 de abril de 2015

40 ATIVIDADES DE ALFABETIZAÇÃO DIVERTIDA

40 ATIVIDADES DE ALFABETIZAÇÃO DIVERTIDA
Alfabetizando e divertindo
Atividades de alfabetização divertida






http://www.atividadesedesenhos.com/

3 maravilhas que a cafeína faz pelo seu corpo

Muito se diz sobre a cafeína fazer mal para a saúde e estar associada a problemas no estômago, insônia e enxaquecas. Mas o que nem todo mundo sabe é que a substância traz muitos benefícios para o organismo, como o aumento do desempenho e da energia do cérebro, segundo o diretor industrial da Baggio Café, Clodoaldo Iglezia.

Conheça três benefícios da cafeína que você provavelmente não conhece e que farão bem para o seu corpo:

Melhora a memória 
Por sua contribuição em deixar as pessoas alertas, o café auxilia na associação de ideias e acelera reações a estímulos sensoriais, segundo o especialista. Uma pesquisa da Universidade Johns Hopkins indicou que as pessoas que ingeriram a substância foram capazes de identificar de forma correta algumas imagens “semelhantes”, sobressaindo-se aos que não consumiram o café.

Protege o fígado
A substância de maneira positiva na prevenção de doenças hepáticas. Se consumida diariamente, pode prevenir o desenvolvimento da forma mais comum de câncer no fígado, de acordo com um estudo realizado pela Universidade do Sul da Califórnia.

Reduz o risco de depressão 
A cafeína age como um antidepressivo porque aumenta a produção de neurotransmissores no cérebro, como serotonina, dopamina e noradrenalina. O café reduziria em cerca de 50% o risco de suicídio entre homens e mulheres, segundo uma pesquisa da universidade de Harvard.

Fonte: iTodas

5 hábitos alimentares que estão detonando sua saúde e dieta

Alguns hábitos errados na hora de comer – que você acaba repetindo diariamente até mesmo sem perceber – podem estar prejudicando sua saúde e resultando naqueles quilinhos extras. Confira cinco atitudes durante as refeição que você precisa abandonar hoje mesmo para ter uma alimentação mais saudável.

1- Comer da embalagem 
Boa parte das guloseimas não precisa ser abolida totalmente do cardápio, mesmo durante a dieta, mas precisam ser consumidas com moderação. Por isso, o hábito de comer diretamente da embalagem é ruim para a saúde: você acaba não percebe

2- Não soltar os talheres durante a refeição
O cérebro necessita de cerca de 20 minutos após o início da refeição para processar a sensação de saciedade. Por isso, mastigar rapidamente – com uma garfada atrás da outra – pode acabar te fazendo comer muito mais do que deveria. Durante a refeição, procure desacelerar o ritmo e descanse os talheres entre um pedaço e outro de comida.

3- Comer em frente ao computador ou televisão
Com a rotina corrida, provavelmente você já fez alguma refeição em frente ao computador ou à televisão. No entanto, essa prática distrai sua atenção da comida e pode fazer com que você consuma até 50% mais do que se estivesse concentrada na refeição.

4- Raspar o prato
É comum que as crianças sejam educadas, desde pequenas, a rasparem o prato durante a refeição. No entanto, esse hábito isso pode ser prejudicial por nem sempre estar adequado à quantidade comida que você realmente precisa. O melhor é comer até sentir-se satisfeita e, para não desperdiçar, diminuir a quantidade de comida no prato (se necessário, é só repetir).

5- Exagerar nos alimentos diet
É comum que os alimentos diet façam parte do cardápio de quem está de dieta ou quer reduzir o consumo de açúcar. Entretanto, esse tipo de alimento costuma ser muito mais calórico e gorduroso do que as versões normais, por isso, é importante não exagerar nos dietéticos na busca por um cardápio mais saudável.

Fonte: iTodas

Nove motivos para você se preocupar com a nova lei da terceirização


O número de trabalhadores terceirizados deve aumentar caso o Congresso aprove o projeto 4.303/2004. A nova legislação abre as portas para que as empresas possam terceirizar todas as suas atividades . Hoje, somente o que é não faz parte da atividade-fim pode ser delegado a outras empresas, como por exemplo a limpeza, a segurança e a manutenção de máquinas. Entidades de trabalhadores, auditores fiscais do trabalho, procuradores do trabalho e juízes trabalhistas acreditam que o projeto é nocivo aos trabalhadores e à sociedade. O texto é de Piero Locatelli, para a Repórter Brasil:

Descubra por que você deve se preocupar com a mudança.

1) Salários e benefícios devem ser cortados
O salário de trabalhadores terceirizados é 24% menor do que o dos empregados formais, segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). No setor bancário, a diferença é ainda maior: eles ganham em média um terço do salário dos contratados. Segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo, eles não têm participação nos lucros, auxílio-creche e jornada de seis horas.

2) Número de empregos pode cair
Terceirizados trabalham, em média, três horas a mais por semana do que contratados diretamente. Com mais gente fazendo jornadas maiores, deve cair o número de vagas em todos os setores. Se o processo fosse inverso e os terceirizados passassem a trabalhar o mesmo número de horas que os contratados, seriam criadas 882.959 novas vagas, segundo o Dieese.

3) Risco de acidente vai aumentar
Os terceirizados são os empregados que mais sofrem acidentes. Na Petrobras, mais de 80% dos mortos em serviço entre 1995 e 2013 eram subcontratados. A segurança é prejudicada porque companhias de menor porte não têm as mesmas condições tecnológicas e econômicas. Além disso, elas recebem menos cobrança para manter um padrão equivalente ao seu porte.

4) Preconceito no trabalho pode crescer
A maior ocorrência de denúncias de discriminação está em setores onde há mais terceirizados, como os de limpeza e vigilância, segundo relatório da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Com refeitórios, vestiários e uniformes que os diferenciam, incentiva-se a percepção discriminatória de que são trabalhadores de “segunda classe”.

