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PENSE NISSO:

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domingo, 1 de novembro de 2015

Os 10 melhores aeroportos do mundo, segundo os viajantes

Todos os anos, o site Sleeping in Airports realiza uma pesquisa para eleger quais os melhores aeroportos do planeta. O estudo conta com a participação dos próprios viajantes a partir das suas gerais sobre os locais que já frequentaram e é baseado em quatro aspectos: conveniência, limpeza, atendimento ao consumidor e conforto.


A edição 2015 desse ranking foi divulgada neste final de semana e traz interessantes novidades na comparação com os resultados de 2014. O Aeroporto Internacional de Helsinque (Finlândia), por exemplo, despencou da 3ª para a 7ª posição, enquanto que o Aeroporto Internacional de Tóquio Haneda (Japão) saltou da 8ª para a 3ª colocação.


Confira quais aeroportos estão entre os melhores, segundo o Sleeping in Airports.


1º) Aeroporto de Changi (Singapura)
Eleito como o melhor aeroporto do planeta pelos participantes da pesquisa do site Sleeping in Airports, o aeroporto que fica em Singapura oferece aos seus viajantes uma série de mimos que vão desde Wi-Fi grátis e incluem zonas de descanso e relaxamento, formadas por spas e jardins. Ainda de acordo com o site, a maioria dos entrevistados compararam a experiência em Changi com a de um hotel 5 estrelas.


2º) Aeroporto Internacional de Incheon (Coreia do Sul)
Dentre os serviços oferecidos gratuitamente aos passageiros que frequentam esse aeroporto da Coreia do Sul estão banhos e internet. Outros destaques, mostrou o site, ficam por conta de uma área inspirada nas tradições e costumes sul-coreanos e o fato de seus restaurantes funcionarem 24 horas.


3º) Aeroporto Internacional de Tóquio Haneda (Japão)
Localizado na capital dp Japão, esse aeroporto tem como seu grande destaque as opções de transporte público que permitem que os passageiros consigam se locomover com rapidez, seja a caminho do centro de Tóquio ou no sentido inverso, para chegar ao aeroporto. Oferece internet gratuita e excelentes restaurantes.


4º) Aeroporto Internacional Taiwan Taoyuan (Taiwan)
Internet gratuita, lounges reservados para descansar e 15 minutos de banho gratuitos são algumas das facilidades oferecidas pelo Aeroporto Internacional de Taiwan Taoyuan. Outro ponto elogiado pelos participantes da pesquisa do Sleeping in Airports é a qualidade do seu free shop, que está sempre oferecendo amostras de seus produtos e conta com uma equipe atenciosa para anteder a todos. Museus e livrarias também fazem parte do rol de atividades disponíveis.


5º) Aeroporto Internacional de Hong Kong (Hong Kong)
Eleito entre os melhores, mas considerado o mais limpo, o Aeroporto Internacional de Hong Kong é enorme, mas muito fácil de se locomover. Oferece jardins, salas de descanso, spas e até mesmo um cinema. A maioria de seus restaurantes funcionam durante todo o dia e toda a noite.


6º) Aeroporto Internacional de Munique (Alemanha)
Eficiente, preciso e organizado são alguns dos adjetivos usados pelos viajantes que passaram por esse aeroporto da Alemanha. Mesmo as pessoas que estão viajando com orçamento apertado podem aproveitar facilidades gratuitas como cafés, boas zonas de descanso e Wi-Fi. Para quem busca por luxos, o Aeroporto Internacional de Munique conta com spa, casino, minigolfe e academia.


8º) Aeroporto Internacional de Vancouver (Canadá)
Entre os aeroportos da América do Norte, o mais bem colocado é este que fica em Vancouver, Canadá. O local oferece facilidades como Wi-Fi gratuita, mas também conta com atrações respeitáveis como um aquário gigante, exposições de arte e, é claro, zonas de descanso.


9º) Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur (Malásia)
Neste aeroporto da Malásia, um dos pontos mais elogiados pelos viajantes é uma espécie de floresta tropical construída nas dependências do aeroporto. Em geral, o local é avaliado como limpo, organizado e confortável. Passageiros têm acesso a três horas de Wi-Fi gratuita e há ainda zonas de descanso.


10º)Aeroporto Internacional de Zurique (Suíça)
Outro europeu da lista é o Aeroporto Internacional de Zurique, na Suíça, e que é descrito como preciso, eficiente e organizado. No geral, avaliaram os passageiros, descansar nesse aeroporto é relativamente confortável e tranquilo. A grande desvantagem são os preços altos cobrados na alimentação e o fato de o acesso à internet ser gratuito por apenas uma hora.


Fonte: Exame.com

Homens preferem não sair com mulheres mais inteligentes, sugere estudo.

Você, leitor, homem: o que você procura em uma mulher para poder marcar um encontro? Inteligência pode ser um dos pontos atrativos na sua possível companheira? Mesmo que ela seja mais inteligente que você?


Bom, segundo um estudo conduzido por pesquisadores de três universidades americanas, a tendência é que a maioria dos homens responda que sim, gostariam de sair com uma mulher que fosse mais inteligente que eles. Porém, na prática, ao estarem na presença de uma mulher realmente mais inteligente, essa situação pode se tornar um empecilho, já que essa condição pode significar uma ameaça nas percepções deles.


Entres outras conclusões, a pesquisa sugere que os homens se sentem menos masculinos na presença de mulheres mais espertas que eles. Isso faz com que eles mudem o posicionamento inicial, de quando ainda não conheceram a pessoa com quem desejam marcar um encontro. Mas como o estudo conseguiu chegar à essa conclusão?


Bem, antes de passarem por seis experimentos diferentes com relação a mulheres, o grupo de homens teve de responder uma pesquisa, na qual 86% deles declarou que se sentiria confortável em sair com mulheres mais inteligentes. Em seguida, eles foram submetidos aos seis testes para confrontar esses dados.


Os experimentos
O grupo de homens analisados era composto por 105 indivíduos cursando graduação no primeiro teste, e eles foram submetidos à leitura de uma situação hipotética em que uma mulher teria tido um desempenho melhor do que os deles em um teste. A pergunta a ser respondida então, era o quão romanticamente desejável essa mulher seria.


Já no segundo, foram 151 participantes, também em graduação, submetidos a um teste de inteligência. Depois os estudantes precisaram afirmar se gostariam de conhecer uma mulher que estava numa sala próxima e que tinha se saído melhor ou pior do que eles no exame. Os dois estudos serviram para mostrar que os questionados manifestavam vontade de conhecer e marcar um encontro com a mulher que imaginaram, a qual seria hipoteticamente mais inteligente do que eles.


Na terceira etapa do estudo, os participantes tiveram a oportunidade de interagir com a mulher citada, sem saber ainda se ela teria ido melhor ou pior no teste de inteligência. Depois disso, os índices de cada um foram ditos em voz alta e os pesquisadores solicitaram aos homens participantes que afastassem, de forma livre, as suas cadeiras da que a mulher se encontrava.


Os cientistas usaram a distância final das duas cadeiras para determinar o nível de atratividade que a mulher representou para cada um dos rapazes analisados. O diagnóstico então mostrou que os homens que se encontraram com uma mulher que obteve índice maior no teste, sentiram uma necessidade física de se afastarem mais de suas possíveis parceiras. Eles também tenderam a avaliá-la como menos atrativa ou desejável em relação ao que foi avaliado por aqueles que interagiram com representantes femininas com índice menor do que os deles no teste.


