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PENSE NISSO:

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sábado, 13 de junho de 2015

HÉRNIA DISCAL E OSTEOPATIA


Vocês já ouviram falar de hérnia discal ou hérnia de disco? Sabia que é um grave problema para sua coluna? Entenda um pouco mais sobre o assunto, neste artigo do meu amigo e colaborador do blogDr. Daniel Valpaços – osteopata, com excelentes dicas e conselhos para você evitar esse problema:

” A coluna vertebral apresenta-se como a superposição de vértebras
separadas por discos cartilaginosos denominados de disco intervertebral
(D.I.V).
O D.I.V é constituído por um anel fibroso na sua parte externa e no seu
centro por uma circunferência mole, o núcleo pulposo : constituído à 99% de
agua, agindo como um amortecedor durante dos movimentos e cujos movimentos vão
hidratá-lo.
Numa vista lateral, a coluna vertebral apresenta varias curvaturas
consideradas fisiológicas : lordoses cervicais e lombares, cifoses torácica e
sacro-cóccix; de conformidade anatómica própria e concebida à suas necessidades
que vão lhes conferir muito mais do que a simples ideia de estática.

A coluna vertebral, constitui uma proteção para a medula e nervos
espinhais através do canal vertebral e dos buracos de conjugações, mas que por
sua proximidade também pode vir a interferir com esse sistema nervoso. Por
outra parte, a nossa coluna suporta o peso do corpo e a nossa cabeça, fornece
um eixo parcialmente rígido permitindo flexibilidade e serve de ponto de
fixação para as costelas, músculos, cinturas pélvicas e escapulares. O raque
vertebral tem um papel primordial e preponderante na postura e na locomoção.



A postura de pé, que mantêm o ser humano,
predispõe-nos a sofrer problemas estruturais pela pressão que exerce sobre nós,
a gravidade especialmente na coluna e nos discos intervertebrais. Se a
isto acrescentarmos, as más posturas, o modo de vida moderno e stress, teremos
os ingredientes necessários para sofrer de “ dores de costas”.



Qando falamos de dores de costas, os pacientes revelam um certo
desconhecimento e uma desproporção em relação à hérnia discal.

A hérnia discal ou protrusão discal, é a migração do núcleo pulposo do
disco intervertebral através do anel fibroso, consequentemente à degeneração do
disco por traumatismo ou envelhecimento. A localização da hérnia discal
determinará a zona em que o paciente sentirá dor, perturbações sensitivas ou
debilidade. A gravidade da compressão ou da lesão da raiz determinara a
intensidade da dor ou dos outros sintomas : geralmente, as hérnias discais
surgem na zona inferior das costas (coluna lombar) e costumam afetar somente
uma perna, provocando dor lombar (lombalgia). Em Portugal, 60 à 90% dos adultos
já sofreram da coluna lombar, e o ultimo estudo revela que nos últimos seis
meses a incidência atingiu 50% dos portugueses, sendo metade originada por
hérnia discal.



A hérnia discal exprime sintomas através do mecanismo de conflito disco
radicular, ou seja a hérnia discal vai entrar em contacto com uma raiz nervosa,
por exemplo com o nervo ciático provocando a “famosa ciática” cujo trajeto
atinge a coluna, glúteos, pernas e calcanhares; isso porque 60 à 80% das
hérnias são postero laterais horizontalmente à proximidade da saída dos nervos
do canal vertebral. Formigueiros, entorpecimento dos pés, fraqueza muscular são
sintomas frequentes da hérnia discal que também pode afetar a função
intestinal, urinaria.


É preciso destacar que a pressão exercida sobre um disco intervertebral
são varia de 20kg/cm2 numa posição deitada, passando por 100 de pé, 150 sentado
e 500kg/cm2 numa flexão do tronco, obviamente aumentada pelo levantamento de
peso, o excesso ponderal e as lesões que diminuam capacidade de amortecedor.

Hérnia discal e Ciática = Operação obrigatória ?


A resposta é Não ! 80% das hérnias discais curam sem intervenção
cirúrgica, a evolução é a diminuição do volume da hérnia e da dor
conjuntamente. Por mais estranho que pareça, quanto maior for a dimensão da
hérnia, mais rápida será a resorbçao, e por volta de 6 meses.

Hérnia discal e Osteopatia = tratamento eficaz ?


A osteopatia tem uma visão global do corpo humano e por isso, uma
abordagem lógica, racional em relação às hérnias de disco.
Cerca de 80% dos pacientes podem evitar de ser operados, através de
consultas de Osteopatia e diminuir a recidiva dos sintomas à longo prazo.



Sendo um dos princípios fundamentais da Osteopatia intervir na causa dos
problemas, o tratamento ira se focalizar na região vertebral que apresentou
diminuição de mobilidade. Restaurar a dinâmica local da coluna, aliviara
consequentemente os sintomas da herniação e a pressão sobre o núcleo
pulposo. Através de técnicas de correção dos corpos vertebrais e no seu desbloqueamento,
a mobilidade devolvida provoca uma descompressão da junta vertebral (estruturas
anatômicas, músculos, ligamentos) e da raiz nervosa responsável pela
sintomatologia.




Técnicas ditas ”triggerpoints” sobre os músculos psoas, piramidal,
e um alongamento do sistema muscular do membro inferior participaram no alivio
localmente. Da mesma forma, um tratamento da aérea visceral diminuirá a
pressão anterior do abdômen, e restaurara o equilíbrio entre órgãos digestivos
e coluna vertebral, por estarem em estreita ligação.

Diminuir sintomas, aliviar a dor constituem uma primeira parte do
tratamento osteopático.
A preocupação resulta em diminuir a reincidência da hérnia discal e seus
transtornos, através de reequilíbrios posturais da coluna dorsal e das articulações
do membro inferior, tratando as zonas pivôs do nosso corpo, para não
interferirem com a estrutura lesada.


Isso também, passa pelo acompanhamento do paciente no seus hábitos
posturais de acordo com a profissão, pratica desportivos, hábitos com ajudas
simples a por em prática :


· altura do monitor
do computador e da cadeira na secretaria
· inclinação do
assento do automóvel
· adaptação do treino
e do material desportivo
· altura da almofada
e estado do colchão
· dobrar os joelhos
para se flectir
· movimentar-se :
correr ou caminhadas, alongamentos
· consulte um
Osteopata devidamente qualificado.

Desta forma, o envolvimento do paciente é primordial e sentindo se como
uma parte integrante do tratamento, demonstra uma maior empenho e melhorias
clinicas.”

Nota : A Osteopatia não se substitui à consulta do seu médico e ao uso de
medicamentos.

Dr. Daniel Valpaços – osteopata – http://www.osteopataportugal.pt/
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