5) Negociação com patrão ficará mais difícil
Terceirizados que trabalham em um mesmo local têm patrões diferentes e são representados por sindicatos de setores distintos. Essa divisão afeta a capacidade deles pressionarem por benefícios. Isolados, terão mais dificuldades de negociar de forma conjunta ou de fazer ações como greves.

6) Casos de trabalho escravo podem se multiplicar
O uso de empresas terceirizadas é um artifício para tentar fugir das responsabilidades trabalhistas. Entre 2010 e 2014, cerca de 90% dos trabalhadores resgatados nos dez maiores flagrantes de trabalho escravo contemporâneo eram terceirizados, conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Casos como esses já acontecem em setores como mineração, confecções e manutenção elétrica.

7) Maus empregadores sairão impunes
Com a nova lei, ficará mais difícil responsabilizar empregadores que desrespeitam os direitos trabalhistas porque a relação entre a empresa principal e o funcionário terceirizado fica mais distante e difícil de ser comprovada. Em dezembro do último ano, o Tribunal Superior do Trabalho tinha 15.082 processos sobre terceirização na fila para serem julgados e a perspectiva dos juízes é que esse número aumente. Isso porque é mais difícil provar a responsabilidade dos empregadores sobre lesões a terceirizados.

8) Haverá mais facilidades para a corrupção
Casos de corrupção como o do bicheiro Carlos Cachoeira e do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda envolviam a terceirização de serviços públicos. Em diversos casos menores, contratos fraudulentos de terceirização também foram usados para desviar dinheiro do Estado. Para o procurador do trabalho Rafael Gomes, a nova lei libera a corrupção nas terceirizações do setor público. A saúde e a educação pública perdem dinheiro com isso.

9) Estado terá menos arrecadação e mais gasto
Empresas menores pagam menos impostos. Como o trabalho terceirizado transfere funcionários para empresas menores, isso diminuiria a arrecadação do Estado. Ao mesmo tempo, a ampliação da terceirização deve provocar uma sobrecarga adicional ao SUS (Sistema Único de Saúde) e ao INSS. Segundo ministros do TST, isso acontece porque os trabalhadores terceirizados são vítimas de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais com maior frequência, o que gera gastos ao setor público.

Fontes: Relatórios e pareceres da Procuradoria Geral da República (PGR), da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e de juízes do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Entrevistas com o auditor-fiscal Renato Bignami e o procurador do trabalho Rafael Gomes.

Fonte: UOL

O passo a passo para fazer um concurso público pela 1ª vez

Você nunca prestou um concurso público, mas pretende fazer isso em breve? É bom tomar cuidado para não cometer erros de principiante.

O alerta é de Nestor Távora, coordenador do curso preparatório LFG. De acordo com ele, o pecado mais comum dos “marinheiros de primeira viagem” é não dar atenção suficiente ao edital do concurso.

Ele compara o documento ao contrato de um cartão de crédito. “É um texto aparentemente burocrático, árido, que pouca gente lê, mas que faz muita diferença”, afirma.

O edital merece toda a atenção, segundo ele, porque traz datas, requisitos para a candidatura, detalhes sobre o conteúdo da prova, entre outras informações preciosas para o sucesso do concurseiro.

O descaso com a leitura do documento, muitas vezes, é consequência da pressa - a grande inimiga dos iniciantes, na opinião de Fernando Bentes, diretor do site Questões de Concursos.

“O candidato é guiado pelo impulso: compra qualquer livro, se matricula em qualquer curso e, com isso, perde tempo e dinheiro”, diz ele.

Para Sérgio Camargo, advogado especialista em concursos, os novatos também estão particularmente propensos à falta de foco.

“Muitas pessoas dão tiros para todos os lados, sem compromisso, e muitas vezes desistem quando não encontram o resultado fácil esperado”, explica.

Quer evitar frustrações? Veja a seguir um passo a passo para aterrissar com segurança no mundo dos concursos, segundo os três especialistas ouvidos porEXAME.com:

1. Escolha uma carreira 
Segundo Távora, o candidato pode basear sua opção em dois critérios: seu interesse pela instituição empregadora ou sua afinidade com o cargo. Alguns podem buscar uma carreira qualquer no INSS, enquanto outros podem mirar diversos concursos para promotor, por exemplo.

O importante é que o concurseiro não perca tempo prestando provas que nada têm a ver com ele. “A escolha da carreira deve levar em conta seus objetivos, sejam eles recompensa salarial, satisfação profissional ou modo de vida”, afirma Bentes.

2. Estude o edital e os exames anteriores
Definido o alvo, é hora de buscar o maior número possível de referências a respeito dele. A dica de Távora é usar a internet para recuperar provas antigas. “É uma forma de compensar a sua inexperiência com concursos”, explica o coordenador da LFG.

Também é essencial analisar em profundidade os detalhes do último edital. O objetivo é reunir o maior número possível de informações para o próximo passo: a sua preparação para o exame.

3. Defina uma estratégia de estudos
Consciente do número de disciplinas a estudar - e, principalmente, do peso de cada uma para o resultado - você precisa definir sua rotina até o dia da prova.

Quantas horas semanais serão necessárias para a preparação? Quais são os melhores livros de cada disciplina? Para chegar a essas respostas, o candidato pode conversar com outros estudantes e professores, além de consultar fóruns e ferramentas especializadas na internet. Bentes também aconselha que o principiante investigue as técnicas de estudo dos aprovados.

4. Considere a ideia de fazer um curso preparatório
Muitos candidatos têm ótimos resultados estudando sozinhos, mas também é possível fazer aulas com professores especializados em concursos. Se sua a opção for a segunda, impõe-se outra escolha: fazer um curso pela internet ou numa escola física?