Nos últimos dois experimentos, a avaliação foi ainda mais profunda se for considerado o nível de avaliação dos participantes sobre sua própria masculinidade. Na quinta etapa, ou era informado aos homens que havia uma mulher na outra sala, ou eles eram colocados cara a cara com ela. Assim eles trocaram algumas informações como idade, nome, situação civil, e ano que estavam cursando. Em seguida, novamente o teste de inteligência foi aplicado e seus índices anunciados. Aí então, era falado aos participantes que a mulher tinha ido melhor ou pior, sem importar realmente o resultado obtido. Por fim, eles eram submetidos a uma nova pesquisa para quantificar o quanto eles se julgavam relacionados a qualidades estereotipadas masculinas e quanto estavam interessados na companheira de estudo, romanticamente falando.


Os procedimentos da quinta etapa da pesquisa foram repetidos na sexta. Antes, porém, os homens tinham a oportunidade de observar as mulheres, pessoalmente, por alguns minutos, para então realizarem os testes.


A conclusão dessas duas últimas etapas foi de que ao ficaram cara a cara com as mulheres que seriam mais inteligentes que eles, os homens se sentiram menos interessados em sair e interagir com elas. No entanto, no quinto experimento, quando as mulheres estavam, teoricamente, na sala ao lado, a vontade de marcar um encontro e conhecê-la não mudou entre os participantes. Ou seja, os homens que nunca viram a mulher em questão, ainda possuíam uma tendência a querer conhece-la, mesmo cientes de sua hipotética inteligência superior.


A lição e a possibilidade de novos estudos
Bom, não se deve tomar esse estudo como uma regra, afinal são apenas alguns homens analisados. Porém, pelas conclusões do estudo, é possível sugerir que os homens não têm bem decidido o que querem quando pensam sobre o assunto e podem adotar uma postura diferente diante de “situações que representem uma ameaça”. Em outras palavras, aqueles homens que dispensam as mulheres inteligentes podem estar se comportando de uma maneira auto protetiva, buscando manter o seu frágil ego masculino.


Essa pesquisa contribui para muitos estudos já existentes na análise comportamental de gênero e sobre as complicações que envolvem a atração entre homens e mulheres heterossexuais. De qualquer forma a importância de novos estudos nesse sentido se dá em função de descobrir os reais motivos que levam um homem a se sentir ameaçado por uma mulher inteligente e o que se passa nos pensamentos deles para evitar se relacionar com elas.


Fonte: Mega Curioso

Preciso parar de comer carne vermelha e bacon? Tire suas dúvidas

A Agência Internacional pela Pesquisa em Câncer (Iarc, na sigla em inglês), entidade ligada à Organização Mundial da Saúde, classificou as carnes processadas como salsicha, carne seca, linguiça como produtos "sabidamente carcinogênicos" para humanos.


Nessa categoria também entram os produtos defumados, como o bacon.


Já as carnes vermelhas foram classificadas como "provavelmente carcinogênicas" para humanos. Para esclarecer essa nova classificação representa para a população, a agência elaborou um guia do tipo "perguntas e respostas". Veja abaixo:


Por que carne vermelha e carne processada podem causar câncer?
Existem algumas hipóteses: tanto durante o processamento quanto no cozimento, pode haver produção de químicos carcinogênicos –como aminas heterocíclicas aromáticas e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, também achados na poluição do ar, por exemplo. No entanto, esse mecanismo ainda não está completamente desvendado.


Devo parar de comer carne?
Comer carne traz vários benefícios para a saúde, mas muitas diretrizes nacionais recomendam que o consumo de carne processada e de carne vermelha seja limitado. Há risco de doenças cardíacas e de diabetes ligada ao consumo em excesso desses alimentos.


O que significa dizer que algo é "provavelmente carcinogênico"?
No caso da relação do consumo de carne vermelha com câncer, a classificação é baseada em uma quantidade limitada de evidência –como alguns estudos epidemiológicos mostrando indícios de causalidade. Para a carne processada, essa quantidade de evidência já é considerada suficiente.


Carne processada foi classificada como sabidamente carcinogênica, assim como o tabaco. Isso significa que um cachorro-quente é tão perigosos quanto fumar um cigarro?
Não. A classificação feita pelo Iarc se baseia na evidência de que existe um risco, mas não trata do nível dessa probabilidade.


Esse risco é quantificável?
O consumo de carnes processadas foi associada com pequenos aumentos na incidência de câncer em vários estudos. Quanto maior o consumo, maior o risco. Uma análise de 10 estudos diferentes permite dizer que para cada 50 gramas de consumo diário, o risco basal de desenvolver câncer colorretal aumenta em 18%.


E para a carne vermelha?
Esse risco é mais difícil de estabelecer porque a evidência não é tão forte. Há evidências de que a vermelha aumenta em 17% o risco de câncer para cada 100 gramas de consumo diário do produto.


Existe uma "quantidade segura" de carne vermelha ou de carne processada?
O risco de câncer aumenta com a quantidade consumida. Os dados não permitem determinar um nível seguro de consumo.


Devo comer apenas aves e peixes?
O risco de câncer envolvendo o consumo dessas carnes não foi avaliado.


Devemos ser vegetarianos?
A dieta vegetariana tem vantagens e desvantagens para a saúde. Esse estudo não comparou diretamente os riscos de saúde de vegetarianos e de pessoas que comem carne. A comparação é difícil porque além do consumo de carne pode haver outras diferenças entre os grupos.


O método de preparo da carne influencia no risco de câncer?
Assar a carne diretamente na chama, fazer churrasco ou mesmo grelhá-la em uma frigideira pode acelerar a produção de carcinógenos, mas essa relação não foi comprovada.


Comer carne crua é mais saudável?
Não existem dados com relação à incidência de câncer, mas há risco de infecção em consumir alimentos não cozidos e isso deve ser observado.


Fonte: Folha.com

Por que consumir bacon não faz tão mal quanto o hábito de fumar

Carnes processadas -- bacon, salame, salsicha, linguiça, presunto, entre outras -- entraram para a lista de substâncias que aumentam o risco de desenvolver câncer. A inclusão foi divulgada na segunda-feira pela Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer (IARC, na sigla em inglês), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS). Com a mudança, os alimentos embutidos entram para a mesma categoria que o tabaco, amianto e fumaça de diesel. Mas, afinal, o que isso quer dizer?


Em primeiro lugar, os especialistas alertam que consumir um sanduíche com presunto casualmente não é tão grave para a saúde quanto fumar 20 cigarros por dia. "A lista quer dizer que determinada substância 'causa câncer', mas não é específica em relação à intensidade desse risco", explica Samuel Aguiar Junior, oncologista e diretor de Tumores Colorretais do A.C.Camargo Cancer Center. Sabe-se que o cigarro, por exemplo, aumenta em mais de 400% o risco de desenvolver câncer de pulmão. Já a ingestão de um cachorro-quente (50 gramas equivale a uma salsicha) por dia corresponde a um aumento de 18% no risco tumores no intestino. Ou seja, a mensagem é que o consumo excessivo desses alimentos é prejudicial e deve ser evitado.


Carne processada
O grande problema desse tipo de alimento é o processo de conservação: salga, defumação ou industrialização. Acredita-se que as intervenções estejam ligadas ao surgimento de substâncias químicas que causam dano ao DNA da mucosa do intestino, podendo levar ao câncer.


O câncer colorretal é um tipo de tumor que afeta o cólon (um segmento do intestino grosso) e o reto. Entre os fatores ambientais que aumentam o risco de desenvolvimento estão o alto consumo de carne vermelha, ingestão excessiva de bebidas alcoólicas, tabagismo e o sedentarismo. De acordo com o Cancer Research UK, 21% dos casos de câncer de intestino estão ligados ao consumo de carne processada e vermelha. Entre os tumores de pulmão, o tabaco é responsável por 86% dos casos.

Aguiar explica que não existem estudos que atestem a existência de uma quantidade segura para o consumo de embutidos. "Não se deve consumir acima de 100 gramas por dia de carne - processada ou in natura. Diante disso, a recomendação é que as pessoas consumam carne vermelha no máximo duas vezes por semana. No caso das carnes processadas, o ideal é sejam ingeridas raramente, entre uma e duas vezes por mês", disse o oncologista.


