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domingo, 1 de novembro de 2015

Homens preferem não sair com mulheres mais inteligentes, sugere estudo.

Você, leitor, homem: o que você procura em uma mulher para poder marcar um encontro? Inteligência pode ser um dos pontos atrativos na sua possível companheira? Mesmo que ela seja mais inteligente que você?


Bom, segundo um estudo conduzido por pesquisadores de três universidades americanas, a tendência é que a maioria dos homens responda que sim, gostariam de sair com uma mulher que fosse mais inteligente que eles. Porém, na prática, ao estarem na presença de uma mulher realmente mais inteligente, essa situação pode se tornar um empecilho, já que essa condição pode significar uma ameaça nas percepções deles.


Entres outras conclusões, a pesquisa sugere que os homens se sentem menos masculinos na presença de mulheres mais espertas que eles. Isso faz com que eles mudem o posicionamento inicial, de quando ainda não conheceram a pessoa com quem desejam marcar um encontro. Mas como o estudo conseguiu chegar à essa conclusão?


Bem, antes de passarem por seis experimentos diferentes com relação a mulheres, o grupo de homens teve de responder uma pesquisa, na qual 86% deles declarou que se sentiria confortável em sair com mulheres mais inteligentes. Em seguida, eles foram submetidos aos seis testes para confrontar esses dados.


Os experimentos
O grupo de homens analisados era composto por 105 indivíduos cursando graduação no primeiro teste, e eles foram submetidos à leitura de uma situação hipotética em que uma mulher teria tido um desempenho melhor do que os deles em um teste. A pergunta a ser respondida então, era o quão romanticamente desejável essa mulher seria.


Já no segundo, foram 151 participantes, também em graduação, submetidos a um teste de inteligência. Depois os estudantes precisaram afirmar se gostariam de conhecer uma mulher que estava numa sala próxima e que tinha se saído melhor ou pior do que eles no exame. Os dois estudos serviram para mostrar que os questionados manifestavam vontade de conhecer e marcar um encontro com a mulher que imaginaram, a qual seria hipoteticamente mais inteligente do que eles.


Na terceira etapa do estudo, os participantes tiveram a oportunidade de interagir com a mulher citada, sem saber ainda se ela teria ido melhor ou pior no teste de inteligência. Depois disso, os índices de cada um foram ditos em voz alta e os pesquisadores solicitaram aos homens participantes que afastassem, de forma livre, as suas cadeiras da que a mulher se encontrava.


Os cientistas usaram a distância final das duas cadeiras para determinar o nível de atratividade que a mulher representou para cada um dos rapazes analisados. O diagnóstico então mostrou que os homens que se encontraram com uma mulher que obteve índice maior no teste, sentiram uma necessidade física de se afastarem mais de suas possíveis parceiras. Eles também tenderam a avaliá-la como menos atrativa ou desejável em relação ao que foi avaliado por aqueles que interagiram com representantes femininas com índice menor do que os deles no teste.


Nos últimos dois experimentos, a avaliação foi ainda mais profunda se for considerado o nível de avaliação dos participantes sobre sua própria masculinidade. Na quinta etapa, ou era informado aos homens que havia uma mulher na outra sala, ou eles eram colocados cara a cara com ela. Assim eles trocaram algumas informações como idade, nome, situação civil, e ano que estavam cursando. Em seguida, novamente o teste de inteligência foi aplicado e seus índices anunciados. Aí então, era falado aos participantes que a mulher tinha ido melhor ou pior, sem importar realmente o resultado obtido. Por fim, eles eram submetidos a uma nova pesquisa para quantificar o quanto eles se julgavam relacionados a qualidades estereotipadas masculinas e quanto estavam interessados na companheira de estudo, romanticamente falando.


Os procedimentos da quinta etapa da pesquisa foram repetidos na sexta. Antes, porém, os homens tinham a oportunidade de observar as mulheres, pessoalmente, por alguns minutos, para então realizarem os testes.


A conclusão dessas duas últimas etapas foi de que ao ficaram cara a cara com as mulheres que seriam mais inteligentes que eles, os homens se sentiram menos interessados em sair e interagir com elas. No entanto, no quinto experimento, quando as mulheres estavam, teoricamente, na sala ao lado, a vontade de marcar um encontro e conhecê-la não mudou entre os participantes. Ou seja, os homens que nunca viram a mulher em questão, ainda possuíam uma tendência a querer conhece-la, mesmo cientes de sua hipotética inteligência superior.


A lição e a possibilidade de novos estudos
Bom, não se deve tomar esse estudo como uma regra, afinal são apenas alguns homens analisados. Porém, pelas conclusões do estudo, é possível sugerir que os homens não têm bem decidido o que querem quando pensam sobre o assunto e podem adotar uma postura diferente diante de “situações que representem uma ameaça”. Em outras palavras, aqueles homens que dispensam as mulheres inteligentes podem estar se comportando de uma maneira auto protetiva, buscando manter o seu frágil ego masculino.


Essa pesquisa contribui para muitos estudos já existentes na análise comportamental de gênero e sobre as complicações que envolvem a atração entre homens e mulheres heterossexuais. De qualquer forma a importância de novos estudos nesse sentido se dá em função de descobrir os reais motivos que levam um homem a se sentir ameaçado por uma mulher inteligente e o que se passa nos pensamentos deles para evitar se relacionar com elas.


Fonte: Mega Curioso
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