Segundo Bentes, há prós e contras nas duas alternativas. Aulas online são mais convenientes e baratas, mas abrem menos espaço para tirar dúvidas. Já as aulas presenciais costumam mais caras, ao mesmo tempo em que garantem um acompanhamento mais próximo de cada aluno.

Fonte: Exame.com

Homem injeta silicone, fica com pênis de 4 kg e não tem mais ereção

Micha Stunz é um alemão de 45 anos e tem um pênis de 23 cm de comprimento, 9 cm de largura, que pesa 4,3 kg, segundo ele. Tudo isso graças às injeções de silicone que fez por não se sentir satisfeito com o tamanho do seu órgão sexual. As informações são da versão online do jornal britânico "Daily Mail".

Stunz vive em Berlim e disse em entrevista ao "Vice" que fez tudo isso com o objetivo de se sentir melhor. Curiosamente, os implantes não dão nenhum prazer físico e o sexo tornou-se muito mais difícil para ele --embora não seja impossível.

O alemão não pode ter uma ereção normal e qualquer aumento por excitação não é visível devido ao silicone. Apesar disso, ele afirma que ter o pênis desse tamanho o deixou mais criativo no quarto. 

"Há outras coisas que você pode fazer com ele. É preciso apenas estar disposto e se livrar das coisas pré-estabelecidas sobre o sexo", declarou ao "Vice".

Hoje ele tem dificuldades para comprar calças e cuecas que sirvam. Além disso, precisa urinar sentado porque, claro, atrai muito olhares quando fica em pé nos mictórios.

O interesse de Stunz pelas modificações começou quando ele tinha 20 anos e ganhou uma bomba peniana. "Me senti muito bem depois que a usei pela primeira vez. Tive a sensação de que nasci com um corpo, mas que poderia mudá-lo", contou. 

No entanto, de acordo com o urologista Aref el Seweife, também alemão, a ampliação de pênis pode causar infecções e levar a amputação do órgão. 

Fonte: UOL

Dilma defende ajuste ao dizer que governo esgotou medidas contra crise

A presidente Dilma Rousseff defendeu o ajuste fiscal nesta sexta-feira (10), no Foro Empresarial das Américas, dentro da agenda de viagem à Cúpula das Américas, no Panamá. Segundo a presidente, seu governo esgotou as possibilidades para conter as quedas no emprego e na renda antes de propor as atuais medidas contra a crise econômica.

"Estamos fazendo no Brasil um grande esforço de ajuste fiscal. Porque adotamos medidas anticíclicas nestes últimos anos para evitar que houvesse uma queda muito forte tanto no emprego como na renda. Nós esgotamos a nossa capacidade dessas medidas, e agora temos que fazer todo um reequilíbrio para poder continuar crescendo", afirmou Dilma.

"Mas sem dúvida sabemos que isso passa por continuar fazendo tanto programas na área social, como na área de infraestrurura, e sobretudo eu queria deixar claro aqui o nosso compromisso com a integração regional", disse a presidente.

Também no encontro, Dilma manifestou-se a favor da assinatura de um acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia e disse que o Brasil está pronto para selar este compromisso.

Ao lado dos presidentes do México, Enrique Peña Nieto; dos Estados Unidos, Barack Obama; e do Panamá, Juan Carlos Varela Rodrigues, Dilma defendeu uma maior abertura comercial na região, assim como dos investimentos interregionais.

Na terça-feira (7), o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse que o governo trabalha para chegar a um pacto com o Congresso em relação ao ajuste fiscal.

Ele reiterou que o acordo fechado entre a presidente Dilma Rousseff e os líderes dos partidos aliados permitirá a aprovação das propostas que reduzem desonerações e diminuem gastos com benefícios trabalhistas e previdenciários.

Levy tem liderado as negociações no Congresso Nacional para aprovar as medidas fiscais, argumentando que se o país não conseguir fazer o ajuste fiscal poderá perder o grau de investimento pelas agências de classificação de risco.

Fonte: UOL

Após polêmica, Ed Motta pede desculpas e diz que pessoa pública não é Deus

Um dia após provocar polêmica nas redes sociais, Ed Motta voltou atrás e publicou na tarde desta sexta-feira (10) um pedido de desculpas aos fãs através do perfil oficial no Facebook. O cantor havia criticado o brasileiro "simplório" que frequenta a seus shows fora do país."Ninguém erra? Sim todo mundo erra, e em diferentes escalas, a pessoa pública não é Deus, está no mundo para errar assim como todos", escreveu o músico.

"Não estou me vitimizando, estou me abrindo com vocês, porque assim como não tenho medo de me expor escrevendo m*, não me amedronto por minhas fraquezas que não são poucas. Depois que se erra, existe um preço a pagar e eu sou completamente ciente disso", continuou. "Escrevi de forma raivosa e equivocada sobre algo que realmente atrapalha meus shows no exterior, quando se está no palco que é algo frágil emocionalmente, a sensação é de desespero quando ocorre um equívoco", completou.

O cantor finalizou a retratação pedindo "desculpas a todos que se sentiram ofendidos com minhas frustrações". "Peço a Deus que eu não repita algo do gênero", disse ele.


Antes dele, Edna Lopes, mulher de Motta há 25 anos, também se manifestou sobre a polêmica envolvendo o marido. "As pessoas estão me perguntando como consigo conviver com opiniões tão diferentes das que prego por aqui, dadas pelo Ed Motta ontem... Só mesmo quem não o conhece para ter esse tipo de questão. Justa, claro. No entanto quem já esteve com ele sabe que é uma pessoa doce, amável, um brincalhão. Atento ao bem estar dos que o cercam", disse ela.