Grupos
A inclusão dos alimentos processados só foi possível após a avaliação de mais de 800 estudos científicos sobre o tema por uma equipe composta por 22 cientistas de dez países. Em geral, as substâncias cancerígenas são divididas em quatro grupos: carcinogênico (grupo 1), provavelmente carcinogênico (grupo 2A), possivelmente carcinogênico (grupo 2B), carcinogenicidade não classificável (grupo 3) e provavelmente não carcinogênico (grupo 4).

Por exemplo, no grupo 1, no qual os embutidos foram classificados, também estão os raios solares e o tabaco. Isso significa que os cientistas sabem que a exposição de uma pessoa ao sol pode aumentar o risco de desenvolvimento de câncer de pele, que o tabagismo aumenta o risco de câncer de pulmão e que o consumo excessivo de carnes processadas aumenta o risco de câncer colorretal.


Já as carnes vermelhas (vaca, porco, cordeiro, carneiro, cavalo ou cabra) foram incluídas pelo IARC no grupo 2A. As substâncias dessa categoria são aquelas que podem causar câncer em animais, mas que ainda não existem evidências suficientes confirmando sua associação com o aumento do risco da doença em humanos. Fazem parte desse grupo os anabolizantes e as frituras.


O grupo 2B contempla as substâncias para as quais as evidências de associação com o aumento do risco de câncer em animais e humanos são limitadas ou insuficientes. Nesta categoria estão o café e a gasolina. As substâncias "não classificáveis" fazem parte do grupo 3 e são as que os pesquisadores não sabem se podem ou não causar câncer. Alguns dos itens desta categoria são os chás e os campos magnéticos estáticos. Por fim, está o grupo 4 com apenas um item: a caprolactama, uma substância tóxica e irritante, mas que não tem nenhuma ligação com o desenvolvimento de tumores.


Fonte: Veja

Por que a Anvisa não libera pílula que promete curar câncer?


Há dez anos, a comerciante Telma, que não quer ter seu sobrenome divulgado, foi diagnosticada com tricoleucemia na medula óssea. Com o tratamento de quimioterapia, o volume do tumor foi reduzido após alguns meses. No final de 2013, o câncer, no entanto, voltou.


Com uma nova sessão de quimioterapia agendada para março de 2014, Telma soube da existência da fosfoetonolamina – substância que supostamente cura ou ameniza os sintomas da doença.


Contra a orientação médica, ela cancelou o tratamento tradicional e iniciou o consumo das cápsulas. De acordo com ela, a terapia alternativa rendeu resultados positivos já nos quatro primeiros meses.


“Hoje, com 49 anos, eu me sinto ótima. A resposta que eu tive com a fosfo foi muito melhor do que o resultado da quimio – mesmo nove anos mais velha”, diz em entrevista à EXAME.com.


O problema é que a cápsula azul e branca, como a fosfoetonolamina também é conhecida, nunca passou por testes clínicos ou toxicológicos com humanos. Isso significa que a distribuição da substância é feita sem autorização.


Mesmo assim, a droga foi distribuída gratuitamente durante 20 anos pelo hoje professor aposentado Gilberto Orivaldo Chierice, precursor das pesquisas com a substância no Brasil. Na época, ele era chefe do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP de São Carlos, no interior de São Paulo.


Em 2014, o instituto proibiu a produção e distribuição de substâncias médicas e sanitárias que não possuíssem registro, seguindo uma regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


A droga, no entanto, só deixou de ser distribuída na universidade no final de setembro, após veto do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).


Contudo, no início deste mês, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou em favor de uma pessoa que solicitou judicialmente o consumo da droga.


Baseado nessa decisão, o TJ-SP voltou atrás e liberou a fosfo para cerca de 800 pacientes - para quem a USP enviou a substância pelo correio. Nos últimos dias, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, a universidade chegou a receber, por dia, até 50 pedidos com liminares.


A Defensoria Pública da União, em ação civil protocolada na semana passada, defende que o fornecimento da substância seja liberado aos pacientes que já passaram por todos os tratamentos possíveis, sem resultados positivos.


"Existe aqui um conflito de direitos fundamentais. De um lado existe a necessidade de avançar com os testes clínicos e conseguir a autorização da Anvisa e, do outro, o direito a vida e saúde dos pacientes que tentaram todos os caminhos possíveis que a medicina oferece", afirma Daniel Macedo, defensor público responsável pelo caso. "A Defensoria não pode ignorar centenas de relatos baseados em pesquisa científica e prescrições assinadas".


Segundo Jan Carlo Delorenzi, farmacêutico responsável pelo Laboratório de Farmacologia da Universidade Mackenzie, a molécula produzida por Chierice é um lipídio (uma espécie de gordura) semelhante ao que encontramos nas próprias células de um organismo humano.


Na teoria, quando o paciente ingere doses suplementares de fosfo, o sistema imunológico detectaria a presença da célula cancerosa e iniciaria o processo de morte celular. Dessa forma, o próprio organismo é quem combateria o câncer. No entanto, até o momento, não há nenhuma pesquisa clínica que comprove a hipótese.


O que falta para a substância ser liberada?
Para que um produto possa circular no mercado brasileiro, a Anvisa precisa comprovar sua eficácia e riscos para a saúde. Veja quais são as etapas.


Delorenzi, do Mackenzie, estima que só a pesquisa clínica para medicamentos usados no combate ao câncer (primeira etapa do processo) pode chegar ao custo de 2 milhões de reais.


“Em um estudo como esse é preciso fazer seguro de vida para as pessoas que se submetem aos testes, pagar o médico, os exames e até a internação se o paciente estiver se tratando com quimioterapia”, diz. “Sem dúvida é necessário que haja um financiador”.


Até agora, contudo, os testes com a fosfoetonolamina, realizados por Chierice, se restringiram a camundongos. De acordo com estudos do professor aposentado da USP, os animais que receberam a substância apresentaram uma redução do tamanho do tumor.


“O comportamento do animal é muito diferente do comportamento humano. Se o grupo de pesquisadores da USP fizesse esse teste, aí sim haveria algum indício de segurança para ingestão do produto”, afirma Delorenzi.


Dessa forma, segundo o professor do Mackenzie, a substância não deveria ser ingerida por humanos. “É preciso um mínimo de segurança que os dados apresentados nos estudos do professor Gilberto ainda não garantem", diz. “Do jeito que está sendo feito, não é possível saber nem se há vestígios de detergente, por exemplo”.


Por que a substância não foi aprovada até agora? 
O pesquisador aposentado da USP de São Carlos alega que procurou a Anvisa quatro vezes e, em todas, foi informado que faltavam os testes clínicos.


Chierice conta que chegou a procurar hospitais públicos para realizar os procedimentos – mas não obteve retorno.


Na última quinta-feira (22), deputados estaduais de São Paulo protocolaram um pedido para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a demora do Estado em realizar testes com a substância.


A Anvisa diz que a USP corre o risco de sofrer graves sanções caso passe a fabricar e distribuir as pílulas. De acordo com a agência, o ato pode ser considerado ilegal, já que a substância não passou por testes clínicos em humanos.


Enquanto isso, nas redes sociais... 
Os relatos de resultados milagrosos após o uso da substância pipocam nas redes sociais. Só no Facebook, EXAME.com mapeou ao menos 8 grupos que defendem a liberação da cápsula.


No caso de Telma, descrito no início dessa reportagem, a evolução do quadro clínico da paciente exposto nos laudos é evidente. Os exames foram enviados por ela à reportagem.


No entanto, segundo Adgmar Andriolo, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML), são necessários outros procedimentos para determinar se houve cura, ou não, da doença.


