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PENSE NISSO:

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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Que em 2014 o ser humano seja menos “coisificado”.

Vivemos em uma sociedade da comunicação, sobretudo proporcionado por aparelhos que agregam cada vez mais funções com a proposta de facilitar nossa comunicação no/com o mundo. Esses produtos, objetos de desejo de muitos, quanto mais fininhos e com menor peso, mais desejados se tornam.

Uma estética midiática que se estendeu dos sujeitos para os produtos, onde todos: sujeitos e produtos transformam-se em “coisas”, conforme significado do termo em Max Weber, uma vez que esses produtos são considerados bons até que um novo lançamento surja no mercado, com melhor performance ou esteticamente mais atrativo.

Quanto aos seres humanos, que avaliados como “coisa”, são atrativos enquanto benéficos aos interesses do Outro, seja nas relações de trabalho ou demais relações.

O descarte geralmente ocorre de forma insustentável, tanto para um, quanto para outro, uma vez que os produtos não tem um destino apropriado ao não serem mais utilizados, quanto aos sujeitos, tem seus sentimentos e direitos ignorados ao serem descartados.

Nesse sentido, tanto um, quanto outro, torna-se “coisa”: objetos de desejo, que dura o tempo de sua utilidade. E assim, vivemos um verdadeiro processo de “coisificação” do ser humano.

Não julgue que este é um olhar pessimista sobre as relações humanas, basta um olhar mais atento para perceber que as relações estão se transformando, tanto que existem várias autores trabalhando a questão da humanização das relações de trabalho, Dennis Munby é um deles.
Nesse sentido, penso que as tecnologias da comunicação são inegavelmente uma ferramenta maravilhosa, mas muitas vezes está sendo mal utilizada pelos sujeitos, que dessa forma, estão contribuindo para sua própria “coisificação”.

Por tudo isso, para 2014 desejo que façamos uso das tecnologias da comunicação a nosso favor; significa usá-la para aproximar os que estão longe, mas sem com isso nos afastar dos que estão próximos.

Não deixemos que ela nos roube a alegria do reencontro. E, sobretudo, que estejamos mais conectados com Deus do que no nas redes sociais.

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