"Quem o conhece, fica chocado e tenta defendê-lo por saber que algo de errado está acontecendo. Enquanto isso, muitos que o massacram estão no FB postando frases bonitas mas vivendo no esquema 'não adianta fazer yoga e não cumprimentar o porteiro'. E eu digo mais: conheço muito militante de esquerda com essa atitude também. Pessoas que dizem uma coisa e fazem outra. Infelizmente o Ed cai no oposto dessa conduta: - Não adianta ser uma pessoa cem por cento com o próximo e atirar pedra nos que estão à distância. Erra ao se colocar como vilão, coisa que está longe de ser na realidade", finalizou.

Entenda a confusão
Na postagem publicada em seu perfil no Facebook --e que provocou a reação imediata de internautas--, Ed Motta afirmou que as pessoas que costumam vê-lo ao vivo no exterior são uma "turma mais simplória", que não acompanha sua carreira e que é fã de ritmos populares.

O músico disse ainda que não falará nem cantará em português nas apresentações. Pedir seu primeiro sucesso, "Manuel", então, nem pensar. "O mundo inteiro fala inglês, não é possível que o imigrante brasileiro não saiba um básico de inglês. A divulgação da gravadora, dos promotores é maciça no mundo Europeu, e não na comunidade brasileira."

No fim, Motta deu um recado para quem planeja vê-lo e é apenas um ouvinte, digamos, mais "ocasional". "Não gaste seu dinheiro e nem a paciência alheia atrapalhando um trabalho que é realizado com seriedade cirúrgica. Esse não é um show para matar a saudade do Brasil. É um show internacional. Que desagradável ter que toda vez dar explicações, e ter que escrever esse texto infame."

As declarações fortes repercutiram nas redes sociais. Ele chegou a discutir com vários seguidores no Facebook. "Realmente, ser popular no Brasil é para poucos", escreveu um internauta. "Pra poucos idiotas", retrucou o cantor.

No início da tarde, o assunto "Ed Motta" foi parar nos trending topics do Twitter, com o cantor sendo alvo de várias críticas.

Fonte: UOL

F-1: Inabalável, Hamilton reitera supremacia e é pole no GP da China. Brasileiros largam no Top 10‏

Lewis Hamilton continua inexpugnável em sua jornada neste fim de semana em Xangai. Dono do retrospecto mais positivo da história do GP da China, com três vitórias, o bicampeão mundial de F1 deu mais uma amostra de sua superioridade e cravou, neste sábado (11) a pole-position para a terceira etapa da temporada 2015. De forma absolutamente dominante, o britânico não teve a menor dificuldade para registrar a volta mais rápida do treino classificatório e colocar a Mercedes novamente na posição de honra do grid. Muito acima do nível de performance do companheiro de equipe, Nico Rosberg, Lewis anotou 1min35s782, apenas 0s042 de frente para o alemão, e cravou a 41ª pole da sua carreira, a quinta apenas em Xangai.

Pela primeira vez em sua curta carreira, Felipe Nasr conseguiu garantir um lugar entre os dez mais rápidos do grid. Na fase final da sessão, o jovem piloto da Sauber — que também colocou Marcus Ericsson no top-10 — obteve o nono melhor tempo. Com a Williams — terceira força do fim de semana na China —, Felipe Massa avançou ao Q3 com facilidade e garantiu o quarto lugar no grid, sendo destronado no fim da sessão por Sebastian Vettel, terceiro. Foi a primeira vez desde o GP da Hungria de 2012 que dois brasileiros se classificaram para a fase final de um treino classificatório.

A McLaren, por sua vez, vive um calvário que parece não ter fim. Na última sexta-feira, Fernando Alonso chegou a dizer que o Q2 seria uma meta realista para o time, mas não foi o que se viu na sessão classificatória. O bicampeão do mundo terminou apenas em 18º, ficando retido na primeira fase da tomada de tempos, assim como Jenson Button, em 17º. A laureada dupla de Woking terminou à frente apenas dos dois carros da Manor Marussia, de Will Stevens e Roberto Merhi, que fecha o grid em Xangai.

Confira como foi a classificação para o GP da China de F1:


Os compatriotas Roberto Merhi e Fernando Alonso foram os primeiros a deixar os pits assim que a luz verde sinalizou o início da primeira parte da classificação em Xangai neste sábado (11). O espanhol mais experiente, que perdeu o TL3 por conta de uma falha do motor, tratou logo de sair para as primeiras verificações. Apesar do contratempo, a McLaren não precisou alterar a unidade de força no carro do bicampeão. Lewis Hamilton rapidamente se juntou aos dois e foi seguido pelas duas Ferrari. Desses aí, apenas Merhi saiu com os pneus macios.

Não demorou nada, e outros já deram início aos trabalhos, como Felipe Nasr, que também optou pelos compostos de cor laranja. Valtteri Bottas veio na sequência, seguido pelas duas Toro Rosso e Felipe Massa. Massa e Bottas, entretanto, voltaram rapidamente para as garagens e não registraram tempos nos primeiros minutos.

E quem abriu o cronômetro de verdade mesmo foi Kimi Räikkönen. O finlandês começou o Q3 em 1min40s817. Logo depois, entretanto, Vettel já passou em 1min39s912. Mas também foi logo superado por Hamilton, que já chutou o balde com 1min38s285.

Aí Nico Rosberg saiu também. O alemão veio com os médios e já entrou na casa de 1min38s, mas 0s4 atrás do companheiro de Mercedes. A ordem, então, era: Hamilton (1min38s285), Rosberg, Nico Hulkenberg, Nasr, sergio Pérez, Vettel, Jenson Button, Räikkönen, Alonso e Verstappen, Carlos Sainz, Pastor Maldonado, Romain Grosjean, Daniel Ricciardo, Will Stevens e Merhi. Com exceção dos dois ponteiros e da Ferrari, todo mundo já havia registrado tempo com os pneus macios.