Em nota, a Universidade de São Paulo (USP) alerta os pacientes sobre oportunistas que pregam fórmulas milagreiras:


“É compreensível a angústia de pacientes e familiares acometidos de doença grave”, afirma a nota. “Nessas situações, não é incomum o recurso a fórmulas mágicas, poções milagrosas ou abordagens inertes. Nessas condições, pacientes e seus familiares aflitos se convertem em alvo fácil de exploradores oportunistas”.


Telma foi tratada por Carlos Kennedy Witthoeft, que não é médico ou químico, mas fabricava a fosfoetonolamina. Em junho, ele foi preso por falsificar o produto e, hoje, segue em liberdade provisória.


Fonte: Exame.com

Os 10 alimentos mais perigosos para as crianças


A Sociedade Brasileira de Pediatria elaborou uma lista dos dez alimentos mais perigosos para as crianças. Muitos partilham a ameaça de perigos físicos, potências alergénicas e/ou tóxicas, que podem se tornar um grande problema na hora da refeição.

Confira lista completa:

1. Amendoim
O maior perigo não é comer, mas seu filho aspirar um amendoim. Mas existem outros riscos: se uma criança coloca muitos na boca de uma vez só, ou se come rápido demais, há mais chances dela engasgar com um amendoim que não foi mastigado direito. Do ponto de vista nutricional, esse é um grão com muita gordura saturada, que é mais difícil de eliminar do corpo e a responsável por problemas como, por exemplo, hipertensão – mas isso apenas em casos extremos. Ele também é o que mais causa alergia alimentar nos Estados Unidos. Quando você oferecer ao seu filho, sirva poucos - e de pouquinho.


2. Azeitonas e caroços
Se você tem crianças em casa, prefira comprar azeitonas sem caroço. A possibilidade de elas morderem com força demais a azeitona e quebrarem ou lascarem um dente danificado existe sim. Isso sem falar no risco de engasgar. No caso de frutas com caroço, como a ameixa, é preferível servi-las já cortadas. Para as crianças que já comem bem sozinhas, uma boa recomendação para tomar cuidado deve ser o suficiente.


3. Balas
Balas são uma verdadeira paixão entre as crianças. São coloridas, docinhas e têm um monte de sabores deliciosos. Mas é bom ficar de olho nos pequenos para ter certeza de que não estão indo com muita vontade ao pote. Por serem feitas de açúcar, em excesso, elevam os ponteiros da balança, sem contar que podem provocar cáries - principalmente as mastigáveis, que costumam grudar nos dentes. Além disso, morder uma bala dura pode até mesmo comprometer a integridade dos dentes - e garantir uma visita especial ao dentista.


4. Bolachas e salgadinhos
Alimentos industrializados ricos em gordura, açúcar e sal trazem sérios riscos para as crianças, que podem sofrer com obesidade, hipertensão, colesterol ou triglicérides. Mais uma vez, a solução é não cometer exageros. Deixe a bolacha e o salgadinho para o fim de semana.


5. Fígado e outras vísceras
O fígado é o órgão responsável por eliminar toxinas do corpo, daí a possibilidade de que ele tenha uma alta concentração de substâncias estranhas ao organismo da criança. A boa notícia é que a maior parte delas é termosensível, o que significa que, se o fígado for bem cozido, as chances de infecção alimentar são mínimas. Vale lembrar que essa é uma das carnes mais ricas em ferro, nutriente essencial para evitar a anemia (falta de células vermelhas no sangue).


6. Mel
Não é só uma recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria, mas também da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o mel não deve ser dado a crianças antes de 1 ano de idade. Segundo a SBP, é ainda melhor esticar esse prazo até os 2 anos porque o mel pode estar contaminado com uma bactéria que causa o botulismo, doença que ataca o sistema nervoso e compromete o funcionamento dos músculos.


7. Ovo mal cozido
Quando for servir ovos em casa, garanta que eles estejam bem cozidos ou, se fritos, com a gema durinha. Cozinhar ou fritar bem os ovos afasta o perigo da contaminação por salmonela, doença que poder causar dores de barriga, diarreia e febre. No caso das crianças, que têm o sistema imunológico em formação, é até possível que haja algumas complicações e a necessidade de ir para o hospital.


8.Peixes com espinhas
Nesse caso, engasgar com as espinhas é a grande preocupação. Se o seu filho já se alimenta bem sozinho, oriente-o a comer o peixe aos poucos, em pedaços pequenos, mastigando muito bem e sem pressa. Se ele for pequeno, é a sua atenção que deve ser redobrada. Tire todos os espinhos que você encontrar antes de servir. Também é importante conhecer bem a qualidade do local onde você compra peixe. Não custa lembrar que ele precisa aparecer na mesa da sua casa por, no mínimo, três vezes por semana. Afinal, os benefícios dele ao nosso organismo são muitos. Peixes ajudam no desenvolvimento cerebral das crianças e ainda são fontes fartas de proteína, minerais e vitaminas.


9. Pipoca
Doce, salgada, branquinha ou colorida, é difícil não gostar de uma pipoca quentinha – ainda mais se acompanhada de um filme muito legal. O grande problema está, na verdade, no risco de engasgar com uma delas. Ensine seu filho a comer devagar, em pequenas porções, e a mastigar bem cada bocado, lembrando que pipocas, no mundo ideal, só devem ser consumidas a partir de 4 anos.


10. Refrigerantes
Além dos problemas mais conhecidos, como a obesidade e as cáries dentárias, os refrigerantes também trazem o risco de a criança desenvolver osteoporose quando mais velha. Os fosfatos presentes nas suas fórmulas aumentam a presença de fósforo no organismo, o que impede a absorção de cálcio, substância mais do que importante para a constituição dos ossos.


Fonte: O Povo

Cortar gorduras não é a melhor dieta para perder peso

Dietas de baixa gordura não são tão eficazes como as de baixo carboidrato ou as dietas mediterrâneas para perder peso, de acordo com um novo estudo que também concluiu que não há dietas que funcionem realmente bem no longo prazo.


De acordo com o “Guardian”, a gordura tornou-se a grande inimiga décadas atrás — culpada por doença cardíaca e, em seguida, pelo constante aumento da obesidade. A lógica de uma dieta de baixa gordura foi a de que ela deveria trabalhar mais rápido, já que a gordura contém o dobro de calorias por grama de carboidratos.


A mania do baixo teor de gordura levou à formulação de milhares de produtos, desde iogurtes até refeições prontas. No entanto, invariavelmente, o açúcar — agora cada vez mais culpado pela obesidade — foi utilizado para encorpar esses produtos e melhorar o sabor.


55 anos de estudos
Uma análise publicada na revista “Lancet Diabetes and Endocrinology”, que compara 53 estudos de longo prazo realizados desde 1960 sobre dietas — envolvendo mais de 68.000 pessoas — diz que o velho conselho de cortar gordura estava errado.


“Não há boas evidências para recomendar dietas de baixa gordura”, disse a autora Dra. Deirdre Tobias do Brigham and Women’s Hospital e da escola de medicina de Harvard, em Boston.


“Por trás de aconselhamento dietético atual para cortar a gordura, que contém mais do dobro das calorias por grama de carboidratos e proteínas, o pensamento é que simplesmente reduzir a ingestão de gordura levará naturalmente a perda de peso. Mas a nossa forte evidência sugere claramente o contrário”, afirmou a pesquisadora.


Partidários de dietas de alto teor de gordura e baixo carboidrato, como a dieta de Atkins, podem sentir algum conforto diante da pesquisa, que foi financiada pelos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA e pela American Diabetes Association.


Falta de persistência
Embora essas dietas tenham funcionado melhor do que dietas de baixa gordura, os pesquisadores descobriram que dietas em geral não funcionaram particularmente bem a longo prazo, período definido como mais de um ano. A perda de peso é sustentada por seis meses, mas, em seguida, muitas pessoas param de perder peso e até mesmo o recuperam, caso desistam da dieta. Nos testes, as pessoas em dietas de baixo carboidrato só perderam 1kg a mais, em média, do que aqueles em dietas de baixa gordura. A perda de peso média geral após um ano nos testes foi de 3,75kg.


