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segunda-feira, 27 de julho de 2015

O HORMÔNIO DA LIBIDO

A testosterona é um hormônio esteroide (formado a partir do colesterol) essencialmente masculino, mas importantíssimo na mulher também, apesar delas produzirem 20 a 30 vezes menos do que os homens. No homem, esse hormônio não apenas controla o desenvolvimento das características sexuais e as funções de reprodução do seu corpo (desejo sexual, ereção, desenvolvimento e maturação do espermatozoide) como também desempenha papel decisivo na sua saúde e bem-estar físico e mental como um todo. 


O comportamento sexual masculino depende da testosterona. Ela também aumenta o desejo sexual. Os níveis mais altos de testosterona acontecem por volta dos 17 anos de idade, e após 30 anos de idade, esses níveis começam ter uma queda de 0,5 a 1% a cada ano, reduzindo assim a libido, a massa óssea, aumentando o risco de fraturas, além de diminuir a massa muscular.


Nas mulheres, o hormônio é sintetizado em pequena quantidade pelos ovários e também pelas glândulas suprarrenais. Durante a menopausa, essa produção tende a diminuir ainda mais e pode estar associada à queda da libido. Após a menopausa a produção total de testosterona cai drasticamente, mas continua sendo produzida em menor quantidade pelas adrenais. Nessa fase, de acordo com especialistas, existe uma diminuição importante dos estrógenos e do DHEA, principal fonte dos androgênios. A testosterona também pode diminuir. E tudo isso, somado a outras diversas causas, influencia na vida sexual feminina. Por isso, muitas mulheres apostam no uso da testosterona para melhorar o prazer sexual.


Alguns estudos afirmam que o uso de testosterona pode ajudar as mulheres nessa época de mudança e garantir a continuidade e a qualidade da vida sexual. Afinal, os hormônios sexuais exercem um papel fundamental nos tecidos genitais, influenciando a resposta de excitação – adequado fluxo sanguíneo local para a produção de lubrificação e para a sensação de prazer.


No exterior, a testosterona é encontrada em forma de gel, adesivo e pílula. Por aqui, ela pode ser feita em farmácias de manipulação mediante prescrição médica. Apesar de aumentar a libido e o vigor físico, é preciso estar atenta às contraindicações, que são: tumores (neoplasias) androgênio-dependentes, alopecia (queda de cabelo) androgênica, casos de acne ou hirsutismo (aparecimento de pelos onde, normalmente, eles não existem nas mulheres) graves e alterações hepáticas graves.


Fonte: http://papofeminino.uol.com.br/
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