Os mesmo compostos foram usados na sequência pelos dois carros da Williams, que decidiram por uma saída tardia dos boxes. E Bottas foi logo à frente, para superar o então líder Hamilton. O nórdico virou 1min38s014. Massa se colocou em quinto.

A Ferrari também optou pelos macios nos minutos finais. Primeiro, Kimi cravou 1min37s790 e passou a liderar, mas não ficou por lá tempo suficiente. Logo, Vettel passou 0s288 mais rápido para saltar para frente. Bottas ainda se segurava em terceiro. Grosjean ainda apareceu em quarto nos instantes finais, também fazendo valer os compostos mais macios.

Hamilton, por sua vez, não precisou sair de novo. Com a volta feita ainda com os pneus médios, Hamilton ainda se garantiu em quinto. Max Verstappen se colocou em sexto, à frente de Massa, Rosberg, Nasr e Ricciardo. Maldonado, Sainz, Pérez, Ericsson e Kvyat ainda se classificaram nos instantes finais.

A McLaren, por sua vez, não teve como chegar ao Q2 novamente. Apesar dos esforços, o inglês e o espanhol tiveram de se contentar com a 16ª e a 17ª colocações, respectivamente. Hülkenberg, Merhi e Stevens completaram as posições finais.

A fase intermediária da classificação começou com Marcus Ericsson sendo o primeiro a ir à pista. O sueco da Sauber já saiu calçado com os pneus de risca laranja. E a volta veio em 1min39s240. Valtteri Bottas, Felipe Massa, Felipe Nasr e os dois carros da Mercedes também vieram na sequência, todos com os pneus macios.

O finlandês da Williams logo superou a Sauber com 1min38s475. Nasr, por sua vez, andou na casa de 1min39s. Mas aí Hamilton acabou com a festa ao cravar 1min36s423 - mesmo sem qualquer informação de telemetria. Rosberg passou 0s3 atrás do colega. E a tabela continuava mudando, menos nas duas primeiras posições.

Romain Grosjean surpreendeu ao virar 1min38s097 e se colocar em terceiro. Daniel Ricciardo apareceu logo atrás, seguido por Pastor Maldonado, comprovando o bom desempenho da Lotus. Max Verstappen, Bottas, Carlos Sainz, Massa e Ericsson completavam a lista dos dez. Nasr era apenas o 11º.

A Ferrari finalmente veio com cinco minutos para o fim do Q2. E Kimi Räikkönen se colocou em terceiro, com 1min37s109, 0s6 acima de Lewis. Sebastian Vettel surgiu na sequência e já entrou na casa de 1min36s, ficando a 0s5 da Mercedes, deixando claro que pode ameaçar mesmo os prateados.

Com Mercedes e Ferrari asseguradas nas quatro primeiras colocações, os minutos finais viram uma briga intensa pelos lugares restantes no Q3. Nasr saiu de 12º para sexto, enquanto Massa também saiu de 13º para um ótimo quinto posto, ficando a 0s2 de Kimi.

Bottas ainda saltou para sexto, superando Ricciardo, Nasr e Grosjean. Ericsson fechou os classificados para a disputa da pole. Maldonado, Kvyat, Verstappen, Sainz e Pérez acabaram de fora.

A Williams, com Valtteri Bottas, deu início à parte decisiva da classificação. Devidamente calçado com os pneus amarelos, o finlandês veio em uma pilotagem agressiva para assinalar 1min37s903. Romain Grosjean já se colocou em segundo, com 1min39s782. 

Mas aí Lewis Hamilton destroçou com 1min35s782 — o melhor tempo do fim de semana e o primeiro na casa de 1min35s.

Felipe Massa se colocou em terceiro, ainda andando em 1min37s365, mas 0s4 à frente de Sebastian Vettel e Bottas. Kimi Räikkönen, Daniel Ricciardo e Grosjean completavam a primeira lista do Q3.

A parte final do Q2 novamente teve Bottas abrindo os trabalhos, seguido por Hamilton, Massa e os dois carros da Ferrari. Embora não tenham conseguido melhorar sua marca anterior, ewis continuou virando na casa de 1min35s, assegurando assim a pole – ninguém, na verdade, tinha muita dúvida sobre quem sairia na frente.

Nico Rosberg fez o que se esperava dele e apenas colocou a outra Mercedes na segunda posição. O terceiro posto viu três candidatos fortes, mas acabou mesmo na mão de Vettel, que superou Massa nos instantes finais em só 0s043. O brasileiro sai em quarto. Bottas será o quinto do grid, à frente de Räikkönen, Ricciardo, Grosjean, Nasr e Ericsson.

A largada do GP da China está marcada para as 3h (de Brasília).

Fonte: Grande P

Facebook fecha parceria com Brasil para ampliar conexão gratuita no país

O Facebook e o governo do Brasil anunciaram uma parceria nesta sexta-feira (10) para ampliar o acesso gratuito à internet em áreas remotas do país e para populações de baixa renda. O anúncio foi feito pela presidente Dilma Rousseff e pelo diretor-executivo da rede social, Mark Zuckerberg, após uma reunião paralela à Cúpula das Américas, realizada no Panamá.

No acordo firmado, a gigante da internet entrará com a infraestrutura física, enquanto que o governo, com o conteúdo. A proposta faz parte do projeto Internet.org, uma iniciativa do Facebook em conjunto com os fornecedores de internet locais para permitir que usuários de qualquer smartphone possam acessar gratuitamente serviços básicos.

De acordo com a presidente, saúde e educação serão as áreas prioritárias. "A partir de agora, vamos começar a desenvolver estudos em comum, até desenhar um projeto comum com o objetivo da inclusão digital", disse a presidente em uma declaração à imprensa com Zuckerberg logo depois do encontro. "Isso vai permitir ampliar o acesso à educação, à saúde, à cultura e tecnologia", completou.