Em um comentário publicado na revista, Keith Hall, do Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais em Bethesda, nos EUA, disse que uma das principais razões pelas quais as pessoas não conseguiram perder mais peso foi, provavelmente, que tinham desistido da dieta bem antes de se passar um ano. É necessário muito mais pesquisas sobre como ajudar as pessoas a perder peso e a manter essa situação, escreveu.


Fonte: O Globo

Ministro do STF separa Eletronuclear da Lava Jato e tira Moro do caso

O ministro Teori Zavascki, do STF (Supremo Tribunal Federal), concluiu nesta sexta-feira (30) que o inquérito sobre o esquema de corrupção na companhia estatal Eletronuclear deve ser separado do processo da Petrobras. Na prática, a medida tira das mãos do juiz Sergio Moro, da 13ª Vara da Justiça Federal no Paraná, as investigações sobre o caso que surgiu no âmbito da Operação da Lava Jato. Com a medida, os autos relacionados à estatal do setor elétrico deverão ser encaminhados à Justiça Federal no Rio de Janeiro, onde se localiza a sede da Eletronuclear.
A informação foi obtida com exclusividade pelo jornal "O Estado de S.Paulo". Relator da Lava Jato no STF, Teori já havia determinado a suspensão do processo por meio de liminar concedida no começo de outubro, a pedido da defesa de Flavio Barra, executivo da empreiteira Andrade Gutierrez. Na oportunidade, os advogados de Barra alegaram que o caso não tinha relação com o esquema na Petrobras.


A situação é similar à dos processos da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e do ex-ministro Paulo Bernardo. Os dois foram citados em depoimentos colhidos na Justiça Federal do Paraná em meio às investigações da Lava Jato. No entanto, o esquema investigado relaciona-se a fraudes em contratos de serviços prestados no Ministério do Planejamento por uma empresa de São Paulo.


Por causa disso, Zavascki concordou com a tese de que o caso não se relacionava ao inquérito da Lava Jato e concluiu que não deveria mais relatá-lo no STF. Desse modo, pediu que o processo fosse redistribuído a outro ministro - Dias Toffoli acabou sorteado. Isso fez também com que as investigações em primeira instância deixassem de ser comandadas por Moro.
Em 22 de setembro, o plenário STF aprovou a decisão de Zavascki por 8 votos a 2. Os ministros também decidiram repassar as provas contra Gleisi para o novo ministro relator e determinaram que o caso em primeira instância passasse a tramitar na Justiça Federal de São Paulo, onde os crimes teriam ocorrido.


A assessoria da Procuradoria Geral da República avalia que a decisão do ministro do Supremo sobre a Eletronuclear deve ser submetida ao plenário da Corte. Falando em tese, o ministro Marco Aurélio Mello tem entendimento diferente. "O declínio da competência da relatoria suscita a redistribuição. Portanto, a investigação em primeira instância deve ser encaminhada para o Rio de Janeiro", disse ele à reportagem.


PMDB
O caso do esquema da Eletronuclear envolve o senador Edison Lobão (PMDB-MA), ex-ministro de Minas e Energia. Ele foi citado pelo dono do UTC, Ricardo Pessoa, que fez acordo de delação premiada. Em um dos seus depoimentos, Pessoa afirmou que teve um encontro Lobão, em 2014, e em que ele pediu R$ 30 milhões para campanhas eleitorais do PMDB.


De acordo com o delator, o então ministro solicitou um porcentual entre 1% e 2% do valor total do custo das obras tocadas por um consórcio formado pela UTC e mais seis empreiteiras na usina de Angra 3, cuja administração cabe à estatal Eletronuclear.


Ainda no seu depoimento, Pessoa contou que também participaram da reunião os executivos Dalton Avancini, da Camargo Correa, e Flavio Barra, da Andrade. Avancini, que também fez acordo de delação premiada, confirmou o encontro.


No começo de outubro, quando concedeu liminar suspendendo a ação, Zavascki criticou o fato de o nome de políticos terem sido omitidos durante os depoimentos coletados por Moro. "É de se estranhar, portanto, que, na oportunidade da tomada do depoimento, as autoridades responsáveis pela diligência não tenham tido o elementar cuidado de questionar o colaborador sobre a identidade dos agentes políticos beneficiários das supostas propinas", escreveu o ministro do STF.


Como Lobão tem foro privilegiado por ser senador da República, o inquérito relacionado a ele permanecerá no STF, mas não mais com Zavascki.


Fonte: Estadão Conteúdo

Fazer exercícios retarda o envelhecimento -- a explicação está nas células

Praticar atividade física ajuda a retardar o envelhecimento celular. É o que diz um estudo publicado recentemente, no periódico científico Sports & Exercise.


O novo estudo, realizado por pesquisadores das Universidades do Mississipi e da Califórnia, ambas nos Estados Unidos, comprova que a prática de atividade física (em qualquer quantidade) retarda a diminuição do comprimento dos telômeros. Essas estruturas são pequenas cápsulas encontradas no final de cadeias de DNA que o protegem contra possíveis danos causados pela divisão e replicação celular. À medida que as células envelhecem os telômeros naturalmente encurtam e se desgastam.


Sendo assim, muitos cientistas usam a medida do comprimento dos telômeros para determinar a idade biológica de uma célula. Também é importante ressaltar que o desgaste destas estruturas pode ser acelerado por fatores como obesidade, tabagismo, insônia, diabetes e outros aspectos relacionados ao estilo de vida. As informações são do jornal americano The New York Times.


O trabalho da Universidades do Mississipi reuniu dados sobre a saúde de 6.500 participantes, com idade entre 20 e 84 anos. Após responderem perguntas relacionadas à prática de exercícios, eles foram categorizados em quatro grupos, de acordo com a quantidade de exercícios praticada. Os resultados mostraram que para cada atividade realizada (caminhada, corrida ou ir ao trabalho a pé ou de bicicleta), os riscos de encurtamento dos telômeros diminuíram significativamente.


O estudo também mostrou que quanto mais exercicíos fossem incorporados à rotina, menor era o risco do envelhecimento celular. Dessa forma, as pessoas que realizavam apenas uma atividade eram 3% menos propensas a ter telômeros muito curtos, em comparação com aquelas que não se exercitavam. Entre as pessoas que realizavam dois tipos de exercícios, o índice subiu para 24%. Três tipos, 29%. Quatro tipos, 59%.


Para surpresa dos pesquisadores, a associação entre a prática de atividade física e o tamanho dos telômeros foi mais forte entre as pessoas com idade entre 40 e 65 anos. De acordo com eles, essa descoberta sugere que a meia-idade pode ser um momento chave para iniciar ou manter um programa de exercícios para afastar os telômeros de encolhimento.


Fonte: Veja

Comer menos emagrece mais que cortar gordura, diz estudo

Reduzir a quantidade de gordura na alimentação parece ser a dieta óbvia para quem deseja emagrecer, mas um estudo publicado na revista médica "The Lancet" nesta sexta-feira mostra que não é bem assim.


"Não há provas contundentes que sustentem as dietas de redução de gordura", afirma a autora do estudo, Deirdre Tobias, da Faculdade de Medicina da Harvard University.


Segundo a nutricionista, "por trás da habitual recomendação de reduzir as gorduras - que contêm o dobro de calorias por grama em relação a carboidratos ou a proteínas -, está a crença de que basta reduzir a ingestão de gordura para reduzir o peso naturalmente".


Uma análise detalhada de 53 pesquisas sobre 68.000 casos de adultos - comparando dietas magras com as outras, entre elas a ausência de dieta - demonstra claramente o contrário, quando o objetivo é a redução de peso a longo prazo, ou seja, superior a um ano.


