Quanto pagamos de Imposto:

Visite o blog: NOTÍCIAS PONTO COM

Visite o blog:  NOTÍCIAS PONTO COM
SOMENTE CLICAR NO BANNER -- JORNAL PONTO COM **

PENSE NISSO:

PENSE NISSO:

domingo, 20 de setembro de 2015

MAU HÁLITO PODE REVELAR OUTROS PROBLEMAS DE SAÚDE

MAU HÁLITO PODE REVELAR OUTROS PROBLEMAS DE SAÚDE
Dia Nacional de Combate ao Mau Hálito, celebrado em 22 de setembro, alerta para o problema que atinge 30% da população brasileira.

No Brasil, pesquisas revelam que aproximadamente 30% da população sofre com a halitose (ou mau hálito) ou seja, cerca de 57 milhões de pessoas. Existe até mesmo um Dia Nacional de Combate ao Mau Hálito, instituído pela ABHA (Associação Brasileira de Halitose), e celebrado em 22 de setembro. O que muita gente não sabe é que este problema pode ser tratado. Porém, é necessário investigar as causas. A halitose pode inclusive ser consequência de alguma patologia ou problema de saúde mais grave.

O dentista Luciano Teodoro Eleotério, único especialista em halitose de Santa Catarina filiado à

Associação Brasileira de Halitose, explica que o mau hálito pode ser um sinal de que algo no organismo está em desequilíbrio, devendo ser identificado e tratado adequadamente. Segundo o especialista, existem cerca de 60 causas distintas para a halitose, por isso o mau hálito tem características multifatoriais. “Pode ser de origem fisiológica (hálito da manhã, jejum prolongado ou alimentação inadequada); devido a razões locais, como má higiene bucal, placas bacterianas retidas na língua ou amídalas; baixa produção de saliva; doenças da gengiva; problemas em vias aéreas (adenóides, rinites, sinusites); estresse; ou razões sistêmicas como diabetes, problemas renais ou hepáticos, prisão de ventre acentuada e outros”, explica Eleotério.

Além disso, ele acrescenta que uso excessivo de medicações, fumo ou bebidas alcoólicas e até mesmo a utilização de soluções para bochecho com álcool na composição são fatores que podem causar a halitose. A idade também é um fator importante. À medida que envelhecem, as pessoas vão ficando mais suscetíveis a desenvolver mau hálito: estudos apontam que a incidência de halitose na população brasileira é de 17% na faixa etária de zero a 12 anos, 41% de 12 a 65 anos, e 71% acima de 65 anos, devido à redução da função das glândulas salivares. “O mau hálito pode provocar sérios prejuízos pessoais e emocionais, como insegurança ao se aproximar das pessoas, dificuldade em estabelecer relações afetivas, resistência ao sorriso, ansiedade, entre outras”, aponta o especialista.

O dentista alerta ainda sobre o uso frequente de recursos como chiclete, balas de menta ou até fazer bochecho sem antes escovar os dentes – o que pode se tornar um vício e pejudicar a saúde bucal. “Estes recursos disfarçam por um tempo muito curto e ainda podem agravar o caso se conter algum tipo de açúcar ou se virar substituto à higienização”, destaca.

Como diagnosticar e tratar

O diagnóstico deve ser feito preferencialmente por um especialista em tratamento do mau hálito, por meio de exames de salivação, o uso de um aparelho específico para medir os compostos que causam o mau hálito, avaliação clínica da saúde bucal, entre outros exames. “Após diagnosticada a origem do mau hálito, será realizado um tratamento específico para a solução do problema”, afirma Eleotério.

Site avisa o amigo que tem mau hálito 

Para ajudar quem tem mau hálito, o Dr. Luciano Teodoro criou o site “Avisa o amigo” (www.avisaoamigo.com.br) “Como esse problema acaba constrangendo não só quem sofre com halitose, mas também familiares e amigos que convivem com a pessoa, é difícil falar diretamente sobre o assunto. No site, será possível avisar essa pessoa que tem mau hálito anonimamente através do e-mail, a pessoa receberá uma mensagem falando sobre o assunto e orientado a procurar tratamento. O sistema enviará automaticamente uma mensagem ao indicado”, explica o dentista.



Algumas dicas para evitar o mau hálito:

- Fazer pequenas refeições a cada três horas (jejum prolongado pode comprometer o hálito);

- Evitar alimentos muito salgados, quentes ou condimentados, que contribuem para o ressecamento bucal;

- Evitar álcool e fumo em excesso;

- Ingerir bastante água (pelo menos dois litros por dia)

- Realizar higiene bucal adequada, incluindo limpeza da língua, e evitar o uso de soluções para bochecho com álcool na composição;

- Visitar o dentista semestralmente, prevenindo assim problemas dentários e gengivais.



Tamiris Schlegel
Presse Comunicação Empresarial
Imagem Ilustrativa
Postar um comentário