O Facebook já tem um projeto piloto em Heliópolis, São Paulo, que será utilizado como ponto de partida para uma ação mais ampla que será anunciada oficialmente em junho. A ideia é que seja atendida futuramente áreas remotas do país, mas o acesso deve ser limitado a alguns conteúdos, possivelmente de cunho social.

"Estamos muito felizes com essa parceria. A conectividade tem sido um foco importante do nosso projeto Internet.org. A internet é uma peça muito importante de infraestrutura para as pessoas no mundo moderno", disse Zuckerberg.

Atualmente, o Internet.org, lançado em 2013, já está disponível em ao menos oito países: Zâmbia, Tanzânia, Quênia, Gana, Colômbia, Índia, Guatemala e Panamá. Em entrevista à agência AFP, o vice-presidente global de crescimento do Facebook, Javier Oliván, disse que a empresa busca aumentar sua presença na América Latina, onde 53% da população não está online.

"Estamos na cúpula para nos unir ao diálogo na região sobre como levar conectividade a mais da metade da população latino-americana e mostrar que com as pessoas online podemos fomentar o desenvolvimento", explicou Oliván.

Além do encontro com Dilma, Zuckerberg também deve conversar com outros governantes latino-americanos. A previsão é que ele se se reúna com o mexicano Enrique Peña Nieto e com a argentina Cristina Kirchner para discutir o lançamento da iniciativa nesses países.

Fonte: UOL (Com Estadão Conteúdo)

Dilma quer lançar 'banda larga para todos' com velocidade de 25Mbps

Em meio a um ajuste fiscal, o Ministério das Comunicações prepara um projeto para levar internet com velocidade de 25 Mbps a 98% dos domicílios até 2018, usando recursos de um fundo setorial que hoje ajuda o governo a fazer caixa para pagar os juros de sua dívida.

Batizado de Banda Larga para Todos, o plano é uma promessa de campanha da presidente Dilma Rousseff, que pretende universalizar a internet e elevar a velocidade das conexões a patamares de nações de ponta, como a Coreia do Sul, onde a internet é de 25 Mbps. No Brasil, essa média é de 2,9 Mbps, segundo a consultoria Akamai.

A Folha apurou que, para se tornar realidade, o governo estuda fazer parcerias público-privadas com as operadoras ainda no primeiro semestre deste ano. O investimento seria de R$ 50 bilhões. O governo entraria com R$ 15 bilhões, e as teles, com a diferença (R$ 35 bilhões).

Os recursos públicos sairiam do Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações), que hoje conta com R$ 47 bilhões em caixa e ajuda pagar as contas da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e os outros fundos setoriais.

Para receber esse dinheiro, as teles teriam de participar de uma concorrência conhecida como leilão reverso (porque recebem dinheiro em vez de gastar –como ocorreu no leilão do 4G).

Ainda segundo apurou a reportagem, não há detalhes dos critérios para esse leilão. Esses R$ 15 bilhões do Fistel seriam usados inicialmente pelas teles, que fariam investimentos próprios numa segunda etapa, quando o programa já estivesse em curso.

Barreiras
As empresas só vêm empecilhos na iniciativa do governo. Primeiro, não acreditam que será possível convencer o Ministério da Fazenda a abrir mão do Fistel em um momento de crise na economia e de contenção de gastos.

Além disso, elas dizem não ter como bancar R$ 35 bilhões em investimentos sem comprometer seu retorno ao prestar esse tipo de serviço. Hoje, a média anual de investimento das teles é de 15% a 20% da receita. Para atingir esse patamar (25 Mbps), seria preciso aumentar essa proporção a cerca de 30% construindo redes de fibra óptica que ficariam ociosas na maior parte dos locais.

A saída, para elas, seria usar o próprio PNBL e estabelecer uma meta de conexão de até 10 Mbps. Para isso, investiriam na rede existente de fios de cobre encurtando a distância entre as centrais das operadoras e as caixas que fazem as conexões com os domicílios.

Por meio de sua assessoria, o ministério confirmou que o projeto está em elaboração, mas não comentou detalhes dizendo que se tratam apenas de estimativas. O Tesouro Nacional disse que ainda não participa do desenvolvimento do programa.

Não é a primeira vez que o governo cria um projeto desse porte. Em 2010, a presidente lançou o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) para levar conexões de até 1 Mbps a 68% dos domicílios. Mas só conseguiu a adesão de 2,6 milhões de assinantes. O serviço é prestado pelas teles que aderiram ao programa.

Fonte: Folha.com

FATOS DO DIA - 12/4/2015

12 de abril

1633 – Começa o processo da Inquisição contra Galileu Galilei.
1861 – Começa a Guerra Civil Americana, com o ataque dos Confederados a Fort Sumter.
1961 – O cosmonauta soviético Yuri Gagarin torna-se o primeiro homem a viajar pelo espaço, a bordo da nave Vostok 3KA-2.

Nasceram neste dia…
1484 – Antonio Cordiani, arquiteto italiano (m. 1546).
1894 – Francisco Craveiro Lopes, político português (m. 1964).
1931 – Chico Anysio (foto), humorista, ator, escritor, pintor e artista plástico brasileiro (m. 2012).

Morreram neste dia…
    65 – Lúcio Aneu Sêneca, filósofo, dramaturgo e estadista romano (n. 4 a.C.).
1945 – Franklin Delano Roosevelt, político americano (n. 1882).
2009 – Francisco Stockinger, escultor e gravurista austro-brasileiro (n. 1919).

Fonte: Wikipédia

Dilma se encontra com Obama e marca visita à Casa Branca

Em meio às atividades da VII Cúpula das Américas, na Cidade do Panamá, a presidente Dilma Rousseff teve encontro bilateral com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Na ocasião, também foi marcada uma visita da presidente brasileira aos Estados Unidos para o dia 30 de junho.

