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PENSE NISSO:

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sábado, 13 de junho de 2015

FOLHAS DO BEM. Vamos conhecer alguns vegetais que trazem inúmeros venefícios à nossa saúde?


COUVE:

Couve é o nome vulgar, genérico, das diversas variedades cultivares da espécie Brassica oleracea L., (ou Brassica sylvestris (L.) Mill.) da família das Brassicaceae, a que também pertence o nabo e a mostarda. É uma planta muito utilizada como verdura na cozinha, para sopas (como a couve-galega para o caldo verde) e conservas (como o repolho para o chucrute), entre outros acompanhamentos, como a couve à mineira.


Contém fibras que aumentam a nossa sensação de saciedade. É pobre em calorias e por isso, ela é muito utilizada em dietas para redução de peso.

Ela é rica em glicosinolatos, que são fitoquímicos naturais com ação desintoxicante. Ou seja, estimula a limpeza de substâncias tóxicas do organismo.

Reduz o inchaço e melhora a textura da pele, principalmente da acne. É rica em vitamina A (RE), que age como um antioxidante. Os antioxidantes são responsáveis por combaterem os radicais livres que estão associados ao envelhecimento precoce da pele.

Deixa seus ossos mais fortes: a couve é rica em magnésio e cálcio na proporção ideal. Para melhorarmos a densidade óssea não basta somente o cálcio, precisamos também do magnésio (sem o magnésio o cálcio não exerce função dentro do osso)

O magnésio da couve é fundamental para a formação e o bom funcionamento dos nossos neurotransmissores, os quais são responsáveis por manter nosso bom humor. 

A couve é fonte de minerais do complexo B como a niacina (vitamina B-3), ácido pantotênico (vitamina B-5), piridoxina (vitamina B-6) e riboflavina.

As folhas e caules são boas fontes de minerais como ferro, fósforo, cálcio, cobre, manganês, selênio, potássio e zinco.

É também uma excelente fonte de vitamina E e proteína.


REPOLHO:

O repolho, subespécie da Brassica oleracea, grupo Capitata, é uma variedade peculiar de couve, constituindo um dos vegetais mais utilizados na cozinha, em diversas aplicações (sopas, conservas, acompanhamentos, massas, etc). É uma planta bianual, herbácea, da família das Brassicaceae ou crucíferas, as folhas superiores do caule aparecem encaixadas umas nas outras, formando o que é designado como uma “cabeça” compacta (daí o título de Capitata, dada ao grupo cultivar).

Este tipo cultivar formou-se por selecção a partir de espécies silvestres, mais semelhantes às couves-de-folhas do grupo Acephala (sem “cabeça”), originárias do Mediterrâneo, cerca do ano 100 d.C.. Entre as variedades que, por sua vez, comporta, podemos citar acouve-roxa (considerada também como fazendo parte de outro grupo: Capitata Rubra) e a couve-lombarda (que também se pode considerar do grupo Sabauda). A chamada couve-chinesa, semelhante ao repolho, pertence a uma espécie diferente, do géneroBrassica (Brassica rapa, var. pekinensis).

O repolho é usado cozido ou em saladas. Como se conservava facilmente, foi um vegetal particularmente utilizado antes da invenção da refrigeração como meio de conservação de alimentos frescos. O chucrute (onde se usa especialmente a variedade Krautman), constituído por repolho fermentado é um acompanhamento muito apreciado em determinadas culturas (não tanto nas mediterrânicas).


Uso medicinal – úlceras internas, abcessos, enfermidades do estômago, nevralgias faciais e dentárias, hemorróidas, tuberculose, gota, reumatismo, erisipela, distúrbios intestinais. Pode ser usado em cataplasmas em abcessos.
composição do repolho por 100g:

Calorias 25,0
Água 93,0 g
Carboidratos 4,3 g
Proteínas 1,4 g
Gorduras 0,2 g
Sais Minerais 1,1 g
Vitamina A 235 UI
Vitamina B1 110,0 mcg
Vitamina B2 60,0 mcg
Vitamina B5 0,4 mg
Vitamina C 41,3 mg
Fósforo 32,0 mg
Ferro 0,57 mg
Cálcio 53,0 mg
Potássio 247,0 mg
Sódio 27,0 mg
Enxofre 25,0 mg

RÚCULA:

A rúcula (Eruca sativa) – também conhecida como mostarda-persa – é uma verdura da mesma família que a mostarda, Brassicaceae, originária do Mediterrâneo e da Ásia Ocidental. Adapta-se em clima fresco, nem quente e nem frio. Tem um sabor muito forte, picante e amargo. É muito utilizada na Itália. No Brasil, a sua utilização começou nos estados meridionais, mas é atualmente popular no país inteiro.

Preparada crua, em saladas, ou refogada, é utilizada para complementar refeições devido ao seu sabor forte e capaz de eliminar o sabor de outros alimentos.

Com propriedades estimulantes do apetite, é nutricionalmente rica em proteínas, vitaminas A e C, e sais minerais, principalmente cálcioe ferro. Contém também ómega 3, mas é pobre em calorias.




ALFACE:


Alface (Lactuca sativa) é uma hortense anual ou bienal, utilizada na alimentação humana desde cerca de 500 a.C.. Originária doLeste do Mediterrâneo, é mundialmente cultivada para o consumo em saladas, com inúmeras variedades de folhas, cores, formas, tamanhos e texturas.

O valor energético da alface é baixo, pois seu conteúdo em água representa 96 por cento do seu peso.