As dietas com redução de gordura se mostraram mais eficazes apenas quando comparadas com a ausência total de dieta.


Segundo Tobias, "a Ciência não sustenta as dietas reduzidas em gordura como a melhor estratégia de perda de peso a longo prazo".


"Para combater eficazmente a epidemia de obesidade", agrega, "precisamos continuar investigando para alcançar essa meta de mais longo prazo e mantê-la, incluindo ver além da composição dos alimentos em função dos macronutrientes, ou seja, a proporção de calorias que provêm das gorduras, dos carboidratos, ou das proteínas".


Dessa forma, o que conta não é reduzir a quantidade de calorias geradas pelas gorduras, mas reduzi-las no absoluto, qualquer que seja sua origem.


"A mensagem que retenho desse estudo é que o que determina a perda de peso é a quantidade de energia que se ingere, mais do que a quantidade relativa de gorduras e carboidratos na dieta", comentou o nutricionista Tom Sanders, do King's College, de Londres.


"Mas é a ingestão total de gorduras e carboidratos que determina a ingestão de energia", completou.


Conclusão para emagrecer: uma caloria é uma caloria. É preciso comer menos quantidade, porções menores e evitar excesso de gordura e açúcar, especialmente em carnes, comidas fritas, pastéis e bebidas açucaradas.


Fonte: Exame.com

Quanto mais o homem ajuda em casa maior é a probabilidade de divórcio, diz estudo

O estudo intitulado “Equality in the Home”, ou seja, “Igualdade em casa”, foi desenvolvido pelo Instituto de Ciências Sociais Nova, concluiu que em famílias onde as tarefas domésticas são partilhadas, as hipóteses de divórcio aumentaram em 50% em comparação com aquelas famílias onde a maioria do trabalho de casa é realizado por mulheres.


“Quanto mais ajudar um homem na casa, maior o risco de divórcio”, disse quinta-feira à AFP Thomas Hansen, coautor do estudo. Para os pesquisadores, isso não é casual. De acordo com Hansen, “casais modernos distribuem tarefas domésticas e têm uma percepção menor do casamento sagrado.”


“Nestes casais modernos, as mulheres muitas vezes são altamente qualificadas e têm empregos bem pagos, tornando-se menos dependentes economicamente dos seus maridos. Portanto, podem lidar mais facilmente com casos de divórcio, “acrescentou.


A Noruega tem uma longa tradição de igualdade de gênero e a educação dos filhos é compartilhada igualmente entre mães e pais em 70% dos casos, mas quando se trata de tarefas domésticas, as mulheres na Noruega ainda fazem a maior parte das tarefas. O estudo enfatizou que as mulheres fazem isso por sua própria vontade estão “felizes” como as mulheres dos casais “modernos”.


Os dados mostram claramente que “quanto mais um homem faz em casa, maior a taxa de divórcio”, continuou ele. Com informações do Jornal The Telegraph.


E você acha que o homem deve ou não ajudar em casa?


Fonte: Mundo Conectado

FATOS DO DIA -- 01 de novembro

FATOS DO DIA -- 

1501 - Os portugueses descobrem a Baía de Todos-os-Santos, no litoral brasileiro.
1755 - Ocorre o Terramoto de Lisboa, que destrói a cidade e grande parte do Algarve.
1894 - Nicolau II da Rússia (foto) assume o trono do Império Russo, passando a ser o último czar antes da Revolução Bolchevique.

Nasceram neste dia…
1636 - Nicolas Boileau, poeta francês (m. 1711).
1889 - Philip Noel-Baker, político, diplomata e atleta britânico (m. 1982).
1957 - Carlos Paião, músico português (m. 1988).

Morreram neste dia…
1700 - Rei Carlos II de Espanha (n. 1661).
1894 - Alexandre III da Rússia (n. 1845).
1987 - René Lévesque, estadista canadense (n. 1922).

Fonte: Wikipédia

Falta de atividade física mata 300 mil por ano no Brasil

Hoje começa o fim de semana, e muitos brasileiros planejam as mais do que tradicionais peladas, com três, quatro horas de futebol. A princípio, diversão e sinal de que, afinal, não são sedentários. Mas a batida expressão “só-que-não” nunca teve uso tão apropriado. Não só são sedentários quanto temerários. O exercício visto pela lente da ciência revela que a pelada pode até ser divertida, mas não traz benefício para a saúde. Na verdade, é arriscada. O mesmo vale para desportistas de fim de semana em geral. São os motoristas de domingo da saúde. Retrato de um país sedentário, em que só 30% da população é fisicamente ativa e apenas entre meros 2% a 5% fazem exercícios em volume ideal. No Brasil, 300 mil pessoas morrem por ano de doenças associadas diretamente ao sedentarismo, uma a cada dois minutos, diz o médico Victor Matsudo, consultor da Organização Mundial de Saúde (OMS) para atividade física e coordenador da Rede de Atividade Física da América Latina.


No mundo, afirma ele, são 5,3 milhões de mortes por ano. O vírus ebola, observa ele, matou cerca de 16 mil pessoas em 18 meses.


— De ontem para hoje, 154 mil pessoas no mundo morreram dessas doenças, principalmente as do coração. O sedentarismo é o fator de risco isolado, mas prevalente. A comunidade médica e científica demorou muito para acordar para o problema — diz Matsudo.


Corpo pré-histórico em roupa moderna
Especialistas compartilham a preocupação:


— O sedentarismo é hoje o maior problema de saúde pública do país, o maior fator de risco isolado. É epidêmico e não recebe a devida atenção. Está na origem de uma série de doenças evitáveis — garante o professor de cardiologia da UFRJ Claudio Gil Araújo, um dos maiores especialistas do país em medicina do esporte e do exercício, com décadas de experiência que incluem o atendimento de atletas olímpicos a senhores de 97 anos.


O sedentarismo avança com a vida moderna, na qual se faz quase tudo sentado, no transporte, no lazer e no trabalho. Um exemplo está na exposição “Rio: primeiras poses — Visões da cidade a partir da chegada da fotografia (1840-1930)”, no Instituto Moreira Salles. A observação de fotos antigas de transeuntes do Centro do Rio há mais de um século revela como a maioria das pessoas era mais magra, destacam os médicos. Não que fizessem ginástica, mas suas vidas eram ativas, andava-se mais. Atividade física não é o mesmo que esporte, lembra Matsudo.


A dose semanal mínima de exercício, segundo Araújo, é de 75 minutos de atividade intensa ou 150 minutos de moderada. Ele lembra que o estado do sedentarismo pode ser ainda mais grave do que o oficial, pois os dados vêm da pesquisa nacional Vigitel, importante, mas baseada em autodeclaração e feita apenas nas capitais. Ou seja, nem todo mundo que se declara ativo de fato é. E aí voltamos aos atletas de fim de semana, aquelas pessoas que fazem exercício uma vez a cada sete dias e se consideram ativas.


O fisiologista Igor Lucas Gomes-Santos, da Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da USP, explica por que o exercício esporádico é perigoso:


— Jogar futebol durante três horas, uma vez por semana, é pior do que não fazer nada. Isso gera estresse oxidativo nas células, um processo que deflagra inflamação e desequilíbrio no organismo. Se você faz atividade até por menos tempo de uma vez, mas com regularidade, seu corpo é vacinado pelo exercício. Ele gera doses pequenas de estresse e essas levam a adaptações benéficas, ativam mecanismos protetores — salienta o pesquisador. — O exercício é homeostático. Ele normaliza tudo o que está alterado. Se a pressão está alta, ele baixa, por exemplo. E isso acontece porque nosso corpo evoluiu para o movimento. E essa adaptação ao movimento faz com que precisemos de estímulos. Pequeninos estresses diários. O exercício faz esse papel — diz.


E quando essas doses de estresse que mantém o corpo azeitado entram em descompasso, começam os problemas, observa.