Na última terça (7), o chefe do Departamento dos Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Ministério das Relações Exteriores, Paulino Franco, disse que Dilma e Obama discutiriam temas da agenda bilateral (que interessa aos dois países) e assuntos relacionados à cúpula.

Após o vazamento de denúncias de que líderes mundiais, incluindo Dilma e a chanceler alemã Angela Merkel, haviam sido alvos de espionagem por parte do governo dos Estados Unidos, as relações entre os governos brasileiro e norte-americano ficaram estremecidas. A presidente brasileira cancelou, em setembro de 2013, uma visita de Estado que faria a Washington.

No ano passado, após Dilma ser reeleita, ela conversou por telefone com Obama. Na ligação, segundo o Palácio do Planalto, a presidente brasileira disse ter "todo interesse" em estreitar as relações do Brasil com os Estados Unidos.

Perguntada, em entrevista coletiva, sobre a decisão de ir aos Estados Unidos e se as relações entre os dois países estariam “normalizadas”, Dilma respondeu que o que fez ela aceitar a ida a Washington foi um processo.

Desde a denúncia da NSA, o governo Obama prometeu que não espionaria países amigos. Dilma disse que levaria isso em consideração. Obama, por sua vez, brincou que disse que, toda vez que precisasse de informações, ligaria para ela.

Dilma informou ainda que decidiu fazer uma visita de governo e não de Estado, porque uma viagem de Estado só poderia ser feita ano que vem – ano eleitoral nos Estados Unidos.

A presidente Dilma Rousseff avaliou ainda que os Estados Unidos e o Brasil têm uma agenda em comum: combate ao aquecimento global, exploração de energias renováveis, aviação, tecnologia e comércio, Defesa e Educação. Segundo ela, a principal agenda é Educação.

Presos políticos na Venezuela
Durante a entrevista coletiva, Dilma também falou sobre a Venezuela. Ela negou que tenha pedido ao presidente do país, Nicolás Maduro, para libertar presos políticos. A presidente disse que, da mesma forma que não se mete com os presos de Guantanamo (dos EUA, na ilha de Cuba), também não interfere com os presos da Venezuela.

Holanda e Argentina
Outro encontro bilateral de Dilma Rousseff, no Panamá, foi com o presidente da Holanda, Mark Rutte. De acordo com o governo, eles conversaram  sobre a importância da educação para a promoção do desenvolvimento. Rutte, informou o Planalto, elogiou o programa brasileiro Ciência sem Fronteiras e reconheceu a posição pioneira do Brasil com a aprovação do Marco Civil da Internet e com as discussões sobre as mudanças climáticas.

Durante a Cúpula das Américas, no Panamá, Dilma Rousseff também se teve reunião bilateral com a mandatária da Argentina, Cristina Kirchner, neste sábado (11). Segundo o Palácio do Planalto, as presidentes conversaram sobre a situação política e econômica da América Latina.

Discurso na Cúpula das Américas
Mais cedo, neste sábado (11), a presidente Dilma Rousseff elogiou, durante discurso na sessão plenária da Cúpula das Américas, reaproximação entre Cuba e Estados Unidos, negociada pelos presidentes Raúl Castro e Barack Obama, e defendeu o fim do embargo norte-americano ao país caribenho.

"Celebramos aqui agora a iniciativa corajosa dos presidentes Raúl Castro e Barack Obama de restabelecer relações entre Cuba e Estados Unidos, de pôr fim a este último vestígio da Guerra Fria na região que tantos prejuízos nos trouxe [...]. Os dois presidentes deram uma prova do quanto se pode avançar quando aceitamos os ensinamentos da História e deixamos de lado preconceitos e antagonismos que tanto afetaram nossas sociedades", afirmou Dilma.

"Estamos seguros que outros passos serão dados, como o fim do embargo, que há mais de cinco décadas vitima o povo cubano e enfraquece o sistema interamericano. Aí, sim, continuaremos concluindo as linhas que pautarão nosso futuro e estaremos sendo contemporâneos de nosso presente [...]. Inúmeras oportunidades nascem desse novo ambiente", completou ela.

Estados Unidos e Cuba
Após a fala de Dilma, o presidente norte-americano discursou e afirmou que seu país não ficará preso ao passado. Obama disse considerar histórico o fato de estar sentado numa mesma mesa com o presidente de Cuba, Raúl Castro. “Os EUA não ficarão presos ao passado. É a primeira vez que em mais de meio século que serão restabelecidadas formalmente as relações diplomáticas", disse Obama.

Raúl Castro, que falou logo após Obama, começou seu discurso na Cúpula das Américas dizendo que "já era hora de eu falar aqui em nome de Cuba", referindo-se à primeira participação de seu país no encontro dos líderes do continente americano.

Obama e Castro conversaram por telefone nesta quinta, depois que os dois mandatários chegaram ao Panamá para a cúpula. Na sexta, eles se cumprimentaram na abertura do encontro. É esperado que os presidentes se reúnam neste sábado, segundo afirmou um assessor da Casa Branca. Será a primeira reunião entre um presidente americano e um cubano em mais de cinco décadas de conflito bilateral.

Fonte: G1

Barack Obama e Raúl Castro fazem encontro histórico no Panamá

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e de Cuba, Raúl Castro, realizaram neste sábado (11) um encontro histórico durante a Cúpula das Américas, na Cidade do Panamá, o primeiro entre presidentes dos dois países em mais de meio século, de acordo com jornais internacionais.

A reunião entre os líderes simboliza a reaproximação e retomada do diálogo entre os dois países, encerrando décadas de tensão política e disputa ideológica.

O último encontro frente a frente aconteceu entre os presidentes Dwight Eisenhower, dos EUA, e Fugencio Batista, de Cuba, em 1956, em outra cúpula das Américas no Panamá, antes da revolução cubana, de acordo com o site do jornal "USA Today". Em 1959, o então vice-presidente dos EUA, Richard Nixon, e Fidel Castro se encontraram, destacou a "CNN".