A alface contém ferro, mineral com importante papel no transporte de oxigênio no organismo. É rica em fibras, que auxiliam na digestão e no bom funcionamento do intestino, além de apresentar pequenos teores de minerais como cálcio e fósforo.
Tabela NutricionalAlface crespa, crua
Quantidade 100 gramas
Água (%) 96,1
Calorias 11 Kcal
Proteína 1,3 g
Carboidrato 1,7 g
Fibra Alimentar 1,8 g
Colesterol n/a
Lipídios 0,2 g
Cálcio 38 mg
Fósforo 26 mg
Ferro 0,4 mg
Potássio 267 mg
Sódio 3 mg
Tiamina 0,11 mg
Riboflavina 0,12 mg



ALMEIRÃO:



O almeirão é uma planta medicinal, também conhecida como chicória-do-café, almeirão-selvagem, chicória, chicória-amarga, chicória-selvagem, muito utilizada para tratar problemas de fígado ou de intestino.
O seu nome científico é Cichorium intybus e pode ser comprada em lojas de produtos naturais ou farmácias de manipulação.


O almeirão serve para ajudar no tratamento de problemas do fígado e vesícula, apendicite, baço, inflamação do abdômen e problemas dos rins.

O almeirão é fonte de vitamias E e A, ferro, muita fibra e pequena quantidade de cálcio.
Essa verdura é usada em tratamentos do fígado, vesícula biliar e baço, pois ajuda a liberar o excesso de gordura, fumo e álcool. “Ele estimula a função hepática, principalmente a desintoxicação do fígado feita pelo componente que dá o sabor amargo”, afirma. Como a icterícia é provocada pelo mal funcionamento do fígado, a verdura também é recomendada no processo de cura dessa doença.

Outro papel funcional do almeirão é em relação ao colesterol. O consumo frequente auxilia na diminuição das taxas de colesterol.

AGRIÃO:



TIPOS → aquático, cultivado na água, às margens de rios, lagos, córregos, etc.; terrestre, cultivado na terra enxuta, mas o sabor de ambos é idêntico.

COMPOSIÇÃO → Vitaminas A, B, B 2, E, F, PP; – Sais Minerais: fósforo, cálcio, ferro, cobre, iodo, magnésio, zinco, enxofre, potássio, sódio

VALOR ENERGÉTICO → 22 calorias, em cada 100 g; 1 xícara, somente 5 calorias.

MODO DE CONSUMO → Pode-se comê-lo cru, em saladas, ou cozido, em sopas , suflês, – tem um forte sabor, devido à presença de iodo em sua composição, não se devendo desprezar os talos.

ATENÇÃO: Pessoas com problemas renais, NÃO devem consumir agrião…

INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS → Controla as taxas de açúcar do sangue; – o Potássio mantém a pressão arterial sob controle; – Tem ação antiinflamatória; – É diurético; – Combate: – o ácido úrico, – a tuberculose; – o raquitismo; – o cálculo renal; – a cistite; – os efeitos maléficos da nicotina; -a bronquite (quando misturado com o mel); – a falta de apetite

BRÓCOLIS

ORIGEM → Os brócolis, também conhecidos como brócolos, pertencem à mesma família da couve. É uma hortaliça originária da Itália e passou a ser conhecida no mundo todo, depois da emigração italiana no começo do século XX – há uma espécie de brócolis roxos, conhecida como brócolis-italianos.

COMPOSIÇÃO → Em 100 gramas, há: – Fibras, 1,5g; – Proteínas: 3,3g; – Cálcio: 400mg; – Fósforo: 70mg; – Ferro: 15mg; – Sódio: 41,7mg; – Potássio: 255,2mg; e mais: – Vitamina A; – Vitamina C (que se perde durante o cozimento); – Vitamina E; – Ácido Fólico; – Selênio; – Zinco; – Fibras.

VALOR ENERGÉTICO → 100 gramas de brócolis cru, fornecem 37 calorias. Cozido: 36 calorias

MODO DE COMPRAR → Os talos e as flores devem estar verdes-escuros e sem marcas de insetos – folhas amareladas indicam que estão velhos; – as flores devem estar fechadas; – não compre os que estiverem expostos ao sol, pois perdem a Vitamina C; – Depois de retirar as folhas e os talos mais duros dos brócolis, a quantidade aproveitável da verdura fica reduzida a cerca de 60% do total. Portanto, para servir 4 pessoas são necessários entre 750 g a 1 kg de brócolis (mais ou menos o equivalente a 2 maços).

MODO DE CONSUMIR → Pode ser o prato principal ou servindo de guarnição.

Cozidos: – em saladas, sopas e suflês;

Frios: – também em saladas, sozinhos ou misturados a outros legumes;

Refogados;

Gratinados no forno;

Recheio de tortas e pastelões

Pudins;

Bolos salgados.
MODO DE PREPARAR → Ao cozinhar coloque o brócolis em pouca água fervente com sal, e mantenha a panela destampada durante todo o cozimento. Procure lavar com muito cuidado, removendo as impurezas.
INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS: 
– Folhas: São calmantes, purificadoras do sangue e ricas em minerais;
– Flores: O caldo é calmante, diurético, além de combater as inflamações do tubo digestivo.
– Flores e folhas: Têm efeito laxativo (devido às fibras que contêm), desintoxicante e regenerador celular;
– Ajuda a prevenir e a tratar a anemia;
– Protege contra o câncer de pulmão, do cólon e da mama, pois é rico em antioxidantes, betacaroteno e vitaminas C e E;
– Protege contra doenças do coração e catarata;
– Previne úlceras do estômago: recentes pesquisas de laboratório, mostraram que uma substância química presente no brócolis – sulforafane, elimina a bactéria “helicobacter pylori”, causa direta dos casos de úlceras e câncer do estômago – ela resiste a antibióticos usados para combatê-la.

FONTE


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