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terça-feira, 26 de abril de 2011

A GLOBALIZAÇÃO E SEUS EFEITOS

Trabalho realizado por: Graziele Campos Soares e Jaqueline Simão 
 Série: 8ª 02 - matutina.

A GLOBALIZAÇÃO DA ECONOMIA:


O fim da Guerra Fria inaugurou a era da globalização e dos governos neoliberais.
Globalização é o nome que se dá à crescente integração e interdependência entre os países, resultado principalmente dos avanços na tecnologia da informação e da comunicação. Assim, costuma-se entender a globalização como um processo simultaneamente econômico e cultural.
A história da globalização não é recente. Ela acompanha o processo de criação de um mercado mundial, iniciado com as viagens marítimas no século XV, e do qual surgiu o mundo colonial. No entanto, apenas no final dos anos 1980, a economia mundial adquiriu esse carater interdependente e global, permitido pela tecnologia dos computadores, pela expansão das grandes corporações trasnacionais e pela força que tomou o mercado financeiro globalizado.
Os sinais da globalização estão no nosso dia-a-dia. É possível hoje falarmos com qualquer pessoa, em qualquer parte do planeta, bastando para isso usar o telefone ou a internet. Os produtos eletrônicos vendidos nas lojas brasileiras são os mesmos de qualquer outro lugar no mundo.Mas, ao mesmo tempo, as crises econômicas podem surgir em qualquer parte do globo e afetar violentamente todas as outras partes, como aconteceu com a grande crise iniciada em 2008.


CARACTERÍSTICAS DA GLOBALIZAÇÃO:


O que se costumam entender como globalização tem como características o grande volume de trocas comerciais e financeiras e a expanção das empresas transnacionais.
*A explosão do comércio internacional: a partir da década de 1970, as trocas mundiais de mercadorias e serviços atingiram o crescimento mais intenso de toda a história. Vários fatores explicam esse crescimento: as negociações para a redução das tarifas aduaneiras que resultaram, em 1947, na assinatura do Acordo Geral de Tarifas e Comércio (GATT), atual Organização Mundial do Comércio (OMC); a expansão do mercado interno em alguns países em desenvolvimento; o enfraquecimento econômico dos Estados nacionais; e o avanço tecnológico nos meios de transporte e nas comunicações.
*O aumento do fluxo de capitais: as principais bolsas de valores do mundo (Nova York, Tóquio, Frankfurt e Londres) funcionam como um mercado de capitais contínuo, na qual se realizam a compra e a venda de ações. Cada vez mais as grandes empresas transnacionais abriram seus capitais, dividindo-os em ações vendidas e especuladas nas bolsas de todo mundo. Esses intercâmbios tornaram-se possíveis graças ao avanço da informática e das telecomunicações, que permitem que as transações de investidores possam ser realizadas de um terminal de computador ou de uma linha telefônica.
*A internacionalização da produção: hoje a produção e o consumo de mercadorias ocorrem em todo o mundo. Alguns países em desenvolvimento (Taiwan,Cingapura,Coreia do Sul) expandiram sua produção industrial e se converteram em grandes exportadores mundiais de artigos industrializados. Nesse processo, as empresas transnacionais adquiriram um grande poder, derivado da riqueza que acumularam. Das dez maiores transnacionais do mundo no ano 2008, em faturamento, cinco eram norte-americanas, uma era holandesa,uma era britânica, uma era japonesa, uma era francesa e  uma outra era um consórcio anglo-holandês. Com a redução do peso econômico dos Estados nacionais, muitas dessas empresas conquistaram o direito de explorar serviços antes mantidos pelo poder público, como telefonia, mineração,prospecção de  petóleo e serviços de saneamento, com lucros garantidos.
Para muitos estudiosos, a globalização tende a aprofundar a divisão do mundo em países ricos e países pobres. Essa divisão se evidencia, por exemplo, na concentração de tecnologia de ponta nos países mais desenvolvidos, ou no processo de patentes científicas, em que as empresas transnacionais com sede nos países ricos garantem o direito sobre matérias-primas, produtos e bens originários de regiões mais pobres.Outros estudiosos, mais otimistas, acreditam que o fortalecimento do "mercado livre", com pouca participação dos Estados nacionais, abre novas possibilidades de desenvolvimento, descobertas, criatividade e produtividade, além de expandir a democracia política para vários lugares do mundo.

 FONTE
MUNDO ESTRANHO
FOTOS ILUSTRATIVAS


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