'Guerra Fria acabou', diz Obama
Em coletiva de imprensa após o encontro, Obama disse que a conversa com Castro foi "cândida e frutífera" e que o encontro pode ter sido um "divisor de águas" na história entre os dois países. Ele afirmou também que tem o apoio "da maioria" para sua política envolvendo Cuba nos EUA.

"Temos que estar certos de que Cuba não é uma ameaça para os EUA", disse o presidente norte-americano a jornalistas. "Parte da mensagem aqui é que a Guerra Fria acabou", completou, afirmando que os EUA não estão no negócio da "mudança de regime".

Obama disse ainda que deve haver maneiras de avançar no acordo nuclear com o Irã para "satisfazer o orgulho iraniano", mas também para alcançar objetivos fundamentais", e reforçou que ainda haverá "duras negociações" sobre o assunto.

O presidente norte-americano descreveu o encontro como "histórico" e acrescentou que continuará pressionando Cuba sobre o tema de direitos humanos. Anunciou ainda que as conversas e esforços estão focados em reabrir as embaixadas em ambos os países.

Os dois sentaram-se lado a lado em uma pequena sala de conferências, com um clima cordial, mas de negócios. Cada um acenou e sorriu para alguns dos comentários feitos pelo outro, em breves declarações a jornalistas.

Lista de apoio ao terrorismo
Em coletiva após o encontro, Obama afirmou que ainda não decidiu se vai retirar Cuba da lista de países que apoiam o terrorismo, onde está incluída desde 1982.

A eventual retirada da lista negra seria um importante passo simbólico, depois que os dois países anunciaram uma aproximação diplomática em dezembro para colocar fim a meio século de inimizade.

Para retirar Cuba da lista de patrocinadores de terrorismo, o departamento de Estado deve comprovar que o país caribenho não participou ou apoiou atividades terroristas nos últimos seis meses, e que o governo cubano se compromete que não o fará no futuro.

'Nova era no Hemisfério'
Mais cedo, Obama disse em discurso no encontro que seu país não ficará preso ao passado e que as mudanças na política entre os EUA e Cuba "abrem uma nova era no Hemisfério".

“Os EUA não ficarão presos ao passado. É a primeira vez que em mais de meio século que serão restabelecidadas formalmente as relações diplomáticas", disse Obama, que considerou histórico o fato de estar sentado numa mesma mesa com o presidente de Cuba, Raúl Castro

"Penso que não é segredo que continuarão existindo diferenças entre nossos países (...) mas acredito que se conseguirmos seguir esse movimento adiante, serão criadas novas oportunidades (...) Nunca antes as relações com a América Latina foram tão boas", complementou o presidente norte-americano.

Durante seu discurso, Obama propôs US$ 1 bilhão para ajudar os países da América Central e anunciou que pretende impulsionar o intercâmbio entre estudantes da América Latina e a potência norte-americana.

Castro: 'Obama está isento da culpa'
Assim que Obama terminou sua fala, o governante anfitrião, Juan Carlos Varela, anunciou a intervenção de Raúl Castro, o que arrancou aplausos de todos reunidos na plenária. O presidente cubano começou seu discurso dizendo que "já era hora de eu falar aqui em nome de Cuba", referindo-se à primeira participação de seu país na reunião de líderes americanos.

Em sua fala, Castro isentou Barack Obama da culpa de ações políticas contrárias à ilha que foram feitas por "dez antecedentes" do atual líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que tem expressado "disposição ao diálogo" com Obama e chamou o governante dos EUA de "um homem honesto". Logo depois, pediu desculpas por sua emotividade em "defesa da revolução".

O presidente cubano exigiu dos EUA que seja resolvido o embargo comercial imposto em 1962 contra a ilha e ressaltou que seu governo aprecia a possível exclusão de Cuba da lista de patrocinadores do terrorismo. Ele acredita que a potência mundial vai decidir rapidamente sobre o tema e afirma que seu país "nunca deveria ter estado" nesta lista.

O irmão de Fidel Castro afirmou também que vê com bons olhos o fato de Obama considerar que a Venezuela "não é uma ameaça".

Dilma elogia reaproximação
A presidente Dilma Rousseff elogiou a reaproximação entre Cuba e Estados Unidos durante seu discurso na plenária e defendeu o fim do embargo norte-americano ao país caribenho.

Dilma defendeu que os países convivam com diferentes visões de mundo e que este século seja um período de paz e desenvolvimento para todos. "A VII cúpula inaugura uma nova era nas relações hemisféricas, na qual é uma exigência conviver com diferentes visões de mundo, sem receitas rígidas ou imposições", afirmou.

"Celebramos aqui agora a iniciativa corajosa dos presidentes Raúl Castro e Barack Obama de restabelecer relações entre Cuba e Estados Unidos, de pôr fim a este último vestígio da Guerra Fria na região que tantos prejuízos nos trouxe [...] Os dois presidentes deram uma prova do quanto se pode avançar quando aceitamos os ensinamentos da História e deixamos de lado preconceitos e antagonismos que tanto afetaram nossas sociedades", disse Dilma.

Ainda de acordo com Dilma, o Brasil está seguro de que outros passos serão dados, como o fim do embargo, "que há mais de cinco décadas vitima o povo cubano e enfraquece o sistema interamericano". Segundo a presidente, oportunidades deverão nascer nesse novo ambiente.

"Estamos seguros que outros passos serão dados, como o fim do embargo, que há mais de cinco décadas vitima o povo cubano e enfraquece o sistema interamericano. Aí, sim, continuaremos concluindo as linhas que pautarão nosso futuro e estaremos sendo contemporâneos de nosso presente [...]. Inúmeras oportunidades nascem desse novo ambiente", completou.

Fonte: G1