O Homo sapiens surgiu há cerca de 200 mil anos e evoluiu para ser ativo, para correr pelo menos uns dez quilômetros por dia para comer e não ser comido. E assim foi a vida até há cerca de 11 mil anos, quando surgiu a agricultura. Ainda esta exigia grande gasto energético.


Repouso absoluto gera efeitos colaterais
As coisas não mudaram muito em termos de consumo de energia com a Revolução Industrial, já que as pessoas trabalhavam com grande esforço físico e andavam muito. Só há pouco mais de um século o trabalho se tornou mais sedentário; o transporte, idem; e a comida, abundante. A vida se tornou confortável. Só esqueceram de combinar com a evolução. O corpo continua o da Idade da Pedra, apenas vestido para o século XXI, em tamanhos cada vez maiores. A vida moderna proporcionou maior expectativa de vida (cerca de 30 anos maior que há um século), maior estatura (em média, sete centímetros a mais nos homens) e a eliminação de doenças infecciosas em grande parte. Porém, trouxe números epidêmicos de doenças menos frequentes há cem anos, como diabetes do tipo 2, certos tipos de câncer, mal de Alzheimer e males cardíacos.


— Vivemos com tecnologia moderna e corpo pré-histórico. E a regra do jogo é: tudo o que você não usa perde. Quando surge uma doença, não está preparado — salienta Gomes-Santos.


Quando nos exercitamos, o RNA em nossas células responde. É convertido em proteínas. A meia-vida desse RNA alterado pelo exercício é de segundos a dias. Em geral, o efeito dura cerca de 36 horas, diz Gomes-Santos.


— Hipertensos que se exercitam reduzem a pressão em 24 horas. Diabéticos sentem melhora nos níveis de insulina em duas semanas. Mas o efeito é temporário — destaca.


Precisamos sempre renovar a dose de atividade. Se paramos, o efeito é negativo, diz:


— Ficamos sem proteção e apenas com a parte ruim, que é o estresse oxidativo. Por isso, a regularidade e a progressão são importantes, e os exercícios intensos e esporádicos, péssimos.


O educador físico Marcelo Cabral, que trabalha com reabilitação, alerta para outro aspecto do problema:


— A atividade faz tanta diferença que, muitas vezes, uma pessoa com doença cardiovascular, mas bem condicionada fisicamente, apresenta um risco menor de males do coração do que um sedentário aparentemente saudável.


Araújo acrescenta que o repouso absoluto é um vilão a ser evitado. Pessoas doentes confinadas numa cama sofrem danos colaterais sérios.


— A cada dia deitado se perde 1% da capacidade física. Um mês de internação produz efeitos avassaladores sobre o corpo, que não foi feito para isso. Nosso manual de fábrica tem instruções para atividade e nenhuma para repouso exagerado. É por isso que o exercício é o melhor remédio. Atacar as causas. Os medicamentos atuam sobre as consequências — frisa Araújo.


O cardiologista Claudio Domenico é pioneiro na prescrição do exercício a seus pacientes.


— O indivíduo condicionado vive melhor e tem risco reduzido para muitas doenças — observa, ele próprio atleta, que rema de quatro a cinco vezes por semana — O médico precisa dar exemplo — diz.


Tanto ele quanto Araújo destacam que o estímulo à atividade física é o maior legado que as Olimpíadas podem deixar para o país.


Fonte: O Globo

HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS




HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS


O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.
É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.


Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".
O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.



CRENDICES E SUPERSTIÇÕES COM
A MORTE


• Quando morre uma pessoa, deve-se abrir todas as portas para a alma sair. Fecham-se porém os fundos da casa. A alma deve sair pela frente. A casa não deve ser fechada antes de sete dias pois o fel (as vísceras) do defunto só se arrebentará nesse prazo. Então a alma vai para o seu lugar. A novena de defunto é para a alma ir para onde foi destinada.
• Não se deve chorar a morte de um anjinho, pois as lágrimas molharão as suas asas e ele não alcançará o
céu.
• Quando numa procissão, o pálio para defronte de alguma porta de uma casa, é presságio de morte de alguma pessoa dessa casa, porque o pálio para sempre defronte às janelas.
• Homem velho que muda de casa, morre logo.
• Quando a pessoa tem um tremor, é porque a morte passou por perto dela. Deve-se bater na pessoa que está próxima e dizer: sai morte, que estou bem forte.
• Acender os cigarros de três pessoas com um fósforo só, provoca a morte da terceira pessoa.
Outra versão: morrerá a mais moça dos três fumantes.
• Derrubar tinta é prenúncio de morte.
• Quando várias pessoas estão conversando e param repentinamente, é que algum padre morreu.
• Perder pedra de anel é prenúncio de morte de pessoa da família.
• Quando uma pessoa vai para a mesa de operação, não deve levar nenhum objeto de ouro, pois se tal acontecer, morre na certa.
• Não presta tirar fotografia, sendo três pessoas, pois morre a que está no centro.
• Doente que troca de cama, morrerá na certa.
Outra versão: não morrerá.
• Não se deve deitar no chão limpo, pois isso chama a morte para uma pessoa da família.
• Quando pessoas vão caçar ou pescar, nunca devem ir em número de três, pois uma será picada por cobra e morrerá na certa.
• Quem come o último bocado morre solteiro.
• Se acontece de se ouvir barulho à noite, em casa, é que a morte está se aproximando.
• Quando morre uma pessoa idosa, morre logo um anjo seu parente (criança) para levar aquela para o céu.
• Defunto que está com braços duros, amolece-os se pedir que assim faça.
• Defunto que fica com o corpo mole é indício de que um seu parente o segue na morte.
• Quando o defunto fica com os olhos abertos é porque logo outro da família o seguirá.
• Não se deve beijar os pés de defunto, pois logo se irá atrás dele, morrendo também.
• Na hora da morte, fazer o agonizante segurar uma vela para alumiar o caminho que vai seguir.
• Em mortalha, a linha não deve ter nó.
• Água benta ou alcânfora temperada na pinga joga-se com um galho de alecrim, sobre o defunto.
• Quando uma pessoa jogar terra sobre o defunto na cova, deve pedir ao mesmo que lhe arranje um bom lugar no além. Se ele for para um bom lugar, arranjará; se para um mau quem pede está azarado. Bom é pedir lugar para o cadáver de um anjinho, pois este sempre vai para um bom lugar.
• Não se deve trazer terra do cemitério quando se volta de um enterro, pois ela traz a morte para a casa.
• A pessoa que apaga as velas após a saída do enterro morrerá logo. É bom colocar perto do caixão do defunto um copo d’água benta.
• Não presta ver muitos enterros, pois com isso se chama a morte para si.
• Quando passa um enterro, não se deve atravessar o acompanhamento, pois isso traz a morte para pessoas da família. Bom é acompanhar o enterro.
• Não presta acender só três velas para defunto; deve-se acender quatro.




A HISTÓRIA DAS VELAS


No início desta história as velas não existiam como as conhecemos. Por volta do ano 50.000 a.C. havia uma variação daquilo que chamamos de velas, criada para funcionar como fonte de luz. Eram usados pratos ou cubas com gordura animal, tendo como pavio algumas fibras vegetais, apresentando uma diferença básica em relação às velas atuais, de parafina: a gordura que servia de base para a queima encontrava-se no estado líquido.


Mesmo antes do ano 50.000 a.C. este tipo de fonte de luz era usada pelos homens, conforme pinturas encontradas em algumas cavernas.Há menções sobre velas nas escritas Bíblicas, datando do século 10 a.C. Um pouco mais recentemente, no ano 3.000 a.C., foram descobertas velas em forma de bastão no Egito e na Grécia. Outras fontes de pesquisa afirmam que, na Grécia, as velas eram usadas em comemorações feitas para Artemis, a deusa da caça, reverenciada no 6º dia de cada mês, e representavam o luar.
Um fragmento de vela do século I d.C. foi encontrado em Avignon, na França.
Na Idade Média as velas eram usadas em grandes salões, monastérios e igrejas. Nesta época, quando a fabricação de velas se estabeleceu como um comércio, a gordura animal (sebo) era o material mais comumente usado. Infelizmente, este material não era uma boa opção devido à fumaça e ao odor desagradável que sua queima gerava. Outro ingrediente comum, a cera das colméias de abelhas, nunca foi suficiente para atender a demanda.
Por muitos séculos as velas eram consideradas artigos de luxo na Europa. Elas eram feitas nas cidades, por artesãos, e eram compradas apenas por aqueles que podiam pagar um preço considerável. Feitas de cera ou sebo, estas velas eram depois colocadas em trabalhados castiçais de prata ou madeira. Mesmo sendo consideradas como artigos caros, o negócio das velas já despontava como uma indústria de futuro: em uma lista de impostos parisiense, no ano de 1292, eram listados 71 fabricantes.
Na Inglaterra, os fabricantes de velas de cera eram considerados de melhor classe se comparados àqueles que fabricavam velas de sebo. O negócio tornou-se mais rentável porque as pessoas estavam aptas a pagar mais por uma vela de cera.
Em 1462 os fabricantes Ingleses de velas de sebo foram incorporados e o comércio de velas de gordura animal foi regulamentado.
No século 16 houve uma melhora no padrão de vida. Como passou a haver uma maior disponibilidade de castiçais e suportes para velas a preços mais acessíveis, estas passaram a ser vendidas por peso ou em grupos de oito, dez ou doze unidades.
As velas eram usadas também na iluminação de teatros. Nesta época elas eram colocadas atrás de frascos d'água colorida, com tons de azul ou âmbar. Apesar desta prática ser perigosa e cara para aquela época, as velas eram as únicas fontes de luz para ambientes internos.
A qualidade da luz emitida por uma vela depende do material usado em seu fabrico. Velas feitas com cera de colméia de abelhas, por exemplo, produzem uma chama mais brilhante que as velas de sebo. Outro material, derivado do óleo encontrado no esperma de baleias, passou a ser usado na época para aumentar o brilho das chamas.
Devido a questões ambientais e ao desenvolvimento de novas tecnologias de iluminação, este elemento não é mais usado.
Trabalhos para o estudo do oxigênio foram desenvolvidos observando-se a chama de uma vela. Como exemplo temos relatos feitos pelo químico amador Josehp Priestley, em agosto de 1774, que concluiu que se a chama de uma vela se tornava mais forte e viva na presença de oxigênio puro, reação semelhante deveria ser observada em pulmões adoentados quando estimulados com este mesmo oxigênio.
O século 19 trouxe a introdução da iluminação a gás e também o desenvolvimento do maquinário destinado ao fabrico de velas, que passaram a estar disponíveis para os lares mais pobres. Para proteger a indústria, o governo Inglês proibiu que as velas fossem fabricadas em casa sem a posse de uma licença especial. Em 1811, um químico francês chamado Michel Eugene Chevreul descobriu que o sebo não era uma substância única, mas sim uma composição de dois ácidos gordurosos combinados com glicerina para formar um material não-inflamável.
Removendo a glicerina da mistura de sebo, Chevreul inventou uma nova substância chamada "Esterine", que era mais dura que o sebo e queimava por mais tempo e com mais brilho. Essa descoberta impulsionou a melhora na qualidade das velas e também trouxe, em 1825, melhoras ao fabrico dos pavios, que, devido à estrutura da vela, deixaram de ser mechas de algodão para se tornar um pavio enrolado, como conhecemos hoje.
Essa mudança fez com que a queima da vela se tornasse uniforme e completa ao invés da queima desordenada, característica dos pavios de algodão.
Em 1830, teve início a exploração petrolífera e a parafina era um subproduto do petróleo. Por ser mais dura e menos gordurosa que o sebo, a parafina se tornou o ingrediente primário nas velas. Em 1854 a parafina e o esterine foram combinados para fazer velas muito parecidas com as que usamos hoje.
No ano de 1921 foi criado o padrão internacional de velas, de acordo com a intensidade da emissão de luz gerada por sua queima. O padrão tomava por base a comparação com a luminosidade emitida por lâmpadas incandescentes. Devido ao desenvolvimento de novas tecnologias de iluminação, este padrão não é mais utilizado como referência nos dias de hoje.
A parafina sintética surgiu após a 2ª Guerra Mundial e sua qualidade superior tornou-a o ingrediente primário de compostos de ceras e plásticos modernos.Usada nos primórdios de sua existência como fonte de luz, as velas são usadas hoje como artigos de decoração ou como acessórios em cerimônias religiosas e comemorativas.
Há vários tipos de velas, produzidas em uma ampla variedade de cores, formas e tamanhos, mas, quando mencionamos velas artesanais, nos referimos àquelas feitas manualmente, onde é possível encontrar modelos pouco convencionais, usados para diferentes finalidades, tais como: decoração de interiores, purificação do ambiente, manipulação da energia com base em suas cores e essências e etc.






Você sabia que o feriado de Finados, celebrado a 2 de novembro, embora originado do cristianismo, foi nomeado de forma diversa à real celebração cristã?
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos. Costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém já se lembrava.
Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) suscitam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".


O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça, mas não foram canonizados. O dia 2/11 celebra todos os que morreram não estando em estado de graça total, mais precisamente os que se encontram em estado de purificação de suas faltas e, assim, necessitam de nossas orações.
Contudo, você sabia que o feriado de Finados, celebrado a 2 de novembro, embora originado do cristianismo, foi nomeado de forma diversa à real celebração cristã?
Na realidade, o cristianismo, ao contrário do feriado
brasileiro, celebra a lembrança dos FIÉIS DEFUNTOS e não o dia de finados.
"Qual a diferença?" - você perguntaria. Entretanto, adentrando-se a fundo no significado e na origem das palavras, podemos notar que há sim uma diferença, e relevante. A palavra finado significa, em sua origem, aquele que se finou, ou seja, que teve seu fim, que se acabou, que foi extinto.
A palavra defunto, por sua vez, originada no latim, era o particípio passado do verbo "defungor", que significava satisfazer completamente, desempenhar a contento, cumprir inteiramente uma missão. Mais tarde, foi utilizada e difundida pelo cristianismo, para dizer que uma pessoa morta era aquela que já havia cumprido toda a sua missão de viver. Modernamente, porém, tornou-se sinônimo de cadáver.
O Dia dos Fiéis Defuntos, portanto, é o dia em que a Igreja celebra o cumprimento da missão das pessoas queridas que já faleceram, através da elevação de preces a Deus por seu descanso junto a Ele.
É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca, mesmo que esteja distante; amar é saber que o outro necessita de nossos cuidados e de nossas preces mesmo quando já não o podemos ver. Pois a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus e com os irmãos, agora e para sempre.









FONTE:
GLIMBOO.COM

Hyundai HB20 1.0 Turbo Flex esportivo chega em 2016

A Hyundai do Brasil prepara uma versão esportiva do HB20, com chegada prevista ao mercado em meados de 2016.

Hyundai HB20 1.0 Turbo

A novidade terá um motor 1.0 turbo flex com injeção direta de combustível e potência na casa dos 120 cavalos, quando abastecido com etanol.

Hyundai HB20 1.0 Turbo

O Hyundai HB20 1.0 Turbo já está em testes finais de validação pela engenharia da marca no Brasil.

Hyundai HB20 1.0 Turbo

Fonte: Revista Quatro Rodas / Fotos: Hyundai HB20 R Spec

LEMBRAM-SE DO CASAL APAIXONADO DO FILME "A LAGOA AZUL"!? ENTÃO, OLHA COMO ELES ESTÃO ATUALMENTE.

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